História O Brinquedinho da Akatsuki - Capítulo 5


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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hidan, Itachi Uchiha, Konan, Nagato, Pain, Sasori, Zetsu
Tags Akatsuki, Sakuakatsuki, Sakura
Visualizações 77
Palavras 2.413
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, meus lindos! Perdão pela suuuuuper demora, sim? ^-^'
Espero que gostem!

Capítulo 5 - Dominante


- Você só pode estar louco, cara. O sexo com ela só pode ter mexido com a tua razão-hm - o loiro contestava atrapalhado. - Eu não quero. Obrigado pelo convite, me recuso a fazer algo assim, afinal essa não é a minha praia - completou deslocando-se dali para o banheiro.

Deteve-se entre a porta por um breve momento. Com uma expressão retorcida complementada por gotículas de suor que escorriam por suas têmporas, decidiu mover-se para dentro do local engolindo em seco.

- Deidara... - Sasori o chamou enquanto revirava os olhos, não conseguindo conter o tédio. - Eu senti a sua presença por aqui umas incontáveis vezes - o ruivo falou com a porta.

Ruídos estridentes foram ouvidos vindo do banheiro, este era Deidara com olhos arregalados, após todo o seu corpo tremer entre suspiros pesados e Sasori seguiu:

- Agora mesmo você está agitado. Posso saber o porquê? Não. Não precisa responder... - O ruivo afirmou fitando a rosada.
Sakura, que agora estava confusa, também apreciava a ideia de que pusera um Akatsuki nervoso. A rosada apenas retribuiu as afirmações do ruivo com um tapinha no peito do mesmo, que a ofereceu com um sorriso de canto de boca. Um olhar sacana mútuo surgia aos poucos, como se com isso demonstrassem terem compreendido a posição de Deidara e, simultaneamente, acordado algo entre si.

Dentro do banheiro, o loiro seguiu removendo a capa ainda que muito desconfiado com aquele mistério que ficara no ar. Mas mais do que entender a situação, ele queria tomar um bom banho no ofurô, assim deixou o corpo deslizar pela banheira quadrangular no canto do pequeno banheiro, depois de largar a capa da Akatsuki na pia ao lado dela. Buscava relaxar depois do breve momento de tensão que viveu, seu coração ainda acelerado agora se acalmava após ele fechar os olhos. Ele fitou durante alguns segundos o banheiro de paredes cinza escuro buscando o sono, ainda exaltado.

Entre pensamentos nebulosos, se sentia aquecido, num sonho gostoso e macio, um paraíso tão longe e tão perto. Estava alcançando o êxtase mental enquanto permitia cada parte de seu corpo relaxar, quando permitiu os olhos pesados fecharem-se por fim. Num momento de intenso relaxamento no corpo, começou a ver coisas como um corpo magro se insinuando para ele, oferecendo-lhe sorrisos. Ele poderia ficar duro só com isso. Entre um suspiro e outro, sentiu o corpo ficar tensionado e o cenho franzir-se, a expressão se contorcia aos poucos. Era sufocante. Abriu os olhos de súbito, buscando o ar que lhe faltava fitando a água movendo-se e desfigurando seu rosto.

Reposicionou-se entre piscadelas e avistou o que tanto temia pensar ver. Uma Sakura com uma expressão inocente fechando a porta do banheiro e pior, nua. O loiro engoliu em seco, ainda incerto se aquilo se tratava de um sonho.

- O que está fazendo aqui? - Indagou na defensiva.

- Eu também tenho que tomar banho, sabe - respondeu inocentemente, sentando-se na madeira do ofurô, abrindo as pernas para que ele visse sua intimidade. - Afinal o danna foi muito além do seu limite só pra me satisfazer - completou em meio a um sorriso travesso. 

O rosto delicado avermelhando-se aos poucos conforme sua intimidade era avistada por um loiro ofegante e arredio. Ela escondia parcialmente o rosto enrubescido com as madeixas róseas, enquanto era observada por um loiro titubeante. Sua região íntima expulsava seus fluídos mesclados ao de seus recentes amantes e o de olhos azuis seguia-os atentamente, enquanto vez ou outra entrava em contato visual com as orbes esmeraldinas dela.

- O Danna? - Ele indagou molhando os próprios lábios, buscando se manter são.

Aproximou-se da intimidade dela enquanto engatinhava, o cheiro forte dali o enlouquecia, mal conseguia conter as vontades impróprias que brotavam em sua mente.

- O Danna esteve aqui? - Indagou tocando ambas as pernas da kunoichi, delicadamente, no tempo em que inalava o odor incrível que a região continha, enquanto a olhava. Ela mal conseguia se manter controlada, tamanho embargo.

- Sim. Danna esteve aí e me deu muito prazer. Não quer sentir o gosto do Danna, Deidara-san? Pode sugar o quanto você quiser do nosso prazer... - Afirmou com embargo, entre suspiros entrecortados, sendo surpreendida pela língua faminta.

Ele se permitiu sentir o gosto amargo e ao mesmo tempo doce e salgado que aquilo tinha. Sua vontade tão contida se revelava em linguadas intensas e contínuas no orifício rosado, de lábios protuberantes e saborosos. Ele girava a língua, buscando ocupar cada espaço dentro da intimidade dela, buscando qualquer rastro da porra de Sasori. Vez ou outra a via de baixo, tocando os próprios seios e gemendo em tom audível, enquanto remexia levemente os quadris, perdendo aos poucos o controle. Ele igualmente excitado, se permitia caçar na intimidade dela os vestígios do tão exibido prazer dos dois, um prazer saboroso que já sentia falta do gosto, visto que sugara até a última gota.

Deidara recuou sem ar, indo para trás com certa velocidade. Ele lutava pra esconder a reação do próprio corpo ao ver a figura insinuante ao seu lado tão exposta. A pele alva suada, nas coxas marcas avermelhadas e os seios médios em repetidos momentos mexendo-se devido à respiração nada calma da rosada. Ele estava irrevogavelmente excitado com isso. Usou as mãos para acalmar seu membro saliente, que não se acalmava por nada, não importava o quanto relutasse.

Despertou quando ela disse um "'tô' entrando". As pernas magras sendo tocadas pela água quente que, surpreendentemente, lhe renderam arrepios e os mamilos rosados também reagindo com isso, enrijecendo-se. Ela soltava leves gemidos entre lábios apertados, enquanto sentia agora a água lavar o suor em sua barriga e depois os ombros. Era revigorante e acolhedora a temperatura. Isto, somado a um loiro extremamente descomposto e rubro, lutando para afastar-se dela, era instigante, senão perfeito. Ele virava o rosto e arfava descontroladamente e a única coisa que o impedia de pular fora da banheira, era o impacto evidente que ela causara em si, que ele lutava inutilmente para esconder.

Isso a instigava num nível completamente elevado, praticamente insuportável. Ela mordia os lábios vendo-o tentando recuar, mas não pôde deter-se em avançar na direção do mesmo. A pouca distância de seus corpos fazia o loiro tremer.

- Não precisa esconder o seu, eu não escondi a minha - ela falou no ouvido do loiro com voz suave.

Sua mão foi de encontro a dele, definitivamente a temperatura naquela região, era mais alta do que a da banheira. Arfou no ouvido do loiro, que a sentia remover suas mãos de cima do próprio membro. Ela assumia o controle conforme ia movendo seu membro para cima e para baixo lenta e tortuosamente. Uma das mãos ela usou para que capturasse o queixo dele. Ela os forçou a conectar seus olhares e sua posição de dominância sobre ele era clara quando ele esbanjava tamanha vermelhidão em seu rosto e os lábios se apertavam com força para controlar a respiração que quase não saía dos pulmões. As mechas loiras a impediam de ver a imagem clara de um loiro entregue. Tratou de, com cuidado e delicadeza, remover os fios do rosto belo dele. Ela suspirou perto dos lábios do artista ao sentir o corpo arrepiar-se por inteiro ao vê-lo na palma de suas mãos daquela maneira.

Ele já enxergava tudo com certa dificuldade, visto que os olhos fechavam-se ver ou outra devido ao estado mental em que se encontrava, em total posição de defesa, sendo dominado pelos lábios macios da kunoichi, que distribuía beijos pela quentura de suas bochechas e ia conduzindo-o com suas mãos macias em seu membro que se derretia com os movimentos de onanismo que ela fazia nele, construindo um alto nível de prazer com algo que ele já havia feito dezenas de vezes em si mesmo. Ela mordiscava seu queixo devagar, fazendo-o fechar os olhos vez ou outra e suspirar de maneira a movimentar os cabelos róseos. Ela estava tentada a consumir os lábios entreabertos do loiro, que a fitava, mas não a conseguia ver direito devido a embriaguez do tesão que sentia.

As mãos do Akatsuki moveram-se em direção ao ombro livre da kunoichi para tocá-lo e confirmar se ela era real, pois não conseguia discernir a situação, visto que hálito quente que ela deixou escapar em seu rosto fizera sua razão desmantelar-se outra vez. Deidara percorreu o ombro da jovem apertando-o até alcançar a nuca da mesma, enquanto sentia sua alma ser sugada pelo topo de seu pênis quando sentiu o gozo próximo. Ele batia o queixo conforme os calafrios percorriam cada canto do corpo descoberto, vendo-a lamber irregularmente seus lábios, pedindo passagem.

Para a surpresa de ambos, ao mesmo tempo, eles caçaram os lábios um do outro e ao encontrarem, sentiram a vontade clara de suas línguas uma pela outra. Sakura perdeu um pouco do ritmo do onanismo que praticava no loiro quando o viu tomar iniciativa de beijá-la de maneira inesperada. Ela sentia-se borbulhando por dentro, conforme gradativamente a língua de Deidara invadia a sua boca de maneira apressada e sensual e o próprio se surpreendia com a pressão que impunha no corpo da jovem, que o retribuía massageando sua língua com suavidade e desejo. O loiro sentia o corpo corresponder com estímulos diretos em seu membro que crescia ainda mais na mão pequena de Sakura vendo-se incapaz de conseguir conter os próprios impulsos, ou deter os próprios pensamentos em meio ao beijo cheio de troca de calor.

O Akatsuki apertava os olhos vez ou outra durante o beijo, visto que carícias mais maliciosas de sua parte, inevitavelmente, aconteciam. Os toques gradativamente evoluíam conforme sua mão deslizava dos ombros que tanto apertara até o busto da kunoichi e sem mais poder conter-se,sentiu os dedos direcionarem-se para os seios arredondados e durinhos apertá-los. A mão era preenchida pelo que comprovava os intuitos também maliciosos da rosada, seus mamilos enrijecidos tocavam as palmas das mãos do artista, que intensificava seu beijo na rosada com isso.

Eles moviam os corpos mais para a direção do outro conforme a temperatura de suas estruturas se elevava e todo esse contato lingual e manual que mantinham tornava ao grau de excitação algo insuportável. Para Sakura, que já sentia o interior umedecer, era o limite. O loiro, parecia ter lido os pensamentos da rosada, visto que eles em sincronia se levantaram, ainda conectados pelas bocas, as quais trabalhavam o prazer um do outro.

O peitoral do loiro era tocado pelos seios eriçados da rosada e isso o fazia a querer ainda mais. Ela selou seus lábios pela última vez antes de movimentar-se até a parede, onde pôs as mãos e apoiou um dos pés na madeira do ofurô, ficando exposta para o Akatsuki, que sem hesitar esperou o momento certo para ligar-se à ela. Ele posicionou-se e sentiu cada parte do membro aquecer-se no interior de Sakura. As mãos do artista percorreram as costas molhadas dela até chegarem a cintura da mesma, onde começou a conduzi-la. Em movimentos de vai e vem, os dois já não podiam conter a necessidade de gemer.

Ele a adentrava com certa pressa, esperando ter seus ouvidos agraciados pelos gemidos dela, que pouco a pouco foram se moldando, de uma voz presente para uma mais fraca, pausada. Então ele notou que o próprio corpo a impedia de conseguir gemer, tamanha força que impunha nas estocadas. Os movimentos do corpo de Sakura batendo no seu, os cabelos róseos grudados nas costas molhadas, a candura na pele de sua pele delicada se transformar em pontos vermelhos conforme seus dedos foram marcando-a devido à força que impunha, enquanto pressionava-se para dentro dela era um conjunto que sabia não poder suportar por muito mais. 

Vez ou outra ele perguntava se a rosada se sentia tão bem quanto ele e em resposta, o interior dela piscava. Ele tinha essa característica atrativa para ela, a de se preocupar com o prazer da parceira de uma maneira doce. Ele era mal, porém pouco importava para ela, desde que ele a esteja fodendo devidamente. O Akatsuki se sentia estranhamente bem, estando no mesmo lugar que Sasori esteve. Um lugar quente e úmido, que lhe rendia uma sensação de conforto estendida e que de certa forma, o fazia sentir como se estivesse fodendo-a junto ao Danna. Era incrivelmente bom quando, entre arfadas, ele se dava conta disso.

Os cabelos loiros moviam-se rapidamente, ficavam cada vez mais colados no próprio rosto, conforme o nível de tensão em seu corpo gerava gotículas de suor que não paravam de brotar. Uma sensação efervescente o acometia conforme entre uma estocada e outra, era perguntado se fodê-la pensando no Danna era bom. Sakura estava aprendendo rapidamente a ser a mulher fatal que nunca imaginou poder ser. Em meio a pensamentos confusos ela se sentia ensopada. Ajudava-o com o próprio corpo, movendo os quadris sinuosamente e tocava uma das mãos dele como uma forma incentivá-lo a dar à ela tudo o que tinha. Esse jogo sexual a estava agradando de diversas maneiras.

Ele sentia a garganta seca, já que o corpo o forçava a liberar os gemidos mais intensos que já havia dado na vida e suas forças se esvaiam no tempo em que a sentia gozar algumas vezes, ela molhava todo o seu falo e isso fazia barulhos sensuais demais para que ele pudesse aguentar.  A rosada girou o rosto em sua direção. Os cabelos róseos moveram-se majestosamente permitindo-lhe ver a pele sedosa de suas bochechas ruborizadas, complementada por lábios apertados e olhos estreitos. Ela também estava chegando no limite. Juntamente a ela, franziu o cenho e apertou os lábios quando Sakura capturou uma de suas mãos para que ele tocasse seus seios e os apalpasse enquanto era penetrada com vigor.

Ele buscava se concentrar na penetração e na massagem que fazia nos seios suaves e ainda tentava adiar o gozo, que insistia em querer chegar. Aquele conjunto elevava o grau de sua libido, ele não poderia seguir com aquilo. Entre olhos apertados, visivelmente esbaforido ele direcionou seu olhar para ela, que parecia entender a mensagem. O loiro a penetrou-a uma, duas, três vezes até que permitiu que seu prazer caloroso a preenchesse. E eles juntos desmantelaram-se lentamente até sentarem-se na banheira. Eles se ajudariam-se agora a fazerem o que inicialmente deveriam ter feito, tomar banho. Entre olhares cheios de ganas de conversar, eles optaram pelo contato físico. Uma olhadela de Sakura era o bastante para garantir que o segredo de Deidara seria mantido. No momento, para ambos, isso bastava.


Notas Finais


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Beijos! <3


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