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História O Anjo e a Serpente - Dramione - Capítulo 6


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Notas do Autor


Era pra eu ter postado ontem esse capítulo, mas aconteceu uma tragédia colossal, o capítulo sumiu por que eu esqueci de salvar. Ele estava muito melhor do que esse, por isso peço desculpas.

Capítulo 6 - 5 - Enigma


Fanfic / Fanfiction O Anjo e a Serpente - Dramione - Capítulo 6 - 5 - Enigma

A garota, que não dormia bem de maneira nenhuma devido as imagens incessantes que surgiam em sua cabeça quando fechava os olhos, tinha seus cabelos armados e feição cansada.


Parecia um zumbi, afinal não comia direito faziam dias, e nem se falava sobre seu pouco sono. Levantou-se da cama, abriu as cortinas cinzas delicadamente, e sentou-se no vão largo da janela, o céu já se desfazia da lua, o aspecto cinzento do lugar estava um tanto pior do que de costume. 


Ela abraçou as próprias pernas e suspirou, encarando o tempo enquanto ele andava lentamente. 


— Hermione? — ela olhou para o lado, Gina parecia ter dormido humanamente por ao menos algumas horas, afinal suas olheiras haviam melhorado muito. 


A ruiva sorriu, o máximo que era permitida, saiu de suas cobertas e correu até a amiga, sentando-se no pequeno espaço do vão junto a ela. 


— É um dia horrivel. — declarou. 


— Bem, todos os dias tem sido horríveis, mas está certa. — confirmou Granger. 


— Você tem pensado neles? — Gina questionou a garota ao seu lado. 


Hermione confirmou com um leve balançar de cabeça. 


— Eles estão orgulhosos, tenho certeza... — disse, pensou em Rony, automaticamente. 


As garotas trocaram palavras rasas, permitiram se descontrair um pouco, sentiram pela primeira vez, desde a morte de tantas pessoas, confidência.


[...] 


Dafne lia seu jornal pela manhã, era como sempre buscava a se divertir de alguma forma, Nott e Zabini a consideravam irritante por esta razão. 


— Augusto Rookwood é o novo ministro da magia. — declarou. 


— Todos sabemos que ele apenas pegou este cargo por causa da recusa do senhor Malfoy. — soltou Pansy. — a pestinha, Gillian, não para de se gabar sobre isso, a cada pessoa com quem cruza no corredor ela diz isso. 


— É o primeiro ano dela, pegue leve, ela tem apenas onze anos, você também era irritante com esta idade. — Dafne disse. — Me lembro quando zombou de Granger no primeiro dia depois de descobrir que ela era uma sangue-ruim, vocês estavam conversando sobre Hogwarts: Uma História e no outro momento você começou a dizer que jamais falaria com alguém como ela. 


Pansy bufou, aquele fato era verdadeiro. Se irritou com Greengrass, que não ligou, apenas tomou seu chá e voltou a sua leitura. 


Malfoy logo chegou, se sentando a mesa, pronto para tomar seu café da manhã, estava irritado com seu pai, o bastante para não ter comido a noite passada, ele apenas trancou-se em seu quarto, como um verdadeiro adolescente, e aborreceu-se. A muito tempo não fazia isso. 


Os elfos domésticos andavam pelo extenso e largo corredor do salão principal, onde os alunos comiam e conversavam de vez em quando. 


— O que disse para Granger ontem? — questionou Parkinson, apreensiva.


— Perdão? — ele disse, por que ela queria tanto saber disso? 


— Após aquele pequeno show de vocês na aula de esgrima. Pareciam próximos. Pansy me encheu a noite toda com isso, então fale logo sobre isso. — Greengrass fora direta pela segunda vez no dia. 


— Eu não devo dizer nada. E esqueceu que o mestre me mandou ficar de olho nela? E acredite, intimidação é o melhor remédio para rebeldia. — foi o que disse antes de abocanhar a maçã verde em sua mão. — E antes de mais nada, comece a tomar conta de suas responsabilidades Pansy, não das minhas. 


Pansy se calou, cruzou os braços e logo fez sua cara típica de raiva. 


Draco logo olhou para o lado oposto ao que estava, avistou Longbottom, Weasley e, finalmente, Granger discutindo sobre algo que liam nos jornais, Draco logo se interessou, afinal, caso fosse algo precioso para seu lorde, ele deveria saber, e ela não se negaria a contar, até porque corria risco de vida. 


Ele aguardou ansiosamente pelo fim do horário do café da manhã, onde todos seriam dispensados para logo irem para suas aulas e obrigações. 


Ele levantou de sua mesa e foi até a garota despretensiosamente, não estava preocupado, todos sabiam que ele devia "cuidar" de Granger. 

Puxo-a pelo braço, não tão delicadamente, o que a fez se desvincilhar logo em seguida. 


— O que quer? — ela questionou rispidamente. 


— Sobre o que estava conversando com Longbottom e a Weasley fêmea? — questionou com seu mesmo tom zombeteiro. 


Ela não respondeu, apenas sentiu sua pequenina marca arder, ele estava aguardando a resposta, mas a mesma logo se lembrou da fala de Luna. 


— Os comensais estão com problemas e os dementadores também. Tem haver com o ministério...— ela limpou a garganta. — E além disso, bem... — pensou. — novas opções de mágica! — exclamou. A marca não ardia mais, havia funcionado. 


— Espere...como!? — ele questionou. Logo se tocou, Hermione havia o dado um enigma para resolver, aquela era a brecha. 


Granger deu de ombros, Draco se irritou, mas ela não diria nada mais do que aquilo. Com o tempo Draco havia se tornado um tanto estrategista, afinal dentro de um ano lorde voldemort havia se interessado muito mais no garoto. 


Ele mordeu a ponta da unha buscando pensar em uma solução. Logo voltou em passos largos e rápidos até sua mesa, pegou o jornal bruscamente da mão de Malfoy. 


— Ei! Idiota! — ela disse, o mesmo não se importou. 


Após as declarações desinteressantes de Rookwood e considerações do lorde, a informação sobre uma pequena explosão ao lado de Azkaban e o desaparecimento repentino de dois dementadores do local era a única informação decente sobre o enigma no jornal. 


Ele acatou, logo o soltou e correu de forma disparada para escrever uma breve e urgente carta para o diretor do Departamento De Execução Das Leis Da Magia. Corna Yaxley. 

Se havia alguém que sabia sobre aquela informação, esse alguém era ele, e bem, Draco não confiava em Rookwood. 


Ele escreveu a carta de maneira apressada, sua letra perfeita estava um tanto afetada. Inventou uma pequena mentira ao escreve-la, disse que saber de tal informações, mais detalhadamente do ocorrido, era uma ordem de seu mestre. 

Sabia que ele acreditaria, já havia feito várias vezes tal tarefa. 


Se direcionou para onde as corujas estavam presas, e logo soltou Coponi, uma das corujas mais velozes em domínio do lorde, era grande e cinzenta, como tudo lá.


Sabia que não havia mais o que fazer, devia se sentar e esperar, levaria ao menos um dia para que obtevesse a resposta. 


[...] 


— Ele descobriu? — questionou Luna apreensiva. — Gina me disse que ele a parou após o café da manhã, eu me atrasei por isto não estava lá, mas me diga! 


— Eu segui sua dica, caso eu não contasse eu morreria, então eu apenas tentei dizer como se fosse um enigma...ele não entendeu, espero que continue assim. — disse, soltando seu fôlego. 


— Draco é inteligente Hermione, pode funcionar mas também não pode. 


— Eu sei, eu só...se eu conseguir dar tempo para a ordem bolar algo, então será ótimo. — disse tensa. — Eu tenho que sair daqui, antes que me obriguem a fazer algo que seja vantajoso a Voldemort. 


— Você e Neville são as últimas pessoas que eles deixarão sem supervisão. — concluiu Luna. 


— É, eu sei. Neville me contou que estao considerando o usar para novas experimentações de poções com plantas e coisas relacionadas a herbologia. — Hermione explicou. — Temos que fazer algo logo. 


[...] 


Granger andava em direção a sua próxima aula, seria a segunda do dia. Até sentir seu braço ser puxado. Fora obrigatoriamente guiada a um corredor, aparentemente, vazio. 


Ao ver Malfoy, tentou soltar-se, puxando seu braço com toda a força de seu corpo magrelo. 

Draco não a soltou, o garoto havia ficado forte com aquele ano que passou, o rosto jovial porém másculo enganava muitas pessoas. 


Ele se aproximou novamente de Granger, como na aula de esgrima, ela sentiu sua respiração forte em seu rosto. 


— Me largue, agora. — ela disse, com sua feição que exalava raiva, Malfoy sabia que se ela conseguisse, o agrediria ali mesmo. 


— Eu descobri sobre seu enigmazinho, sangue-ruim. — ele declarou, sem se afastar. — O ministro da magia mandou para a diretoria do Departamento De Execução Das Leis Da Magia uma ordem para estudar o que aconteceu em Azkaban. E me disse que uma magia fora do normal foi detectada, nunca feita...pelo menos não por toda a história registrada do ministério. Vocês criaram alguma novo feitiço, não foi? — ele questionou com sua voz rouca. 


Hermione virou o rosto para o lado, buscando em se afastar, fez um rápido aceno com a cabeça, confirmando. 


— Aposto que foi para expulsar os dementadores de lá. — ele suspirou. — E acredite, os comensais ficarão bem longe daquela prisão nojenta, mandaremos nossos novos soldados. — ele a soltou, fazendo-a se afastar por ao menos um metro. 


Ela o lançou um olhar de indignação. 


— Não se esqueça que eu estava sempre atrás de você em absolutamente todas as matérias, Granger. Não fique tão surpresa. — ele zombou, mostrando seu sorriso irritante. 


— Você é um servente deturpado Malfoy! — exclamou a mesma antes de sair de lá. 


Draco odiava ser chamado de servente, afinal sentia não estar no controle. Logo seguiu Granger. 


— Eu sirvo ao meu mestre, Hermione, mas você serve a mim. — zombou mais uma vez, buscando por sua posição de superioridade.


— Apenas em seus sonhos. — a castanha declarou. 


— Eu estou responsável por você, deve fazer o que mando. 


— Não, você apenas me monitora e pelo que vemos é horrível nisso, afinal, só descobre as coisas se falar comigo antes. — retrucou. — Você é uma piada. — sorriu falsamente. 


Ele logo se enfureceu. 


— Veremos quem é a piada quando o lorde te usar para matar seu amiguinho, Granger. — disse e virou as costas, saindo do local. 


Granger se abalou, como nunca antes.


Notas Finais


Seu feedback é sempre bem vindo🤠♥️


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