1. Spirit Fanfics >
  2. O Bem Maior >
  3. París

História O Bem Maior - Capítulo 6


Escrita por:


Capítulo 6 - París


E a neve que representava escancaradamente a chegada do inverno, caía sobre uma grama que agora alva, era pisada pelos pés de um trio de amigos que juntinhos aproximavam-se de um ancião que perto de seus sapatos, havia uma garrafa de licor vazia. Dumbledore, Grindelwald e Mcgonagall já estavam enfrentando a perigosa ideia de viajarem clandestinamente e o ancião aceitava os galeões dados pelo Gellert e logo os pediam para que segurassem na garrafa de licor e em uma rápida contagem regressiva, os jovens aventureiros viajaram através da chave de um portal e logo se encontravam bem no centro da bela Paris.

-E agora? Qual será o nosso destino? –Perguntava Dumbledore que batia a neve dos ombros de seu casaco, não estava nevando em Paris, então as pessoas que passavam, estranhavam aqueles três cobertos de neve.

-Não podemos aparatar, ainda somos de menores... –Minerva e Alvo olharam sincrônicos para Gellert. –O que foi? Eu também tenho as minhas habilidades.

-Para atrair confusão. –Respondeu Minerva e logo todos riam.

-Vou precisar que você se transforme em gata, só temos dinheiro para dois hóspedes.

-Você pensou em tudo, em? –Minerva não havia gostado da ideia, pois a sua animalia ainda era ilegal. –Eu posso ser presa.

-Você ainda não é registrada e isso nos favorece, você não pode ser detectada. –Alegava Dumbledore atraindo um olhar crítico da amiga. –Estamos em Paris, Minerva, vamos aproveitar. –Ela se deu por convencida.

Ao anoitecer, após terem se instalado em um hotel barato, o trio foi a uma festa clandestina promovida por bruxos de maiores, voltada ao publico jovem, havia uma magia de natureza desconhecida que desativava o rastreio dos jovens bruxos que lá permaneciam.

-Você disse que não tinha dinheiro para uma terceira pessoa, mas tem para festas? –Perguntava Minerva que trajando um belo vestido verde lodo, atraía olhares  que passavam despercebidos por ela.

-Não são bem galeões que eles aceitam aqui. –Respondia Gellert, entregando ao segurança, algo enrolado em um tecido velho e amarrado com um pedaço de barbante.

-O que era aquilo? –Indagou Alvo que recebeu como resposta, um sorriso do amante.

-Magia. –Ouvia-se a resposta, mas a voz fora da Minerva. –Magia original, feitiços, criações, eu sei que lugar é esse! –Uma música dançante soava cada vez mais alto na medida em que eles se aproximavam do salão e logo deram de cara com dezenas de jovens bruxos, dançando, bebendo, sorrindo, felizes. –É o requinto dos criadores. –Completava sonhadoramente. –Como você o descobriu?

-De nada... –Alegou Gellert com molejo. -...por trazê-los ao juvenil paraíso bruxo. Divirtam-se, peçam o que quiserem, já está tudo pago. –Concluiu com um orgulho cafajeste e tinha Dumbledore pela cintura, dando-lhe um apaixonado beijo, deixando-o estupefato ao finalizar dele. –Por duas semanas, estamos livres de todas as obrigações.

-Eu quero beber! –Exclamava Minerva correndo para o primeiro bar que ela avistou e logo pedia a bebida mais inusitada da noite.

-Vá devagar, moça. –Alertava o garçom que a assistia a virar o copo e sorrir com as bochechas rubras.

-Quero outro!

-Pega leve, Minerva, temos a noite toda. –Dumbledore falava segurando no ombro da amiga que já estava demasiadamente animada.

-Vamos dançar! –E os outros dois a acompanharam ao centro do salão.

Aproveitaram cada segundo daquela noite, estavam livres, ali não tinham nomes, obrigações, pais, eram três jovens felizes, dançando aproveitando o que lhe restavam de liberdade julgando que dali a um ano teriam que fazer escolhas difíceis demais para mentes tão juvenis.

Minerva havia conhecido um amigável rapaz que os acompanhou a noite toda, os rapazes também simpatizaram com ele e na volta para casa, ele os acompanhou até o hotel e antes que os três entrassem, revelava-se.

-Pessoal, eu não sou um bruxo. –Gellert gargalhou embriagado, Minerva não estava surpresa, tampouco Dumbledore.

–Em momento algum você nos disse que era um de nós, então relaxe. –O rapaz de codinome Pierre, sorriu aliviado após o dito de Grindelwald. –Mas estou curioso, como eles o deixaram entrar?

-Digamos que sou amigo dos fundadores, ajudo a eles a passarem despercebidos em alguns territórios não bruxo.  

-Parece, meu amigo Alvo... –Iniciava uma animada Minerva que descasava sem braço no ombro de Dumbledore. -... que nós dois temos uma queda por homens criminosos. –Todos riram, até o Pierre que foi convidado para um passeio pela Paris que estava agendado para o dia seguinte.

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...