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História O Amor Tem Seus Planos - Luwoo - Capítulo 24


Escrita por:


Notas do Autor


Olá pessoas! Há quanto tempo né?
Por favor queiram não me matar devido ao meu repentino sumiço
A escola decidiu passar uma bíblia de atividades e estou fazendo igual doida

Além de eu estar também com um pouco de bloqueio de criatividade esses tempos, mas serei mais rápida no próximo capítulo!

Boa leitura! 💛💛😅

Capítulo 24 - 15 - Confissões em uma Noite fria


Fanfic / Fanfiction O Amor Tem Seus Planos - Luwoo - Capítulo 24 - 15 - Confissões em uma Noite fria

O Jung perdeu o número de vezes que andava de um lado para o outro preocupado com Jungwoo depois do trágico acidente e decepcionado com a novidade que a enfermeira BoA o contara.

Depois de esperar alguns minutos, o mesmo andou a caminho da enfermaria procurando ver como estava o mesmo, encontrando a enfermeira Bo-Ah conversando com um aluno. Depois de terminar a conversa, percebeu a presença do Jung.

— Jaehyun, que bom vê-lo aqui, do que precisa?

— Apenas vim procurar o Woo e ver se ele está melhor para levá-lo para casa.

— Oh, não creia que seja possível pois ele foi embora de carro com a mãe de Yukhei e ele. Pelo o que a mãe dele me contou, o garoto mora com eles. — aquilo pegou-o de surpresa. Primeiro, como ele morava com aquele mesquinho que tanto o odiava e segundo, porque nunca o contou?

— E-eles, moram juntos?

— Sim, eu também achei difícil de acreditar pois segundo os alunos, Lucas não é uma pessoa que curte muito companhia. Vai entender.

— Entendi, muiti obrigado mesmo assim, BoA. — reverenciou a mais velha que fez o mesmo, andando em direção do lado de fora do corredor.

O garoto se encontrava um misto de sentimentos enquanto encarava o local da corrida se lembrando de mais cedo.

— Ah Woo, por que fui insistir sobre essa maldita corrida? E porque você nunca me contou sobre morar com o Yukhei? — murmurou enquanto se sentava na bancada, apoiando a cabeça com ambas as mãos. Se encontrava chateado consigo mesmo, se tivesse convidado o pai do garoto para morar consigo nada disso aconteceria.

— Jung, o que faz aqui a essa hora? — encarou o autor da voz, revelando ser Doyoung.

— Eu é que pergunto, o que faz aqui nessa hora, Kim? — o garoto bufou, mostrando seu crachá de representante de sala. — oh, esqueci que era representante.

— Aqueles malditos me mandaram ver se estava tudo bem nesse lugar até mesmo em um dia sem aula. Sinceramente... — estalou a língua.

— Se é assim, podiam te contratar como guardinha também. — riu, fazendo o Kim levantar um dos punhos na sua frente. — ‘tô brincando, ‘tô brincando!

Mesmo pagando uma de durão diariamente, Jaehyun sempre teve medo de Doyoung, o garoto que sabia dar surra em qualquer um desde pequeno.

Felizmente nunca foi alvo da ira do Kim, mas sempre temeu dar de cara com o de cabelos escuros e sair voando da escola com um roxão na cara.

— Enfim, o que faz aqui, Jaehyun? Não me parece bem com essa cara. — fitava o Jung, que tentava ao máximo esconder o semblante chateado.

— Eu? Ah vou muito bem. — deu uma pequena risada. — só vim olhar a paisagem que é a tarde. É tão lind... — parou assim que viu o Kim de sombrancelha levantada, não era fácil mentir para Kim Dongyoung.

— Não tente mentir para mim, Jung.

— É que... eu estou farto de me preocupar tanto e fazer tudo por alguém para no final perceber que eu não fiz diferença alguma. Sabe... amo essa pessoa por tanto tempo.

— Então parta para outra, simples assim. Pode parecer muito difícil esquecer alguém que você tem investido seu tempo e amor, mas isso faz parte da nossa trajetória para finalmente vermos quem é verdadeiramente nossa alma gêmea. Acha que eu, gostosão, estou solteiro até agora por quê?

Porque é ameaçador talvez... — sentiu o olhar mortal do garoto esquentar seu ombro. — bem! É questão de tempo como você disse.

— Hm, exatamente. Sabe... uma coisa que minha avó sempre me falava é que almas gêmeas aparecem sem mais nem menos, seu coração não bate incessatemente na hora ou seus olhos ficam focados na pessoa, isso é lorota.

— Sério? — o garoto assentiu. — entendo, muito obrigado por tudo, Doyoung. — o de cabelos pretos sorriu como resposta, fazendo o Jung achar graça de seu sorriso. Segundos de silêncio e encaradas passaram, até o Kim cortar os olhares.

— Bem, minha mãe deve estar esperando lá na frente para me buscar, ela pode te dar uma carona. O que me diz?

— Se não encomodar, eu aceito sim! É muita chão pela frente e meus pezinhos não aguentam~

— Oh, coitadinho do Jaehyunnie. Cresça garoto, parece uma criança! — durante o caminho até a frente da escola, ambos conversaram animadamente e não deixaram de se provocar um pouco.

Jaehyun, pela primeira vez na vida, se sentia completo.


[...]


— Woo, meu pequeno, tem certeza que está tudo bem em sair nesse estado? Me preocupo tanto com você~ — a chinesa encarava o Kim sentado no sofá, agindo como uma verdadeira mãe.

O garoto estava com uma blusa bege devido ao frio — vinda do armário de Yukhei — e uma calça jeans que escondia seus band-aids em ambos os joelhos, sem contar com os remédios que tanto arderam em suas mãos.

— Mãe, está tudo bem! Não se preocupe tanto ou isso pode te fazer mal. — tentava tranquilizar a mulher que acariciava seus cabelos.

— Espero que sim, eu estava tão preocupada com você na cor- digo, quando você chegou aqui em casa, pensei que teria um infarto! Mudando de assunto, o que deu no Lucas para te levar para sair?

— E-eu sinceramente não sei... — só de se lembrar de como o Wong agiu consigo antes da corrida, já ficava envergonhado.

Não tão corado pois parte de si ainda estava com raiva do chinês por tê-lo feito se acidentar durante a corrida, o prêmio estava no papo para a classe F.

— Jungwoo, estou pronto. Vamos? — a atenção da dupla se voltou para o Wong que ajeitava a manga de sua blusa enquanto descia as escadas.

Parecia uma cena clichê onde o personagem se babava todo ao ver a mocinha descendo as escadas tão elegante, mas aquela era a dura realidade.

O casaco verde — do mesmo modelo que o do Kim — o deixava ainda mais bonito. Sem dúvidas era uma cor que combinava com o mesmo.

— V-vem... v-vamos! Adeus mãe, te vejo mais tarde. — reverenciou a mulher, correndo para perto do Wong.

— Até mais tarde, mãe. Chegaremos logo.

— Até mais tarde, meus anjos. — encarava-os saindo da sala orgulhosa, não estaria longe de ambos serem unidos novamente.


[...]


Ambos andavam lado a lado em silêncio pelas ruas, Lucas estava totalmente mudado daquele Wong Yukhei que o encantara antes da corrida.

— Aquelas provocações de mais cedo, eram apenas para me afetar e fazer com que sua sala ganhe?

— Kim, você sabe e eu deixei bem claro que minha sala não dá a mínima para esses eventos. Se eu te atrapalhei sem ao menos ter feito nada, foi porque você é um imbecil. — o chinês andou mais rápido, deixando um Jungwoo irritado atrás de si.

— Ei ei! Quem você acha que ‘tá chamando de imbecil? O imbecil foi você de desafiar e colocar coisas na cabeça do Jaehyun, eu também me senti pressionado sabe?

Ah, por que os frangos perdedores fazem tanto barulho... — murmurou, mas ainda sendo audível pelo coreano.

— O quê, ainda tem audácia de me chamar de franguinho? Sinceramente, Wong Yukhei eu te odeio tan...

— Não pareceu quando você me mandou aquela cartinha de amor para mim, "Querido Wong, eu sei que é vergonhoso e brega mandar uma carta... mas precisava contar o que sinto imediatamente..." — o garoto começara a citar trechos da carta, enfezando o Kim.

— Y-yukhei, para! — a cada palavra, ficava mais envergonhado ainda.

"Eu amo os seus cabelos claros e acastanhados, seus olhos perfeitos, a sua boca que é quase impossível de não ser observada por horas. Eu gostaria que..." — parou instantaneamente assim que sentiu uma ardência em sua bochecha, o mesmo o dera um tapa estalado.

— Por que os imbecis fazem tanto barulho? — olhou com um sorriso para o Wong que massageava a bochecha, ainda chocado com o que o garoto fizera.

Andou mais rápido sem deixar de sorrir, deixando Yukhei ali ainda desacreditado e nervoso.

— Para um magricela como você, até que anda bem fortinho, não acha? — alcançou Jungwoo, que sorriu em resposta.

Ambos se sentaram em uma cadeira de madeira perto de uma praia ali perto. Sentir a brisa do local em uma noite era uma das coisas que o Kim gostava de fazer.

O silêncio tomou conta do lugar novamente, era quase impossível arranjar um assunto quando a pessoa era Yukhei. Até que um assunto surgiu em sua mente e que o preocupava.

— Você vai fazer realmente fazer uma entrevista para a faculdade GiSeul? — o garoto sempre escutou sobre tal faculdade vindo do Wong e até então estava curioso a respeito de si.

— Também está me perguntando isso? Todos falam tanto disso todos os dias, não entendo.

— Bem, ‘pra descobrir qual é seu sonho, coisas como estas são uma tortura, mas apenas torna sua vida interessante. — sorriu para o Wong, que o fitava surpreso.

— Kim Jungwoo dando conselhos para mim, que ironia do destino. — ambos riram.

— Hm, minha vó sempre me dizia"Woo, torne sua vida interessante. Seja interessante e faça os outros felizes". Bem, se você for na universidade Parkjin, posso deixar... sua vida interessante. — encarou os dedos, envergonhado.

Depois de muito irritar a sua professora com indicações de faculdade que o mesmo mal entendia sobre o assunto, o Kim finalmente havia achado a ideal, a faculdade Parkjin na qual iria fazer a prova para entrar e a que mais tinha chances.

O Wong nada disse depois das palavras do garoto, apenas continuou pensativo enquanto olhava a vista.

— Obrigado. — o coreano encarou Yukhei curioso. — obrigado pela dica, Jungwoo.

O Kim sorriu de volta, seu coração aqueceu com o agredecimento do mesmo. Nunca pensara que seu conselhos iriam ajudar alguém em toda sua vida.

O garoto observou animadamente o local em volta, achando uma máquina de pelúcias e despertando sua curiosidade.

— Lucas, Lucas! Vamos até aquela maquininha de pelúcias, rápido! — pegou no braço do garoto o levando até o objeto.

Lucas se concentrava na garra enquanto mexia no pequeno controle do brinquedo, enquanto Jungwoo torcia pelo garoto.

— Um pouco mais ‘pra cá! Não não, esse aí mesmo, esquerda esquerda, um pouco mais. — o coreano ditava os comandos enquanto Yukhei tentava capturar a pelúcia. — aí mesmo, você conseguiu Lucas! Conseguiu!

O garoto batia as palmas animadamente assim que a garra conseguiu pegar a fofa pelúcia de poodle branco.

— Aqui está o seu prêmio. — jogou a pelúcia na direção do garoto, que sorriu com o prêmio em mãos.

— Muito obrigado Lucas, você realmente é bom com as mãos! — assim que viu a cara envergonhada do Wong, seu sorriso desmanchou instantaneamente dando lugar à uma vermelhidão. — d-digo... eh, nunca senti ‘pra falar... digo, só vamos embora logo!

O garoto marchou rapidamente do local sem ao menos olhar para trás e ver a reação de Yukhei que, mesmo com o comentário sem querer malicioso, riu da situação do garoto.

Garoto bobo... — sorriu, seguindo o coreano que tinha um pequeno sorriso no rosto mesmo falando absurdos.



Notas Finais


Parece que nosso Jaehyun finalmente achou alguém ideal, serase rola? Comentem aí o que vocês acham e suas teorias... 👀

E esse encontro do nosso casal principal? Provocação é o que não falta entre esses dois. Só coração de ferro pra aguentarr

Serase o Lucas é bom com as mãos mesmo? Vamo perguntar pro Jungwoo depois... 😮😮


Confira minha outra fanfic do NCT atualizada! https://www.spiritfanfiction.com/historia/como-nao-tentar-ser-notado--johnil-14783605 [johnil]


Obrigada por ler até aqui e nos vemos no próximo capítulo! 💛💛


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