História O Beijo da Morte - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Gay, Yaoi
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Palavras 1.163
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Tomem esse surprise lemonico, boa leitura xD

Capítulo 3 - A cada minuto, a cada hora


A cada minuto, a cada hora
Capítulo III

O corpo do menor foi empurrado para a cama tendo o seu acompanhante sobre si. Sentia a língua áspera e quente fazendo voltas em seu pescoço o dando sensações incríveis, o mesmo tampava a boca com as mãos para abafar suas arfadas de satisfação. Relaxado, apenas sentia ser amado por aquele que tanto ama, que tanto deseja ter em seus braços todos os dias. As mãos do maior subiam e desciam lentamente na sua barriga enquanto chupava o nódulo da sua pequena orelha, ele estava duro, os dois estavam duros com apenas uma troca nada inocente de carinho. 
O maior, querendo ouvir o mesmo satisfeito por ser ele quem está dando prazer tirara a mão do outro de sua boca, colocando a mesma do lado de sua cabeça. 

- Não esconda seu prazer de mim, neném. 

Envergonhado obedeceu fielmente  o que o outro ditara, ele faria tudo para ele, ele precisava dele, como a onda precisa de um oceano, como o amor precisa de devoção ou como o deserto suplica a água. 

- Veja, sinta, o poder que você, um mero mortal, tem em mim. – Sem pudor algum pegou a mão delicada do jovem pondo em sua ereção, estava tão duro como pedra, o pré gozo já molhava sua cueca, pulsava de tanto desejo para possuir aquele corpo que parecia ser tão frágil, parecia o implorar para ser preenchido. 
Retiraram suas roupas, que naquele momento só estava atrapalhando as coisas, e deitaram-se novamente. – Hoje sou eu quem irá domar você, meu bebê. 

Estava muito corado, não sabia proferir uma palavra sequer. Não era a primeira vez que faziam isso, já transaram em varios e varios locais, mas nunca deixaria de se envergonhar, pois ele não estava se entregando para qualquer um, estava se entregando para o amor da sua vida. 
Seus pensamentos viraram pó ao sentir aquela carne quente e molhada deslisando pelo o seu pênis, acabou soltando um grito/gemido pelo o susto. Foi algo tão rápido, e tão gostoso, que não conseguia segurar os murmúrios prazerosos, ele chupava tão bem, será que ele o agravada também ? Estava a ponto de delirar apenas com uma chupada, mas foi interrompido quando em um “pop” ele deixara o pênis do menor duro e molhado, implorando para ser saciado. 

- Por que parou ?! – sua face estava emburrada, as bochechas estavam em um tom rósea, os olhos intrigados por não ter gozado, enquanto o outro ria da situação. 

- Como meu bem é apressado, mas isso vai acabar, agora vem a melhor parte mi amore

Mi amore, os olhos do outro se arregalaram, ele era realmente o seu amor ? Aquilo o entristecia mas não pensaria aquilo, não naquele momento. 
O acompanhante pegou um pequeno pote de lubrificante despejando em seus largos dedos, ele olhou para a pequena figura espalhada na cama com o rosto coberto pela a coberta peluda, como sempre, tão vergonhoso, tão meu. 
Retirou o pano do seu rosto e encontrava seus olhos fechados, a boca entreaberta pedindo que um beijo do homem, não se fez de rogado, beijou-lhe com tanta ardência e paixão fazendo o outro delirar e perder o ar. 
Abriu as pernas do mesmo inserindo um dedo lubrificado, fazia o possível calmamente para não machucar o outro, no começo era desconfortável mas com paciência as coisas iam melhorando. Ao vê-lo mais relaxado colocou outro dedo tesourando-o para se abrir mais, as vezes o amante apertava muito a entrada, dificultando o processo. 

- Neném, relaxe, não force muito se não irá te machucar. 
Respirou fundo e abriu seus olhos, suas orbes castanhas se encontraram com o poder do verde, o verde da paixão, se acalmando ali mesmo. 

- N-não me olhe assim. – Virou o rosto envergonhado pelo o olhar tão vibrante do outro. 
Não durou muito até que sentisse a mão quente segurando seu queixo fazendo olhar novamente paras as esmeraldas. 

- Eu tenho que te trazer ao meu inferno. Para isso terá que olhar bem nos meus olhos. 

Sem perceber retirou os dedos para dar entrada a seu pau, via as expressões dolorosas do pequeno o alarmando para ir devagar. 
Conseguiu colocar tudo, mas ficou parado para que o outro se acostumasse, amava o amar mas também queria que ambos sentissem prazer e não dor. 
Com um aceno de confirmação começara a estocar seu interior lentamente, era bom, apertado, quente, gostoso. Ele ia e voltava como uma dança sensual, ele era sensual. Os gemidos ecoavam naquele mero quarto de hotel, era como se estivessem em um salão, eles eram a peça principal, a música era o prazer que saiam de suas bocas, aquilo era amor. 

- V-vai mais..... f-forte ! 

- Está querendo me provocar ? Como é que você me quer, amor ? 

Sem esperar uma resposta estocou, com uma força tão bruta e uma rapidez tão gostosa que acertou o ponto especial do outro, eles gemiam em sincronia, estavam com mãos entrelaçadas e seus rostos próximos, era quente, é quente, está quente. 
Não demorou muito para ambos gozarem, um atrás do outro, em uma grande quantidade que manchara até o colchão do hotel. Retirou-se de dentro do outro e deitou ao seu lado, o outro estava satisfeito, feliz, seu coração estava explodindo de tantas sensações que sentiu só naquela noite, as sensações mais belas vindas da pessoa que ele mais ama. 
Sentiu-se ser puxado e deitou sua cabeça no ombro largo, assim então sendo abraçado. 
Aquela hora era boa, era relaxante, mas era triste, pois sabiam que após acordarem no outro dia um dos dois não estariam mais ali. 
Fazendo carinho nos cabelos dourados pronunciou : 

- Sei o que está pensando, não se esforce ou fique triste pensando nisso, Ian. 

Ian suspirou, ele estava cansado de ser sexo, só sexo. Ele queria viver com Patrick, queria ter uma vida com ele, sair em encontros como todo casal normal, ver filmes ou jogar jogos. Mas não podia, não com ele, não com um ser que nem humano era considerado. 

- Pate, por quê ?! Toda vez é assim, você me encanta, usa e abusa do meu eu e vai embora só pra voltar alguns meses depois. – Ian dissera mas não conseguiu segurar suas lágrimas, olhando para aquela cena machucava o coração duro do seu companheiro, mas ele era obrigado a isso, era obrigado a ser daquele jeito. Não era certo, o relacionamento deles não era santo, ambos estavam em pecado, e ele era o próprio pecado. 

- Ianzinho, você sabe que não pode viver sem mim, você tem correntes presas em mim agora, eu mando em você, somente eu, e se você ousar em me trair vai sofrer. Eu vou te fazer sofrer, e quero ouvir seu sofrimento saindo da sua boca. 

Sem ao menos esperar uma resposta ou o dia amanhecer Patrick se levantou, pegou suas roupas e foi em direção ao banheiro deixando um Ian triste, destruído e com um coração perdidamente apaixonado pelo seu próprio demônio. 


Notas Finais


Murro na poc do Patrick, e afinal, quem é Patric ?


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