História O bebê do Malfoy - Drarry - Capítulo 31


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lucius Malfoy, Ronald Weasley, Scorpius Malfoy
Tags Amor, Drarry, Harry Potter, Romance, Scorbus
Visualizações 1.556
Palavras 1.310
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Magia, Romance e Novela, Saga, Slash, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Próximo cap só semana que vem. Estou tendo provas com uma constância grande.

Capítulo 31 - Insônia


Draco tinha acabado de retornar do hospital. Seu corpo estava moído por ter passado o dia inteiro sentado numa poltrona ao lado da maca do filho. Um mês depois, tendo ficado na incubadora todo esse tempo, Leo já estava mais fortinho e receberia alta no dia seguinte. Os olhos do bebê eram idênticos aos seus, azuis acinzentados, mas não combinavam em nada com os cabelos pretos, muito cheios para um bebê.

O loiro ainda não tinha desculpado o enteado. Para ele, Alvo era um inconsequente, um garoto que não sabia medir os limites que possuía, que era egoísta e egocêntrico, que não pensava nem no próprio filho.

“Um mês, Harry, meu neto passou um mês dentro daquela incubadora e o seu filho não foi uma vez sequer visita-lo.” Draco reclamou, enxaguando a boca.

“Eu conversei com ele, Draco. Eu falei para ele ir ao menos visitar o bebê, mas ele disse que está mal, está se sentindo culpado e não aguentaria ver o filho naquela situação. É compreensível.”

“É compreensível para você, para mim não é. Você tinha que arrasta-lo até lá. Pelos cabelos se fosse necessário.”

“Mas, amor, você não pode força-lo a fazer as coisas. Eu acho que ele tem que ir de espontânea vontade, porque a força ele não vai conseguir mostrar sentimentos pelo filho.”

“Ele não teve sentimentos durante toda a gravidez, você acha mesmo que ele terá sentimentos agora?”

“Eu não acho nada, só disse que devemos respeitar o tempo dele. Uma hora ou outra ele vai sentir vontade de ver o filho, de abraça-lo, de ama-lo.”

“Sabe qual é o problema? Você e a Weasley foram muito frouxos na criação dele. Se não tivessem dado a liberdade que ele teve, hoje ele teria um pingo de amor ao próximo, seria mais responsável. Mas o que esperar da Ginevra? Nada!”

“De novo, Draco!” Harry bufou, se deitando na cama. “Eu já disse que ela não tem a ver com os atentados, tira isso da sua cabeça.”

“Eu já falei, Harry, a culpa é dela e eu não vou tirar isso da minha cabeça.”

“Seus ciúmes está extrapolando a margem do aceitável. Eu pensei que já tivesse lhe dado a prova de que é você que eu quero e mais ninguém.” Harry murmurou, tirando o óculos. “Sem contar que ela já explicou que foi até o vilarejo vizinho, sentiu que estava sendo seguida, voltou correndo e encontrou você.”

“Mas eu não acredito nela. Não acredito no choro falso dela, não acredito em conto de fadas. E   eu não estou com ciúmes, eu já entendi que você me quer, mas...”

“Draco, presta a atenção, quatro famílias já foram mortas, me responda, porque Gina estaria matando essas pessoas?”

“Eu não sei, não tenho certeza do porque ela estaria fazendo isso.” Draco informou. “Mas eu vou procurar, vou procurar até conseguir um pedacinho do cabelo dela em lugar suspeito.”

“Está bem, Dray. Podemos dormir agora?” Harry perguntou, se cobrindo quando um vento gelado arrepiou seu corpo. “Estou com sono e amanhã tenho que interrogar um suspeito apreendido. E se isso te conforta, não, ele não tem como ter nenhuma ligação com Gina.”

“Eu vou beber um copo d’água.” Draco avisou, dando de ombros as palavras de Harry. “Boa noite.”

“Boa noite, querido.”

Draco desceu até a cozinha irritado. Harry não acreditava nas palavras dele, achava que era só uma implicância pessoal com Gina, mas no íntimo dele, ele sabia que não estava tão errado assim, não poderia estar.

Acabou encontrando Ron também na cozinha, comendo um pedaço de bolo.

“Sem sono também, Weasley?” Draco perguntou, rindo do homem a sua frente. Não, definitivamente ele não tinha mais nada contra Ron.

“Com fome, Malfoy.” Ele respondeu, sem olha-lo.

“Você sempre está com fome.” Draco comentou, vendo Ron colocar outro pedaço de bolo no prato.

“E você, porque está aqui?”

“Estou com sede.” Draco murmurou, prensando os lábios.

“Não é pelo Harry? Quer dizer, ele também está envolvido nisso junto com Hermione e eu fico com medo de perder ela.” Ele falou, largando o bolo de lado.

“Sabia, você é esfomeado, mas é preguiçoso, nunca levantaria por comida.” Draco comentou, bebericando a agua. “Eu estou preocupado com os dois também, e estava querendo pesquisar sobre isso, para ajuda-los, sabe?”

Ron aquiesceu.

“Eu falei para Harry que poderia ajudá-lo a descobrir pistas. Mas ele disse que eu sou muito leigo e que se ele como auror não tinha descoberto, não via como eu poderia ajudá-lo.”

“A mesma fala de Hermione, ela insiste que eu não tenho tato para observar detalhes. Mas, quem estava com eles dois em todas as aventuras no castelo? Era eu, Ron Weasley.”

“Você não era a ajuda ideal, não é, Ron?” Draco comentou, rindo pelo canto dos lábios.

“Mas eu ainda ganho de você no xadrez bruxo, e não ri assim, você sabe, eu sou sensível a veelas.”

“E você também poderia ter sido o meu companheiro, sabe, nós também nos odiávamos quando éramos pequenos.” Draco o lembrou.

“Não, não mesmo. Só estou comentando do seu sangue veela.”

“Ron, você me faz rir, mesmo com tudo o que está acontecendo.”

“Nem tive tempo para falar com você depois que o seu filho foi internado, você passa muito tempo no hospital. Você sabe, eu fiquei mal pelo que aconteceu, não queria que aquilo tivesse acontecido, não sei como animar meu sobrinho. Al agora passa maior parte do tempo enfiado dentro daquele quarto, não come direito, não fala com quase ninguém.”

“Acho muito pouco.”

“Não, não, Malfoy, a culpa não foi dele, foi daquela explosão.” Ron fez uma pausa dramática. “Estava pensando, nós dois queremos descobrir o que está acontecendo, então, o que você acha de nós dois nos juntarmos para resolvermos isso.”

“Péssima ideia.”

“Péssima ideia? Malfoy, ainda implica comigo?”

“Não, Ron, péssima ideia por que nós dois juntos seriamos quase incompatíveis, você sabe, uma coisa é conversar e outra é trabalhar juntos. Sem contar que a pessoa que eu desconfio e quero investigar... não, não tem como.”

“Você tem uma pessoa, um nome? Quem?” Ron perguntou, mostrando interesse nas informações de Malfoy. “Falou para Harry?”

“Sim, eu desconfio de alguém e falei para Harry sim, mas ele não acredita em mim.”

“E quem é, talvez possa concordar com você.”

Draco respirou fundo. Os olhos de Ron encaravam os seus intensamente. “Ginevra Weasley.”

“Minha irmã?” Ron se engasgou, suas bochechas ficando ruborizadas, ressaltando suas sardas. “Está louco de ciúmes assim, Malfoy?”

“Eu disse que você não acreditaria, e não, não é ciúme.”

“Minha irmã está grávida, está sensível, está... Ela nunca faria isso.”

“Gravidez não é doença, ela precisa pensar com a cabeça e não é dentro dessa que o bebê está crescendo.”

“Malfoy, a proposta está de pé, mas não para pesquisar minha irmã.”

“Nada feito, Weasley.” Draco insistiu.

Draco se levantou, deixando o copo sobre a mesa.

“Está tudo bem, está tudo bem...” Uma voz na sala repetia.

Draco e Ron se entreolharam, e o ruivo foi na frente, com a varinha em punhos, essa tremendo muito.

“Jorge?” Ron perguntou, abaixando a varinha.

Jorge mantinha Gina próximo ao seu corpo. Ela chorava copiosamente no peito do irmão.

“O que aconteceu?” Ron perguntou, se aproximando dos dois ruivos.

“Eu estava vindo de uma festa e a achei na entrada da floresta, assustada.”

Ron olhou para Draco e o loiro levantou uma sobrancelha na direção dele, como se tivesse razão.

“Gina, minha irmã, o que você estava fazendo na entrada do arvoredo?”

“Eu não sei, Ron, eu estava dormindo e acordei lá.” Ela explicou, bem baixinho.

“Isso acontece comigo toda hora, eu durmo e acordo em vários lugares, é super normal.” Draco debochou. “Vocês podem ficar aí ouvindo os contos, eu vou dormir. Amanhã vou buscar meu netinho.”

“Meu neto também, Draco.” Ginevra ainda comentou, antes de Draco sumir por completo.

“Pequenos detalhes.” Ele falou, já não mais visível.


Notas Finais


Eu sei, nada muito imteressante.
O que aconteceu com Scorpius depois que ele foi achado sangrando?
Resposta na fic Scorbus - Jovem amor.
As duas fics estão meio que entrelaçadas.


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