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História O BadBoy Iressístivel e a Nerd Misteriosa - Capítulo 19


Escrita por:


Notas do Autor


>< Muito Boa Leitura, meus amores!
Cap fresquinho e feito com muito amor e carinho.


Solthur cada vez mais in love, desenvolvidos...
E, como sempre, entre brigas, e beijos quentes! ><

Capítulo 19 - "- Hey. Você É Meu Único Vício..."


 

 

 

Pov's Sol

 

 

O meu namorado, estava estendido sobre a minha cama, enquanto eu estava arrumando roupas no roupeiro. Encontrava-me de costas voltadas a ele, e por isso, não sabia o que ele estava fazendo. Olhei, curiosa, para enxergar meu namorado, não deixando de corar e de ficar surpresa com sua pose.

 

 

- Muito calor aqui, né!

 

 

O mesmo se encontrava tirando a sua blusa roxa e logo após isso, a jogou num cantinho qualquer. Deixando, assim, seu peito descoberto e se apoiando apenas de cotovelos, fazendo de propósito para amarrotar a minha cama. Arthur estava me olhando de um jeito estranho, diferente; um jeito que ele nunca tinha me olhado antes. Seus olhos maravilhosamente azuis reluziam, e falavam logo o que ele queria. Mordia o lábio, com força e numa expressão bem maliciosa, sempre rindo em brincadeira.

 

Ah, e claro! Franzia o cenho, com um olhar de importância, de superioridade. Ele estava me seduzindo, e me provocando. Tentando, assim, saber até que ponto eu iria ou poderia ressistir a seus encantos. Ri de leve, e discretamente, entrando no joguinho gostoso e perigoso dele. Era brincar que ele queria, não era? Pois, então, que o jogo começasse. Joguei a camiseta que tinha na mão já anteriormente no roupeiro, como já era seu destino, e peguei noutra peça, o ignorando.

 

 

- Calor? Você está doente, Vilas-Boas. Eu estou morrendo de frio! - Mentira. Mas, se ele brincava comigo daquela forma, eu tinha todo o direito de lhe responder na mesma moeda.

 

 

Remexia, procurando algo quente, quando me senti encurralada. Fiquei presa; sem passagem nem saída. Desisti de procurar o que quer que fosse e encarei-o. Aquela alma demoníaca, mas que era um mal-caminho delicioso, que era responsável pelo meu sequestro naquele momento. E o melhor mesmo, era ele se afastar, ou senão, teria que replicar por crime qualificado, e eu não me importaria nada de ditar sua sentença. Até já tinha algumas ideias...

 

 

Ele se foi aproximando ainda mais de mim, quase me entalando entre ele e a parede.

 

 

- E agora? Ainda continua com frio? 

 

- Pois, é... - Fiquei nervosinha e inclusive, gaguejei. Não sabia o que falar e minha respiração começava a falhar, como se estivesse sendo atacada e fraquejasse. - Eu acho que agora a temperatura subiu bastante. - Sabe aquela sensação de rosto queimando? Era dessa maneira mesmo que eu estava me sentindo vítima naquele instante. E o sorriso tosco e maroto do moreno não ajudava em nada.

 

- Nossa. E agora, você sofre de menopausa ou sou eu mesmo que te deixo desse jeito?

 

- Não seja bobo. O que te leva a crer que é você quem me deixa assim?

 

- Talvez, a forma como você ainda não desgrudou os seus olhos lindos do meu peito. Talvez, a forma como seu nervosismo te denuncia, quando fala. Ou, talvez, a forma como seu corpo se arrepia com meus toques. - Cria seriamente que, se ele se chegasse mais um milimetro perto de mim, eu ficava que nem folha de papel saída de impressora. Encontrava-me já de bicos de pés e encolhendo a barriga, quase que já sentindo as minhas costelas. Por isso, o risco dessa hipótese suceder era relativamente grande. - Mas, me diga, coisinha linda! O que você acha de meu peito, de minha pele, de meu tronco?

 

- Eu... Eu... Eu acho que como stripper, você não tem grande futuro. Mas, se quiser, eu não me importo de te fornecer umas aulas privadas. - Entretanto, enquanto dizia isso, e disse-o quase que murmurando em seu ouvido, passava as minhas mãoszinhas em seu peitoral e, vai não vem, acabei inocentemente por arranhar um pouquinho ali.

 

 

Regressei os calcanhares ao chão e o fitei, bobamente, ele me deixava louca...

 

 

- Sabe que essa ideia, não está parecendo ruim para mim! Então, me diga. Qual é a primeira coisa que eu tenho de saber para ser um excelentissimo stripper, coisinha linda?

 

- Primeiramente, tem que segurar a onda e ter um pouco de paciência... - Ele levantou os braços, deixando eu rodear suas laterais com as minhas delicadas mãos. - Depois, tem que ser um pouquinho carinhoso nos movimentos, e não pode apressar nada... - Levei uma das minhas mãoszinhas em meu cabelo e o joguei suavemente para meu ombro direito, deixando ele cair desse lado apenas, mostrando uma parte relativamente boa de meu pescoço. Arrepiei-me, assim que Arthur passou os dedos grossos e finos dele, por meus lábios carnudinhos, gerando uma carga elétrica me percorrer com seus dedos escorregando por eles. 

 

 

O olhei, e achei que minhas palavras, naquele momento, já não faziam diferença. Já não expressavam o que quer que fosse. O momento que ele queria, substituiu minhas palavras. Era como se as palavras tivessem secado em minha boquinha, ficando aprisionadas lá. E, sinceramente, o moreno não parecia precisar mais delas, ele sabia o que fazer; como sempre. O Vilas-Boas, jogou meus cabelos enormes e castanhos-mel para trás com cuidado, descobrindo um pedacinho de meus ombros e de meu peito.

 

Pousando a ponta do dedo indicador em meu ombro, ele foi traçando uma linha, desde ele, passando por meu braço, e parando em minha mão. De seguida, a segurou e agarrou com a outra mão, minha cintura. Já eu, o segurei pelo pescoço, com a que me restava, e colei os nossos lábios. Fomos andando até à cama, como que dançando, e acabamos caindo juntos, lado a lado. Ele me puxou forte para ele, passando sua perna por cima das minhas, me encurralando mais uma vez, e apertando meus quadris.

 

Aos beijos, o ar não fazia diferença. A vontade e a loucura eram tantas que, naquela altura, nossas boquinhas, nossos pulmões, nossas mãos, nosso desejo e nosso amor e tudo o que quer que fosse nosso, apenas nos queria um ao outro. Senti Arthur deslizando suas mãos ao mesmo tempo em que tentava arrastar minha camiseta amarela rendada junto, e isso me estava causando arrepios, vagas de frio e esse frio era muito medroso. Porque sim, eu estava com medo. Não dele, nem do que ele poderia fazer.

 

Tinha medo do que aconteceria... De mim mesma e do que eu iria ou poderia sentir. Mas, também, qual menina não se sente assim? Minha camiseta linda, passou por cima de minha nuca e eu a joguei em um cantinho qualquer, corando e ficando envergonhada, enquanto Vilas-Boas me admirava atento. Parecia que tudo o que eu fazia, meu rubor nas bochechas, meus piscares de olhos, e tudo mais, eram pormenores que ele notava e apreciava. 

 

Mas ele estava indo devagar, com calma e sendo carinhoso, meigo até. Paciente. O que me levava a concluir que ele, além de ter aprendido a minha lição de hoje, me respeitava. Acabei deitando por cima dele, ainda com minhas perninhas presas nas suas. Corei e o olhei, e depois, mais beijos. Não beijos calmos e suaves, mas sim beijos intensos, desejosos, quentes. Não estávamos em igualdade, pois há coisas que meninas têm e garotos não. E, embora eu confiasse nele, tinha receio dele não gostar do meu corpo.

 

Na verdade, mais do que ter receio dele não gostar de meu corpo, eu tinha medo de não ser a altura certa. Eu queria, sim, e queria muito. E adorava a ideia de ser com ele, não me imaginava sequer a pensar em fazer com outra pessoa; porém, tinha receio de não estar preparada. E eu queria que tudo fosse especial, e inesquecível, quando acontecesse. Arthur percebeu minha inquietação e, ao contrário do que eu esperava, ele sorriu, beijou meu ombro, minha testa, meu nariz, e, de seguida, me deu um selinho.

 

Após isso, ele disse que entendia meu lado, e que estava tudo bem. Acrescentando, também, que ia aproveitar para resolver uns negócios com o monstro de seu pai, e sim, ele se refere ao Sr. Vilas-Boas como monstro mesmo, quando não o trata de odioso, e depois de me dar mais selinhos, saiu. Eu nem queria imaginar o que poderia suceder na diretoria. O Sr. Vilas-Boas, pai odioso do meu namorado, e portanto, meu sogro, era uma pessoa bem insuportável e sabia meter medo a qualquer um quando virava um furacão...

 

 

                                                                                     (-º-)

 

 

Estava preocupada. Arthur não respondia as minhas mensagens e nem atendia às minhas chamadas. Além disso, após buscar por ele em tudo o que era sitio, comprovei que o mesmo não se encontrava em lugar nenhum. Nem mesmo na diretoria. Também, não se encontrava em seu quarto, e eu pensei na hipótese dele ter ido para a sua casa. No fim, decidi ir até ao seu melhor amigo.

 

 

- Oie, Andrew...

 

- Oie, Sol, entre! - O loiro estava deitado em sua cama, em seu quarto, escrevendo como sempre, e no caso, o meu namorado afirmava que ele era o melhor escritor do mundo, com os fones no ouvido, e logo se ergueu quando me viu.

 

- Desculpa. Eu bati na porta e ninguém me falou... Cri que não fazia mal eu entrar.

 

- Numa boa! Mas, precisa de alguma coisa?

 

- Você, por acaso, sabe do Arthur? Não o encontro em lado nenhum.

 

- Porque não liga para ele?

 

- Quantas vezes mais? Chama, chama, e não atende. Estou ficando preocupada!

 

- Que estranho... Se quiser, eu te ajudo a procurar por ele.

 

- Não vale a pena... Eu já procurei em todo o lado e nada. Mas, se o vir, me avisa, okay?

 

- Claro que sim, Sol! - Ele sorriu e, logo após, eu saí. 

 

 

Andrew era um garoto legal. Educado, simpático, e sem preconceitos ou zuações, embora, tal como o meu namorado, fosse um dos garotos mais populares, conhecidos e desejados da escola; também não era convencido assim muito. Arthur me falava que ele era o seu único e melhor amigo, pois além de ser uma ótima pessoa, era extremamente compreensivo e bom conselheiro. 

 

E, igual que o Vilas-Boas, nunca via problemas em nada, e sempre tinha soluções para tudo. Tinha vezes que eu queria e até fazia um esforço para pensar e atuar como eles, mas não conseguia. Porquê? Isso não sabia, concretamente. Instantaneamente, peguei em meu celular, e quando contemplei o visor e uma nova mensagem surgiu nele, tudo em mim se iluminou. 

 

 

» Desculpa não responder, antes, bae! Mas só agora peguei no meu celular... 

Estou bem, mas estaria melhor se você estivesse aqui, comigo. 

Estou na nossa cabana, beijão <3 «

 

 

                                                                                        [~º~]

 

 

Como era de se esperar, não demorou muito para eu ir até ele. Ao meu redor, tudo estava ensopado. Havia chovido para caramba e o caminho do colégio até à cabana, parecia as margens do Amazona em dia de temporal. Cada vez que andava, e pousava os pés, parecia que ia ser enterrada pela terra cheia de lama. 

 

Abri a porta cautelosamente e lá estava ele, deitado no sofá tropa, rodeado de cigarros apagados. Ergueu o olhar quando me viu, e sorriu de canto. Sua carinha não era de deboche, nem de risos e nem de malícia. Estava diferente e apertava o meu coração. Entrei vagorosamente e pousei a minha bolsa, junto com meu casaco, na pequena mesa que lá havia. 

 

Não sabia ao certo o que dizer, e por consequência, fui caminhando até ele. Me sentando, assim como ele, naquele sofá acolhedor. Ele retirou as pernas, dele, para eu ficar cómoda, me dando espaço e apoiou os ombros nos joelhos, deitando para fora de sua respiração a fumaça do seu famoso acompanhante cigarro.

 

Conduzi minha mão ao seu cabelo sedoso e lindo, e o afaguei. A verdade é que não sabia bem o que fazer, e sempre ouvi dizer que ações, muitas vezes, valem mais do que mil palavras. Cheguei-me um bocadinho mais para ele, e encostei minha cabeça em seu ombro. Logo, o moreno por quem eu era louca, de amores, apagou o seu cigarro e deitou sua nuca em minhas perninhas.

 

 

- Eu não aguento mais suportar aquele ser humano desprezível...

 

- Ele é seu pai, Arthur, mesmo que odeie ele.

 

- Ele não é meu pai! É o assassino da minha mãe... Nunca o vou perdoar. 

 

- Não fica, assim, você é melhor que ele. E vale seu peso em ouro. 

 

- Em ouro?

 

 

O brindei com um sorriso, sendo que, assim como ele, eu sorrio poucas vezes, tentando acarinha-lo. Ele, em resposta, sorriu fraco também e pegou no insqueiro e em mais um cigarro. E eu, com desgosto, desconfia seriamente que aquele monte de cigarros caídos no chão já haviam sido devorados por ele. 

 

 

- Deixa eu experimentar... - Sussurrei. Embora odiasse o vício por tabaco de meu namorado, me despertava curiosidade. 

 

- O que você disse?

 

- Deixa eu experimentar! - Exclamei, lhe estendendo a minha mão, sorrindo de leve.

 

-  Não! - Arthur rugiu, escondendo a mão e o cigarro para trás, convictamente.

 

- Porque não! Você já me ofereceu uma vez. Se esqueceu?

 

- Mas foi diferente. 

 

- Foi? Não vejo onde. Aconteceu tudo igual. Foi o mesmo sofá, os mesmos problemas, o mesmo menino, a mesma garota, a mesma cabana e a mesma chuva. Onde estão as diferenças?

 

- Você antes não era minha namorada! Não quero que apanhe vicíos.

 

- E quem disse que eu vou acabar viciada?

 

- E quem disse que não?

 

- Eu só quero experimentar, Vilas-Boas... - Ele fazia de tudo para eu não fumar coisa nenhuma.

 

- Não, Sol, já disse que não! - O moreno voltou a inssistir e eu suspirei o abraçando e beijei sua bochecha.

 

- Hey. Você é meu único vício... 

 

 

 


Notas Finais


>< Espero que tenham goxtado!
De verdade, estou surtando...


Mais de 100 favoritos, mais de 100 comentários...
Quase 50 listas de leitura e, segundo as estatísticas:
--> 211 Bibliotecas? Meu Deus, isso me deixa tão feliz!


Beijinhos, e abraçinhos, amo vocês!
BY: #GuidaCullen <3


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