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História O Amor Tem Seus Planos - Luwoo - Capítulo 31


Escrita por:


Notas do Autor


Olha quem voltou cedo, o fim do mundo está próximo meus amigos 😶😶

Capinha nova na área! O que acharam? Estava precisando de uma renovada boa.

Sendo a reta final da fanfic, achei justo dar uma acelerada boa na história pra não prolongar tanto o tempo. Boa leitura e até as notas finais 😍💛💛

Capítulo 31 - 19 - Trabalhar Para Ser o Namorado de Wong Yukhei


Fanfic / Fanfiction O Amor Tem Seus Planos - Luwoo - Capítulo 31 - 19 - Trabalhar Para Ser o Namorado de Wong Yukhei

Os dois estavam sentados no banco da varanda da casa dos Wong, com o silêncio que sempre os incomodava quando tentavam conversar. Jungwoo se encontrava em um misto de sentimentos enquanto encarava a carta de admissão de Lucas para a sua mesma faculdade, a GiSeul.


— Sério? Realmente vai para a mesma faculdade comigo, a pedra do seu sapato? — ironizou, fazendo escapar um pequeno riso do chinês.


— Sim, eles insistiram tanto para eu entrar que acabei aceitando. Eles me darão uma bolsa para estudar no exterior e cobrirão os gastos então... por que não? — o fato de Yukhei ter sido tão bem tratado pelos funcionários o irritou.


— Engraçado é que quando foi comigo, me insultaram e perguntaram por que eu deveria entrar lá. — cruzou os braços.


— Eles não querem burros de carga na faculdade, Kim Jungwoo. Posso procurar uma fazenda para você trabalhar. — riu, o riso de Lucas foi capaz de acalmar a ira do Jung e encarar o belo sorriso que ele tinha enquanto ria como nunca tivesse rido. Ao perceber que era observado pelo Kim, o garoto voltou ao seu semblante neutro. — enfim, eu estava nervoso e ansioso sobre a faculdade, um verdadeira caos na época do vestibular.


— Me desculpa sobre o lance do remédio...


— Tenho que admitir que foi divertido quase ter dormido no meio da prova e depois perguntar sobre minha nota. Por sua causa, experimentei várias coisas novas nesse percorrer de tempo. — o coreano sorriu, ficou feliz de saber que fez o Wong experimentar uma diversidade de aventuras que ele mesmo causou. — É por isso que.. quero entrar na faculdade GiSeul.


— Por causa de mim, certo? — fez uma voz fofa, tentando arrancar um sorriso do Wong e falhando miseravelmente.


— Não por causa de você e sim por causa de mim mesmo. Até eu descobrir o que quero fazer, quero me divertir assim como você me disse no encontro. — o coreano se lembrou do dia que saiu com Lucas e deu conselhos para o mesmo sobre a faculdade, sentiu orgulho de si mesmo por seus conselhos terem dado certo pelo menos uma vez na vida. — bem, vou indo pois já está tarde.


— Quer dizer que posso ficar aqui por mais... tempo? Prometo não te incomodar mais! — se envergonhou devido à sua tentativa de fuga.


— Você parar de me incomodar? Até parece, Jungwoo. — sorriu, se levantando da cadeira juntamente do coreano. — Ei Woo, antes de você subir, me desculpe pelo acidente. Eu poderia muito bem ter te convidado e não ter causado toda essa confusão. — Jungwoo se surpreendeu pela culpa que o Wong exalava, nunca pensou em vê-lo pedindo desculpas. Incomodado com a paralisação repentina do coreano, Lucas andou apressadamente até a porta deixando um Woo confuso para trás.


Droga o que deu em mim... ei Lucas, darei o meu melhor para não te atrapalhar e fazer você ter uma vida divertida na faculdade! — o chinês assentiu com um pequeno sorriso, entrando na casa e deixando o garoto sozinho na varanda.


Parecia que tudo estava finalmente dando certo na vida do mesmo, ele daria o seu melhor para que Lucas tenha os melhores anos na faculdade GiSeul e claro sem atrapalhar. Mesmo que isso seja impossível para Kim Jungwoo.



[...]



— Lucas e Jungwoo indo para a mesma faculdade, isso me deixa tão feliz! — exclamou a chinesa, com um grande sorriso no rosto, enquanto olhava a ficha de Lucas.


— Me desculpe Li Hua, se meu Jungwoo não tivesse causado aquele acidente, o Lucas poderia ter ido para uma faculdade ainda melhor. — disse o Kim mais velho, com a ficha de Jungwoo em mãos.


— Não se lamente Seok, provável que naquela faculdade todos seriam uma cópia dele. Fico tão feliz dos dois irem para a mesma faculdade, não acha que foram feitos um para o outro? — o coreano encarava assustado a mulher com um grande sorriso no rosto.


— Feitos um para o outro. — riu com a tamanha animação da mulher sobre a dupla.


Enquanto isso, Jungwoo andava pelas ruas da cidade visitando cada loja que via pela frente à procura de algo para presentear Lucas por serem aceitos na mesma faculdade e por tudo o que o chinês fez para si. Procurou roupas ideais que combinariam com o chinês, uma câmera já que o garoto adorava tirar foto de paisagens mas eram tantas ideias para presenteá-lo que deixava o Kim um tanto indeciso.


Tantas coisas que queria comprar ‘pra ele mas não consigo nem pensar em algo. — murmurou cabisbaixo, encarando as roupas da loja. Ao encontrar um conjunto que combinaria perfeitamente em Lucas, pegou a etiqueta para saber o preço. Ao encarar aquela multidão de números, a única coisa que o coreano fez foi abrir a boca em espanto. — por que ser bonito tem que ser tão caro, Yukhei?


Foi aí que teve uma brilhante ideia para conseguir o dinheiro, trabalhando em algum restaurante ou loja até conseguir todo o dinheiro para o presente de Lucas. Seriam poucos meses para a formatura, mas se esforçaria o bastante para conseguir o dinheiro.


— Muito obrigado senhor Choi, darei o meu melhor! — reverenciou o bondoso senhor que o contratou como empregado na loja.


O Kim fazia varios serviços na loja tais como limpar o chão, posicionar os alimentos que chegavam em seus determinados locais, receber o dinheiro dos clientes no balcão, tirar o lixo e fazia tudo sem tirar um sorriso no rosto, sonhando em como Lucas reagiria com o presente que iria comprar para o mesmo. Depois de um dia todo cansativo, o coreano chegou cambaleante na mansão dos Wong sendo recebido por Li Hua.


— Que bom que chegou Woo, bem vindo de volta! — o garoto reverenciou a mulher, rastejando pelas escadas em direção ao seu quarto. A chinesa encarou tudo preocupada. — ele tem chegado tão tarde ultimamente...


— Provavelmente deve estar de graça por aí já que foi aceito na universidade. Ai! — recebeu um leve tabefe na cabeça vindo da mulher.


— Olhe como você fala do Jungwoo, rapazinho!


Passando pelos corredores em direção ao banheiro, Lucas olhou para Jungwoo na cama com curiosidade. O coreano estava em um péssimo estado, mal se mexia na cama de tamanha dor no corpo e sentia que se fechasse os olhos, iria desmaiar ali mesmo.


— Hm, Jungwoo. Você tem estado fora de casa até tarde esses dias.


— Por que? ‘Tá preocupado comigo? — deu um pequeno sorriso apesar da dor que sentia.


— Preocupado com você? Minha mãe vai dormir tarde todo dia porque espera você chegar para abrir a porta, ela já tem preocupações demais caso queira saber. — um grande peso na consciência caiu bem na cabeça de Jungwoo.


— Me desculpa... mas eu realmente não tenho escolha. — antes que o Wong se pronunciasse, o mesmo cambaleou para o lado adormecendo instantaneamente. Suspirando fundo, Yukhei andou até o mesmo e endireitou-o na cama, colocando uma coberta encima do mesmo. — garoto mais doido, eu já deveria me acostumar com isso. — riu, passando uma de suas mãos nos fios cor de mel do Kim.



[...]



Já no dia seguinte, no turno da noite de Jungwoo na loja, ele calculava o quanto conseguiria ganhar com o salário até a chegada da formatura. Foi surpreendido por uma cliente que se aproximou para comprar um pequeno saco de batatas.


— Tenha uma boa noite e volte sempre! — reverenciou a mulher com um sorriso, observando-a sair pela porta automática. O que não esperava é que o garoto que adentrava pela mesma porta era Lucas. — d-droga, por que justo aqui seu cabeção?


Se escondeu atrás da parede, observando o chinês pegando uma bebida na geladeira. Tentava arrancar algum plano de sua cabeça de vento, até que pensou em algo que não daria nem um pouco certo mas deveria arriscar. Lucas fechou a geladeira e caminhou até o caixa, com uma bebida em mãos.


— Quanto é esta bebida? — perguntou, colocando o objeto na mesa e se surpreendendo ao encarar o funcionário usando uma blusa de galinha com o zíper até a altura do capuz encostado na parede.


— S-são 1.500 won! — tentava alterar a sua voz para não ser descoberto para o rapaz, deixando-o mais suspeito. Ainda assustado, o chinês pegou o dinheiro no bolso e estendeu para o mesmo que tateou a mesa para pegar o dinheiro. — cliente... quanto você me deu agora?


— 10.000 won. — Jungwoo tateou pela caixa registradora e apertou o botão para abrir a pequena gaveta dos dinheiros, descobrindo mais um problema óbvio.


— Cliente, poderia pegar 8.800 won da caixa?


— Se você diz. — com certo receio, o Wong se aproximou da caixa e pegou o troco, encarando o funcionário que permanecia parado à sua frente. O mesmo fez uma reverência para o chinês que se afastou rapidamente, quase se esquecendo de levar a sua bebida.


Ao escutar a porta sendo aberta e fechada, o Kim abriu o zíper aliviado com o ar puro que respirava novamente. Foi surpreendido pelo senhor Choi que o encarava incrédulo pelo o que acabara de acontecer.


— "Poderia pegar 8.800 won da caixa"? — imitou indignado o garoto, que engoliu em seco. Em segundos, o garoto saiu às pressas da loja sendo jogados a sua blusa e bolsa na direção do mesmo. Chateado consigo mesmo, andava pelas ruas sem destino para ir.


— De todas as lojas de conveniência que tem pela cidade, por que ele decidiu logo ir na que eu trabalhava? Agora mal sei onde posso arranjar um novo emprego, queria tanto dar um presente pra ele. — chutou uma lata que estava no caminho, frustrado. Sua atenção foi chamada por um anúncio de restaurante que procurava empregados. — nossa, dessa vez foi rápido, hein?


Entrou rapidamente no restaurante, cumprimentando o funcionário no caixa e perguntando sobre o anúncio na entrada. Sem demora Jungwoo foi contratado como entregador, esperançoso de conseguir o dinheiro na qual tanto precisava.


— Jungwoo! Temos outra encomenda pendente. — o responsável pelo restaurante andou em direção do coreano com uma entrega em mãos.


— Sim senhor, entregarei de imediato! — pegou a entrega e correu até a sua moto.



[...]



O Kim estacionou de frente ao local indicado no endereço do pequeno papel que levava consigo, pegando a pequena sacola da entrega e se direcionando para a entrada. Fitava a entrada pensativo, era muito familiar à entrada da casa dos Wong.


— Espera... essa é a casa dos Wong! Idiota, como não percebeu de uma vez que era o caminho da casa deles? — choramingou. Andando de um lado para o outro aflito, o coreano tentava encontrar um plano para entregar a comida e não acabar sendo descoberto. Ao escutar a campainha sendo tocada, Lucas caminhou até o pequeno painel que mostrava quem estava na frente da casa.


— Quem é? — a voz do Wong deixou as pernas de Jungwoo mais bambas ainda devido ao medo.


— Olá senhor, trouxe a sua entrega. Como estou meio apressado, deixarei sua entrega aqui e sairei! — engrossou a voz, tentando não ser reconhecido.


— O quê? Mas e o dinheiro? — o Kim percebeu a burrice que falara para o chinês, batendo em sua própria testa.


— C-claro que deve me pagar. O dinheiro. — pôde ouvir os passos do chinês até a entrada cada vez mais altos.  Achou um plano, mas não o agradava nem um pouco.


Ao abrir o portão, Yukhei deu um pulo de susto ao encarar o mesmo funcionário da loja de conveniência com a assustadora blusa de galinha, que estendeu a sacola da entrega para si. Ainda assustado com o entregador que parecia mais ser um ser um assaltante com tal blusa, o chinês pegou a sacola e entregou o dinheiro para o mesmo. Depois de outra situação sufocante, o coreano pôde dar outro suspiro aliviado por escapar da morte pela segunda vez. Fez outra entrega bem sucedida e esperava não ter que entregar na casa dos Wong novamente.


— De todos os restaurantes de frango, por que aquela besta tinha que pedir logo daqui? Devo ter um rastreador, não é possível! — o garoto sentiu o celular em seu bolso vibrar, pegou o mesmo e viu quem ligava para si, Chittaphon. — Ten, o que houve?


— Jungwoo! — o grito que o tailandês foi tão alto que teve que afastar o celular do ouvido. — o Tae não atende as minhas ligações de jeito nenhum, a única coisa grave que aconteceu entre a gente mais cedo foi a briga pra gente decidir se era biscoito ou bolacha. — o coreano, que não acreditava no que escutava, bufou devido à extrema infantilidade dos dois.


— Tem alguma pista de onde ele tenha ido?


— Bem, Leeteuk me disse que ele havia saído, ‘pra onde eu já não faço ideia.


— Uma balada gay talvez. — riu, tentando acalmar à Ten que começou a chorar escandalosamente. — é pegadinha garai. Me encontra no parque do centro da cidade e tentaremos procurá-lo.


Os meninos procuravam o Lee em todas as lojas e restaurantes que viam pela frente, sem sinal nenhum do coreano. O sumiço do melhor amigo só preocupava cada vez mais Jungwoo, não conseguia imaginar seu dia-a-dia sem a companhia de Taeyong e de suas brincadeiras muitas das vezes de mal gosto envolvendo Lucas.


"Onde você se meteu, Tae" pensou, temeroso do garoto ter sido sequestrado ou coisa pior. A dupla se encontrava sentada em um dos bancos da praça, pensativos sobre aonde estaria o paradeiro de Taeyong.


— Aonde nós ainda não procuramos ele, Woo? — os dois se encararam pensativos, chegando no mesmo pensamento. — a escola! — falaram em uníssono.


Ao chegarem na grande escola, correram pelos corredores procurando o coreano em cada sala de aula sem sinal ainda. Correram para a sua sala, encontrando de imediato o avermelhado em seu lugar  com a cabeça baixa. Suspiraram aliviados pelo amigo estar bem, ou quase bem.


— Tae, eu fiquei tão preocupado com você! — o tailandês correu apressadamente até a mesa do garoto, abraçando e deixando o mesmo sem ar. — se você sumir de novo eu juro que te mato, seu desgraçado! — socou o ombro do Lee, que gemeu de dor.


"Que casal mais apaixonado" ironizou, rindo da peça de teatro que era a dupla TaeTen.


— Hyung, você matou a gente de susto, sabia? — se aproximou do coreano, se sentando na frente de Taeyong.


— Me desculpem, essa realmente não era a minha intenção. Eu só... precisava de um tempo sozinho.


— Por que? O que houve?


— Não deveriam se preocupar, vocês são universitários agora e devem estar bem ocupados. — a tristeza na voz do Lee era muito bem notável.


— Mas ainda não nos formamos e nós sempre estaremos ao seu lado ‘pra te escutar mesmo na faculdade, deixe de ser um cabeça de vento! —  empurrou de leve o ombro do coreano.


— Hoje eu ‘tava indo para a escola mas não tinha vontade alguma, meu pai insiste sobre essa coisa de faculdade mas o que eu faria em uma se não tenho nenhum interesse? Ele não consegue me entender. — suspirou.


— Tente dizer ‘pra ele o que você realmente quer fazer.


— Mas não tenho nada em especial, não sou bom em nada. — Jungwoo e Ten apontaram para os seus cabelos. — ser cabeleireiro? Eu não acho que-


— Deixa de fogo Taeyong! Você faz penteados incríveis, foi você que cortou o meu cabelo, lembra? — disse o tailandês.


— E você sempre ajeita o meu cabelo antes da aula já que mal tenho tempo ‘pra ajeitá-lo, chego igual uma vassoura de bruxa. — ambos riram, fazendo um sorriso surgir no rosto de Taeyong.


— Certo, vou parar de fazer coisas que odeio e seguirei na carreira do que eu mais gosto! — se levantou da cadeira, exalando grande otimismo. Para a surpresa de Taeyong e Ten, o mesmo pegou as apostilas que estavam dentro de sua mochila e foi em direção da janela. — faculdades de merda não irão conseguir me abalar nunca mais! — gritou, jogando as apostilas janela afora.


— Lee Taeyong é incrível sem mesmo estar em uma faculdade! — gritou o Kim, com um grande sorriso no rosto. Jungwoo estava muito orgulhoso do amigo, ele finalmente seguiria o caminho na carreira em algo que gostava tanto.


O futuro do trio de amigos estava só começando e durante todo esse caminho, ambos não iriam deixar de dar apoio um para o outro.


Notas Finais


Nosso casalzinho de futuro definidoo, olha só que coisinha mais fofa 😔💛

É doloroso demais contar isso, mas o próximo capítulo será o último. Dá para acreditar? 😢😢

Nos vemos na próxima, uma boa noite para todos e #FiquemEmCasa 💛💛


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