História O Beijo do Vampiro ( The Vampire Kiss ) - Capítulo 7


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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Alzack, Angel, Aquarius, Aries, Bacchus Groh, Bisca Connell, Cana Alberona, Carla (Charle), Chelia Blendy, Droy, Elfman Strauss, Erik (Cobra), Erza Scarlet, Eve Tearm, Evergreen, Flare Corona, Freed Justine, Frosch, Gajeel Redfox, Gemini, Gildartz, Grandeeney, Gray Fullbuster, Happy, Hibiki Lates, Ichiya Vandalay Kotobuki, Igneel, Jackal, Jellal Fernandes, Jenny Realight, Jet, Jude Heartfilia, Jura Neekis, Juvia Lockser, Kagura Mikazuchi, Kinana, Kyouka, Laki Olietta, Laxus Dreyar, Layla Heartfilia, Lector, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Lyra, Macao Conbolt, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Meredy, Mest, Metallicana, Midnight, Millianna, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Nikora "Plue", Ophiuchus, Orga Nanagear, Pantherlily, Pisces, Ren Akatsuki, Risley Law, Rogue Cheney, Romeo Conbolt, Rufus Lore, Sayla, Scorpio, Sherry Blendy, Silver Fullbuster, Skiadrum, Sting Eucliffe, Taurus, Ultear Milkovich, Virgo, Wanaba, Warren Rocko, Wendy Marvell, Yukino Aguria, Zeref
Tags Acnologia, Comedia, Demônio, Erza Scarlet, Fairy Tail, Fantasia, Gajeel Redfox, Gale, Ghoul, Gray Fullbuster, Gruvia, Jellal Fernandes, Jerza, Juvia Lockser, Laxus Drayer, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Magia, Mirajane Strauss, Mistério, Nalu, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Rokino, Romance, Sting Eucliffe, Tragedia, Triângulo Amoroso, Vampiro, Yukino Aguria, Zeref, Zerlu, Zumbi
Visualizações 58
Palavras 3.717
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpa pela demora.

Capítulo 7 - Prenúncio do Mal


Fanfic / Fanfiction O Beijo do Vampiro ( The Vampire Kiss ) - Capítulo 7 - Prenúncio do Mal

 

 Ela o recebeu em casa. Abatida e assustada, Flare receiava o pior; Seus grandes olhos vermelhos desviaram por instinto do rosto raivoso de seu marido, Ivan Dreyar, que mal botou os pés para dentro de casa, a agarrou violentamente pelos seus longos e vermelhos cabelos e a arrastou até o quarto onde uma nova surra começou.

 

 Satisfeito, ele saiu de cima de sua machucada esposa e caminhou até o banheiro onde iniciou seu banho, quando uma voz tenebrosa assolou os quatro cantos do quarto:

 

 — Mate-o!

 

 A chorosa Flare abriu com dificuldade seus olhos roxos e inchados, e nada viu. Observou atentamente os cantos do quarto, até debaixo da cama ela agachou para procurar,(mesmo com muita dor pelo corpo principalmente na região da barriga onde recebeu varios socos) mas nada encontrou. Não era a primeira vez que ouvisse a mesma voz. "Estava louca" assim pensou se acuando em sua cama em forma fetal.

 

 Conhecida mundialmente como a "Dama de Vermelho", ela foi capaz de largar o Show Business em nome do amor, mas só bastou uni-se em matrimonio com Ivan, para a sua vida se transformar num verdadeiro inferno. No começo era flores e palavras bonitas, agora são agressões por cima de agressões.

 

 Estava chegando em seu limite.

 

 — Ou mata… Ou se deixa morrer… — Flare sussurrou acompanhada pela voz tenebrosa, que pronunciou a frase como um dublador do inferno. Flare se contraiu na cama com as mãos sobre a cabeça com uma expressão aterrorrizante na face toda machucada. E voltou a repetir: — Ou mata… Ou se deixa morrer…

 

 Uma tragédia anunciada estava proxima a acontecer.

 

 BEM LONGE DE MAGNÓLIA…

 

 A noite estava realmente bela, mas bem selvagem; Uma fera saiu de seu confinamento, e um miseravel clamava por misericordia por seus pecados, enquando seu algoz ria de seu desespero.

 

 — Tenha piedade, Gajeel-sama! Eu juro que eu não o traí!

 

 — A questão é — Disse Gajeel em pé em frente ao homem que estava ajoelhado com o corpo enrolado em grossas correntes. —, o que ganhou com isso? Diga-me, e te digo o preço de seu perdão.

 

 — Me peça qualquer coisa. Qualquer coisa, e não exitarei em executar! — Prometeu o miseravel.

 

 — Errou!!! — Gajeel gritou em euforia e em seguida deu sua senteça: — Cortem-lhe a cabeça!!!

 

 E assim foi feito. Sobre as ordens de seu mestre, o samurai Totomaru, levantou sua espada e separou a cabeça do desgraçado de seu corpo. O corpo jorrou em sangue e desabou para o lado, enquanto a cabeça decepada saiu rolando pelo chão de terras vermelhas até os pés de Zancrow, um jovem sádico com um longo historico de violência. Seu ultimo ato foi quando espancou um idoso até a morte, pelo mesmo te-lo esbarrado por acidente em um beco. Com muita frieza o jovem pegou e levantou a cabeça como um trofeu pelos cabelos, e a deixou cair, mas antes dela voltar ao chão, o jovem sem escrupulos a chutou como se fosse uma bola de futebol em direção ao precipicio. O chute foi tão forte que a cabeça chegou a subiu quase vinte metros de altura antes de cair na escuridão do abismo, para a alegria de Zancrow e Gajeel que riam descontroladamente pelo feito.

 

 Totomaru por alguns estantes estremeceu; sua espada manchada de sangue quase escapa de suas mãos suadas e trêmulas. Ele se perguntava: "Qual era o sentido dessa morte e das outras? Valeria a pena servir um monstro em troca de vingança?" Sim. Ele se auto respondeu ao se lembrar de sua linda e gentil irmã, que em um certo dia fora sequestrada e transformada em uma vampira. Mesmo sedenta de sangue ela procurou por ajuda, mas o que encontrou foi uma sentença: a morte, por aqueles que se diziam guerreiros da luz.

 

 Sem um pingo de remorso, os executores abandonaram o corpo ali mesmo para ser devorado por animais selvagens.

 

 […]

 

 Quando o universo foi concebido, as trevas e a luz trilharam o caminho do equilibrio juntos. Mas uma criatura desconhecida pela humanidade começou a ganhar forças, e com seu poder de aliciar, varios filhos das trevas foram criados. Mas o instinto de sobrevivência da humanidade criou guerreiros para combater esse mal.

 

 Esses guerreiros são conhecidos como PALADINOS.

 

 FLORESTA PROIBIDA, Norte de Fiore.

 

 O relógio já soava meia-noite. Homens se transformavam em bestas-feras devoradores de carne humana, enquanto uma jovem lutava para livra-los de sua maldição.

 

 Em meio a floresta, o homem se empurrava desesperadamente entre as pernas de sua namorada excitada e alucinada. Seu pescoço; uma mordida de um animal desconhecido, talvez um fenino de grande porte? Ele não tinha certeza. Aquela marca ainda fresca, apareceu depois de ser encontrado desmaiado naquela mesma floresta um ano atras.

 

 Quanto mais se empurrava para dentro da mulher, e escutava os gemido de prazer dela, parecia não traze-lo satisfarção. Ele queria mais. E mais. Seu corpo estava esquentando, seus musculos se contraindo e espandindo a cada movimento. O coração duplicou os batimentos. Ela estava no auge do prazer, enquanto ele estava perto de um colapso. Quando de repente a jugular feminina foi agarrada com violência. Um sentimento de medo a percorreu; os olhos de um amarelo-fogo se estreitaram selvagemente. Aqueles mesmo olhos com aspecto selvagem observa aquela boca carnuda com uma vontade louca que a toma sobre seu poder. Ela se debate agonizada. Sangue começou a descer pelo canto de sua boca. Ela podia sentir que a qualquer momento sua lingua seria sugada de sua boca e devorada. Mas de repente seu destino muda, pois brota do meio da floresta uma jovem que chama a atenção do homem forçando-o a se despender de seus labios para dá atenção a desconhecida.

 

 Com os dois dedos indicador e medio juntos a desconhecida grita: “Solomon’s Seal” (Selo de Salomão) e aponta para as costas do homem que começara a ganhar pelos grossos, e imediatamente um selo na forma de uma estrela formada por dois triângulos sobrepostos, queima em seu corpo fazendo-o desabar para o lado desacordado.

 

 A mulher estava sem ação. Não sabia o que fazer, ou dizer. Mas quando ameaçou abria a boca para falar, a desconhecida sussurrou com os dois dedos juntos apontado para sua direção e gritou em seguida: “Deep Sleep” (Sono profundo) e um selo desconhecido brilhou no meio de sua testa fazendo-a cair instantaneamente em sono profundo ao lado de seu caido namorado.

 

 A bela jovem de cabelos castanhos ondulados e um corpo curvilineo se aproximou do casal que começaram a brilhar em uma luz azul e poucos segundos depois, eles se desfizeram em particulas brilhantes e se refazeram na mão dela em forma de uma belissima carta de tarô.

 

 — Os Amantes. — Ela sussurrou admirando com seus olhos afiados de lince a carta com a imagem esculpida de um casal nús voltados um para o outro de mãos dadas. — Foi mal, mas vocês teram que continuar o que estavam fazendo em outra hora. Mas que porra! — disse de repente revoltada. — Velho burro! Inútil! Se depender de mim, vai apodrecer na cadeia. Mas você também, Erza. Poxa vida! Tem que ser mais discreta quando for mandar alguém indesejavel para o inferno. — disse quando um grito de socorro ecoou do meio da floresta.

 

 Por acaso ela não havia adentrado na floresta com o intuito de salvar a mulher e seu selvagem namorado, mais por acaso eles estava no caminho; no caminho do rastro de uma criatura sedenta de sangue que havia arrastado um vitima para dentro da floresta.

 

 Sem medo a jovem avançou floresta adentro.

 

 Seus olhos de lince conseguia diferencia TUDO em sua frente, então não foi dificio encontrar a vitima e seu raptor bem em cima de uma grande arvore.

 

 — Solte ela! — ela disse assim que avistou o ser sanguinario agarrado ao pescoço de uma jovem indefesa.

 

 A vitima chorava baixinho.

 

 — Me ajude… — ela resmungou. Aos seus olhos tudo era um completo breu, mas para a Paladino e o sanguessuga que lhe prendia, tudo era captado nos minimos detalhes.

 

 O vampiro aperta o pescoço da vitima com raiva. Sua boca escorria sangue; sangue humano.

 

 — Eu vou pedir mais uma vez: Solte ela! — disse a Paladino. — Eu sei que não tem culpa pelo que aconteceu com você, mas se a soltar ilesa, eu prometo que te ajudo a lidar com essa nova realidade.

 

 — Me ajudar? — ele solta um riso nervoso. — Ninguém pode me ajuda. Ninguem… Éh tudo por culpa dela. — O vampiro dá um solavanco no pescoço da moça com ira, e começa a se lamentar: — Se não tivesse me traido, eu não teria acompanhado aquela mulher… ela não teria me mordido… eu não teria matado meus pais. Tudo o que eu sou, éh por culpa dessa maldita! — Ele grita e dá mais um solavanco no pescoço da vitima que se lamenta.

 

 — E-Eu sinto muito…

 

 Ele grita novamente.

 

 — Não! Não sente! Minha vida acabou! Eu não sinto meu coração bater… E mesmo assim estou aqui… sofrendo. Como isso éh possivel? Me diga? Por favor… — ele implora.

 

 A Paladino tenta outra vez.

 

 — Você vai me deixar te ajudar?

 

 — Cala a boca! — ele grita babando de raiva alucinado. — Você é igualzinho aquela mulher.

 

 — Mulher?

 

 — Linda com um fada, mas perigosa com uma cobra. Ela me salvou. Não. — ele se lamenta. — Foi o que eu pensei na hora, quando ela matou todos aqueles monstros que passaram horas brincava comigo. Agradecido, eu cheguei a ajoelhar a seus pés. Ela me olhou nos olhos e me disse com uma voz reconfortante, que ficaria tudo bem, que seria rapido e indolor. Eu fiquei paralizado. Morrer? Eu que nunca tinha feito mal a ninguem até aquele momento, não era justo. Eu implorei. Ela me disse que havia se passado 24 horas e a unica coisa que podia fazer por mim, era salvar minha alma. Ela teria me matado se não fosse por um descuido: um daqueles monstros se levantou. Enquanto ela voltou a derruba-lo, eu fugi desesperado e acabei caindo numa galeria de esgoto. Sorte? Foi o que pensei na hora, mas não. Quando fui pra casa e encontrei meus pais, eu os matei. Estava com tanta sede; uma sede avassaladora que me consumiu. Naquele momento eu sabia que não tinha mais volta. E mais cedo ou mais tarde aquela bela mulher me acharia e tudo estaria acabado. E essa puta —, ele dar mais um solavanco na moça com raiva — continuaria trepando com meu melhor amigo. Trágico, não é?

 

 A Paladino tentou novamente negociar com o magoado vampiro.

 

 — Eu sei que não quer fazer isso. Não é isso que seus pais desejariam. Solte ela e venha comigo, eu posso te ajudar.

 

 Ele afroxa a mão que apertava o pescoço da refem e volta a se lamentar.

 

 — Agora sei que não deveria ter fugido. Meus pais, aonde quer que estejam não vão me perdoar. Eu estou perdido. Me mate! — ele pediu de repente em lágrimas. — Por favor… acabe com a minha agonia.

 

 Quando parecia que as negociações chegaria ao fim, e a moça seria solta, algo se mexeu atras de uma grande arvore bem ao lado do sanguessuga que nada percebeu.

 

 Foi rápido. A vitima e seu raptor rasgados ao meio. O responsavel; um enorme lobo humanoide se ergueu diante da jovem Paladino.

 

 Ela não se abateu, já esperava por isso, por acaso, o nome da floresta se chamava Floresta Proibida, eis o motivo.

 

 Quando pensou que tudo podia piorar, piorou. Outros começaram a surgir. E poucos segundos estava cercada.

 

 Negociar com vampiros é dificio quanto mais com um recém-criado, mas com lobisomens em seu território, era impossivel. Assim pensou Cana Alberona, filha de Gildartz e irmã mais nova de Erza. Cana foi a única que Gildartz não conseguiu dá um "perdido" e sumir mundo afora, deixando a responsabilidade paterna nas costas de Igneel Dragneel.

 

 Com uma valentia sem igual Cana disse para o bando de lobos:

 

 — Se dão pouco valor as suas vidas miseráveis, então podem vir! Eu exterminarei todos!

 

 Mal disse pra ser atacada verozmente pelo lobo a sua frente e de suas costas e dos dois lados. Mas já estava preparada. Ao colocar a mão direita no peito uma carta surge e a moça vira o verso com a imagem de varias linhas cruzadas e gritou: “Vanishing line!(Linha de fuga)” O feitiço a tirou do meio do ataque como um flash fazendo os monstro quase colidirem uns com os outros.

 

 Quando perceberam a tragetoria da Paladino para fora de seu circulo de ataque, era tarde de mais, pois ela havia deixado duas cartas pra tras em seu lugar; Uma tinha a imagem de uma silhueta humana voltada para o sol em veneração, enquanto a outra tinha a imagem de um grande sol flamejante, que brilharam quando ela gritou: “Sunwordshipper!(Adorador do sol)” e em seguida gritou com os dois dedos juntos na direção das cartas: “Sun Stroke!(Insolação)” Ambas as duas cartas explodiram numa imensa bola flamejante que tragou os monstros para o seu interior.

 

 Quando a bola sumiu os corpos das criaturas desabaram no chão ardendo em brasa. Com suas mortes, poucos segundos após retornaram para suas formas humanas.

 

 Cana suspirou aliviada, e em seguida soltou um riso nervoso quando um vulto correu por entre o mato. Com sua visão aguçada ela sabia muito bem o que enfrentaria em seguida.

 

 — Ai, ai… era de se esperar. — Ela disse um pouco desanimada, quando garras foram encravadas num tronco de arvore em sua frente. — Tudo bem… Fazer o quê? Pode vir! — disse sacando mais duas cartas. Mas não teve tempo para ativar o poder, pois a fera de grande força e agilidade era na verdade um Lobisomem duas vezes maior do que os anteriores; um Alfa que veio com tudo contra a Paladino.

 

 Como uma esplendida guerreira, Cana desviou do primeiro golpe das garras mortais do Alfa com muita agilidade. Em seguida deu um salto mortal ao segundo ataque que cortou o tronco de uma arvore atras de suas costas. Depois desviou mais uma vez de um golpe que teimava a visar seu tronco com a intensão de dilacera-la. Cana tentou revidar mais uma vez, mas o lobisomem não dava trégua. Cortando tudo em sua volta, arvores e mais arvores caiam sobre sua ira.

 

 Teve um momento que para fugir de um ataque, Cana mergulhou entre dois troncos de arvore evitando assim um ataque mortal das presas do lobisomem, e foi nesse momento que conseguiu invocar um punhal de prata.

 

 Cana já se encontrava ofegante, mas os movimentos do Alfa ficava cada vez mais rápidos e mortais. Cana precisava encontrar rápido uma brecha para contra-atacar a fera, senão ela acabaria perecendo.

 

 O momento chegou. Cana deu varios saltos furtivos nos troncos de arvores de um para outro até pular com a intenção de ficar atras da fera e executar um golpe fabuloso e mortal com seu punhal, mas assim que encosta o pé no chão seus joelhos a trai, e Cana é acertada com violência contra uma arvore onde bate com as costas e cai de peito no chão.

 

 — Droga, que mancada. Como eu saio dessa? — Ela resmunga tentando se levantar, mas tinha certeza, algumas costelas foram quebradas.

 

 Cana podia jurar que o lobisomem a praguejava, pois em meios aos grunhidos da fera, ela conseguiu ouvir um "desgraçada”, mas não era hora para ficar refletindo sobre isso, pois a fera já se preparava para atacar novamente.

 

 E ela veio com tudo, se lançando em direção de Cana com sua enorme mandibula encravejada de dentes enormes, mas antes que as presas chegasse 1cm do rosto de Cana, algo impede o monstro. Quatro ganchos de ferro ligados a correntes atravessam os membros da fera por tras, fazendo gotas de saliva salpica no rosto de Cana.

 

 Uma voz feminina e fantasmagorica gemia na escuridão. Era um som enlouquecedor, a figura balançava suas demais correntes freneticamente. A imagem tomou forma, e Cana pode ver. Não era humano tampouco uma besta, era medonha, suspendida no ar, a terrivel Dama de Ferro, abre sua enorme boca vertical e puxa por suas correntes a besta-fera, que resiste encravando suas garras no chão, e um “Não” foge como um grunhido de sua boca, mais mesmo assim é vencida, e acaba dentro da fantasmagorica Dama de Ferro (tipo de caixão com cravos de metal que na era medieval era usada como arma de tortura) que se fecha em cima de seu braço decepando-o. Ao tocar ao chão o braço voltou a forma de um braço humano, aparentemente um braço feminino.

 

 — Ora, ora, ora. Parece até coisa do destino. — disse a silhueta que se formou na escuridão, e depois mais duas.

 

 Cana tentou apertar os olhos para enxergar, mas seus olhos estava a perder o brilho felino que lhe dava uma visão aguçada.

 

 — Droga! O feitiço está enfraquecendo. — ela resmugou pra si própria.

 

 A Dama de Ferro parecia gemer satisfeita. Um gemido de prazer como se sua fome acabara de se saciada por uma deliciosa refeição. Uma especie de poça escura foi se largando debaixo da Dama que frutuava envolvida num ar fantasmagorico, e aos pouco mergulha na poça até desaparecer junto com a mesma.

 

 Cana viu alguém se distanciar da escuridão. Claro, que para ela que aos poucos ia perdendo a visão aguçada, mais de 5 metros a sua volta era um total breu graça a floresta que é constituida por gigantescas arvores de mais de cem anos de idade. O alguém agora era nitido; loiro, cabelos compridos e selvagens e olhos vermelhos acompanhado de um grande sorriso diabolico. Era o sadico Zancrow. Ele se aproxima-se de Cana e agacha em sua frente, e passa a mão acarecia o rosto de Cana. Ela o rejeita.

 

 — Deixa eu ficar com ela, Gajeel-sama. — Zancrow pede excitado sem tirar os olhos de Cana. Ela por outro lado se sentia surfocada. Aqueles olhos vermelhos exalavam loucura. Olhar para eles era um tipo de tortura; uma tortura psicologica.

 

 O samurai Totomaru, surge da escuridão. Sem falar nada, ele faz um movimento com o braço direito da esquerda para a direita, e seguindo esse percusso varias chamas fantasmagoricas brotaram um após a outra afastando um pouco a escuridão. A iluminação trouxe a tona os estragos que o lobisomem deixou antes de seu final na boca da Dama de Ferro.

 

 Gajeel veio em seguida com um enorme sorriso diabolico e disse para o loiro:

 

 — Não. Eu tenho outros planos para ela.

 

 — Eu a quero. — Zancrow insistiu.

 

 — Você escutou, não escutou? — Gajeel disse friamente.

 

 Com a negativa, Zancrow entortou a boca insatisfeito. Por um instante, pensou em abrir o peito de Cana só para contestar Gajeel, mais do nada se afastou.

 

 — Nunca deixa eu fazer nada. — resmungou Zancrow de maneira infantil.

 

 — Calado! — disse Gajeel, voltando sua atenção para Cana que continuava inerte no chão.

 

 Com sua clarividência, Cana pôde enxergar as auras sinistras de Gajeel e Zancrow. Eles eram podres, segundo sua percepção. Uma podridão que estava além de seus corpos; Sua almas eram disforme e grotescas.

 

 Mesmo ferida, Cana não podia mais da mole, e se ergueu vigorosa, pronta para atacar aquele que chegassem perto. E foi o que fez: num movimento rápido e maravilhoso, ela chamou pra si o punhal de prata que havia escapado de suas mãos depois do golpe que o lobisomem lhe dera, e encravou no peito do alvo mais perto de si; Zangrow. O rapaz nem teve chance de defesa e caiu de cara no chão, e uma poça de sangue começou a se formar ao seu redor, enquanto ela pulou pra seu proximo alvo; Gajeel. Mas por instinto ele vira o rosto o suficiente para evitar que o punhal encravar-se em sua nuca, e agarra o pulso da moça e aperta até quebrar. Cana grunhiu baixo. Ela não demostraria fraqueza de maneira alguma. Mas algo a supreende; o rosto do homem por onde o punhal passou deixando um grande rasgo, se cura instantâneamente.

 

 — Maldita! — Gajeel a ameaça ainda segurando a pulso quebrado da moça. — Você vai implorar pra morrer. E escuta isso: Isso não vai acontecer! Não antes de testemunhar o massacre dos da sua laia. Será um banho de sangue!

  

  — Demônio, sua hora está chegando! — Com toda hostilidade de seu ser, Cana cospe no rosto do homem que ri, e ele retribui lhe dando um tapa na cara com as costas das mãos. Ela vai ao chão e sente uma dor imensa por causa no só do pulso quebrado pelo homem, mas tambem por algumas de suas costelas, que provavelmente tambem estavam quebradas pelo ataque do lobisomem.

  

  — Hi Hi Gi! E assim que eu gosto. — Ele solta seu sorriso enconfudivel e da uma ordem a seu samurai. — Cuida dela.

  

  — Sim mestre. — Totomaru segura o braço da moça e puxa pra que a mesma se levante, e em seguida travessa sua espada na garganta dela afim de mantê-la sobre seu controle e avisa. — Qualquer gracinha, eu corto sua garganta.

  

  Cana não demonstrou nenhuma reação, parecia calma.

  

  Antes de partir Gajeel parecia em dúvida enquando observava o resquisio de vida de seu lacaio caido mergulhado na poça de seu próprio.

  

  — Sorte sua que eu ainda necessito de seus poderes. — Gajeel disse e num estalo de dedos invoca a terrivel Dama de Ferro que emerge fantasmagóricamente do chão, abrindo sua grande boca vertical, libera suas correntes diabolicas que enrola nos quatro membros do caido Zancrow e o arrasta para seu interior vazio num terrivel grito horripilante. Quando ela fecha sua enorme boca, mergulha novamente no chão como da primeira vez. — Espero que ela (Dama de Ferro) não esteja de mal humor e acabe devorando ele. — ele dá de ombros. — Azar o dele se isso acontecer.

  

  Ela sorriu. Um sorriso travesso e misterioso. O sorriso da mulher de branco no alto de um rochedo. Com sua bola de cristal observara tudo; Observara a saida de Gajeel e sua prisoneira para fora da floresta. Observara o mesmo encontrar um jovem desconhecido que criara um tipo de vortex, e ambos adentarem e sumirem levando Cana consigo.

  

  […]


Notas Finais


Beijos, até a próxima!♥♥♥


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