História O Beijo do Vampiro ( The Vampire Kiss ) - Capítulo 6


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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Alzack, Angel, Aquarius, Aries, Bacchus Groh, Bisca Connell, Cana Alberona, Carla (Charle), Chelia Blendy, Droy, Elfman Strauss, Erik (Cobra), Erza Scarlet, Eve Tearm, Evergreen, Flare Corona, Freed Justine, Frosch, Gajeel Redfox, Gemini, Gildartz, Grandeeney, Gray Fullbuster, Happy, Hibiki Lates, Ichiya Vandalay Kotobuki, Igneel, Jackal, Jellal Fernandes, Jenny Realight, Jet, Jude Heartfilia, Jura Neekis, Juvia Lockser, Kagura Mikazuchi, Kinana, Kyouka, Laki Olietta, Laxus Dreyar, Layla Heartfilia, Lector, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Lyra, Macao Conbolt, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Meredy, Mest, Metallicana, Midnight, Millianna, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Nikora "Plue", Ophiuchus, Orga Nanagear, Pantherlily, Pisces, Ren Akatsuki, Risley Law, Rogue Cheney, Romeo Conbolt, Rufus Lore, Sayla, Scorpio, Sherry Blendy, Silver Fullbuster, Skiadrum, Sting Eucliffe, Taurus, Ultear Milkovich, Virgo, Wanaba, Warren Rocko, Wendy Marvell, Yukino Aguria, Zeref
Tags Acnologia, Comedia, Demônio, Erza Scarlet, Fairy Tail, Fantasia, Gajeel Redfox, Gale, Ghoul, Gray Fullbuster, Gruvia, Jellal Fernandes, Jerza, Juvia Lockser, Laxus Drayer, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Magia, Mirajane Strauss, Mistério, Nalu, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Rokino, Romance, Sting Eucliffe, Tragedia, Triângulo Amoroso, Vampiro, Yukino Aguria, Zeref, Zerlu, Zumbi
Visualizações 74
Palavras 3.710
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Causas e Efeitos


Fanfic / Fanfiction O Beijo do Vampiro ( The Vampire Kiss ) - Capítulo 6 - Causas e Efeitos


 Erza parecia ter se adaptado muito bem ao reformatório; sentada no chão do dormitório com a luz apagada e uma lanterna na mão, rodeada de jovens garotas deliquentes, ela contava suas famosas historias de terror:

 

 — Em um certo dia, numa certa noite, a garota que sofria todos os dias incontaveis humilhações por parte de seus colegas de classe, pirou! Sobre a infruência de um demonio que a visitara todas as noites em seu sonhos, um pacto foi feito! Um pacto, que mudaria sua vida para sempre! — Ela disse com suspense. — Tudo começou quando Alice de quinze anos mudou com a mãe para a nova casa e consequentemente para a nova escola. A primeira impressão que os demais alunos teve quando a viu botar o primeiro pé dentro da sala de aula, foi de uma gatinha assustada. Mas ao sair para o recreio ao ser cercada por três "Barbies" que estavam incomodadas com seu visual desleixado, demonstrou que estavam enganados. Ela não se intimidou, e empurrou a mais escandalosa das Barbies de bunda no chão. Foi risos pra tudo o que é lado! A Barbie se levantou com toda arrogancia de seu ser: “Isso não vai ficar assim!” Ela

prometeu e saiu pelos corredores da escola desfilando como uma diva com as sandálias nas mãos pois na queda seu salto se quebrou. Essa atitude fez Alice rangir os dentes, pois na sua antiga escola sua fama de bruxa botava medo até nos professores. Bom… os dias se passaram e a vida de Alice na escola foi tranquilo até um namorado ela conseguiu. Estava apaixonada. Tão apaixonada que estava pronta para a primeira noite de amor com seu então namorado. O dia foi escolhido, seria na noite de sábado, e assim foi, os dois foram juntos até uma reserva perto de um rio e lá armaram a barraca onde passariam a noite. Beijos vem beijos vai, até que ele pede: “Eu preciso de um estimulo” Ele sugeriu abrindo o zipe da calça. “Não é desse jeito que eu quero começar” ela respondeu constrangida. “Relaxa! É só abaixar e chupar, facil assim” ele insistiu com um belo sorriso, mas ela estava relutante. Quando viu que não conseguiria nada, ele se aproximou dela e a beijou acariciando seu rosto: “Tudo bem, será do jeito que você quer” ele disse com a voz suave, quando ela menos esperava, ele apoiou as mãos sobre seus ombros e a emburrou pra baixo forçando os joelhos dela se dobrarem ficando com o rosto na altura de seu quadril. Na hora ela o empurra e ele cai de bunda no chão, e gritou irritada: “O que você pensa que está fazendo seu idiota, imbecil?!” Ele apenas riu. Naquele momento ela viu que ele não prestava e decidiu ir embora. Foi quando seu pesadelo começou! No primeiro dia de aula da semana ela entrou na escola sobre olhares debochados. Enquanto caminhava pelos corredores xingamentos e piadinhas eram jogados em sua direção. Está por tudos os lados! Nas paredes, coladas nos armarios e jogadas no chão, fotos onde uma cena mal interpretada estava exposta para todos verem: As fotos mostrava Alice no meio do mato supostamente praticando um oral no namorado. A Barbie, a mesma que levou um emburrão de Alice no primeiro dia de aula, se aproximou e disse em voz alta para todos em sua volta ouvisse: “Gostou do pau do meu namorado? Tava gostoso? É claro que ele não ficaria com alguém como você se não chupasse tão bem!” Imediatamente Alice percebeu que uma arapulca foi feita para te pegar, e mesmo que tentasse se explicar não adiantaria, sua única defesa foi avançar sobre a Barbie e arrancar o maximo de tufos loiros da cabeça da mesma o quanto pôde, até se retirada de cima dela pelos boys das outras duas Barbies. Os dias foram se passando e a convivencia de Alice na escola estava cada vez pior; era assedios por cima de assedios, piadas e insultos. E mesmo que mostrasse suas garras não era o suficiente para se defender. Como descendente de bruxas ela chegou a recorrer a feitiçaria, mas nenhum de seus feitiços de efeitos curtos como fazer o individuo morder a propria lingua ou ter ânsia só de pensar em ofende-la, que havia atingido os demais alunos, não dava resultado para o “grupinho das Barbies”. Parecia que eles estavam blindados. Não podendo contar com sua mãe, que se não estava trabalhando, estava debruçada na cama completamente bêbada, pois sofria de alcoolismo, Alice entrou numa profunda depressão, foi quando num momentos de melancolia ao adormer numa noite quente de verão, um jovem de aparencia meiga apareceu em seu sonho pela primeira vez. Sem imaginar que aquele rapaz bonito na verdade era um demônio, passou a curtir sonhar com ele todas as noites. No começo ele aparecia sempre sentado debaixo de uma arvore no meio de um campo florido lendo um livro, e quando a via em pé, sorria para ela. Com o passar do tempo ele passou a aparecer em seu quarto sempre sentado na ponta de sua cama com um livro de capa preta com uma estrela prateada de doze pontas esculpida na capa. Em um desses sonhos ele a mostrou o local onde ela poderia encontrar aquele mesmo livro, mas em sua forma fisica que prometia trazer-lhe a felicidade. Foi quando ao ser cercada no banheiro da escola e ter suas madeixas negras cortadas a força pelas Barbies, decidiu ir em busca do tal livro, o encontrando enterrado a sete palmos da terra ao pé de uma igreja antiga. Mas quando tocou nele sua vontade de ser feliz se resumia em um só proposito: “Destruir completamente seus inimigos”. Ela foi pra casa dizendo pra si propria que tudo que irá fazer é justo. De maneira nenhuma poderia ser, de alguma forma, punida. Foi esse seu erro! Quando chegou em casa, depois de analizar bem o livro, ela pegou uma faca de cozinha segundo as instruções do livro, e saiu até o quintal da vizinha que haviam saido para o bingo, e encravou sem dor e piedade a faca no pescoço do pequeno Puf, o cãozinho fofo da vizinha. O bichinho se debateu até a última gota de sangue deixar seu corpo e preencher o vasilhame que Alice colocou debaixo de seu pescoço para colher seu sangue. Alice largou ali, o corpo sem vida do animalzinho e voltou para casa se trancando no quarto onde começou a preparar o altar. Primeiro, ela começou a desenhar com sangue de cachorro, seis simbolos estranhos nas paredes e teto do quarto, o último simbolos uma estrela de cinco pontas foi desenhada numa mesinha posta diante de um grande espelho que seria a janela para contactar os seres do outro mundo. Ela pegou uma vasilha metalica e colocou em cima do simbolo na mesa, e a cercou com algumas velas pretas e vermelhas. E esperou. Quando a meia-noite chegou, acendeu as velas e apagou a luz do quarto. Com a faca, a mesma que matou o pobre Puf, diante do espelho começou a pronuncia palavras em um dialeto antigo, enquanto lentamente forçava a lamina da faca na palma de sua mão direita deixando o sangue pingar vagarosamente dentro da vasilha. Depois respirando bem fundo seu desejo foi pronunciado: "Mate todos! Mate aquelas malditas piranhas e seus namoradinhos arrogantes e pervertidos! Quero o sangue deles manchando o chão!" Ela disse com tanto ódio e rancor que seus dentes chegaram a trincar. Foi quando algo a fez se petrificar! Um rosto de uma mulher horrenda começou a se formar no espelho. Era horrivel! Aonde deveria ser os olhos era uma cavidade oca. A pele era branca com uma aparecia deteriorada. Os dentes que preenchiam o enorme sorriso diabolico pareciam dentes de tubarão. Uma especie de baba negra começou a descer por seus labios escuros e rachados continuando seu percusso para fora da moldura até derramar no chão. Era uma cena enlouquecedora. Foi ai que Alice cometeu um grave erro! Assustada ela jogou a faca, a mesma que usará para cortar a palma de sua mão, contra o espelho quebrando-o. O que ela não sabia… foi que aquele gesto impensado libertasse uma antiga bruxa possuida por demônio que fora queimada viva seculos atras. Ela tenta abrir a boca para gritar, mas nenhum som saiu. Uma sensação de morte invadiu seu corpo. Quando de repente os pedaços de espelho estrilhaçados no chão começaram a exalar uma fumaça negra que aos poucos começou a tomar forma. Um ser com chifres estava bem diante de seus olhos. Ela grita. Mas dessa vez seu grito saiu forte e desesperado. Imediatamente ela corre para a porta dando as costas para a criatura. Mas para piorar o seu desespero, a porta não abre. Ela sente a criatura se aproximar vagarosamente, e sente um cheiro terrivel de enxofre. Ela podia ter o poder, mas não tinha experiência o suficiente para saber como lidar com aquilo, deixando-se consumida pelo desespero. Alice chora e começa a rezar, algo que ela nunca fez. Quando de repente em um rugido tenebroso, a criatura se desfez em fumaça novamente e adentrou de volta na moldura vazia do espelho trazendo consigo os pedaços que refez o espelho completamente. As velas que iluminavam o quarto se apagaram sobrando apenas escuridão. Quando finalmente a mãe de Alice escuta seus gritos desesperados vem em seu socorro, e a encontra desmaiada no chão do quarto. Depois que voltou a sí Alice contou para a mãe o que tinha acontecido. Mas a mãe não entendia, só escutava resmungos misturados com choros, e pensou que, a culpa fosse de sua mãe que enchia a cabeça de sua filha com bobagens como bruxarias e coisas do tipo. Naquela noite Alice se recusou a dormir em seu quarto, indo dormir no quarto de sua mãe. Mas quando o dia amanheceu, mesmo assustada ela pensou que, o que quer que seja não apareceria de dia, e com esses pensamentos ela adentrou ao quarto, foi quando o terror a atingiu novamente! Em pé, rodeada dos corpos de seus odiosos colegas de classe e o banheiro de uma casa pra ela desconhecida refletido no espelho; uma mulher vestida de negro com uma faca na mão pingando em sangue virou o rosto e disse: “Estais satisfeita agora, querida? Mamãe matou todos eles para você”. Fim.


 Quando Erza suspira ao terminar a historia uma das garotas a sua frente pergunta:

 

 — Nossa! O que aconteceu depois?

 

 Erza responde:

 

 — A policia foi chamada depois que os vizinhos ouviram os gritos de desesperos. A mãe foi dada como doente mental e levada para um manicômio onde pouco tempo depois desapareceu deixando um rastro de sangue e corpos de pacientes e enfermeiros mortos. Já a filha, dizem que ela gritou tanto, mas tanto que perdeu a voz, e seus cabelos negros se tornaram brancos tamanho pavor que lhe foi infringido. Ela nunca mais conseguiu dormir pois toda vez que pregava os olhos as almas dos mortos viam atormenta-la. E mesmo com o passar dos anos ela podia enxerga ao longe sua mãe coberta de sangue com uma faca pingando em sangue na mão e uma legião de demônios em sua volta.

 

 — Credo! — Exclamou uma das garotas horrorizada quando outra mais curiosa comenta:

 

 — O que eu entendi foi que, as vitimas foram arrancadas do banheiro de suas casas pelo espelho…

 

 — Exatamente. — Erza responde, quando a mesma garota pergunta novamente:

 

 — Porque a mãe fez isso? Ela estava possuida?

 

 — Sim. — Erza respondeu. — O livro omitiu sobre o preço que Alice teria que pagar em troca do pedido. Alice amava a mãe mesmo com todos os defeitos, ela era seu maior tesouro, e mesmo que a bruxa demoniaca pedisse a mãe em troca ela se negaria. Mas uma vez que a mãe estava dentro de casa quando o feitiço se iniciou, ela foi incluida no ritual como moeda de troca, pois Alice não fez um circulo de conteção e não definiu uma recompensa equivalente bem no inicio do pacto. Um erro imperdoavel. Pois depois de quebrar o espelho e libertar a bruxa, Alice havia pago sua divida. Mas a alma da bruxa que vagava pelo quarto precisava de um novo corpo, então a mãe que era a mais vuneravel por causa de seu vicio em bebidas, foi facilmente dominada. — Ela alerta. — Muito cuidado! É isso o que acontece quando você mexe com forças além de sua compreensão. — Ela disse assombrosamente tentando botar mais medo nas garotas quando alguém corta seu barato.

 

 — É por isso que não tens namorado! — Disse Sherry inimiga declarada de Lucy. Ela estava ali porque saiu com o namorado e ele teve a péssima ideia de assaltar uma loja de conveniência. O assalto foi frustado, ele foi parar atras das grades, enquanto ela foi apreendida por ser menor de idade. — Vive correndo atras de alucinações, coisa de quem usa drogas. Obvio!

 

 Erza se levanta com uma aveia soltada na testa e confronta a rosada que permanecia deitada na cama enquanto lichava as unhas despreocupamente.

 

 — Olha aqui, sua idiota! Não me confunda com a Lucy — Nesse momento em seu quarto Lucy espirra. —, porque eu te dou um chute no cú, tão forte, mas tão forte, que você vai parar no teto!

 

 — Encosta a mão em mim — disse Sherry —, que seu alvará será cancelado. Ai, eu quero ver você sair daqui amanhã.

 

 — Sabe de um coisa? — Erza fala. — Se eu te quebrar e continuar aqui, vai ser pior para você. Pensa bem… Eu aqui, todo santo dia fazendo sua cara de saco de pancadas.

 

 — Isso se você não for transferida. — Sherry retruca com um sorrisinho provocador.

 

 — Então eu vou pagar pra ver! — Erza grita e avança pra cima da rosada que corre gritando.

 

 — Socorrooo!!! Alguém segura essa louca!!!

 

 Enquanto Erza tentava alcança a Sherry para distribuir algumas pancadas, um Natsu insatisfeito, tentava em vão conversar com sua relutante (se assim se podia chamar), namorada.

 

 — Lushi! Se você não descer eu vou subir! — Ele ameaçou debaixo da sacada da casa dela.

 

 Ela que estava na janela de seu quarto no segundo andar, volta pra dentro e retorna com um taco de beisebol na mão e aponta por rapaz lá embaixo.

 

 — Sobe! Sobe que eu quero ver! — Ela ameaçou de volta e ele tremeu nas bases.

 

 — Você está sendo muito injusta comigo. — Ele resmugou. — Eu não fiz nada para merecer isso!

 

 — Ah, não fez? Olha bem como são as coisas… Em uma conversa tempos atras quando te questionaram sobre sua relação com Lisanna, você disse para tooodos que vocês dois eram apenas amigos, como irmãos!

 

 — Você não pode me censurar sobre isso, porque nós também eramos apenas amigos, e veja aonde chegamos. — Ele disse com um enorme sorriso provocador, e agita as sombracelhas para cima e para baixo. — Foi bão!

 

 Provocada, Lucy rangiu os dentes:

 

 — Ora seu…

 

 "Mas que burro! Mas o que esperar do Natsu. Mesmo estando certo ou errado, ele não sabe se defender". — Gray pensou escondido atras de um poste de luz observando tudo. — "É melhor eu entrar nessa". — Ele sai detras do poste e se revela para a moça raivosa na janela. — Lucy, você não acha que está fazendo uma tempestade num copo d'água? — ele disse e com os braços cruzados Natsu concordou com a cabeça. Mas viria a se arrepender em seguida: — Vamos dizer que, Natsu realmente brochou na hora H com a Lisanna, pense que isso foi uma artimanha do destino, caso contrario vocês dois não estariam juntos… ou estariam? — Ele disse com confiança, mas suas palavras mal pensadas piora tudo, deixando uma Lucy mais revoltada e um Natsu de queixo caido.

 

 — Tá tentando foder comigo, desgraçado?! — Natsu grita raivoso agarrando o amigo pela cola da camisa com violência.

 

 — Eu estou te defendendo…! — Gray disse e empurra a mão de Natsu que solta de sua camisa.

 

 — Vai defender o capeta! — Natsu gritou.

 

 — Então é isso o que eu ganho? Ingrato! — Gray resmugou.

 

 — Esses i-di-o-tas! — Lucy rangiu os dentes sem paciência, e fechou em seguida a janela de seu quarto, pois os dois lá fora iniciaram uma briga boba, como de costume.

 

 Ao ouvir a briga dos dois rapazes em frente a sua casa, o sr. Heartfilia saiu pra fora e os enxotou para bem longe de sua porta.

 

 — Vão gritar na casa do caralho, folgados! — Disse o homem em voz alta.

 

 Mesmo frustado, Natsu estava crente que uma hora ou outra Lucy mudaria de ideia, pois em sua opinião, ele estava certo e ela errada. Mas para ela, o sentimento era outro; ela se sentia como segunda opção no coração de Natsu; O primeiro beijo ele escolheu dar a Lisanna, a transa também, se não fosse a "falha" segundo Sting, os dois com certeza teriam transado naquele dia.

 

 Lucy não viu a parte do video que Sting havia cortado antes de sua exibição. A parte onde Natsu confessou seus verdadeiros sentimentos em relação a ela para Lisanna. Por causa disto Lucy não descarta que os dois já tivessem transado antes, e depois, pois o video mostrava Natsu muito "louco" em cima da Lisanna.

 

 — Cara, ser solteiro é tudo de bom! — Gray comentou caminhando ao lado de Natsu que pragueja Sting mentalmente.

 

 — Não me importa que ser solteiro seja bom ou maravilhoso, o que eu quero é a Lushi e pronto! — Natsu disse com firmeza.

 

 As pessoas que por si passavam, estavam com pressa para chegarem o mais cedo possivel em suas casas. Deparar com um Serial Killer ou quem muito digam, um lobisomem, era com certeza uma experiência aterrorizante.

 

 Mas mesmo ao som de lobos uivando para a lua num cantar triste e medonho; A bela e sombria imagem do Castelo no alto da colina, supostamente a antiga morada de um clã demôniaco emanando constantimente energias negativas, parecia não amedrontar os jovens que continuavam com suas atividades noturnas a todo vapor; Como aqueles nas pistas de skates que exibiam suas incriveis manobras no ar; ou aqueles que batiam uma bolinha, enquanto outros trocavam flertes com seus interesses amorosos nas pracinhas e nos parquinhos da cidade; e sem contar dos valentões que se divertiam amendrontando os mais fracos, enquanto seus pais os esperavam em casa com o coração na mão.

 

 — Então Natsu… Você vai fazer o que eu te falei? — Gray pergunta. — O que aquele patife fez, foi mais do que ferrar sua relação com Lucy. O que ele fez é crime!

 

 — Oh, sim. Eu vou queima-lo, disto você pode ter certeza! — Natsu disse convicto e saiu em direção a sua casa.

 

 Mais tarde…

 

 Tudo o que você faz tem suas consequências, e foi isso que Sting descobriu assim que colocou os pés em sua casa, e encontrou um Natsu furioso, e pior, Igneel a sua espera.

 

 — Seu celular. — Igneel disse estendendo a mão assim que Sting fechou a porta atras de suas costas. — Eu não vou pedir duas vezes.

 

 — Ridículo, foi correndo contar para o papai! — Sting disse em direção a Natsu, quando é supreendido por seu pai que o encurra-la contra a porta com seu grande corpo. O rapaz sentiu como se seu sangue estivesse fervendo, prova disso que menos de um segundo seu corpo corria em suor. — Perdão. — Ele resmungou aflito. E sente seu pai levar a mão em seu bolso de tras e pegar seu celular.

 

 Com o aparelho em mãos Igneel se afasta do rapaz, e manda Natsu subir para o quarto (Pedido este atendido). Quando Natsu termina de subir as escadas para o segundo andar, não antes de trocar olhares raivosos com o irmão, a sós, Igneel confronta o loiro:

 

 — Então foi por isso que eu encontrei a casa arrumada e sem reclamações dos vizinhos? Você fez tudo para que eu devolvesse seu celular, só para cometer uma estúpidez sem igual. — O homem disse, e o rapaz tremeu nas bases. — Aonde você estava com a cabeça quando fez o que fez?

 

 — S-Sinto muito. — Sting respondeu nervoso. Ele sabia como Igneel podia ser assustador, como muitas vezes o viu bater de frente com o General Silver Fullbuster com quem tem uma antiga rixa.

 

 — Sente? Por acaso em algum momento você se colocou no lugar deles? Então me responda uma coisa: O que você sentiria se alguém o filmasse dentro de seu quarto enquanto estivesse se “tocando”?

 

 — E-Eu não faço isso! — Sting responde constrangido.

 

 — Essa é a sua resposta? — Igneel o pergunta serio. — Tudo bem! Mas vamos juntos recapitular suas ações… — Ele começa. — Além de invadir a privacidade de seu irmão e da moça que estava com ele, você ainda teve a coragem de compartilhar o video com os seus amigos. — Ele suspira. — Estou certo?

 

 — Eu não compartilhei nada! — Sting nega de imediato. Ele não conseguia disfarçar o medo que sentia. E medo significa culpa. Foi o que passou por sua cabeça.

 

 — Não tem a coragem de assumir seus atos, ótimo! Não é sempre que os filhos herdam as virtudes dos pais. — Igneel disse e Sting se ressentiu. — Mas as virtudes também podem ser construidas com educação. E você e Natsu vão aprender isso na marrar se for preciso.

 

 — Eu porque? — Natsu disse descendo as escadas correndo assim que escutou seu nome.

 

 — Porque eu quero! — Igneel responde rudemente esmagando o celular na mão, e o arremessa na forma de uma pequena bola de fogo, que no impacto com a porta atras de Sting, se desfazem em chamas. Os dois rapazes engoliu em seco. — Se aprontem, a janta esta pronta! — Ele disse deixando o recinto.

 

 "Oh droga, já vem bomba por aí!" — Sting pensou aflito com as mãos sobre a cabeça. Ele como Natsu não ousou questionar o pai naquela noite. Eles jantaram juntos como fazem sempre, mas em silêncio, depois foram dormir cedo.

 

 #Continua no Próximo Capítulo: “Prenúncio do Mal”

 

 […]


Notas Finais


O proximo capítulo sera tenso tendo Cana contra vampiros e lobisomem e Gajeel como vilão dos vilões. ATÉ A PROXIMA!♥


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