História O Amor Que Vem - Capítulo 17


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Ana Paula Padrão, Masterchef Brasil, Pana, Paola Carosella
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Palavras 1.448
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, LGBT, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O quem voltooooou!

Capítulo 17 - Cão Sem Dono, Será?



Por Paola


— Disse que nunca mais ficaria comigo, e que se arrependia amargamente de ter ficado no sábado, se arrependeu? — A gravação deu uma pausa, estava conversando com Larissa no camarim, enquanto Fran se entretinha com um fone de ouvido e tablet no sofá, nem escutava nada. — Se arrependeu? É sério isso Larissa? Me poupe, ela não sabe do que está falando, eu não sei do que ela esta falando, até agora não entendi nada, o comportamento dela...


— Você é besta assim ou só se faz? — A menina que até agora estava me ouvindo quieta se pronuncia.


— Como é que é Larissa?


— Não porque claramente você está se fazendo e não quer enxergar o obvio ou é idiota mesmo. 


— Larissa?


— A Ana está completamente apaixonada por você Paola. — Ela levanta da cadeira. — E só você que não ver.


— Nada haver Larissa. 


— Ela me confidenciou. — A menina revela me surpreendendo.


Eu acho que esquecia que as pessoas eram capazes disso, de se apaixonarem, de se apaixonarem tão rápido, talvez por não ser um costume meu, uma coisa que eu sinta, ou no fundo eu não acredite mesmo, que alguém se apaixone de verdade, que se apaixone por mim. 


— E o que ela achou? Que eu ia a pedir em namoro? Que íamos ficar juntas?


— Sonhou talvez.


— Isso explica a maneira ríspida que ela falou comigo. — Volto a andar de um lado para o outro. — Porque as pessoas fazem isso? Se iludem e depois eu sou a errada da história como sempre.


— Porque a maioria das pessoas tem sentimento diferente de você ou pelo menos não tentam esconder eles. — A menina se poe na minha frente, me impedindo de continuar andando. — E não se faça de vitima, você sabe que de cem mulheres que você fica cento e uma acabam se apaixonando por você, você sabe que tem esse poder e aproveita. 


— Não fale como se eu as enganasse, elas sabem muito bem como sou antes de se envolverem. — Eu me exalto porque Larissa parecia estar me acusando de algo. — Eu nunca digo que as coisas vão mudar, não faço promessas falando que ficaremos juntas, que Paola Carosella vai entrar em um relacionamento.


— Você é tão ridícula.


— Eu não estou te entendendo Larissa, você está contra mim?


— Eu só acho que esse seu status de Paola Carosella não se envolve não cola mais.


— Porque está dizendo isso? — Minha atenção é desviada um segundo para a risada de Fran que estava entusiasmada assistindo desenho. — Por causa da Ana? Não acredito, eu não estou nem aí para ela Larissa.


— Aé?


— É!


— Pois não parece, você não para de falar dela.


Aquela frase foi meio que um choque de realidade, porque por mais incrível que pareça era verdade, e eu nem tinha percebido, eu simplesmente passava o dia todo falando ou pensando na Ana,  que raios estava acontecendo comigo? Essa não sou seu.


— Você não para de falar dela desde o dia que a conheceu, aliás eu nem te vi mais com outra mulher desde que você conheceu ela... — Larissa continuava.


— Ou, — A corto. —  Vai com calma ai Larissa, não viaja, eu estava sim afim da Ana, mas era só isso, você sabe.


— Hum. — Ela cruza os braços me questionando.


—  E agora que já rolou acabou não quero saber mais.


—  Não é o que parece.


—  A ta bom Larissa você já falou isso, —  Caminho em direção a porta. —  Eu só me surpreendi com a atitude dela, só isso.


—  E você não quer ficar com ela de novo?


—  Não. —  Dou de ombros.


—  Não?


—  A Ana já não é uma novidade para mim, perdeu a graça.


—  Sei. —  Ela ironizava.


—  E eu vou te provar isso. — Um sorriso pareceu se abrir no rosto de Larissa e eu não entendi o porque.  — Que foi?


—  Nada. —  Ela se recompõe. 


—  Fica com ela. —  Aponto para a Fran.


—  Aonde você vai? —  Larissa pergunta sem obter respostas minhas que saio do camarim depressa. 


...


—  Vocês viram a Ana? —  Perguntava para qualquer um no corredor.


—  Não.


—  Não. —  Respondiam.

 
—  Obrigada.


—  Mas ela deve estar no camarim dela.


—  Valeu.


Toc-Toc-Toc, é a minha próxima atitude bater na porta do camarim dela.


—  Paola? —  Ela abre a porta mas não me parece surpresa.


—  Posso entrar?


—  Pode. —  Ela abre espaço para que eu passe, e do jeito que ela estava mais cedo juro que achei que na verdade seria expulsa. —  Eu estava mesmo querendo ir falar com você.


—  O que? —  Minha curiosidade fala mais alto.


—  Queria pedir desculpa pela maneira que te tratei.


—  Oi?


—  Eu não tinha o direito de te cobrar nada Paola, eu não sei o que me deu.


—  A então estamos bem?


—  Estamos. —  Ela se aproxima de mim. —  Eu sei que é difícil pra você Paola, mas a gente pode tentar...


—  Tentar o que Ana? —  A minha cabeça estava dando um nó.


—  Superar esse trauma...


—  Ai meu Deus. —  Eu rio, é inevitável. —  Porque vocês sempre acham que podem me concertar? Ou que eu preciso de concerto, que tenho um trauma ou coisa do tipo?


—  Paola...


—  Não Ana  me escuta,  —  A interrompo mais uma vez. —  Foi justamente isso que eu vim falar com você, a gente ficou foi legal, mas não vai acontecer nada além disso, nada sério pelos menos.

—  Porque? —  Ela pergunta e eu congelo, aquela pergunta ficou sendo repetida na minha mente e uma resposta sensata não vinha á cabeça.  


—  Por... que, por... que... —  Eu gaguejava. — Eu não sou do tipo de pessoa que tem uma relação Ana, você sabe. 


—  Você não sente nada por mim? —  Ela se aproxima e aquilo faz o meu corpo queimar.


—  Eu tentava falar, mas a minha boca parecia que não me obedecia, nada saia. — Atração —  É só o que e consigo falar.


—  Ok. — O semblante da mulher era indecifrável, parecia que se continha para não demostrar emoção nem uma. 


—  Está tudo bem?


—  Eu não vou chorar. —  É o que ela responde. —  Mas eu também não acredito que seja só isso que sente.


—  Ana.


—  Não Paola, está tudo bem. —  Ela se afasta. —  Sério se você acha que eu vou me ajoelhar aos seus pés e te implorar para ficar comigo você está muito enganada, eu não vou fazer isso Paola, eu me valorizo e me amo em primeiro lugar apesar de.... —  Ela parece que se engasga ou perde a coragem de continuar falando. 


—  Apesar de? —  Pergunto.


—  Apesar de estar apaixonada por você. — Confirma aquilo que Larissa já tinha me dito, e ouvir da boca dela, aqui na minha frente, olhando nos fundos dos meus olhos, eu nem sei explicar o que senti, só sei que meu coração apertou e acelerou ao mesmo tempo, a minha boca meio que secou, as mãos soaram e os pés formigaram. —   E não me envergonho de admitir isso, você soube fazer o seu dever direitinho Paola, conseguiu me conquistar do jeito que queria, você tem meios para isso sabia? —  Ela parecia tão tranquila falando, estava me confundindo. —   E logo eu que achei ser imune  a pessoas como você, a você, caí. — Ela rir. —   Mas fica tranquila, eu não cometo o mesmo erro duas vezes, —  Ela abre a porta. — E se você já acabou pode se retirar por favor? Eu preciso me preparar, voltamos a gravar daqui a pouco. —  Mas fria acho que era impossível.


—  Claro. —  Engulo seco e saio. —  Mas... —  Antes que eu fale ela bate a porta na minha cara.


—  Nossa. —  Com certeza não era o que eu esperava.
 
—  Voltamos em 10 minutos Paola. —  É a assistente do diretor que passa por mim.


—  Já estou indo.


...


Acho que eu não pensei direito quando me envolvi com a Ana, não que isso me incomode, mas trabalho com ela, é um tanto estranho, agora ter que vê-la todos os dias nesse clima que foi estabelecido, seria um tanto desagradável, talvez mais para ela do que para mim, foi o que pensei, pelo menos antes de vê-la maravilhosamente bem eu sem palquinho, essa mulher PIRA A MINHA CABEÇA! 


—  Seja muito bem vinda chefe Heaven Delhaye. —  Hoje era dia de chefe convidado(a), e Ana anuncia a moça de cabelos castanhos e longos até abaixo dos seios, lisos e ondulados ao mesmo tempo, os olhos combinavam com a a cor do cabelo ou o contrário, e o sorriso foi a primeira coisa que reparei, o sorriso era largo e belíssimo, ela era uma mulher belíssima por completo, corpo escultural... mas não, não fazia o meu tipo.


 —  É uma honra estar aqui. — Aparentemente ela parecia ser nova e o discurso da Ana  só confirmou o que eu notei, ela deve ter a idade da Larissa, e mulheres tão jovens assim realmente não chamam a minha atenção, o que chamou a minha atenção na verdade foi que ela não tirou os olhos da Ana, um segundo se quer. 


Notas Finais


Seja bem vinda chefa Heaven Delhaye, sim ou não? hahahaha


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