História O Apocalipse - Capítulo 5


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Categorias 07-Ghost
Tags Igor103história
Visualizações 4
Palavras 576
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, LGBT, Policial, Romance e Novela, Survival, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Carlos começou a me treinar e a Júlia também ate que...

Capítulo 5 - O Treinamento


Fanfic / Fanfiction O Apocalipse - Capítulo 5 - O Treinamento

 

O TREINAMENTO - CAPÍTULO 05

Depois dos breves acontecimentos, eu, Júlia e Carlos, fomos para o esconderijo deles. Carlos foi na frente, para ver se estava tudo certo pelo caminho, e avisar quando chegar, deixando nós suas para trás. Enquanto isso lembrei dos bons momentos que tive de Luiz, e fiquei um pouco triste por ele morrer... Júlia percebeu eu cabisbaixa e perguntou:

"Oque houve?"

"Lembrei de quando estava com Luiz..."

"Não se preocupe, você vai encontrar alguém melhor."

Quando ela disse isso, ela chegou pra perto de mim e senti meu coração bater forte por um momento, controlei as emoções, porque ela era apenas minha melhor amiga. Ela pegou na minha mão levemente e senti meu rosto queimar.

"Você vai encontrar alguém que mude sua vida"

"O...Obrigado"

Dei um abraço nela de agradecimento, e nunca me senti tão bem na minha vida por fazer aquilo, foi quando ouvi Carlos chamando nossa atenção:

"Ei vocês duas venham rápido! "

Damos as nossas mãos e corremos pela trilha dando risada como duas crianças, pois folhas de algumas árvores batiam na nossa cara e voltamos por um momento na nossa infância. Quando Chegamos, havia uma prateleira de latas e garrafas de vidros e alguns espantalhos de sucata e outros de folhas.

Carlos nos deu revólver simples, e disse:

"Em primeiro lugar, treinem sua pontaria" 

Júlia me ensinou algumas dicas para acertarmos em cheio, rimos e brincamos muito com isso, mas Carlos chamava nossa atenção para que possamos fazer o certo. Quando acertei uma garrafa de vidro, os cacos foram em Júlia cortando o rosto dela e deixando algumas manchas de sangue.

"Ah, desculpe! Você está bem?"

"Sim, estou!"

Peguei um kit de emergências, peguei um pedaço de algodão e molhei um um líquido anti-inflamatório. Entramos em uma barraca, quando vimos que um céu negro de chuva vindo em nosso esconderijo. Eu e ela falamos tchau para Carlos, que dormia em outra barraca. Estávamos uma frente a outra sentada em um colchonete e uns travesseiros do lado.

Comecei a ouvir alguns pingos dr chuvas caindo em nossa barraca e o cheiro de terra molhada. Peguei o algodão molhado e passei no rosto dela devagar para não arder muito.

"Esta melhor?"

"Muito melhor, você tem jeito pra isso!"

Fiquei um pouco sem jeito e sorri e olhei para o chão, passando uma mecha no cabelo. Eu gostava muito de Júlia, sempre foi minha melhor amiga e companheira. Mas naqueles últimos dias, senti algo diferente com ela... um sentimento especial, que nunca tinha sentido com Luiz na minha vida. Segurei a mão dela sem pensar e desabafei:

"Júlia... Você é muito importante pra mim... Você e o Carlos, me ajudando a encontrar meu pai... eu agradeço muito... mas preciso te dizer algo."

"Oque?"

"Eu...Eu amo você. Amo muito!!"

Fiquei envergonhada na hora e gelada também. Ela não disse nada, e apenas me abraçou. Depois disso, colocou a mão no meu rosto e deu uma pequena risada.

"Eu também amo muito você." E me deu um selinho carinhoso.

E de repente depois disso, eu e ela deitamos e começamos a dar risadas juntas, ambas com as mãos no rosto de vergonha.

"Hahahah... desculpe! Estou morrendo de vergonha!"-falei

"Sem problemas!"-respondeu ela me olhando e entrelaçando sua mão na minha.

Entrelacei também, e sorri para ela. Ela também sorriu, e passamos a noite conversando e rindo... Foi quando ouvimos um estrondo em nosso esconderijo, e sons de tiro...


Notas Finais


*continua...*
(A imagem de capa desse capitulo não é de minha autoria)


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