História O beijo bilionário - Capítulo 25


Escrita por: e NoemyMc

Postado
Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli
Personagens Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli
Visualizações 151
Palavras 850
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura 😘💙

Vamos combinar uma coisa?
Leiam as notas finais!

Capítulo 25 - Capítulo 25


A chuva caía pesadamente no para-brisa do carro de Ruggero enquanto ele olhava para os limpadores, hipnotizado. O sinal da maldita câmera e do microfone foi cortado quando Karol foi para o porão da casa de Maxxi e eles não faziam ideia do que estava acontecendo. Ruggero temia o pior...

— Alguma coisa aconteceu — disse Ruggero. — Não confio nele. Afinal, que porra é essa que ele quer mostrar a ela lá embaixo?



Michael olhou para o laptop no painel do carro, que não mostrava nada além de estática.

— O sinal vai voltar tão logo ela retorne para a sala. Vamos esperar e ver o que acontece.

Ruggero agarrou o volante.

— Ele sabe... sabe que estamos envolvidos.

— Como poderia? Karol fez um excelente trabalho. Pare de se preocupar tanto.

Ruggero continuou olhando para os limpadores, observando o dilúvio que caía e bloqueava sua visão. Não que houvesse alguma coisa para ver por aqui. A estrada estava vazia. Os arredores, desolados, refletiam seu humor. Ele queria resgatar Karol.

Por que ele a deixou ir? Jamais tinha se sentido confortável com este arranjo e agora, tudo o que ele queria era tirá-la do perigo. Seu coração pulsava por ela. Ele não podia suportar pensar que algo lhe acontecesse.

E se Maxxi fizesse alguma maldade com ela? E se ele tivesse descoberto a câmera e o microfone? E se ele descobrisse.... ah, merda!


Ruggero se virou, lentamente, para enfrentar Michael. Como é que ele ia explicar isso?

— Karol está com o protótipo.


Michael ficou tenso como um para-raios.

— O quê? Como assim?


— Você disse que eu deveria colocá-lo em algum lugar seguro. Coloquei-o em um pingente quando ela estava fazendo compras com Chiara e dei a ela na festa. Deve estar por dentro da sua camisa, mas se Maxxi o vir... ele vai saber. — Ruggero, seu idiota. — Achei que era um lugar seguro para escondê-lo. Eu deveria ter me lembrado de dizer a ela para tirá-lo.


— Bem, é muito tarde agora. Vamos ter que torcer para que ele não o veja.


— Não. — Ruggero abriu a porta. — Vou buscá-la.


Michael estendeu a mão e agarrou seu braço sobre o console central.

— Não, Ruggero. Você vai estragar a coisa toda!


— Não me importo. Só não vou ficar aqui sentado, correndo o risco de perder a mulher que amo.


— A mulher que você ama? Ruggero, do que diabos você está falando?


— Eu a amo.


— Você a conhece há uma semana.


— Solte meu braço, Michael!


— Não! Imagine todas as informações que ela pode estar recebendo agora. Não vou deixar você foder com isso. Certamente, seu irmão morto é mais importante que uma mulher que você acabou de conhecer.


A perna de Ruggero — que estava do lado de fora do carro — começou a ficar encharcada. — Ela é mais do que isso para mim.

— Não faça isso, Ruggero.


Ruggero não brigava com o irmão há mais de uma década, mas precisava resgatar Karol. Ele se virou, ficando em cima de Michael, balançou o braço e deu um soco no irmão. O impacto — e, provavelmente, a surpresa — fez com que Michael o soltasse. Ruggero não se preocupou em verificar se ele estava bem. Ele ficaria. Michael era osso duro de roer. Ele saiu na chuva e correu em direção à casa.


— Porra, Ruggero! — Michael gritou, saindo do carro e correndo atrás dele. Ruggero não tinha ideia se Michael estava pensando em revidar ou se juntar a ele no resgate, então, acelerou o passo e correu, certificando-se de se manter à frente de seu irmão furioso. Ele bateu na porta.


— Maxxi, deixe-me entrar! É Ruggero Pasquarelli!


Michael parou ao lado dele, tentando recuperar o fôlego.

— Você realmente acha que ele vai deixá-lo entrar, sabendo que ela está aí e você está aqui fora, fervendo de raiva?


— Bem, o que você sugere?


— O que eu sugiro? Ruggero, há uma porta trancada entre você e a mulher que você diz amar. Que merda você acha que eu iria sugerir? Quebre a porra da porta.


Ruggero deu um passo para trás e bateu o ombro contra o carvalho maciço. Doeu demais, mas ele absorveu a dor. A porta permaneceu resolutamente intacta. Michael se colocou ao seu lado.

— Vamos fazer isso juntos, ok? Um, dois, três.


Eles impulsionaram-se contra a porta. Ela sacudiu e balançou, mas se recusou a ceder. Ruggero levantou a voz contra a chuva.

— Mais uma vez!


Eles continuaram batendo o corpo contra a porta, até que a madeira, finalmente, rachou no meio — ainda permanecendo fechada. Ruggero deu um impulso e chutou a porta, fazendo um buraco grande o suficiente para que pudesse passar. Então, tomando cuidado para não se machucar, entrou. Michael o seguiu.

— Karol! — Ele chamou, indo direto para o porão. — Onde você está?


Ele apressou o passo e se preparou para derrubar a outra porta, mas o som de Karol gritando seu nome o deixou em pânico. Oh, Deus, não permita que seja tarde demais!


Notas Finais


Se esse capítulo chegar a 6 comentários (não tô pedindo muito) eu posto o próximo capítulo ainda hoje!

É com vocês! 😘


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