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História O Baile de Jade - Capítulo 36


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Notas do Autor


Helloouuu, genT!
Estou de volta! (Enfim, né😅).
Capítulo curto também faz bem pra saúde! Eu notei que eu criei muitos personagens para essa história e gostaria de saber a opinião deles sobre o enredo, VOCÊ PRIMEIRO BLANK!

Blank:_ Tá parecendo um anime para crianças.

Anônimo que ninguém liga:_ Anime É coisa de criança.

Eu: *pega duas facas* FALA MAIS ALTO SE TU FOR HOMEM/MULHER!

Anônimo que ninguém liga: *foge*

Gente, vou lá e volto já, agradeço a todos que foram compreensíveis com a demora dos capítulos e que estão seguindo a história até hoje.

Boa leitura enquanto eu acabo com aquele/a cara/mina!💖

Capítulo 36 - O Primeiro Anuncio.


Fanfic / Fanfiction O Baile de Jade - Capítulo 36 - O Primeiro Anuncio.

9 de Março. 22 dias para o Baile de Jade.

4:38 da madrugada.


Celestia observava pela janela a confusão, seus olhos percorriam inquietos, perseguindo a imagem de Blank, sumindo subitamente por um templo ao longe do castelo. Ela se afastou da janela, as pálpebras tremendo nervosamente. Como explicaria aquilo para seu reino? Talvez fosse melhor dá-los uma desculpa esfarrapada, como ela sempre fazia. Celestia fechou seus olhos ansiosa, respirando fundo para manter a consciência.

A mulher sentou-se na cama, tentando relaxar seus ombros de alguma forma, fechando novamente os olhos, respirando devagar enquanto sua mão suavemente deslizava por sua clavícula enfaixada, ela foi até aquele local, abaixando devagar a alça do vestido, passando para a outra alça devagar pelas pontadas que a atingiam de súbito. Ela abaixou a outra alça, retirando seus dois braços lentamente, seguindo o ato de curtos suspiros e gemidos de dor contidos. Alguém bateu a porta, ao qual Celestia pediu preguiçosamente:

Celestia:_ Entre. _A pessoa por trás da porta entrou:uma velha empregada que trazia em suas mãos uma bandeja com uma xícara de chá.

A empregada parou em frente da rainha sentada sobre o colchão e estendeu a bandeja sorrindo convidativa.

???:_ Para a majestade. _Ela disse com um sorriso amistoso, fechando levemente suas pálpebras. Celestia sorriu aliviada, soltando um suspiro de bom grado pela xícara de chá.

Celestia:_ Obrigada. _Agradeceu, pegando a xícara em suas mãos devagar e levando-a próxima dos lábios.

A empregada se afastou sorrindo enquanto Celestia soprava o líquido um pouco quente, antes de levá-lo aos lábios e despejá-lo pela garganta, engolindo enquanto sentia o sabor de camomila se espalhando por toda sua boca.

Ofegou. Não conseguia respirar muito bem e a xícara caiu de sua mão espalhando-se em vários cacos no chão. Um estrondo se formou no silencioso quarto pelo barulho. Celestia continuava sentada, sem conseguir se mexer e ofegando incessantemente, sem saber o que estava acontecendo. Sua visão foi ficando embaçada aos poucos e seus ouvidos quase não captaram uma voz masculina odiosa dizer por suas costas:

Silencer:_ Você ficou mais linda de alguma forma, Celestia. _Aquela voz, rouca e doente, foi o necessário para arrepiar cada fragmento de pelo no corpo de Celestia e foi ainda pior quando ela observou, sem poder fazer nada, os braços dele a rodeando enquanto seu corpo a abraçava por trás.

Ela podia sentir, cada perna dele de cada lado de seu corpo, seus braços longos abraçando delicadamente a região da clavícula e do peito e sua respiração se aproximando do pescoço onde o queixo dele repousava sobre o ombro. Ela podia sentir a voz dele falar perto de seu ouvido:

Silencer:_ Você está assustada. Deveria aumentar a segurança, foi fácil invadir seu castelo com um simples e bobo disfarce de empregada, entrar aqui e fornecê-la um belo chá de camomila em um momento estressante, quem negaria? Eu sei que você não. _O reptiliano riu de leve, parecendo uma risada meio melancólica e sombria. Ele soltou-se do abraço, e agarrou, ainda em cima da cama, os dois ombros de Celestia, puxando-a lentamente até deitá-la nos lençóis macios, nesse momento o coração de Celestia disparou esperando pelo pior, mas tudo o que veio, foi uma mão tímida acariciando a lateral de seu rosto com carinho, tal carinho que Celestia estranhou vindo do monstro que ela presenciava sobre si. Ele sorria, mas seu sorriso encurtava aos poucos até que ele estava sério, encarando-a por um longo tempo._ Celestia, não lembra de mim? O cheiro... O cheiro dos lençóis não parece familiar? Aproveitei meu disfarce para arrumar tudo aqui, adicionei algumas flores perfumadas e um cheiro único nos lençóis... não te lembra nada? _Ele perguntou acariciando o rosto dela e mesmo sem resposta, ele soube que não. Ela não lembrava.

Suspirando tristemente, Silencer saiu de cima de Celestia e sentou na beira da cama, encarando fixamente a janela.

Silencer:_ Eu sabia que você não lembraria. Eu queria poder te contar tudo... mas isso não é possível... não agora. _Um silêncio se formou por um momento antes de Silencer voltar a falar._ Mesmo que eu não deva, queria que ao menos lembrasse de quem eu sou. Virei uma sombra em suas memórias, não foi? Um nada. Mas, se caso lembrar, saiba que eu ainda a amo muito. _Celestia não conseguiu expressar sua surpresa._ Eu e meus cúmplices estamos trabalhando em algo importante, pode ser perigoso envolvê-la, apesar de ser tão sábia você facilmente se descontrola, lá no fundo ainda é sensível... delicada... _Silencer virou-se à ela, tocando seu rosto e aproximando o dele lentamente._ ...você ainda é a mesma menininha de antes, a minha garotinha. Tem sido assim até o dia que você cresceu e foi embora, me abandonando como um monte de lixo, me deixando amparado e quase morto. Querida... por que fez isso? _Silencer acariciou seu rosto amorosamente, a mulher sentia-se cada vez mais louca com o que via em sua frente._ Daybreack, por que fez isso? Por que fez isso, minha Celestia? _Os olhos de Silencer lacrimejaram e suas pálpebras tremeram, seu toque ficando cada vez mais trêmulo e suave enquanto seus lábios mexiam-se inquietos proferindo cada palavra, que o parecia serem tão dolorosas._ Eu queria tê-la de volta, Celestia. _Silencer falou subindo novamente sobre ela._ Eu queria ter a verdadeira você de volta.

Silencer fechou os lábios, sem nunca parar de acariciar seu rosto com amor e carinho, o coração dele estava acelerado, por mais que ela não pudease sentir. O reptiliano passou a mão pela faixa em sua clavícula e abaixou devagar o bojo do vestido, desenrolando a faixa enquanto revelava o seu espartilho, deixando o vestido em sua cintura enquanto analisava o machucado, sendo revelado cada vez que ele descobria sua pele da faixa branca e meio suja. Silencer observou de cima à baixo o ferimento, passando brutamente a mão por cima enquanto, novamente, aproximava seu rosto do dela.

Silencer:_ Guarde essa data, Celestia... _Ele murmurou, levando os lábios até sua orelha onde sussurrou números e palavras, erguendo mais uma vez o rosto e o abaixando para plantar um delicado selinho em seus lábios, Celestia quis retribuir, mas lembrou-se que ainda estava paralisada, e Silencer acabou se afastando dela sem que ela pudesse agarrá-lo de volta. Sem saber o porquê, Celestia sentia que ele tinha algo, algo que ela não lembrava, e enquanto o sentimento cansativo de raiva inundava sua cabeça, deixando-a pulsante como uma bomba relógio, seu corpo tentava por um impulso se mover, socá-lo e enchê-lo de perguntas sobre TUDO! No entanto, paralisada, sem movimentos e quase sem consciência, Celestia estava aceitando os braços e o calor de quem quer que fosse, sem pensar muito no fato de que o sentimento parecia familiar, de que, em algum lugar, ela já vira aquele mesmo brilho esverdeado como uma esmeralda olhando-a nessa mesma proximidade em que estavam agora, e, estranhamente, Celestia queria se agarrar à ele para não deixá-lo ir embora, com um sentimento de queimação e excitação atrapalhando todo o resto de seu raciocínio, à aquilo, ela pôs a culpa no que quer que ele tenha posto na bebida, mas não importando quais eram as intenções dele com aquilo, o reptiliano levantou-se da cama dando-a as costas por um momento e fitando o sol nascer pela janela. A luz do sol penetrou seus olhos, e o verde se misturou majestosamente com o amarelo meio alaranjado do início da manhã, mas recuperando um pouco sua consciência, Celestia perguntou-se: "Quem está erguendo o sol?"

Ela tentou se mover em alarme, no entanto só conseguiu mover um pouco de seu braço e soltar um suspiro semelhante à um de dor. O homem olhou-a, sua atenção chamada à dor da mulher. Ele se abaixou no chão, ficando à altura do rosto de Celestia deitada sobre a cama.

Silencer:_ Não recomendo que se mova... eu não quero que você se machuque. _Dessa vez ele começou a enrolar os dedos em seus cabelos e puxá-los levemente como se estivesse brincando com eles._ Vai passar logo minha rainha. _O rosto melancólico desaparecia lentamente enquanto seu sorriso sádico surgia vitorioso em seu rosto. O homem inclinou-se um pouco para depositar na testa de Celestia um último beijo antes de ir embora._ Não vai doer.

Dito isto, levantou-se e virou-se, abrindo a janela para deixar que uma forte ventania entrasse. Celestia presenciou o momento em que ele subiu no parapeito da janela e pulou, mas antes que pudesse correr para olhar, seus olhos, pesados, se fecharam e seu corpo relaxou instantaneamente mandando-a para um sono profundo.




Thorax:_ Ela ainda não acordou? _Spike acenou negativamente com a cabeça, seu rosto demonstrava um pouco de infelicidade enquanto o jovem Changeling se dispôs a observar através dos vidros do quarto de hospital a garota dos fios roxos, da qual parecia dormir um simples sono tranquilo quando, na verdade, corria um risco de ficar em um coma de alguns dias por trauma e...



Thorax:_ ...sobrecarregada! _Contou ao seu irmão. Fazendo horas que saira do hospital, maior parte de suas vestes já haviam sido dispensadas e jogadas sobre o longo sofá do qual estavam._ Os médicos disseram que a perda do chifre foi muito repentina e que ela ainda precisa se acostumar com a falta daquele membro, supostamente ela vai poder usar magia mas... ficará descontrolado! Se ela tentar mover objetos pode ativar muita de sua magia e destruir o que houver pela frente._

Pharynx:_ O chifre deles é tão importante assim? _Perguntou virando-se ao irmão enquanto enchia um copo de vidro de água.

Thorax:_ Pharynx, os chifres são limitadores. Pelo menor esforço que ela faça sem o chifre dela para impedir, a magia pode vir em seu 100% incoscientemente, nem mesmo muitos anos treinando iria ajudar muito..._

Pharynx:_ Tá, mas quando ela acorda? _Perguntou sentando-se bruscamente no sofá em frente de Thorax, de modo que fez o irmão mais novo dar um pequeno pulo pelo choque causado com o peso de Pharynx.

O primogênito estendeu para o caçula o copo com água, do qual foi aceito de bom grado.

Thorax realmente não sabia quando Starlight iria acordar e muito menos os médicos, seriam alguns dias ou semanas para que ela se acostumasse sem o seu membro perdido e conseguisse abrir os olhos sem correr o risco de se sobrecarregar e machucar à si mesma com a própria mágica. Diziam que não passaria de dois meses, caso contrário seria situação de urgência, o que não era o caso para Starlight.

Thorax:_ Em menos de dois meses. _Respondeu um pouco desanimado, deixando o copo vazio sobre a mesa de centro.

Pharynx:_ Vai querer voltar para vê-la depois? _

Thorax:_ Não conseguirei tempo para isso... não agora... muito menos agora! Temos que cuidar dessa polêmica que se formou. _Disse dando de ombros e revirando os olhos cansado.

Estava muito, muito cansado. Se soubesse que tal baile traria toda essa confusão para sua cabeça, teria ficado em seu reino e talvez tido uma maior vigilância sobre os cidadãos. Bom, agora era tarde para qualquer arrependimento. Por mais que as coisas estivessem se complicando, Thorax nem de longe era o mais atingido com as consequências.

???:_ Com licença. _Eles ouviram uma voz feminina falar seguida do rangido da porta abrindo, ao levantar o olhar para  saber de quem se tratava, Thorax deu-se de frente com Violet, entrando meio encolhida na sala abraçando em seu corpo uma grande quantidade de papéis. Mesmo sem ser questionada, Violet soube pelo olhar confuso e curioso de Thorax que ele não sabia o que aquilo era.

Violet suspirou, trancou a porta e caminhou até próximo do sofá.

Violet:_ É a lista de mortos._ Ela falou com um olhar meio tristonho, principalmente por saber que Thorax reagiria de um modo culpado e arrependido.

E foi como ele reagiu, por um momento curvou a coluna, descansando os cotovelos nos joelhos e passando as mãos pelo rosto e bagunçando o couro cabeludo. Ele suspirava pesadamente, tentando buscar alguma postura diante da situação, mas tudo parecia tão ruim que só o fazia ter vontade de deitar a cabeça e fingir que tinha morrido. De algum lugar que não se sabe onde, ele achou a postura que procurava e se levantou, ainda soando bastante cansado, Thorax estendeu sua mão tirando da garota os papéis.

Thorax:_ Obrigado, Violet. Eu espero que você não tenha fuxicado! _Falou com um pequeno sorriso bagunçando levemente a cabeleira da garota, que somente deu um risinho que confirmava a sua teoria, ela fuxicou os papéis antes de entregá-lo, era algo que talvez qualquer um fizesse no lugar dela. Ele não reclamaria, Violet já era grande o suficiente para saber guardar segredos, não era pra tanto que ele tinha levado-a para lá, mas no fundo sentia-se arrependido em ter metido alguém mais jovem nessa situação.



Cheerilee engoliu profundamente e lentamente o pingo de café que serviu à si mesma na xícara. Ela observava um tanto inquieta a agitação óbvia de Big Macintosh. Por mais que Applejack estivesse segura, era claro para todos que a situação estava tensa para a realeza e para os cidadãos. E esse baile se aproximando não aliviava em nada o coração das pessoas, em pouco tempo já estava correndo o boato de um monstro ter sido perseguido no templo de Canterlot cedo de manhã, disseram que ele havia escapado do castelo e ainda corriam boatos do avistamento de criaturas desconhecidas com máscaras. A maioria das pessoas acreditou se tratar do sobrenatural, e adolescentes intrometidos conseguiram descobrir quem teria sido encontrado morto na casa de Sassy Sandles, confirmaram que não era uma pessoa normal e novamente puxaram para o lado sobrenatural. Todos acreditavam que os reis estavam escondendo coisas do povo, aos poucos eles estavam perdendo a confiança em tal governo e desacreditando em cada uma de suas palavras...

Celestia:_ Sentimos muito pelo decorrer dessa situação. _Ela disse sobre um altar com um microfone que fazia sua voz ecoar por toda a praça pública, os flashes das câmeras talvez só não a cegassem por ela estar de cabeça baixa com os olhos fechados, concentrada em buscar palavras certas para explicar-se._ O que viram esta manhã foi uma perseguição à uma criatura estrangeira que invadiu o território. Suspeitamos de seu envolvimento na bagunça feita pelos... terroristas._

Embora interessada, Cheerilee não sabia se aguentaria continuar ouvindo uma coisa daquelas, ela nunca teve uma pressão muito boa para aguentar coisas tão impactantes e provavelmente desmaiaria facilmente só de imaginar as barbaridades que devem terem ocorrido por lá.

Ela foi até o celeiro dos Apples, lá encontrou os jovens rapazes, Flash e Cheese deitados em redes no andar superior somente olhando para o céu distraidamente, seus ombros pareciam tensos e seus olhares pareciam menos contentes do que normalmente eram, principalmente Cheese. Caramel, no entanto, estava dentro do celeiro, em pé, ele conversava com Applejack sobre algo que os ouvidos de Cheerilee não puderam captar. A mulher deu a volta pelo celeiro, tentando desviar dos adolescentes para não atrapalhar suas conversas, ela buscou por Big Mac nos fundos do celeiro e como ela esperava, ele estava lá, arrumando o feno com uma enorme ferramenta em forma de garfo, seu olhar também não era dos melhores, raiva misturada com preocupação, talvez por Applejack, talvez, assim como ela, Big Mac estivesse pensando que se encolver com a princesa Celestia estava se tornando cada vez mais perigoso para Applejack, querendo ou não, ela ainda era uma jovem, e eles eram adultos preocupados.

Sutilmente, Cheerilee se aproximou de Big Mac e tocou em seu braço, dando-o um pequeno susto por não tê-la visto se aproximar. Ele parou o que estava fazendo e a olhou, a rosada sorriu levemente, quase como reconfortante, e pegou delicadamente a mão de Big Macintosh, guiando-o à um monte de feno amarrado em cubo, e se sentando em um deles convidou-o a sentar-se ao lado dela. Eles ficaram lá, sem dizer nada, Cheerilee encarava o chão com um olhar nebuloso, os pensamentos de tudo isso ainda cercavam sua mente e ela se sentia cada vez mais ansiosa.

Labendo levemente os lábios, Cheerilee se perguntou se aquela era uma boa ideia, se era adequado buscar aquele tipo de conforto, se o que já estava tendo não era o bastante, mas ela se decidiu, não era o bastante, nunca foi. Então ela olhou para Big Mac, inconscientemente também chamando a atenção dele para si. Suas mãos ainda estavam entrelaçadas, e ambos se aproximaram um do outro. Cada vez mais perto, Cheerilee tocou-o na bochecha com sua mão, e Big Mac somente firmou mais ainda o aperto em suas mãos até que se encontrassem em um beijo, do qual buscaram a calma e o refúgio fora do mundo que os deixariam fantasiando até que o ar acabasse.


Notas Finais


Continuando a opinião dos personagens que eu criei sobre a fanfic, o que você acha Blood?

Blood:_ Acho que tá passando da hora de terminar, esse negócio já durou 3 ANOS, NA BOA EU QUERO MEU FINAL FELIZ MANO, EU SÓ ME FERREI ATÉ AGORA!

Eu:_ Oushi! Eu nada tenho com isso, tu que é azarado!

Sim, próximo capítulo é o arco final! (Demorei 3 anos pra chegar aqui, imagina quando eu for fazer o TCC 😥. Misericórdia).
Nada masl pra quem se viciou em anime em 2016 AHAUHAHSHUAHS! Sim, eu! E ainda puxei meus amigos comigo ( òwó).

Até a próxima!


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