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História O Aniversário De Casamento - Gaara - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Oiiiee

Demorou? Sim! Mas tá aí!

Demorou porque eu ia fazer outro enrendo, BEM diferente desse que vocês vão ler, mas ele ia fugir do assunto principal que é casamento.

Então eu vou contar como foi o casamento da Kahitsuni e do Gaara

Eu me esforcei muito pra não dar spoiler porque eu pretendo contar o enredo original, contando sobre a visa da Kahitsuni e como ela conheceu o Gaara e tals.

E ao decorrer do capítulo vai aparecer uma personagem que NÃO é da minha autoria. Eu meio que só fiz uma referência porque achei que ia deixar mais engraçado, eu vou colocar depois a fanfic dessa personagem nas notas finais.

Então é so isso, fiquem com a leitura kaka

Capítulo 3 - O Casamento



Nosso Casamento


Kahitsuni odiava aquelas pessoas e sabia que quando aceitou se casar com Gaara, teria de vê-las com determinada frequência. Frequência que só aumentou quando Kankuro passou seu cargo de "Kazekage-júnior" -como os amigos gostam de chamar- para a namorada, agora noiva e futura esposa do seu irmão.

Essas pessoas são conhecidas como Conselho. Antes de namorarem Kahitsuni já tinha uma opinião própria sobre os Conselho independente de que país eles pertenciam. Nas próprias palavras da mulher: "Preconceituosos, velhos, ignorantes, que acham que só pela pequena quantidade de poder que eles tem, podem fazer o que quiser!" Não que ela esteja errada... na realidade? Gaara também concorda, mas com a paciência que Kami lhe concedeu, ele não ligava muito, afinal a última palavra ainda é a dele. O que não era o caso da Akuyuki!

— Não! - Um senhor velho levantou com tudo afastando sua cadeira e fazendo todos os presentes arregalarem os olhos. — Eu nego! Mestre Kazekage, com respeito que ainda tenho pelo senhor, eu nego que sua esposa futura mulher de Suna, pertença ao País do Fogo. Sua esposa tem que ser uma mulher nascida e crescida no País do Vento! - Enquanto alguns na mesa pareciam concordar, outros estavam perplexos.

Kahitsuni estava em pé ao lado de Gaara, que estava sentado só ouvindo. Temari, Kankuro e Kakashi ficaram aos arredores da mesa para resolver negócios sobre a união da Akuyuki e do Kazekage.

— Teoricamente, eu não tenho país. - Kahitsuni se pronunciou. — O país do Gelo era um país fechado e meu tempo como Chikarakage lá não passa de uma simples lembrança, um país perdido durante a última guerra. - A resposta dela fez todos naquela mesa segurarem o fôlego. Não só pela voz séria e intimidadora dela, como na maneira que ela olhava o ancião que ousou desafiar o casamento.

Gaara, Temari, Kankuro e Kakashi por outro lado, achavam graça da situação. Kahitsuni ser desafiada era o motivo de festa, era divertido ver as pessoas tremerem de medo dela. Afinal mesmo depois de anos ela continua pequena.

— Mentira! - O homem gritou batendo uma das mãos na mesa. Ele estava claramente nervoso e temendo pela sua vida.

— Está me chamando de mentirosa? - A Akuyuki perguntou com a mesma feição de sua resposta anterior.

Kankuro olhava imaginando ela de cabelo vermelho e olhos verdes-azulados, pensando no quanto ela lembrava Gaara antes de conhecer Naruto.

— E-estou! - A voz do homem era firme... ou tentava aparentar ser firme.

— Eu nasci literalmente no caminho do país do Fogo e do Vento. Cresci e fui criada lá, sem país, nem clã. - Alguns na mesa começaram a falar cochichos entre si.

— Somente órfãos que não pertencem a Suna podem ser mulheres deste país! - Desesperado por argumentos, o homem falou a primeira coisa que lhe veio a cabeça sem considerar que o Kazekage ainda estava na mesa.

Infantil? Talvez. Kahitsuni tinha esse efeito nas pessoas, não importa quem fosse, sempre funcionava.

Kankuro fechou os olhos sorrindo orgulhoso. Aquela informação era falsa, em nenhum registro ou lei do país é dito que a Mulher ou Homem de Suna, que não nasceram no país do vento teriam de ser órfãos. Kankuro estudou cada detalhe da lei para ajudar o seu irmão e obrigou Kahitsuni a fazer o mesmo quando o cargo foi dado a ela.

— Sr. Suri eu creio que o senhor tem plena consciência de que está informação é falsa. Eu estudei todas a leis Shinobi deste país antes de me tornar braço direito do meu noivo. - Não só Kankuro emanava orgulho como Gaara e Kakashi também.

O Kazekage se sentia completo por ter uma mulher como aquela ao seu lado e Kakashi sentia felicidade ao saber que tera acertado na educação da garota.

— Está me chamando de mentiroso? - Ele se fez ofendido.

— Estou. - Essa única palavra fez um sorriso automático aparecer nos lábios de Temari. Aquilo só confirmara que Kahitsuni era à mulher que Gaara necessitava e nenhuma poderia tomar seu lugar.

— Basta! - O ruivo pediu e as vozes na mesa cessaram.

— Mestre Kazekage, se me permite. Ouvi por segundos, que sua mulher tem ido com frequência ao hospital. - Outro homem se pronunciou na mesa chamando a atenção de todos. — Eu tinha ficado feliz, achava que finalmente teríamos um herdeiro ao cargo do Kazekage, até ouvir que os exames que "sua mulher" esta fazendo é para confirmar se ela pode ou não engravidar. - O queixo de todos caiu.

No círculo de 1 mês atrás Kahitsuni ficou um pouco agitada ao pensar que estava grávida. Sua menstruação atrasada, enjoos e vômitos constantes. Ao invés de comprar um teste resolveu ir até o hospital de uma vez para garantir, e lá recebeu a terrível notícia de ser estéril. A pior parte foi contar a Gaara a situação que também não sabia ao certo o que fazer. Naquela noite o Kazekage fez questão de abraçar sua mulher a noite inteira tentando reconforta-la.

Essa informação era sigilosa e estavam indo no hospital com frequência para ter certeza disso, ou se isso poderia se revertido de algum modo. Ninguém além dos irmãos da areia e Kakashi sabiam disso, como isso chegou no ouvido do Conselho, não se sabe, mas era agora que o circo iria pegar fogo.

— Mestre Kazekage, se essa informação for verdade ela não pode ser Mulher de Suna! - O mesmo homem que procurou briga com Kahitsuni gritou desesperado tentando achar qualquer coisa para a mulher não ser escolhida. — Sama, aquela sua aluna, Matsuri, ela sim é a Mulher ideal para Suna. Cresceu aqui, tem intimidade com o senhor, é shinobi e a melhor parte... - O homem teve a ousadia de voltar a olhar a Kahitsuni que conteve a raiva quando ouviu a frase a seguir. — Pode engravidar. - Tusne sentiu sua garganta fechar e seu peito arder. Doía saber que jamais formaria uma família com Gaara e que nunca poderia dar a ele os herdeiros que ele merece.

— CHEGA! EU DISSE CHEGA! - Gaara levantou a voz autoritário. — Não permitirei que use esse tom de voz com Kahitsuni, ela sendo ou não Mulher de Suna, contínua sendo meu braço direito e cargos acima do seu! - O homem foi se sentando com calma em sua cadeira, Gaara quando estava com raiva poderia ser pior que o diabo e todos ali presente sabiam disso.

— Eu aprovo Kazekage. - Outro homem que parecia mais jovens que os dois primeiros alegou levantando sua mão. — Apesar dela ser estéril, ela é uma aliança direta com o país do fogo, foi a melhor da sua turma é uma ótima shinobi se ela mesma a considerasse uma. O senhor tem o meu voto para que o casamento prossiga.

Aquilo foi um alívio, uma salvação. Gaara ficou menos tenso ao ver que pelo menos uma pessoa não teve problemas com a escolha dele e aquilo reconfortava Kahitsuni.

Temari quase gritou de felicidade quando viu que uma pessoa ali tinha a mente no lugar, Kankuro não resistiu e deixou escapar um "isso", enquanto Kakashi deixou seus músculos relaxarem.

Na sequência vieram vários "Eu aprovo" dos conselheiros na mesa, o que era surpreendente. Gaara passou o resto da reunião olhando para a porta de saída crente que a qualquer momento um Shinobi apareceria alegando que está chovendo em Suna.

No fim da reunião alguns saíram satisfeitos e outros nem tanto. Kakashi avisou sua saída e que só voltaria a aparecer no dia do casamento, Temari foi junto com ele para Konoha. Kankuro disse que estaria ocupado com alguns Gennis e voltaria antes do jantar.

Por pedido de Kahitsuni, ao invés de morar no prédio, para evitar o Conselho, eles foram a procura de uma casa própria.

O caminho até lá foi extremamente silencioso e tenso. Kahitsuni não tinha coragem nem de olhar o rosto de seu noivo. Sua mente não permitia. Se sentia culpada por um erro que não era dela.

Já Gaara observou sua noiva o caminho todo relutante se devia dizer algo a ela ou não. A amava de mais e não queria machuca-la de nenhum modo. Pensou em milhares de formas de conversar com ela, mas nenhuma lhe parecia certo.

Quando chegaram a casa eram uma típica de Suna, faltavam pouquíssimas coisas dentro, mas isso era pela mudança que ainda não foi totalmente completa.

Kahi foi direto para o quarto e em seguida no banheiro se trancando lá. Encostou sua costa na porta e deslizou até o chão. Ela não conseguia pensar em nada, sua mente ficou nublada e sentiu as lágrimas quentes descendo. A mulher se encolheu colocado o rosto entre os joelhos, enquanto os braços seguravam suas pernas.

— Kami? - Ela ouviu a voz do ruivo atrás da porta e em seguida o mesmo tentando abrir mas para ao perceber que a porta ta trancada. — Você... trancou a porta? - Percebendo a confusão do noivo, ela correu pro chuveiro e ligou o registro.

— E-eu to tomando banho! - Tsune se encostou no canto evitando se molhar.

— Só isso? - Ele perguntou obviamente desconfiado.

— É!

— Então, qual a necessidade de trancar a porta? Não é como se eu nunca tivesse... tomado... hum... - Ele limpou a garganta antes de prosseguir. — Banho com você... - Ela não conseguiu evitar se derreter com a timidez do noivo, essa dualidade dele ainda iria mata-la do coração. Como alguém tão tímido e com dificuldades em ser romântico, poderia ser tão quente em momentos tão íntimos? A Akuyuki ainda vai matar e agradecer quem converteu seu noivo a esse fogo.

— Eu... Eu ja vou sair... - Kahitsuni levou os olhos ao porta-toalhas, viu que não havia nada ali e sentiu o rosto quente ao saber que seria obrigada a pedir ao noivo.

Passou a se despir, teria que ficar molhada se quisesse que Gaara acreditasse na sua mentira.

Ela prendeu o cabelo que ainda estava deixando crescer e entrou embaixo do chuveiro sentindo a frieza da água escorrer pelo seu corpo. Botou seu rosto embaixo da água, molhando o mesmo e passando a mão para espalhar o elemento.

Sentiu um choque quando duas mãos alheias passaram pelo seu corpo a aproximando do dono das mãos. Tsuni levantou os olhos vendo seu noivo atrás de si com o semblante preocupado.

— Seus olhos estão inchados. - Ouvindo essa afirmação, Kahitsuni baixou o olhar para o chão vendo a água sendo levada pelo ralo.

— Você vai se molhar... - Ela disse com a voz falha, só queria que ele não a visse chorar e tinha que ter algum argumento para que ele saísse.

Argumento esse que morreu, pois a mulher teve sua atenção tomada quando ouviu os botões, fivelas e cintos se abrirem. Ela apertou os olhos sentindo o rosto quente e se encolhendo mais ainda. Seus braços cobriram seus seios, apertando seu corpo.

Os seus olhos voltaram a se abrir quando ouviu a roupa vermelha ser jogada para fora do box, mais a frente ela viu um pouco de areia perto da porta, a fazendo descobrir como ele abriu a porta. As órbitas se moveram outra vez quando Gaara ainda atrás da Akuyuki pôs seu rosto embaixo da água para molhar sua cabeça e cabelos, passando a mão pelas madeixas ruivas em seguida.

A mulher levou a mão direita até os lábios mordendo o metacarpo do dedo indicador. Suas pernas começaram a tremer, causado pelo seu próprio libido.

"Merda... eu queria muito conhecer minha sogra, só para agradece-la pelo filho maravilhosamente gostoso que ela teve... MAS QUE MERDA! NO QUÊ QUE EU TO PENSANDO! TE ORIENTA GAROTA!" - Kahitsuni pensou entres seus surtos e devaneios mentais.

Gaara passou a mão no cabelo, agora molhado pela água, o fazendo ficar lambido para trás. Seus olhos estavam fechados para sentir a água no rosto e assim que terminou de molhar a melena, sua pálpebras de abriram e suas pupilas se moveram procurando por sua noiva. Mesma noiva que constrangida virou o rosto sentindo o calor subir.

— Quer invocar algum animal? - Gaara questionou zombeteiro. A piada foi feita pelo fato de Kahi estar descontando seu constrangimento no metacarpo de seu dedo. — Sabe... mesmo faltando um mês... estou doido pra te ver de noiva. - A Akuyuki não conseguiu segurar a risada quando ouviu a "cantada".

— Quem foi que te ensinou isso? - Kahi tirou seu dedo da boca e pôs a mão no braço esquerdo, cruzando os mesmos.

— Kakashi tem... me emprestado alguns livros. - Gaara respondeu claramente constrangido.

— Não devia ouvir conselhos do Kakashi, nem do Kankuro. - Tsuni dizia entre risos. — Se quiser algo, pergunte diretamente para mim. Não há necessidade de você recorrer a outra pessoa. - Akuyuki continuava encarando o chão do banheiro evitando os olhos de seu noivo.

— Kami... - O ruivo a chamou. — Olha pra mim... por favor.... - Ele pediu segurando o queixo de sua amada e o virando para encara-la. — Kami, eu quero deixar uma coisa bem óbvia. Não faço amor com você por herdeiros. Faço porque te amo e não conheço forma melhor de demonstrar que não seja essa. Te amando por completo, de carne e alma. - Tsuni pensou bem antes de responder.

— No fundo sabe que ela é a mulher ideal pra Sun-

— Mas não é pra mim! - Ele a aproximou segurando o rosto de mulher com as duas mãos. — Não quero a Matsuri, quero você! Nunca a considerei e nunca vou! - Tsuni riu desviando os olhos.

— Eu sei quando mente. - Gaara travou. — Eu não te culpo é o certo a se fazer. Tentou considera-la uma possibilidade, botando o dever acima do coração. - Tsuni sabia quando ele mentia para ela. Como? Nem a garota sabia, por que VOCÊS iriam saber?

— É... eu já tentei imaginar Matsuri como minha noiva. - Ele respondeu sentindo uma ponta de culpa.

— E como se saiu? - Ela queria uma resposta um motivo pra que ela saísse daquele banheiro para deixar Gaara ser feliz com a Mulher que ele merecia. Uma mulher que podia lhe dar herdeiros.

— Não quero falar da Matsuri...

— Eu quero... - A água caindo disfarçava as lágrimas da mulher ao lado dele. — Ela com certeza te daria menos problemas ha ha... - Akuyuki tentava disfarçar sua tristeza com risadas nervosas. — Você mesmo vive reclamando dos meus amigos... tipo a Naomi e o Near.

— Não tenho nada contra o Near, meu problema é com aquela nômade maluca. - Gaara afirmou franzindo o cenho e sua noiva não pode deixar de escapar algumas risadas leves acompanhadas de um olhar triste.

— Eu disse que ia ficar bem... A Bijuu Kuyuki jamais permitiria que eu morresse haha...

— Talvez, mas na próxima vez que a Naomi te chamar pra atravessar aquele maldito deserto sozinhas, quando chegarem vou esganar as duas. - Ele afirmou sério.

— Viu?! Eu só te coloco em encrenca! - Ela riu outra vez. A conversa parou por um instante e o Kazekage não tirava os olhos do rosto de sua noiva. — O que imaginou com a Matsuri? Digo... conseguiu amar ela? - Doía perguntar, mas ela queria saber.

— Amar... Não. Senti o mesmo que sentia por ela quando passei a treina-la: carinho. E de fato eu não teria problemas, o Conselho não pegaria no meu pé, Matsuri provavelmente iria ficar em casa o dia todo desistindo do seu cargo para cuidar das crianças e eu continuaria Kazekage. - A parte que mais doeu, foi saber que Kahitsuni não podia fazer nada daquilo.

Antes do casamento o casal já tinha se acertado que Kahitsuni continuaria fazendo o que ela faz, com ou sem filhos. Já que ela gostaria de passar o exemplo. Cuidando deles do jeito dela, até porque se ela passasse 24 horas com seus filhos ela iria mima-los com certeza. Não resistiria. Mas agora, sabia que não teria que se preocupar com isso.

— Nessa mesma imaginação. - Gaara pegou o rosto de Kahitsuni para olhar fundo em seus olhos. — Eu me imaginei entrando no meu escritório e o Kankuro entrando em seguida com um convite.

— Um convite? Para quê? - Ela parecia confusa. Onde ele queria chegar.

— Um convite seu... alegando que está se casando e que queria me ver como um parente durante a cerimônia. Kami... foi ai que eu percebi... eu poderia ter tudo aquilo! Uma mulher que me obedece não importa o que eu diga, que fica em casa em dia inteiro o que me ajudaria a não me preocupar... filhos... mas eu nunca, conseguira ver você se casando com outra pessoa. E o pior é saber que ao contrário de mim, você teria se casado porque ama essa pessoa. - O ruivo aproximou mais ainda o rosto de amada fazendo suas testas se encostarem. — Pensar que ele teria direito de te tocar, te beijar, amar... fazer amor com você... só foi um pensamento e eu já estava pretendo matar o homem, um que nem existe haha... - A Akuyuki riu junto achando graça. — É minha mulher... de mais ninguém. - Ele moveu seu lábios para beijar a ponta ca cabeça se mulher na sua frente. — Vem cá baixinha... - Ele a puxou uma segunda vez a beijando. Seus braços a contornaram ao redor da cintura da menor, e as mãos da morena puxavam os cabelos do Kage para mais perto.

— Sama... - Ela soltou o nome de seu noivo em um gemido fraco.

Era incrível para esse dois como aquela ira -Pelo menos na parte de Kahitsuni- se transformou em carinho em tão pouco tempo. Gaara culpava a distância de dois anos que tiveram quando Kahi saiu para o país de Gelo para se torna Chikarakage. Como tornaram-se tão dependentes e necessitados um do outro. Um relacionamento um pouco confuso ou como Naruto gosta de chamar: "Um relacionamento moderno" ou "A versão 2.0 de Shikatema". Pois Gaara tem a serenidade e paciência, enquanto Kahitsuni era uma dualidade entre ser muito fofa e carinhosa com quem ela gosta, porém extremamente perigosa com aqueles que entram em seu caminho.

Gaara desceu seus lábios marcando a pele leitosa da futura Mulher de Suna. Suas mãos continuavam a pressionar o corpo dela contra o peito do Kazekage. Logo a Akuyuki deixou risadas escaparem ao lembrar das palavras do seu noivo.

— Você fala como se fosse alto. - Ela afirma rindo da cara entediada do ruivo.

— Sou mais alto que você.

— Não era quando a gente se conheceu! - Kahi disse com um sorriso idiota no rosto.

— Eu tinha 1,50 e você 1,55. - Gaara tentou se defender.

— Você tinha 1,44. - Ela corrigiu o olhando travessa.

— 1,50.

— 1,44!

— Por que tem tanta certeza? - Ele questionou.

— Porque eu lembro de me apoiar na sua cabeça pra te estressar. - Ela ria enquanto falava.

— Ta certo. - Ele aceitou sua falta de argumentos e fechou os olhos voltando a sentir a água caindo no corpo.

— ... Dattebayo!

— KAHITSUNI! - A garota gargalhou achando graça.

Os dias foram passando e esses dias só tornaram semanas, que se formou um mês até o dia do casamento chegar. Tudo estava lindo, os convidados, os enfeites e todos estavam lá.

— E pensar que a alguns anos aqueles dois não podia abrir a boca pra falar um "A" que o outro arrumava briga. - Near soltou a piada se aproximando de Kakashi.

— Ele não vai vir, não é? - Kakashi perguntou olhando o além. — O Akui e o... - Kakashi hesitou.

— Akui era apaixonado pela Kahitsuni quando novos já o... bom... você sabe. Não é de se esperar que venha. Afinal de contas. Ele tem outras maneiras de mostrar amor pela sua sobrinha. - Near afirmou pensando na ausência do parente de Kahitsuni.

— Talvez... Eles nunca vão admitir, mas os dois sentem muito carinho um pelo outro. - Kakashi passou a lembrar de algumas lutas entre Kahitsuni e seu tio.

Já com Gaara, ele permanecia dentro do santuário olhando e volta e digerindo tudo. Na sua infância achava que seu único objetivo na vida era matar e que ele nunca teria amor. Agora está aqui, Sabaku No Gaara se casando com Kahitsuni, a pessoa que ele menos se entendia. Riu ao lembrar das brigas deles dois, brigas bestas e sem sentido.

Sua atenção veio quando ouviu sua noiva entrar pela porta maravilhosa. O shiromuko lhe caiu perfeitamente bem a deixando com um ar mais delicado que o habitual. Seu cabelo preso em um trança, mas não dava para ver exatamente sua cabeça, já que estara coberta pelo wataboshi.

— Fala sério haha... - Ela riu nervosa. — Esse chapéu é humilhante hahaha. - Gaara parou de inundar o chão com sua baba e deixou uma risada nasal escapar.

O homem sem dizer nada se virou até um pilastra que segurava algumas rosas vermelhas e tirando uma delas, ele se virou novamente e caminhou até a sua noiva. Gaara passou os dedos pelo rosto de Kahi, que fechou os olhos sentindo as mãos quentes de seu amado.

— Depois de hoje, depois dessa cerimônia... - Ele começou a falar pausadamente enquanto tirava o Wataboshi da cabeça de sua mulher. — Você será mulher de Sunakagure e minha esposa. - Abrindo espaço para colocar a rosa no cabelo da morena. A Akuyuki levou as mãos até o rosto do seu noivo e acariciou com cuidado.

— E a partir de hoje e desta cerimônia, será meu homem e meu marido. - Ela puxou o rosto dele para perto beijando sua marca com sutileza. — Eu te amo Sabaku no Gaara.

— Eu amo você Sabaku no Kahitsuni. Desde de sempre e para sempre...

Será minha mulher...


Notas Finais


Eu revisei essa merda 3 vezes, se tiver algum erro eu me jogo de uma montanha kakaka

Mas é isso, esse é o ultimo oficial

Não vai ter outro, então

Nem adianta pedir!

Obrigada por lerem e se gostou, peço que favorite e coloque um comentário para que o fogo nunca se acabe, luto até que minha vida acabe, o Séetimo Hokaage Naruto Uzumaaaki!!!!

Tchau!!

Lembre-se sorria, você é a cara da freddy Fazbear's pizza!

Edit: A NAOMI NÃO É DA MINHA AUTORIA!

https://www.spiritfanfiction.com/historia/caminhos-cruzados-gaara-19382556


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