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História O Azul do Arco-Íris - Rosé - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Bom Dia?


Fanfic / Fanfiction O Azul do Arco-Íris - Rosé - Capítulo 1 - Bom Dia?

21.17.02

06:26am — Seul Coréia  do Sul.

Gina — S/n, levanta! – Gina dizia pulando na cama.

— Gina, me deixa dormir, só mais um pouco. – Resmunguei.

Gina — Você não quer ver sua amada? – Gina se referia a Rosé.

Err...eu sempre achei que todo romance começasse com um “Olá eu sou” blá-blá-blá, mas o meu começou com a Gina me acordando, mas quem é Gina? Gina é irmã da Rosé. Gina também é minha melhor amiga e sabe que eu gosto da irmã dela, assim como todas as garotas de 19 anos da nossa faculdade. Não as julgo, pois eu sou igual, porém, sou mais velha e isso me faz pensar que elas não tem nada pra fazer. Voltando onde paramos...

— Talvez eu queira...

Gina — Então levanta!

— Mas eu só vou ver ela na faculdade. – Falo com voz de choro rolando na cama

Gina — Na verdade não. – Ela fala nervosa

— Não?

Rosé — Não.

— Ah...O que faz aqui? – Olho para porta vendo a mesma parada

Rosé — A Gina me obrigou a vir com ela.

Gina — Você veio por que quis! – Ela disse brava

Rosé — Acha mesmo que se eu quisesse sair com você eu viria na casa da sua amiguinha? – Ela disse se aproximando

Gina — Você disse que- – Rosé a interrompeu

Rosé — Eu não disse nada. – Ela fala calma saindo do quarto.

Gina — Me desculpa por isso S/n...

— Tudo bem. Eu vou me arrumar. – Meu ânimo acabou ali mesmo. Não gosto de ver as duas brigando.

06:38am

— Pronto, vamos? – Saio do banheiro pegando minha bolsa que já estava arrumada (graças a Gina).

Gina — Como você consegue ser tão perfeita?

— Não sei.

Saímos do quarto e lá estava minha mãe se arrumando para ir trabalhar enquanto conversava com a Rosé.

S/m — Está falando que a S/n é bonita?

Rosé — Bom...sim.

S/m — Você gosta dela, não é?

— Será que a gente- – Gina corta o que eu ia dizer

Gina — Sempre quis fazer aquelas cenas de filmes. Finge que não ouvimos isso e depois tocamos no assunto. – Ela falava animada olhando para os lados

— Tá bom. – Olhei-a

Gina — Tchã.

Rosé — Ah, estão prontas?

Gina — Não. Imagina.

Rosé — Vamos logo.

S/m — Tchau meninas. – Minha mãe se despede de nós na porta.

No meio do caminho

Gina — Então Rosé, o que você e a mãe da S/n estavam conversando?

Rosé — É...


Rosé — Olá. – Me curvei

S/m — Não precisa me tratar assim.

Rosé — Ah, tudo bem.

S/m — Você é o que da minha filha?

Rosé — Sou amiga dela. – Ela diz meio nervosa

S/m — E o que acha dela?

Rosé — Ela é gentil, carinhosa e é como a senhora.

S/m — Está falando que a S/n é bonita?

Rosé — Bom...sim.

S/m — Você gosta dela, não é 

Rosé — Não tenho certeza disso ainda.


Rosé — Sobre...e por que isso te interessa?! – Ela diz nervosa porém brava.

— Rosé espera aí!

Rosé — O que foi?! – Ela olha bem fundo na minha alma, a raiva em seus olhos já estava me assuntando...

— Por que está brava? – Pergunto tentando tranquilizar-lá

Rosé — Eu...eu estou brava por que...por que sim! – A menina saiu batendo pé na nossa frente.

Gina — Pensei que ia rolar um beijinho.

— Gina! – Dei um tapa em seu braço.

Gina — Tá bom, vamos logo antes que ela suma da nossa vista.


...— Gente a Rosé chegou! — Uma menina diz da porta da faculdade para outras três. Em menos de 1 minuto Rosé já era assunto do momento de novo.

Ela parecia brava, tanto que foi pro banheiro, Gina foi atrás para dizer pra ela não se atrasar, nunca vi Gina correr tanto. Foi difícil achar Gina no meio daquela multidão de pessoas de 19 anos.

Gina — S/N! AQUI! – Vejo uma não se levantar. Fui correndo para onde a mão de Gina se encontrava.

— Por que estamos aqui e não na sala de aula? – Perguntei empurrando algumas pessoas ali no meio.

Gina — Não sei...acho que vai ser difícil sair daqui, vamos esperar.

— Esperar?! Esperar essas 15.000 pessoas saírem daqui?

Gina — É melhor eu mandar mensagem pra Rosé sair dali?

— Ela é nossa salvação.

Gina — Pelo menos uma vez.

Gina mandou uma mensagem para Rosé, a mesma disse que não faria aquilo, mas depois de um tempo vimos ela sair do banheiro.

...— ROSÉ! – Alguém gritou

Rosé — Roseanne. – Ela respondeu fria.

Depois de um bom tempo as pessoas saíram dali.

— Parece que suas fãs estão ativas hoje. – Ironizei

Rosé — De nada. – A garota disse e foi para a sala.

Gina — GROSSA! – Gina gritou

Rosé — Para de gritar! – Rosé disse calma porém ainda conseguíamos ouvir-a

Gina — ME OBRIGUE! 

— Para de provocar ela. Vamos logo. – Disse rindo e puxei Gina para nossa sala.

08:10am

Gina — Eu odeio as aulas de física.

— Você odeio nosso professor de física. – Corrigi a menina.

Professor — S/n e Gina, mais um “piu” de vocês e coloco as duas pra fora da sala. – O professor diz e ficando quietas.

Gina — Pô pó – Ela imita uma galinha e o professor nos olha junto ao resto da turma. Eu não aguentei...eu ri. No final o professor realmente nos expulsou da sala, tivemos que esperar até a próxima aula, o que demorou bastante, pois eram 15 minutos de aula. Eu e Gina acabamos indo para biblioteca.

Gina — S/n, o representante de classe está aqui. Vamos sair daqui.

— É só o Soobin. Você só tá assim por que gosta dele. – Disse e logo Soobin se aproxima

Soobin — Oi meninas.

Cutuquei a Gina que estava com os olhos vidrados no menino.

Gina — A-ah, oi.

Soobin — Por que as duas não estão na aula de física?

— Pergunte ao nosso professor.

Soobin — Aprontaram de novo não é?

— A gente?! Que isso. Nós somos anjinhos...– Vejo Soobin me encarar sério – tá legal, a Gina imitou uma galinha quando o professor disse que não queria ouvir nenhum “piu” de nós duas.

Soobin — Gina?

Gina — Oi? – Ela parecia nervosa.

Soobin — Vem comigo por favor. – Soobin estava sério, mas sério ao ponto de ser fofo.

Gina — Você não vai me levar para a diretoria, vai?

Soobin — Não, só quero conversar com você – Soobin segurou a mão da menina e seguiu reto até a porta.

— Boa sorte! – Digo a Gina de longe e vejo a mesma fazer um firme com a mão. – Estava lendo um livro de...poesias até alguém se sentar ao meu lado.

...— Tá fazendo o que? – Era uma voz feminina.

— Jisoo?

Jisoo — Não respondeu minha pergunta – Ela estava com um sorriso fofo no rosto. Ela é sempre muito atenciosa.

— Lendo.

Jisoo — Esse livro é novo. Nunca vi-o aqui.

— Você quer ler?

Jisoo — Não, pode ler, eu acho que tem uma cópia desses na secretaria, vou lá buscar, até a próxima aula. – Jisoo a professora de química, nunca gostei tanto de química, todos adoram ela.

— Tá bom. Tchau prof-

Jisoo — Apenas Jisoo!

08:20am

...— Oii

— Quem é agora? – Já era a 5º pessoa que sentava no meu lado, a almofada do banco já estava funda.

...— Pensei que reconhecesse minha voz.

— Yeonjun?

...— Não.

— Beomgyu?

...— Não.

— Hueningkai?

...— Não.

— Gnomo? 

Taehyun — Dar apelidos aos outros era falta de educação na época da minha vó.

— Da sua Tataravó né?

Taehyun — Faltam 5 minutos pra aula começar, quer vir comigo?

— Pode ser.

Sai com o Taehyun da biblioteca ele pegou um livro de ação e colocou na mochila. Passamos pelo corredor de uma sala totalmente vazia e lá pude ver Gina e Soobin rindo. Era bom ver ela feliz. Taehyun também olhou na direção em que meus olhos olhavam. Essa frase fez todo sentido! Kkk

Taehyun — Finalmente Soobin tomou coragem para falar com ela.

— Espero que ela não sofra...

Taehyun — Podemos continuar andando e deixar os pombinhos ali?

— Ah, claro.

Caminhamos mais um pouco e chegamos.

Jisoo — Cadê a Gina?

— Ocupada.

Jisoo — E o Soobin?

Taehyun — Ocupado.

Jisoo — Entendi...Podem se sentar à aula já vai começar.

Jin — Desculpe interromper professora Jisoo, mas esqueceu isso na sala dos professores.

Jisoo — Obrigada. Eu sou muito esquecida.

— Hmmm.

Jisoo — Fica shiu!

— Oh, claro, claro!

Final do dia.

Rosé — S/n, a Gina ficou ocupada com o namoradinho dela então e não vai poder te levar em casa hoje. – Ela disse descendo as escadas da entrada

— Tá bom, você pode me acompanhar hoje? Já que ela não vai poder...

Rosé — Você sabe onde é sua casa, pode ir sozinha. – A mesma já estava na outra esquina. Tive que deixar meus traumas de lado e caminhar até em casa sozinha.

12:40am

— Por que eu tenho que morar tão longe? – Resmunguei no meio do caminho. Logo depois sinto uma mão em minha cintura. – A não de novo não – O homem me prensa contra a parede. Por mais que eu me rebatesse não adiantava nada. Fechei meus olhos ainda me rebatendo até não sentir mais as mãos do homem em meus braços, continuei de olhos fechados até ouvir uma voz conhecida.

Rosé — Pode abrir os olhos. Sou eu

— P-pensei que não queria me acompanhar até em casa. – Falei massageando meu pulso direito.

Rosé — Sabia que algo podia acontecer. Esse bairro é cheio de assediadores.

— Obrigada.

Rosé — Não me agradeça. – Ela voltou a caminhar. – Não vai vir?

— Já vou. – Eu estava tentando me acalmar, mas parecia tão difícil respirar...

Rosé — S/n? – Não consegui dizer nada. – S/n! – Ela correu assustada até mim que mantive-me sentada no chão tentando respirar – Fica calma...respira, um, dois, três.

— Eu to bem só estou tentando me acostumar com meus traumas.

Rosé — Ele te tocou? Fez algo com você antes? Te bateu? Você parece tão assustada. – Ela pode até ser fria mas também consegue ser uma ótima pessoa.

— Nada de mais aconteceu. Não fique preocupada. – Me levantei e ajudei ela a levantar.

12:56am

Cheguei em casa bem. Minha mãe acabou chegando logo depois e convidou Rosé para almoçar conosco.

Rosé — Tudo bem, eu posso almoçar em algum restaurante.

S/m — Por favor querida. – Rosé me olha 

— Eu acho que Gina vai almoçar fora hoje. – Subi para meu quarto.

Rosé — Eu aceito.

S/m — Aconteceu algo com ela?

Rosé — Não sei se posso te contar. Ela parece desconfortável com esse tipo de assunto.

S/m — Eu sou mãe dela. Pode me dizer.

Rosé — Por favor não fique brava com ela. Não sei sobre o passado dela mas acho que ela já foi assediada, e hoje ia acontecer de novo. Acho melhor se mudarem.

S/m — Eu já pretendia fazer isso a um bom tempo. Obrigada por me dizer o que aconteceu. Vou conversar com ela, eu sei que é difícil pra ela.

— EU TÔ COM FOME! – Gritei do meu quarto.

S/m — TÁ QUASE PRONTO! Vou lá fazer o arroz. – Ela disse olhando para Rosé que riu. Eu pude ouvir sua risada.



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