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História O Amor Supera Tudo...? - Capítulo 4


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Notas do Autor


Cá estou...😊

Capítulo 4 - Primeira Vez: Dores e Punição


(Gabrielle)

Depois do ocorrido na sala do Trono, a Senhora Joana me trouxe para um quarto, onde eu tomei banho, e Senhora Joana me deu uma túnica vermelha sangue, para que eu me vestisse.

-Então, foi pra isso que Mezentius a trouxe?.- me perguntou Senhora Joana.

-Sim.- lhe respondi envergonhada.

-Sabe o que vai acontecer, não sabe?.- me perguntou.

-Sei sim.- lhe respondi sentindo uma lágrima solitária escorrer de meu olho.

Senhora Joana se aproximou de mim e passou seus dedos em meu rosto, enxugando a lágrima que escorria.

-Não fique assim, olhe, eu não gosto das coisas que Xena faz, mas eu também não posso fazer muita coisa, mas saiba que quero ser sua amiga.- disse-me.

-Sei disso.- lhe disse.

-Tem quantos verões, Gabrielle?.- me perguntou.

-Tenho 24 anos, Senhora.- lhe respondi.

-Gabrielle, esqueça esse "Senhora", por favor me chame apenas de Joana, pode ser?.- me perguntou sorrindo.

-Vou tentar.- respondi dando um meio sorriso.

-Há quanto tempo é escrava? Nasceu escrava?.- me perguntou.

-Eu não nasci escrava.- lhe respondi.

-Então como foi que se tornou escrava?.- me perguntou.

-Mercadores de escravos invadiram minha aldeia e eu, mais algumas outras garotas fomos levadas como escravas e depois fomos vendidas para Mezentius.- respondi.

-De onde você é?.- me perguntou.

-De Potédia.- lhe respondi.

-Bom Gabi, agora vou ter que te levar para o quarto de Xena.- disse-me.

Levantei a cabeça lhe olhando e ela tinha um semblante triste nos olhos.

Saímos do quarto e fomos em direção ao quarto da Imperatriz que ficava no quinto andar. Depois de subirmos vários lances de escada, passar por longos corredores enfim chegamos ao quarto dela.

Quando entramos fiquei maravilhada com o quarto.

Era uma quarto enorme, muito bem decorado, com uma sala de banho, closet e uma cama enorme. Eu nunca tinha visto um quarto tão grande antes, nem o de Mezentius, o dele não chegava nem perto desse aqui.

-Bom, vou me retirar, Gabi, talvez ela demore um pouco, então sentisse ali naquela cadeira, mas quando você ouvir a porta, se posicione no centro do quarto de joelhos, perdoe-me lhe dizer isso, mas é assim que Xena gosta.- disse-me e eu assenti.

Senhora Joana saiu do quarto me deixando alí. Me sentei em uma cadeira, havia me cansado de ficar em pé.

Algumas Marcas Depois......

Ouvi um barulho vindo da porta. Me levantei rapidamente da cadeira e me posicionei no centro do quarto e me ajoelhei, assim como Senhora Joana havia me dito.

Logo percebi passos vindo se aproximando de mim e logo ela surgiu em meu campo de visão. Se sentou na cama retirando as sandálias, se levantou vindo em minha direção e parou em minha frente.

-Fique de pé.- ordenou com sua voz firme e assim o fiz me levantando e ficando em pé.- Vai ser fácil domar você.- comentou rindo.

-"Você que pensa".- pensei mentalmente.

-Tire a roupa e fique de joelhos ao lado da cama, vou tomar banho e quando eu voltar é bom que tenha feito o que eu lhe ordenei, caso contrário você vai se arrepender.- disse-me e se afastou.

Mesmo de cabeça baixa percebi ela retirando sua roupa, ficando nua em minha frente. Ela parecia não se importar em ficar nua na minha frente.

Foi em direção a sala de banho e entrou. Me aproximei da cama e retirei a túnica vermelha, ficando nua e me ajoelhei ao lado da cama. 

Não demorou muito e ela saiu da sala de banho vestida num roupão branco, com os cabelos molhados.

Veio em minha direção novamente e parou em minha frente.

-Fique de pé.- mandou mas eu continuei do mesmo jeito.- Você é surda ou o que?.- perguntou-me alterando seu tom de voz.- EU MANDEI VOCÊ FICAR EM PÉ.- gritou me pegando pelo braço me erguendo e tentou me beijar mas eu recusei o beijo.- Ou você me beija ou você apanha.- disse pegando o meu queixo me fazendo olha-lá.

Só então vi seus olhos azuis como o céu. Ela é tão linda.

-Você é minha escrava, então trate de me obedecer.- disse soltando meu queixo e me deu um tapa no rosto e logo em seguida me jogou na cama e tirou o roupão que vestia e se deitou em cima de mim tentando me beijar novamente. 

Comecei a me debater, tentando me soltar, mas era em vão, ela era mais forte do que eu.

-Quanto mais você se debater, mais o meu desejo de ter você será maior.- disse em meu ouvido e inesperadamente senti meu corpo inteiro se arrepiar com a sua voz.

Voltou a me beijar novamente e eu continuei sem retribuir.

-Acho melhor você me beijar.- me olhou.

-Eu não quero.- lhe disse.

-Você é uma escrava, não tem querer.- me respondeu.- Agora cale a boca e me beije.- disse-me.

Pressionou sua boca na minha e passou a língua entre meus lábios e eu abri minha boca e retribui ao seu beijo. Sua língua invadia minha boca, procurando pela minha língua. Quando percebi o que eu estava fazendo, mordi seu lábio inferior com força e ela parou de me beijar e me olhou com raiva.

-Você é uma vadia, uma escrava e me deve obediencia, se não for por bem, será por mau.- senti lágrimas escorrendo pelos meus olhos.- Era só o que me faltava, uma escrava chorona, mas não se preocupe, você sentirá muito prazer.- deu-me um sorriso malicioso.

Se levantou e foi até uma pequena cômoda, abriu a gaveta, pegou um objeto, voltou pra cama e quando se aproximou percebi que eram duas tiras de couro preta.

Me pegou no colo e eu tentei me soltar, em vão, ela me virou de costas para ela e de frente pra cabeceira da cama, tentei me livrar de suas mãos, quando ela pegou minhas mãos e as prendeu na cabeceira da cama, com a tira de couro, amarrou com muita força.

Se levantou pegando a outra cinta de couro, e se posicionou em pé atrás de mim.

-Se não é por bem, será por mau.- disse-me e logo senti o couro do cinto entrando em contato com a minha pele.

Uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze, dose, treze, catorze. Catorze cintadas em minha pele, eu não emiti nenhum som, aguentei calada.

Minhas lágrimas desciam pelo meu rosto sem que eu pudesse conte-lâs. Ela se aproximou de mim desamarrou as minhas mãos e me deitei na cama e se deitou sobre meu corpo novamente.

Segurou meu rosto olhando em meus olhos. Percebi que olhar havia mudado, não sei explicar como, ou o que era, pois seu olhar estava indecifrável.

-Você não sabe o tesão que eu estou, em saber que serei sua primeira.- disse e me beijou.

Correspondi ao beijo na mesma intensidade, su língua invadia minha boca, e explorava cada canto da minha boca.

-Se você cooperar, eu não vou te machucar.- disse-me e logo voltou a me beijar novamente e eu retribuí.

Sua boca desceu para o meu pescoço, colo e logo senti sua língua em meu seio direito, e com a outra mão ela massageava o esquerdo.

Sua mão desceu mais e chegou no meio das minhas pernas tocando meu sexo e começou a massagear suavemente.

-Se você não estivesse gostando, não estaria tão molhada.- disse-me e me mostrou seus dedos.

Me surpreende com o que ela fez, levou seus dedos até sua boca e os chupou.

-Você é uma delícia.- desceu a boca pelo meu corpo e logo se posicionou entre minhas pernas e começou a me chupar, como se estivesse provando a última das ambrosias.

Meu corpo começou a reagir as suas carícias. Ela começou a deslizar sua língua em meu sexo de forma mais rápida e intensificando as lambidas.

Não demorou muito e eu acabei me derramado em sua boca. Não emiti um único som durante o ato.

Ela voltou a me beijar e eu senti o meu gosto em sua boca.

Logo senti se posicionando em minha entrada e seus dedos começaram a força minha entrada, mas não conseguiu romper.

Voltou a forca-ló novamente com dois dedos e logo senti minha virgindade indo embora.

Mordi seu lábio inferior entre o beijo, por conta da dor e ela cessou o beijo. Por uma instante pensei que ela fosse me bater novamente, mas me enganei.

-Sei que está doendo, mas logo vai passar e você só sentirá prazer, e mesmo que você não emita nenhum som, eu sei que está gostando.- disse me olhando.

Começou a mexer seus dedos dentro de mim de forma lenta, mas logo foi aumentando. Desceu sua boca para os meus seios os chupando de forma carinhosa e delicada.

Minha respiração começou a ficar ofegante e descompassada. Senti meu orgasmo se aproximando e não demorou muito para que eu gozasse novamente. Consegui conter um gemido o prendendo em minha garganta.

Mesmo depois de ter gozado ela não parou com seus dedos dentro de mim, e logo me fez gozar novamente. Voltamos a nos beijar de forma lenta sem muita urgência.

Ela cessou o beijo, se levantando da cama e se sentou.

-Agora você vai me chupar, espero que me faça gozar, caso contrário vou lhe dar para os soldados, o que será bem pior.- disse-me pegando em meu braço.

Fiquei em pé na frente dela sem saber o que fazer. Senti suas mãos em meus braços me fazendo ficar de joelhos entre suas pernas. Continuei parada sem saber o que fazer.

-ANDA.- gritou.

-Mas eu não sei o que fazer.- lhe disse.

-Faça como eu fiz com você.- me respondeu.- Anda logo.- ordenou impaciente.

Me aproximei de seu sexo e comecei a passar minha língua por ele, depois comecei a chupa-lá.

-Hummm....Isso mais rápido....Aahhh.- gemeu e logo senti seu gozo em minha boca.

Levantei minha cabeça e a vi deitada com a respiração ofegante. Continuei ali na mesma posição.

-Tem certeza que nunca fez isso antes?.- perguntou-me pegando em meu braço e me colocou sentada em seu colo.

Encaixou nossos sexos molhados e começou a se movimentar de forma lenta.

-Eu disse que você ia gozar.- sussurrou em meu ouvido e minha pele se arrepiou.

Ela aumentou a intencionalidade dos movimentos e não demorou muito para que gozasse-mós juntas.

-Você é uma delícia.- disse-me e capturou minha boca num beijo cheio de desejo.

Cessou o beijo me tirando de seu colo, pegou seu roupão o vestindo, panhou minha túnica e jogou em cima de mim.

-Vista-se.- disse-me e assim o fiz.

Enquanto me vestia a observei indo em direção a porta, abriu, falou com um guarda, esse saiu e logo em seguida voltou com Senhora Joana.

-Sim Xena, o que deseja?.- lhe perguntou.

-Leve a garota para o quarto e amanhã indique a ela os seus afazeres no palácio.- respondeu.

Senhora Joana veio em minha direção, estendeu a mão para que eu me levantasse, assim o fiz.

-Venha, vamos.- disse-me e eu me levantei.

Saímos do quarto indo em direção às escadarias, atravessamos os corredores e saímos do palácio atravessando o pátio, entramos em uma ala onde tinha quartos que mais pareciam celas.

Ainda nem tinha amanhecido direito. Me sentia dolorida em todas as partes do meu corpo.

-"Acho que Senhora Ana se enganou, minha vida aqui será muito pior".- pensei.

 


Notas Finais


Tadinha da Gabi...😐
O que acontecerá com ela, daqui por diante...?¿
Até o próximo, bjosss...😊


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