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História O brinquedinho do principe - Capítulo 13


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Notas do Autor


Oi pessoal demorou mais eu vim, com essa coisa toda de pandemia, eu vou ter mais tempo para escrever essa fanfic então, conto com o apoio de vcs. Lembrando que os comentários me motivam muito então se não for incômodo eu pesso por favorzinho que me diga oque achou.

Beijinhos e...
Boa leitura <3

Capítulo 13 - Abstinência de Saky


Nós abrimos a porta da casa, lá estava a mãe de Sora com um papelzinho na mão, junto com o Ren segurando as suas pernas, seu marido estava na mesa pensativo.

- Chegamos em casa - os dois falaram em uníssono.

- Ah, seja bem vindo meu querido filho - ela balançava o papelzinho de um lado pro outro.

- sim mãe, o que houve, qual o motivo de todos estarem aqui reunidos? É algo importante, estou enganado?

- Na mosca filho, você talvez tenha esquecido mas, chegamos na época... digamos, numa época especial...

- Sim...? Que evento especial é esse?
- Também estou curiosa, o que tem nesse papel?

- Não acredito que você esqueceu a melhor tradição de todas?
- Ah, não você não tá falando sério né? Eu começo a namorar e você vem com uma dessas?

- Mas é por isso mesmo meu filho, você finalmente vai participar da MELHOR BRINCADEIRA EM FAMÍLIA DE TODOS OS TEMPOS!

- Mamãe, que brincadeira é essa?
- Ah vocês também fazem jogos em família? Quando eu morava com os meus pais toda a sexta feira era noite de jogos de tabuleiro, que divertido.
- Não é esse o jogo mas é... parecido. É o clássico jogo anual da família Sagawa, o jogo da abstinência sexual, com prêmios.

* cadeira caindo *

- Ah não isso de novo não, eu fui um fracasso no ano passado, esse jogo me dá arrepios.
- Oh, querido não assuste a namorada do seu filho, nem é tão ruim assim. Ren você poderia explicar o jogo, do jeitinho que eu te falei mais cedo?
- Claro mamãe, a regra é simples, o maninho e o papai não pode encostar na bucetinha da Nee chan nem da Kaa san por 1 semana, é proibido todo e qualquer contato físico com a intenção de sexo, também não vale nenhuma pre eliminar. O jogo dura por uma semana, quem aguentar até lá, vai viajar com a gente, pra Okinawa. Falei certo mamãe?

- Claro meu filho, mas faltou 1 pequeno detalhe: em comemoração a chegada da minha norinha, na quarta feira será ingerido um afrodisíaco.

- Mas o que?! Isso não é justo, eu fico 3 dias sem transar com ela e já entro em desespero, imagina 1 semana, e pra piorar tem essa merda de afrodisíaco.

- Meu filho, entenda uma coisa - ela fala baixinho no seu ouvido. - Sem o devido sofrimento, a brincadeira não tem graça, ta na hora de tirar esse sorrisinho do seu rosto.

- Ta bem, mãe. Eu entendi, mas, não vai rolar sexo hoje também?
- de jeito nenhum, o jogo começou quando você entrou por essa porta.

Bom Jogo para todos, entrem nos seus quartos.

1° dia - Saky on
Eu me levanto da cama com o despertador, meus olhos ainda estão pesados, faz um dia que eu não faço sexo, nada mudou muito, mas eu sinto um pouco a falta da dor. Para começar o dia bem eu vou tomar um banho bem gelado.Eu preciso de um creme novo, o armário de cremes fica no quarto do Sora, de toalha mesmo, vou buscar um creme.

....toc,toc,toc...

- Quem é? - Ouço uma voz rouca dentro do quarto, será que ele vai ficar bem?

- Sou eu Sayaka, só vim pegar um creme.
Sagawa abre ainda molhado devido ao banho, apenas com a calsa jeans do colégio, com uma toalha no pescoço. Ele estava realmente vermelho e ofegante.

- O que aconteceu Sagawa, você está com febre? - Saky põe a mão na sua testa, rapidamente, Sora agarra a sua mão e pressiona com força o seu pulso.

- Cuidado com essa mãozinha, docinho.- Ele puxa Sayaka para beija la, pedindo entrada para sua língua e logo em êxito.
Foi um longo e demorado beijo, nunca se teve um beijo com tantas más intenções envolvidas. A toalha de cabelos de Saky cai, no caminho de volta ao seu quarto sem ela perceber.

Sora on
Encontrei a toalha de Sayaka no chão e sorrateiramente a peguei sem que ninguém visse. Tranquei a porta, com a toalha em minhas mãos não acreditando que eu consegui chegar a esse nível. Aquilo me lembrava o seu cheiro. Aproximei um pouco mais ao meu nariz para sentir o cheiro melhor, a reação do meu corpo foi quase instantânea, em minutos eu já estava exitado, eu olhei para a toalha mais uma vez, hesitante, decidi resistir a tentação, a coloquei em cima da minha cama e fui arrumar meu cabelo, eu não conseguia tirar meus olhos daquela toalha, minha mente estava cheia de pensamentos envolvendo a Saky, e o quanto ela era perfeita, peguei a toalha novamente, e a cheirei, instintivamente, minhas mãos foram para de baixo da minha calsa, comecei a fazer movimentos leves, cada vez mais cheirando mais profundamente aquela toalha. Tirei minhas calsas e a minha roupa íntima, segurei firme o meu membro rígido, e comecei a masturba-lo, é muito difícil, a Sayaka faz de um jeito que eu não consigo explicar mas é assustadoramente melhor.

- Coloquei a toalha em cima do meu rosto para abafar os meus sussurros. Minhas mãos estão se movendo sozinhas, parece que mal tenho controle sobre elas.
- Saky... Saky.... eu te amo... Saky.
E depois de longos sofridos 15 minutos eu finalmente gozei, mas aquilo não era o suficiente, eu não sentia os seus cabelos negros, seus labios doces, sua pele branca e quente. Eu preciso dela agora ,mas ,não posso por causa desaa Brincadeira idiota.
Joguei a toalha dentro do meu armário, e me vesti.

Saky on

Eu estava no quarto até que eu ouvi ....



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