História O Azul dos deus olhos. PT. 2 - Billie Eilish - Capítulo 21


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Categorias Billie Eilish
Personagens Billie Eilish
Tags Adolescente, Billie, Billie Eilish, Clichê, Drama, Gay, Homossexual, Lésbica, Romance
Visualizações 35
Palavras 1.044
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


N/A: Gente me perdoem pela demora, SÉRIO. Eu faço faculdade e está bem puxado. Os capítulos das outras histórias já estavam prontos, o que facilita muito. Separei um tempinho para escrever essa estória que eu tanto amo. Não desistam de mim, sei que to sumida, mas vou voltar...

Capítulo 21 - Sim


 

Cansada era apenas apelido para minha situação. Minha cabeça doía e eu só queria dormir. Havia tido um dia puxado, cansativo ao extremo. Sorri em momentos de raiva e andei sobre um salto durante todo o dia. Naquele momento eu sentia que era incapaz de sorrir. Eu estava trabalhando o dobro do que o normal.

Assim que estacionei o carro pude ver todas as luzes acesas, o que aumentou meu estresse. Caminhei pela escada até abrir a porta principal. Assim que adentrei, fechando a porta logo atrás de mim, pude ver Alice descendo as escadas correndo. Completamente pelada aos gritos e risadas. Billie estava logo atrás, com um pijama macacão de coelhinho. Naquele instante meu cansaço simplesmente se esvaiu, junto ao meu péssimo humor. A carraca se transformou em um sorriso bobo e feliz. Billie conseguiu pega-la, dando-lhes beijinhos no rosto e fazendo cosquinha.

-Mamãe chegou. – Billie disse, colocando uma calcinha e o pijama em Alice, ali no meio da sala. A casa tinha brinquedos espalhados por toda parte.

-Mamãe. – Alice percebeu minha presença e logo correu para me abraçar. Me abaixei, deixando minha bolsa e pasta no chão. Seus pequenos braços se envolveram em meu pescoço. – Estava com saudades.

-Eu também. – Me levantei com minha filha nos braços, vendo Billie se aproximar e selar os lábios nos meus.

Caminhei em direção à escada, Billie estava logo à frente. Assim que chegamos no corredor dos quartos Alice escorregou para o chão, correndo na frente.

-Olha o desenho que eu e a mamãe fizemos para você. – Alice adentrou o próprio quarto. Billie e eu nos entreolhamos, eu podia ver o brilho em seus olhos. Meu peito se encheu de ternura. Alice nunca havia chamado Billie de mãe, apenas de titia e Billie. Pude ver seus olhos lacrimejando. Me aproximei e a abracei com força, sentindo-a fungar em meu pescoço.

-Você ouviu? – Ela sussurrou, fazendo-me assentir.

-Aqui mamãe. – Alice puxou a barra do meu vestido, nos fazendo desvencilhar do abraço. Me abaixei e peguei o desenho, observando-o.

-Ficou tão lindo. – Sorri, passando suavemente o dedo sobre o desenho. Coloquei o dedo sobre uma bonequinha morena. – Essa sou eu? – Alice assentiu. Havia uma boneca com o cabelo azul, obviamente Billie e uma pequena loira, no meio de nós. – Eu amo você. – A puxei pela cintura, beijando-a. Alice soltou uma risada que me fez intensificar ainda mais o sorriso, se é que era possível. Billie se abaixou e voltou e se juntou a nós.

 

 

Billie me observava do batente da porta, estava ao lado da cama de Alice. Colocando-a para dormir. Não demorou muito, já que havia brincado durante todo o dia com Billie. Me levantei discretamente, para não a acordar. Caminhei para fora do quarto, encostando a porta.

-Eu poderia fazer isso... – Ela beijou minha bochecha. – Você parece cansada.

-Você fez muito o dia todo... – Caminhei ao seu lado do corredor. – Além do mais ficar com vocês é meu momento de paz e bondade. – Adentrei nosso quarto, tendo-a ao meu lado. – Você vai fazer shows esse final de semana? – Ela assentiu.

-Em NY... – Ela mordeu o lábio inferior. – Vocês poderiam ir...

-Não posso... – Suspirei, jogando-me na cama. – Tenho que elaborar uma petição, que está bem complexa. – Me sentei de uma vez, observando-a tirar a roupa.

-Tenho um evento também, você poderia ir comigo... – Sorri, vendo-a corar. – Eu disse para Thomas que faríamos um ensaio.

-Eu não... – Abri a boca diversas vezes, sem entender. Billie odiava esse tipo de exposição. – Não sei o que te dizer...

-Sei que você gostou da ideia Samanta. – Ela sentou-se ao meu lado. – Nós estamos juntas há tanto tempo, eu te conheço... – Suspirei. – Não quero ter que me esconder, mas tenho medo dessa exposição te afetar negativamente. – Assenti. – Mas se você está bem com isso, vamos fazer... – Billie entrelaçou os dedos no meu, virando o olhar para mim.

-Não acho que seja uma boa hora, vamos esperar... – Billie assentiu, colocando a cabeça em meu ombro. – Eu sempre quis isso, sabe? Te assumir para o mundo inteiro, mas acho que é apenas um capricho... Não vamos ser menos ou mais felizes com a exposição. Eu te entendo. – Me virei e beijei o topo de sua cabeça. – Nós sabemos, nossa família e amigos sabem... As pessoas fazem boatos, isso é claro... – Ela apertou minha boca e envolveu minha cintura com a outra. – Não precisa fazer isso por mim...

-Eu quero fazer... Poder gritar minha namorada, para todo mundo. – Joguei a cabeça para trás, dando uma gargalhada.

-Tá bom bebê... – Me virei suavemente de lado, para abraça-la. – Na hora certa, você vai poder fazer isso.

 

 

 

 

 

-Que merda é essa? – Tereza disse à papai, com as mãos nos ouvidos de Alice, que brincava sua boneca. Ao acabar de xinga-lo por uma péssima mimica, mamãe tirou as mãos do ouvido de Alice, que se deitou no colo da avó, ainda brincando.

-Tereza, era carro... – Papai disse irritado. – Não podia desenhar....

-Isso não era carro nem pensar... – Maggie disse rindo, o que fez papai rir e voltar para o lugar. – Samanta, querida, é sua vez. – Passei a mão por minha calça, limpando o suor. Billie sorriu e me observou. Caminhei até o local de pegar as fichas e a peguei enfiando-a logo no bolso. Me aproximei de Billie, observando-a pular sentada.

-Vai amor... – Ela disse ansiosa.

-Esse é fácil. – Enfiei a mão no bolso e me ajoelhei a fazendo rir.

-Ajoelhar? – Ela disse alto, animada.

-Calma... – Eu disse, sorrindo. Billie cruzou os braços. Tirei uma pequena caixa do meu bolso, a estendendo na frente de Billie. Ela arregalou os olhos e me encarou. – Billie Eilish Pirate Baird O'Connell, quer se casar comigo? – Billie colocou a mão na boca e ficou imóvel, me encarando.

-Você está falando sério? – Ela soprou, tirando a mão da boca e ajoelhando-se na minha frente. – Está falando sério? – Seus olhos azuis estavam repletos de lágrimas. Assenti, esperando sua resposta. – Claro que eu quero idiota.... – Ela selou os lábios nos meus com força, envolvendo meu pescoço com os braços. – Sim... Sim.... – Ela dizia entre o beijo. Senti Alice nos envolver em um abraço. Billie limpou o rosto e a incluiu no abraço.

-Vamos nos casar.... – Eu disse, sentindo que naquele momento eu estava completa novamente. Acariciei seu rosto, olhando em seus olhos. Eles brilhavam como nunca.

 



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