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História O bosque dos desejos - Polieric - Capítulo 16


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Notas do Autor


B
O
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L
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I
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R
A

Capítulo 16 - Preciso de um tempo...


*Éric Narrando*

Eu ainda estava a olhar pela minha janela a nioite que caia, quando escuto alguém bater em minha porta e vou em direção da mesma receoso.
Quem estava acordado uma hora dessa? Eu não acredito em fantasmas, mas sei lá, vai saber.

Quando abro a porta me surpreendo com o que eu vejo...

*Poliana Narrando*

Quando Éric abre a porta, ele está sem camisa e só com o pijama da parte de baixo, com o cabelo todo amassado e o seu peitoral a mostra.
Merda! Essa imagem era o caminho da perdição...
Quando vejo, eu estou paralisada sem me mover e meus olhos fixos ao seus. Tento falar mas não consigo transmitir nenhum som.
Dupla merda!

*Éric Narrando*

Quando abro a porta eu me deparo com Poliana, sim Poliana.
Passamos algum minuto sem dizer nada, só quando dei por conta que Filipa estava ali também.

– Oi, querem alguma coisa? – perguto confuso.

– É... eu... eu queria... – fala poliana gaguejando.

– Ela queria conversar com você. – diz Filipa de uma vez olhando de um lado para o outro, parecendo que estava em busca de alguém.

*Poliana Narrando*

– É. – afirmo o que a Filipa acabou de falar.

– Ok, pode entrar. – diz abrindo a porta para mim e Filipa, só que ela não vem atrás. – Não vai entrar? – pergunta Éric.

– Não, eu falei que ela que iria conversar com você não eu. – diz e para de olhar para os lado para encarar Éric a sua frente. – agora fechem a porta antes que alguém veja. – diz e sai dali indo em direção ao seu quarto que fica do lado do meu que é três quartos a frente do de Éric.

– Ok. – diz ele antes dela ter ido e fecha a porta ficando de costas para mim.

*Éric Narrando*

Estou nervoso, não sei porque mais estou e muito por sinal.
Me viro para Poli que está corada e tímida com os seus braços cobrindo seu corpo, como se estivesse com frio.
E é aquele pijama do dia que ficamos presos no guarda roupa do corredor, santo Deus...
Vou até o meu baú que tem em frente minha cama e pego uma manta, cor azul claro com estampas de estrelas, e dou a ela que agradece com um sorriso de canto de boca e se cobre com a mesma.

Quando eu iria começar a puxar assunto eu sinto minha cintura sendo rodeada por braços pequenos e me abraçando com um abraço de urso. Tomo um susto mais retribuo do mesmo jeito só que carênciando  seu cabelo.

– Desculpa –diz mais como um susurro abafado contra o meu peitoral nú.

– Pelo o quê? – pergunto mais puxo seu queixo para cima, para juntar nossos olhares.

– Por ter te deixado sozinho o dia todo. E por não ter nenhum menino aqui para você ficar fazendo sei lá o que, essas coisas de meninos – susurra como se fosse só para mim escutar.

– Não precisa pedir desculpas. Você teve motivos. Então, por favor não peça desculpas – digo dando carinho com meu dedão na sua bochecha.

– Ok – diz rencostando seu rosto no meu peito e eu inalando o cheiro de seu cabelo que cheira a seu shampoo de cereja.

*Poliana Narrando*

Paro de abraçar ele, que fica meio confuso, mas relaxa em seguida.

E vou andando em direção de sua cama, um pouco fora dos padrões desse castelo mais mesmo assim bonita. Me sento nela ficando de frente a ele, mas decide sentar se ao meu lado, me puxando para perto me fazendo apoiar a cabeça em seu ombro.

– Você ainda gosta dele? – pergunta inocentemente mais com um tom de nevorsismo.

– ...

– Se não quiser falar tudo bem... – diz, desculpando se, mas ainda com um tom lá no fundo, bem no lá fundo eu senti que ele estava curioso para saber a minha resposta.

– Não, tudo bem, eu não gosto mais dele. – digo olhando minhas mãos.

– Mesmo? – diz quase sem acreditar ainda.

– Sim, mesmo. – digo confirmado pela segunda vez.

– bom, saber... – sussurrou para si mesmo só que consegui escutar perfeitamente, mas deixei passar.

– Então... como foi passar o dia sem eu por perto? – pergunto mudando de assunto rapidamente.

– Um tédio completo. – diz afadigado.

– Então o que você quer fazer amanhã? – pergunto olhando para os meus pés balançando para frente e para trás.

– Não sei, você pode decidir por nós dois. – diz, eu olho para cima fazendo nos olhares se encontra, sua pupila dilatada e a brilhar com divertimento. Estamos a centímetros um rosto do outro, me fazendo sentir sua respiração bater contra o meu rosto e acho que o mesmo está a contecer com ele.

Ele se curvou levemente, entreabrindo os lábios. Seus olhos estavam brilhando não por divertimento mais sim por excitação enquanto a minha pele corava por todos os lados. Éric procurou meu olhos, esperando por aprovação, e certamente àquela altura, ele sabia que a tinha. Olhou de volta para a minha boca e estávamos tão próximos que ele foi capaz de roubar uma respiração minha. Arqueei as costas e ele se aproximou o suficiente para que nossas bocas se tocassem. Então ele sugou a parte inferior dos meus lábios e o gemido que deixou escapar foi tão cru e instável que faz meu peito se rasgar de dentro para fora. Ele pressionou o polegar sobre o meu ouvido, seus dedos segurando a parte de trás da minha cabeça enquanto ele pairava sua testa sobre a minha. Eu gemi em sua boca, porque era melhor esse beijo é melhor do que eu possa imaginar: quente, doce e fazia meu corpo está em chamas. Ao me colocar em sua colo a pressão rígida de seu quadril sobre meu pijama de frio deixava mais evidente que ele estava duro, mesmo que ele estivesse  acabado de me tocar. Sua língua dançava com a minha, quente, úmida com um leve gosto de coco e menta. Sabia que deveríamos parar porque eu sabia aonde isso ia dá, não significa que seria na cama o caso de tudo, mas por causa de nosso passado era melhor pararmos por alí. E nossa relação nunca daria certo porque éramos pessoas muito diferentes e arriscar seria colocar em risco o que eu mas temia.
Porque quando tudo acabasse entre nós, eu não seria capaz de estar dentro daquele castelo, olhar e agir com Éric como se tudo fosse normal, não contudo que eu sentia por ele.
Porque eu simplesmente não conseguia largá-lo porque seu aperto era como o inferno e parecia tão certo que era capaz de me assustar.
Ele se afastou apenas o suficiente para respirarmos. Éric não me olhava nos olhos, seu olhar está a perdido em meu lábios. Sua boca entreaberta  deixava escapar sua respiração curta, enquanto seu peito subia e descia. Ele deixou escapar um suspiro pesado, então me encarou e seus olhos brilhavam em um tom muito escuro. Tão lindo. Ele colocou as duas mãos nas laterais do meu  rosto e me puxou enquanto eu encostava levemente a lombar na cama, curvando a parte de cima do corpo, quase deitando sobre ela, e Éric sugava meus lábios, fazendo um movimento com o corpo. Eu o afastei para tomar fôlego, então o puxei novamente, enfiando minhas mãos em seus cabelos cacheados/liso e macios, enquanto ele levantava meu corpo facilmente, me colocando de volta ao seu colo. O gemido que ele deixou escapar foi capaz de me fazer perde a consciência. Naquele momento acreditei que minha calcinha estivesse tão molhada a ponto de eu passar para o meu pijama de frio. Eu suguei seu lábio inferior, aproveitando para roubar uma respiração dele, retomando um pouco de ar e aos poucos, com beijos leves e pequenas mordicadas, nos perdíamos o ritmo e vontrolávamos nossas respirações, enquanto nós afastavamos lentamente. Éric  esticou a mão e puxou uma mexa de cabelo sobre o meu rosto e a colocou atrás da minha orelha, mantendo sua testa colada a minha enquanto ele ainda roçava seu rosto ao meu. Passando seu nariz sobre a lateral do meu rosto e fechando os olhos novamente, enquanto um sorriso brincava em seus lábios, fazendo meu coração derreter entre as minha costelas. Mas quando seus olhos abriram novamente. Foi aí que a ficha caiu de uma só vez.
Eu não podia beijar Éric o que eu acabei de fazer aqui é errado para nós dois. Então eu me afastei, fazendo seu sorriso desmanchar e eu sentir sua ausência por ter me afastando. Então eu falei.

– Preciso de um tempo. – digo saindo as presas do quarto dele sem deixar ele dizer uma última palavra se quer...









Continua...


Notas Finais


Beijos e até o próximo 😘😘😘🤗🤗🤗

– Mari♥


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