História O Bourchiery - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alex Turner, Amandla Stenberg, Hailee Steinfeld
Visualizações 4
Palavras 632
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Voltei com esta história! " O Bourchiery" está modificada. Achei melhor assim kkkk

Espero que gostem,boa leitura!!! :)

Capítulo 1 - Agora 21!


Alex

A última lembrança feliz que tenho de minha mãe,ela está usando um vestido branco todo florido de girassóis,cantando alegremente na cozinha,preparando um bolo de chocolate. Lembro-me vagamente de estar brincando com um carrinho em cima da mesa de madeira. Meu pai ainda não tinha terminado o trabalho na fazenda.

Eu sempre tive uma memória feliz dos meus pais e no fundo,desejara ter isso um dia.

O pior dia da minha vida ficou marcado como uma cicatriz profunda. Minha mãe visitou uma amiga que fizera aniversário. Ela voltaria um pouco tarde da noite,deixando eu e minha irmãzinha com minha tia. Meu pai trabalhara até tarde. Horas antes dela chegar,o telefone toca e uma voz masculina do outro lado da linha diz que mamãe sofrera um acidente de carro. Ela morreu na hora.

Conforme os dias se passavam,a falta que ela fazia era imensa. Passamos um tempo na casa da tia Susan até meu pai estar preparado para nos criar. Desde cedo tive de aprender as tarefas de casa e a cuidar de Hailee. Meu pai não poderia largar o emprego,estara na melhor época de colheita e precisavamos do dinheiro.

Depois de anos da morte da mamãe,meu pai casou-se novamente com Cecília. Uma doce mulher e com uma filha,Amandla,do primeiro casamento. Um ano depois do casório,a família aumentou,tendo como o mais novo membro, Simon.

Agora,oficialmente maior de idade,poderia ir embora viver minha própria vida,estudar ou fazer qualquer outra coisa. Mas não. Trabalho com meu pai na fazenda,desde os meus oito anos e ainda não pretendo ir embora. Eu não conseguiria deixá-lo. Ou melhor,deixá-los.

Desço as escadas pronto para o trabalho. O cheiro de café fresco com torradas todas as manhãs é maravilhoso,Ceci tem boas mãos para a cozinha. Ela já deixa tudo preparado à mesa.

- Bom dia,Ceci.

- Bom dia,aniversariante! Meus parabéns! - Ela me dá um forte beijo em minha bochecha e me abraça.

- Obrigado.- sorrio pra ela,que segura meu rosto em suas mãos.

- Você se tornou um rapaz muito bonito,aliás,você é um pacote completo não é mesmo! - ela ri.

- Teve a quem puxar,meu garoto.- Meu pai entra na cozinha,sorridente e me abraça. - Meus parabéns,meu filho.

- Obrigado,pai.

- Bem,aproveite este belo café da manhã! O dia será puxado!

Sentamos à mesa para comer,enquanto Hailee se aproxima toda sorridente. Ela me dá um beijo na bochecha.

- Feliz aniversário,maninho.- Diz,entregando-me um pequeno embrulho num papel pardo. - Este é meu e de Amandla...e não tinha papel de presente então pegamos um envelope.

- Obrigado! Depois quero saber quanto ganharam pra me fazerem isso. -elas riem.

- Ah,não foi muito não.- Amandla sorri.

Eu abri o embrulho que envolvia uma pequena caixa. Quando abri,havia um chaveiro de ferro,em formato de guitarra.

- Na verdade,é para complememtar o meu.- Cecília me entrega um envelope.

- Ok,vocês estão me deixando sem graça.

- E este aí complementa o meu!- Meu pai levanta e fica ao lado de Ceci,com um grande sorriso.

Ao abrir o envelope,meu sorriso se alargou,ao ver uma chave. Olhei para meu pai em confirmação e ele se virou para a janela.

- Vai testá- la!

Levantei-me rapidamente para ver para onde ele olhara. Uma caminhonete vermelha estacionada do lado de fora.

- Não acredito!

Corri para fora,dando de cara com um carro. Meu carro. Todos saíram vendo minha empolgação.

- Não é um carrão daqueles,mas...

- Mas eu adorei! Pai,obrigado! Obrigado a todos vocês!- Minha voz saiu um pouco embargada com tanta emoção. Nunca imaginei que esse dia chegaria,de ter meu próprio carro.

 Inaugurei-o na estrada de terra da fazenda. A melhor sensação foi dirigir um meu. Só de poder me locomover daquele lugar sem pedir carona para meu pai ou qualquer outro vizinho das redondezas...já é o bastante.


Notas Finais


Continua?


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