História O amor sempre vence - Bughead - Capítulo 3


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Categorias Riverdale
Personagens Alice Cooper, Archibald "Archie" Andrews, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Betty, Bughead, Jughead, Riverdale
Visualizações 42
Palavras 1.162
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpe a demora, passei por alguns imprevistos, mas estou de volta.

Capítulo 3 - A dor da perda


Fanfic / Fanfiction O amor sempre vence - Bughead - Capítulo 3 - A dor da perda

Quando cheguei em casa me deparei com minha mãe em uma situação que nunca tinha a visto, ela estava acaba, chorando horrores, eu fiquei em estado de choque, paralisada por alguns segundos antes de me aproximasse dela para sabe o que tinha acontecido. 

- Mãe?! - Disse com uma cara de assustada. - O que houve? 

Ela me olhou puxou fundo o ar até conseguir, dizer meio soluçando, mas me disse uma noticia que eu realmente não estava preparada para receber. 

- Sua vó Betty, ela está com câncer e não está nada bem. 

Me sentei em estado de choque, naquele momento passou toda uma vida em minha cabeça, eu realmente não soube lidar com aquela noticia, Juggy que tinha me acompanha até minha casa sentou-se ao meu lado me consolando e me mantendo forte. 

- Preciso que arrume suas malas, sairemos essa noite para a casa de sua vó. - Disse minha mãe a mim. 

Sem pensar duas vezes logo me levantei e pedi a Juggy me ajudasse com as malas, ele subiu comigo até meu quarto, ainda estava meio estatua sem conseguir processar as informações. Assim que cheguei ao quarto logo me deparei com uma foto minha e da vó, nessa hora não resisti comecei a chorar pensando que o pior poderia acontecer. Jughead se aproximou e me acolheu em uma abraço. 

- Sabe, morei minha infância inteira com minha avó e parte da minha adolescência. Minha vó sempre foi uma inspiração para mim e eu não posso perde-lá. - Falei quase sem conseguir de tanto que o choro me consumia.

Jughead se sentou de frente para mim, segurou meu rosto com sua mão

- Ei meu amor, fique calma tudo vai dar certo e eu estou aqui do seu lado. Ela vai sair dessa. 

Eu apenas o abracei forte até que parasse de chorar. Terminei de arrumar as malas e desci para irmos para a casa da minha vó. Fp e Juggy nos levaram até o aeroporto. Me despedi de Jughead com um forte abraço e um beijo. Segui viagem até o interior onde minha vó morava. Chegando lá o clima não foi dos melhores, já parecia clima de funeral aquilo, eram tantas pessoas na casa da minha vó, vizinhos, amigos, conhecidos, parentes, não reconhecia nem metade da pessoas que ali se faziam presentes e aquilo me deixou incomodada. Fui para o quarto onde eu dormia quando morava lá e ainda estava do mesmo jeito, senti-me mais aliviada de estar ali sozinha sem o barulho que consumia a sala lotada de pessoas. 

Estava quase acabando o 2 ano do médio e fiquei um pouco preocupada com a escola, mas minha mãe explicou a situação para a diretoria que foi bem compreensiva, fazendo-me atividades diferente para o tempo que eu precisasse ficar longe da escola.

Minha vó estava internada em um hospital ia visita-la todos os dias, mas quando chegava na sua casa era sempre a mesma bagunça, aquele monte de gente e eu já estava ficando angustiada com tudo aquilo. Já havia 3 meses que ela estava no hospital e não tinha nenhum pique de melhora. Em uma de minha visitas quando ela ainda estava consciente contei a ela sobre meu namoro e o quanto ele era especial e o quanto eu o amava ela sorriu e me disse que se eu realmente achava que ele era a pessoa com quem eu queria me casar para que eu lutasse e nunca desistisse e eu guardei aquilo comigo. 

Chegando na casa eu fui para o quarto pois queria privacidade eu realmente amava muito minha avó e estava com medo de perde-lá, queria também que Juggy estivesse ali do meu lado pois precisava de alguém para me dar forças. E para o meu espanto de repente sindo alguém me abraçar por trás logo reconheci era ele meu amor. Não estava acreditando me virei e confirmei era ela o abracei muito e comecei a chorar nem sabia o porque mais estava feliz por ele estar comigo naquele momento. 

Infelizmente depois de umas 2 semanas a noticia que eu mais temia foi nos dada, é minha vó tinha falecido e foi a pior coisa que já tinha me acontecido, eu nunca tinha perdido alguém e de repente eu perco minha vó? Logo ela. Aquele foi o memento mais duro de aguentar eu chorava tanto como eu nunca havia chorado em toda minha vida e para piorar aquele tanto de pessoas na casa me deixou mais angustiada, só sai correndo até em cima de um morro onde a vista era a mais linda que eu já tinha visto em toda minha vida. Juggy logo se sentou do meu lado e me deu total apoio, ele é quem me deu forças e eu tinha cada vez mais certeza de que aquele era o homem da minha vida. 

Irei pular a parte do velório pois foi dolorida (...) 

Depois de uns 2 dias Juggy precisava voltar pois tinha a escola e eu queria voltar também, pois aquele ambiente não estava me deixando legal e eu precisava me distrair e ficar ali, sozinha ainda não iria ajudar muito. Porém minha mãe precisava resolver vários pts ainda até que decidimos que eu voltaria com Juggy e ficaria na casa dele com seu pai até que minha mãe conseguisse resolver tudo que tinha que resolver ainda. Ainda estava muito abalada e triste, tudo me lembrava ela e a ficha ainda não tinha caído. 

Quando chegamos em casa estava exausta com tudo que estava acontecendo, quando cheguei tomei um banho quente e bem demorado, precisava relaxar e a água quente caindo sobre meu corpo aliviava minha tensão, sai do banheiro e Juggy tinha comprado pizza, uma coca bem gelada e sorvete era tudo que eu precisava. 

Voltamos para a escola e agora estava bem perto de eu completar o 2 ano e Juggy terminaria o médio, iria fazer 18 em poucos dias mais não estava animada pelo que tinha ocorrido. E quando chegou o dia de eu completar 18 anos eu não queria comemorar de forma alguma, mas Fp e Juggy fizeram um bolinho só para não passar em branco, minha mãe me ligou também para me desejar feliz aniversário. Ao anoitecer Jughead disse que tinha reservado um local para a gente pensei que me levaria ao Pop's pois era o único lugar onde se vendia comida e estava aberto no momento. Mas me enganei, assim que entrei no carro ele disse que precisaria me vendar pois era uma surpresa ( Ele sabia bem que eu amava surpresas) não o questionei apenas lhe disse. 

- Surpreenda-me então baby. 

Rimos e então depois de alguns minutos senti o carro parar, ele segurou minha mão com cuidado para que eu não me machucasse. 

- Preparada? - ele me perguntou 

Eu estava com o coração quase saltando para fora do peito de tanto ansiedade então ele disse que eu poderia tirar a venda. E não pude acreditar no que vi a minha frente. 


Notas Finais


Se gostarem volto com a continuação, ficou meio chato e triste mais o próximo cap vai ter mais emoção.


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