História O beijo bilionário - Capítulo 28


Escrita por: ~ e ~NoemyMc

Postado
Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli
Personagens Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli
Visualizações 137
Palavras 1.572
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ola amores

Bom vamos para o penúltimo capítulo então boa leitura

Capítulo 28 - Capítulo 28



Ruggero tentou manter a calma ao passar pela segurança, no foyer mal iluminado, do edifício dos Irmãos Pasquarelli,  acompanhado por Michael, Maxxi, Agustin e Karol. À noite, havia apenas um guarda de de plantão, então, deveria ser fácil ter acesso à sua sala. Não que eles estivessem fazendo algo errado — aquela, afinal, era a sua empresa. Então, por que estava se sentindo nervoso? Mas ele sabia que seus nervos não estavam à flor da pele apenas por essa operação secreta. O mundo tinha mudado em um flash, e Ruggero mudou junto com ele. Agustin estava vivo e ele estava apaixonado! Há uma semana, jamais imaginou qualquer um desses cenários. Mas ali estava ele, entrando em seu escritório, na calada da noite, acompanhado de seus dois irmãos mais velhos, um homem a quem ele tinha desejado estrangular e da mulher que tinha capturado seu coração. Ruggero parou em frente ao guarda uniformizado que estava sentado atrás de uma mesa enorme. Os outros ficaram para trás e tentaram esconder Agustin para não correrem o risco de alguém reconhecê-lo. Era muito arriscado para ele sair em público — os sauditas poderiam estar escondidos —, mas todos concordaram que ele precisava testemunhar isso. Maxxi e ele haviam argumentado muito a respeito pouco antes de saírem, e agora Ruggero entendia como Maxxi cuidava de seu irmão. Havia um amor profundo e muito respeito entre eles. Todo aquele plano maluco que inventaram estava centrado em mantê-los vivos. Ruggero colocou as mãos na mesa do guarda.

— Oi, Bob. Estou com alguns clientes... Michael e eu gostaríamos de mostrar o escritório. Podemos subir?

Bob olhou para cima. Ele baixou a voz.

— Aquele não é Maxxi Rodrigues, Sr. Pasquarelli? Temos instruções para não deixá-lo entrar.

— Sim, Bob. Você tem razão. Mas, na verdade, o Sr. Rodrigues está negociando conosco.

Bob deu de ombros.

— Bem, o Sr. é quem sabe.

— Obrigado, Bob. — Ruggero voltou-se para o grupo, que parecia estar prestes a cometer um crime hediondo.

— Vamos lá, pessoal.

Eles subiram em silêncio e atravessaram os corredores em direção ao escritório de Michael. Ruggero sentiu-se como um ladrão — toda a situação era realmente emocionante. Ele segurou a mão de Karol e percebeu que ela estava tremendo um pouco. A adrenalina provocada pela situação, obviamente, a estava, afetando. Todos se reuniram ao redor da mesa de Michael quando ele abriu o cofre e tirou os pendrives e três DVDs que Agustin havia levado no dia em que, supostamente, morreu. Ruggero colocou o braço ao redor de Karol e puxou-a para mais perto Não queria sentir medo de perdê-la novamente. Ele foi atingido por um enorme desejo de protegê-la dos males deste mundo cruel. E a seus irmãos também.

Olhou para Agustin, que parecia cansado e desolado.

— Você tem certeza de que quer fazer isso? — perguntou Ruggero. — Depois do tanto que você trabalhou?

— Temos que destruir tudo — disse Maxxi. — Pense no dano...

Ele parou e balançou a cabeça, sentindo que Maxxi estava tão devastado quanto Agustin pelo que estavam prestes a fazer.

— Como faremos, então? — Ruggero perguntou. — Vamos queimar?

Maxxi sorriu e pegou a cesta de lixo de metal que ficava debaixo da mesa de Michael.

— Boa ideia. Jogue tudo aqui.

Ruggero se abaixou e tirou os pendrives e DVDs da mesa, jogando-o na cesta.

— E o protótipo? — perguntou Michael.

— Ah, verdade — Ruggero olhou para Karol. — Sinto muito, querida, mas vou precisar pegar o pingente de volta.

Ela franziu a testa, então, ele apontou para o pingente em seu pescoço.

— Por quê?

— É o protótipo — disse Agustin, com um sorriso gentil. A linda boca de Karol se abriu.

— O quê?

Ruggero se inclinou e beijou-a de repente, sem se importar com os demais.

— Desculpe-me. Sabia que você cuidaria bem dele para nós.

Ela olhou para ele com admiração.

— Este é o mecanismo de movimento perpétuo?

Ruggero deu de ombros.

— Sim. Bem, acho que sim. Certo, Agus?

— É parte dele. O pouco que conseguimos construir. Sua empresa iria construir o resto.

Ainda em estado de choque, Karol estendeu a mão, abriu o fecho e entregou o pingente para Ruggero. Eles compartilharam um sorriso terno. Seus olhos estavam tão cheios de leveza e amor agora, tão diferente da mulher dura que ele havia conhecido há uma semana. Ruggero beijou-a na testa, virou-se e deixou o pingente cair no lixo, que agora estava sobre a mesa como um cordeiro indo para o matadouro. Michael pegou algumas folhas de papel e um isqueiro, colocou fogo no papel e jogou-o no lixo. Ruggero observou enquanto as chamas amarelas e vermelhas consumiam o plástico frágil, com estalos, acabando com o trabalho para o qual Agustin e Maxxi se dedicaram, enchendo o ar com uma grossa fumaça cinza. Ruggero sentiu como se estivessem assistindo a morte do que poderia ter sido. O motor de movimento perpétuo tinha potencial para fazer tanto o bem quanto o mal. Ele abaixou a cabeça e tentou ignorar a emoção crua que emanava de seu irmão e o amigo com a perda de sua criação. Um movimento chamou sua atenção e ele percebeu que Michael estava subindo na mesa. Estendendo a mão até o teto, ele desativou o detector de fumaça para impedi-lo de soar, revelando o que estavam fazendo. A compulsão de Ruggero por fazer piadas inapropriadas o fez falar:

— Não tente isso em casa, hein?

Michael riu, educadamente, como sempre fazia quando Ruggero soltava essas piadas bobas. Ele era tão prático — assim como Agustin. Se precisassem de melhorias em casa, Agustin e Michael eram as pessoas certas. Eles passaram horas desmontando e restaurando o velho Buick de seu pai. Eram bons com as mãos. As mulheres da cidade eram testemunhas disso... Michael falou, friamente, ao desativar o detector.

— Você disse que iria forjar seu suicídio, Maxxi? No caso de os sauditas virem atrás de você?

— Acho que eu deveria. Ainda que estejamos destruindo tudo, o projeto ainda está em nossas cabeças. Poderemos ser torturados até contarmos.

— Vamos ajudá-los — disse Ruggero.

— Para onde você vai?

— Acho que para a Califórnia. Minha prima mora lá, e sei que ela vai me receber.  — Ele arqueou uma sobrancelha para Agustin. — Mas Agus não será convidado a me acompanhar.

Agustin riu.

— Sim, quando fomos até lá, fiquei louco de tesão pela prima dele.

— Você tem uma prima na América, Maxxi? — Michael perguntou, descendo da mesa.

— Tem, sim — disse Agustin.

— Carolina. Ela veio do Irã no ano passado, graças à cidadania de Maxxi. Lembra que fomos para a Califórnia há alguns meses?

— Sim, claro — disse Michael. — Eu conheci Carolina, lembra? Mas você não mencionou que ela era prima de Maxxi.

— Eu sei, mas não podia falar sobre isso. Estava com o coração muito partido, para ser honesto.

Michael zombou.

— Com o coração partido? O que diabos está acontecendo com meus irmãos?

Ruggero sorriu.

— Estamos nos apaixonando bem na sua cara, Michael.

Agustin riu carinhosamente.

— Sim. Bem, entre Carolina e eu foi desejo à primeira vista, mas Maxxi fez com que eu me afastasse.

A expressão de Maxxi permaneceu grave.

— Era muito perigoso para vocês dois ficarem juntos. Eu não queria que ela se machucasse. Além disso, conheço muito bem os Pasquarelli. Sei como vocês são.

Ruggero passou o braço ao redor de Karol e puxou-a para mais perto.

— Não somos todos iguais.

Karol sorriu e eles se beijaram. Agustin olhou para as chamas vermelhas e amarelas que estavam, avidamente, devorando o precioso trabalho deles.

— Carolina é realmente uma boa mulher. Sei que você não aprova, Maxxi, mas espero que um dia... quando ela terminar a faculdade.

Ruggero demonstrou espanto.

— Faculdade? Quantos anos ela tem, Agus?

Ele fez uma careta.

— Ela é quase dez anos mais nova que eu. A pedido de Maxxi, me afastei e cortei todo o contato. Mas eu a amo. Você sabe disso, certo, Maxxi? Respeito o fato de você querer protegê-la dos sauditas. Mas não vou perdê-la. Não posso.

— Eu disse a ela que você estava morto — disse Maxxi, sem rodeios. Agustin olhou para o amigo.

Então respondeu friamente:

— Bem, depois de toda essa confusão, vou encontrá-la novamente. Direi a ela que a amo. E ficaremos juntos.

— Parece uma história romântica que eu adoraria ouvir — disse Karol, encolhendo-se.

Maxxi balançou a cabeça em desespero.

— Vamos voltar para a tarefa em nossas mãos. Agus poderá contar-lhes os detalhes em outra ocasião. De preferência, quando eu não estiver por perto.

— Não posso fazer nada se me apaixonei — disse Agustin.

— Jamais vou me apaixonar — disse Michael. — Serei solteiro para sempre. Posso apostar dinheiro nisso.

Ruggero arqueou uma sobrancelha, brincando. — Sério? Quanto?

Michael estacou.

— O quê?

— Quer apostar quanto que você vai se apaixonar no próximo ano?

— Besteira. Sei que não vou.

— Ótimo. O que acha de dez mil?

— Feito. Aposto dez mil que não vou encontrar uma mulher que me faça ficar apaixonado. Isso não vai acontecer, Rugge. Posso lhe garantir.

— Vamos ver — disse Ruggero. Ele sorriu para Karol. — Agora, vamos nos certificar de que tudo foi realmente destruído e vamos para casa. Preciso mostrar ao amor da minha vida o quanto ela significa para mim!


Notas Finais


Boa leitura quero bater uma meta de 10. Comentários se bater essa meta postarei o ultimo capítulo e em seguido a sinopse do novo livro


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