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História O assasino de Virgin Lake - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Noite de trabalho


A casa abriria suas portas logo, eu me arrumei com preça, coloquei um vestido de lantejolas douradas com saia curta e decote em V 4 dedos a cima do umbigo com uma correntinha dourada de enfeite. Vestido sexy e fácil de tirar, como os clientes gostam. Terminei de passar pó no rosto, um batom vermelho e calcei os saltos de fivela.

Me encaminhei ao salão principal e já estava aberto, alguns poucos clientes bebendo, conversando com as garotas e vendo o pole dance.

Fui até os 3 homens vendo Sarah dançar no pole dance só de calcinha. O que me interessou era mais velho, meio calvo, barba por fazer, camisa social de botões e gola listrada branca e azul claro em finas listras verticais. Fumava um charuto lentamente, igual aos mais ricos.

— Já estou ficando animado, acho que vou escolher uma — riu para o homem ao lado.

— Se já está animadinho com tão pouco, é porque certamente não me viu ainda — sentei na sofá de frente para eles.

— Convencida ela... 

— Não vai me oferecer um trago, uma bebida? Me ajuda a me soltar, e quanto mais solta... Mais quica — soltei um sorriso de canto.

— Safadinha... Sobe ali e prova que merece ser a minha escolhida.

— Não, não, não... As coisas não funcionam assim aqui, não comigo.

— O que quer dizer?

— Sou tímida, 500 pratas e o quarto com pole dance é seu, ou melhor, nosso.

— Você é uma puta, não tem vergonha na cara quem dirá timidez!

— Acho que vai perder o show, que pena, mas acho que seu amigo vai quer, não é meu bem? — falei sentando no colo dele com as mãos em seu pescoço e dando leves reboladas em seu membro já sentindo-o endurecer.

— Tá bom, tá bom! — ele gritou.

— Sabia que não ia resistir — sentei no colo dele com uma perna de cada lado de seu tronco.

Comecei a dar reboladas descaradas alí mesmo na frente de todos, afinal, estávamos em um puteiro. Passei minha mão em minha propria coxa fazendo o vestido subir mais e minha calcinha de renda preta ficar a mostra.

— Vai querer saber como é aqui em baixo? — falei pegando a mão dele e pondo naquela região por cima da renda.

— Eu...

Apertei sua mão contra minha intimidade.

— São 1.000 pratas por uma noite inesquecível.

— O que? Isso é um absurdo!

— Ai o coroa é pobre, estou perdendo meu tempo — falei desmontando dele e virando as costas — E você? Vai querer uma amostra grátis? — falei abriando as calças do homem ao lado que só balançava a cabeça afirmativamente já duro como pedra.

— Espera! Eu vou querer!

— Fica para outro dia — respondi e voltei para o coroa.

Peguei o cachuruto de sua mão dando uma tragada e soltando a fumaça em seu rosto.

— Vamos antes que peguem o quarto, bebê.

Fomos até o balcão e eu pedi:

— O quarto com pole dance e 2 drinks, o papai aqui vai pagar.

— Essa menina abusa de mim.

— O senhor será recompensado quando ver o milagre que essa cinturinha faz.

Fomos até o quarto.

— Tire os sapatos e deite na cama — falei.

— Mas...

— Shi... — falei com o dedo na boca dele — Você pediu meus serviços, agora me deixe trabalhar, só o melhor para o meu papai.

Fui até o rádio ao lado do pole dance e coloquei uma música animada, subi na base e comecei o show: me segurando na barra com as mãos e pernas dobradas girei, parei de costas e abri meu vestido, sem retirá-lo subi na barra novamente e fiquei de ponta cabeça. Ainda nessa posição afastei mais as alças do vestido deixando meus seios mais expostos, sem aparecerem os mamilos.

Desci e fiquei de costas baixando meu vestido até a cintura, comecei a rebolar e mexer os braços. Cobri o bico do peito com dois dedos e virei de frente os balançando. Vesti as alças novamente e voltei para a barra, dei outra volta e parei de costas outras vez rebolando no pole dance.

— Não aguento mais! Vem aqui de uma vez! — falou louco de desejo.

Fui até ele com passos lentos, parei na frente da cama abaixando uma das alças do vestido, então abaixei a calcinha, tire-a e joguei para ele. Fui para o seu colo da mesma maneira que estávamos no salão de festa. Ele começou a me beijar enquanto eu peguei sua mão e coloquei em minha intimidade, esta começou a ser acariciada e depois massageada por ele. Soltei um leve gemido no meio do beijo sabendo que isso o deixaria louco.

Abaixei as duas alças do vestido e o coloquei para mamar, primeiro um peito depois outro.

— Me fode logo, vai — falei tirando o vestido.

Ele me deitou na cama ficando por cima e segurando minhas pernas bem abertas então enfiou tudo de uma vez. Eu já estava acostumada. Ele não conseguiu achar meu ponto G de jeito nenhum. Eu também já estava acostumada. Ele gozou depois de poucas estocadas e deitou para o lado morto de cansaço.

Peguei meus mil e o mandei pagar o resto na recepção, me vesti e dei um caloroso beijo de despedida seguido de mão boba por dentro da roupa dizendo para voltar sempre. Saí do quarto e fui diretamente ao salão, me encostei no bar e pedi um martini.

Ster, minha amiga e colega de trabalho, uma negra de cabelos cacheados volumosos e macios além de pele perfeita estava ali do lado.

— Como foi com o coroa rico?

— Coroa com certeza, rico nem tanto, foi um sacrificio convencê-lo, esses homens não entendem que serviço de qualidade hoje em dia é raro?

— Pois é, e na cama como ele é?

— Uns 15 centímetros, fica duro fácil mas goza rápido, bom nas preliminares mas fica perdido na hora H.

— Todos são assim, precisam de um mapa — riu a morena.

— Também tá se recuperando de uma foda?

— Não, to menstruada e vim só para curtir hoje.

— Ah, tudo bem, tem alguma opção de cliente para mim aí?

— Aquele ali — disse apontando — cabelo cacheado penteado com gel, barba por fazer sexy, se veste bem e usa malbec.

— O que um gostoso desses faz aqui? Eu daria para ele de graça!

— Pelo o que eu ouvi, é despedida de solteiro dele e como vai casar com uma modelo nada é bom o suficiente para ele.

— Vou lá provar que ele está errado.

Cheguei nele, estava sozinho bebendo uísque.

— Malbec, meu favorito — eu disse sentando ao lado dele e pondo meu martini no bar.

— Eu esperava mais de uma casa noturna tão prestigiada — falou acendendo um cigarro.

— Nem experimentou nada ainda.

— Nada me fez ter vontade.

— Realmente estamos com muita roupa... Eu te faço uma proposta, me dá 15 minutos em um quarto e se você não me comer não precisa pagar nada.

— E se eu comer?

— Então isso quer dizer que tenho chance, bom sinal. Você paga o meu preço normal: mil reais.

— Então se eu comer perco mil pratas, se eu não comer perco meu tempo?

— Se não me comer eu te pago 200, se me comer ganha a melhor foda da sua vida.

— Mil, é? — ele deu uma longa tragada no cigarro — Tá barato — falou em meio a fumaça.

— Que bom! Vamos?

Ele apagou o cigarro no cinzeiro e me seguiu até um quarto. Mandei ele se sentar na cama, coloquei música para tocar, apaguei a luz e liguei apenas um abajur no fundo do quarto. Comecei a dançar rebolando até o chão, me botei de quatro empinando a bunda e balançando a cabeça para jogar os cabelos. Subi a barra do vestido mostrando a mesma calcinha de renda preta, subi de novo passando a mão pelo meu próprio corpo, fui do peito ao meio das pernas. Virei de costas rebolando e desci a calcinha até o joelhos, subi o vestido até o início da coluna sabendo que ele não veria nada por causa do escuro. Subi a calcinha de novo, senti na cama tirando os saltos sem as mãos e os jogando para longe.

Avancei para cima dele como uma leoa faminta, montei em cima dele como faço com todos da primeira vez, rebolei em seu colo setindo seu membro endurecer, estamos fazendo progresso. Abri os primeiros botões de sua camisa passando a língua de baixo a cima, o peguei pelos cabelos da nuca dando beijos e mordidas em seu pescoço, eu o senti arrepiar-se por inteiro. Ainda o segurando pela nuca levei sua boca até o meio dos meus peitos e por vontade própria ele abaixou as alças chupando os mesmos.

Agora é só dar a amostra grátis que ele vai querer mais. Beijei-o apaixonadamente enquanto colocava seus mãos com dedos longos e finos dentro de minha calcinha, ele no mesmo momentou começou a massagear minha região com apertões fortes e pegada de homem de verdade mas sem machucar meu clitóris, me masturbando de uma forma que nunca tinham feito, me controlei para não gozar, esse sim era um homem que não precisava de mapa.

— Foda-se também, são só mil pratas! — eu dei um grande sorriso — Me chupa vai — falou sentando na beira da cama e me pondo de joelhos na sua frente.

— São mais 200 — falei.

— Olha pra mim, sua putinha, olha pra mim! — falou dando um tapa na minha cara — Vê se eu to preocupado com grana! Eu perguntei preço?! Não! Agora chupa!

— Me chinga de novo vai — falei.

— Putinha suja — falou com um sorriso divertido me dando outro tapa — sua vadiazinha, cadela gostosa — mais e mais tapas.

Avancei gulosa para abrir sua calça, abocanhei o seu membro com voracidade, era enorme, tentei alcançar a base mas quase engasguei. Chupei com cada vez mais vontade, como um recém nascido buscando por leite, com uma das mãos massageei uma de suas bolas e depois a chupei. Chupei mais algumas vezes e com mais vontade até que ele gozou, segurando minha cabeça para que eu engolisse tudinho.

— Eu ainda não terminei com você — falou me jogando na cama e arrancando o vestido de mim de modo que ele rasgou então tirou minha calcinha com a boca.

Ele começou a enfiar devagar e foi aumentando a velocidade e profundidade das estocadas. Ele acertou vários vezes exatamente no meu ponto G e acabei gozando antes que ele, depois ele gozou de novo. Na hora de ir em bora cheguei a ficar triste.

— Quanto lhe devo?

— 1200.

— Tome 1500 pelo vestido que eu rasguei.

Ainda bem que ele não sabe que paguei 30 naquele vestido falsificado.

— Obrigada e volte sempre — tentei beijá-lo mas ele desviou.

— Não tente me fazer sentir saudades, putinha.

Ele saiu e eu fui para meu quarto, já trabalhei de chega por hoje.



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