História O brinquedinho do principe - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Original, Principe, Romance, Shoujo, Vida Escolar
Visualizações 9
Palavras 1.457
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Outro hot pra vocês ^3^

Capítulo 3 - Tornando a minha


Fanfic / Fanfiction O brinquedinho do principe - Capítulo 3 - Tornando a minha

Sayaka on

Eu estava em transe naquele momento, se não fosse a ligação da minha mãe me chamando pra ir pra casa eu não voltaria para a realidade, eu não acredito que fiz aquilo.

- Eh, s-sinto muito eu preciso ir. - Eu saio correndo desesperadamente, ajeitando minha blusa agora toda amassada, meu rosto estava muito quente. Espero não estar vermelha.

-Sayaka porque demorou tanto? O que aconteceu está 1 hora atrasada! - Eu tive que ficar ouvindo o sermão da minha mãe o caminho todo até em casa, eu dei a desculpa que estava fazendo um trabalho e no fim ela ficou tranquila. Quando cheguei, fui direto pro meu quarto, tomei um banho e fui me deitar, não consegui tirar aquela imagem da minha cabeça, aquele pervertido me segue até nos sonhos. Na próxima semana meus pais irão viajar, finalmente um pouco e paz.

Sagawa on

Saí da escola ainda extasiado, ainda conseguia sentir o sabor da sua boca, tão suave, esse brinquedinho estava me entretendo de mais e eu estava esquecendo dos outros, bom, não poderia deixar as meninas do karaokê de lado. Me ligaram então eu resolvi passar lá.

- Yo Sagawa kun, por que demorou tanto?- Obviamente não vou falar que estava com a minha nova perdição. Não ia dar esse gostinho a ele.

- Uns problemas aí - Quando eu sento chega uma menina ruiva do meu lado, bem encorpada, era Yuichi, uma peguete do loirinho, ela demonstra que quer alguma coisa a mais do que só conversar mas, eu não vou apagar o sabor da minha raposinha da minha boca com essa puta. Ela se aproxima de mim, sinto um desgosto descendo pela garganta.

- Assim não. - Amarrei seus pulsos e ela grita de dor. Ela tenta se solta e avança pra cima de mim. - Que nojo de você - olho a menina com desprezo enquanto ela me beija. Ela está tirando o gosto do meu brinquedinho. Seu beijo é amargo. -Você nao presta mais pra mim. - Saio do Karaokê e ignoro a face incrédula dos dois. Chego em casa, tomo um banho e vou me deitar, aquela puta contaminou o cheiro de jasmim do meu brinquedinho. Ainda consigo sentir a textura de seus cabelos nos meus dedos. Isso na minha cama seria uma loucura. Até agora a única que nunca revidou nenhuma das minhas pequenas torturas foi ela, esse brinquedinho é mais interessante do que eu pensava.

O final de semana passou rastejando. Mal consigo esperar pra brincar novamente.

Cheguei na escola, sentei no lugar de sempre, minha raposinha chegou um pouquinho mais tarde. Ela senta na cadeira, ainda um pouco aérea.

- Yo Raposinha – Fui me aproximando até o seu rosto, havia poucas pessoas na sala, puxei a cortina da sala e a beijei.- Hm doce como de costume.

- o que você acha que está fazendo? Ficou louco. – Ela diz incomodada porém não estava surpresa.- O-oque você quer de mim ?- Eu quero amarra-la, tortura-la lentamente , mas obviamente não disse isso, não aqui.

- Ah só queria ver seu rostinho, me ajuda a escolher? Sua voz gemendo ou me xingando? – Vamos provocar para ver no que dá.

- Aquilo foi apenas um deslize, não pense que faremos isso novamente, seu idiota. – Com toda certeza não faríamos aquilo de novo, faríamos pior, ela não tem noção do que acontecerá com ela.

- Awn não seja tão má comigo Saky chan – Já deu de pagar de bonzinho, ela precisa ter um pouco de noção com quem está lidando. Me aproximo do seu ouvido e sussurro num tom grave e rouco. – Eu vou sentir o seu sabor novamente nem que seja força. – Ela treme todinha, tão linda coradinha.

- E-eu não vou deixar, nunca.- HAHAHA continue sonhando.

  

Sayaka on

No final da aula eu corri para a saída, não quero olhar na cara do Sagawa  Pervertido, vejo um menino loiro, com olhos claros, ele se aproxima até mim.

-Yo Bobinha, eu te vi com Sagawa, você parece interessante.- Ele envolve seus braços entre a minha cintura e beija meu pescoço, eu não gosto dessa sensação, ele é um cara bem estranho, ele começa a subir o beijo e beija minha boca, mas que horrível, seu beijo não demonstra nenhum sentimento, um menino totalmente livre e que me deixa livre, sem conexão alguma.

- O que você está fazendo?- Empurrei ele, ele se aproxima novamente e cheira meus cabelos,  isso é repugnante.

- ah um cheiro natural de jasmim. – Ele continua a se envolver em mim, uma sensação de desgosto desce pela minha garganta, tento me soltar mas ele me abraça me prendendo,chupando meu pescoço e me beijando.

Ao longe eu vejo um silhueta familiar, Sagawa aparece não muito confortável com a situação, bom, na verdade ele estava odiando isso.

 

Sagawa on

Vou ao pátio para provocar meu brinquedinho, eu não encontro o loiro em canto nenhum, quando chego lá vejo minha propriedade sendo atacada pelo loiro, como essa puta ousa ser brinquedo de outra pessoa? E como ele usa o meu brinquedinho na cara de pau? Ela aparece com chupões por todo corpo, um tom choroso enquanto ele a apalpava, ele estava desfrutando a sensação de pegar o meu brinquedo, passando a mão em seus cabelos. Ela vai pagar caro por isso, ele também. Eu afasto os dois e dou um soco bem no seu nariz, ele grita com seus nariz sangrando.

- mexendo no meu brinquedinho? Não é possível que você cometa tal audácia. – Eu olho fixamente ao meu brinquedo. – você venha aqui agora. – Eu a puxo pelo braço com força. Vamos ao estacionamento.

- Para onde você vai me levar? – Diz ela num tom choroso.

-Você vai pagar pelo que fez, você passou dos limites, eu vou passar também. – jogo ela no meu carro e levo ela no meu carro até a minha casa. Chegamos lá, ela parece nervosa. Entramos na minha casa, eu tranco a porta de casa e a pressiono contra a parede, começo a beija-la, não acredito, que aquele idiota sentiu esse sabor, sentiu esse cheiro, ela estava marcada por ele, eu odeio isso, ponho ela nos braços, o tesão e a raiva estão tomando conta de mim, muitas vezes paramos no meio do caminho, eu a prensando contra a parede para continuar a sentir seu sabor. Abro a porta do banheiro e a jogo na banheira, ligo a água quente e jogo nela, de roupa e tudo.

-Kya, o que você está fazendo? – Ela ficava cada vez mais quente e não era apenas por causa da água, nossos corações acelerados, a água quente escorrendo por nossos corpos eu vou perder o resto da consciência que eu tinha.

-Desinfetando, não quero que meu brinquedo se contamine com aquele verme! – Abro sua blusa molhada, abro seu sutiã, e começo a me deliciar, ela era doce por completo, não tem como resisti a isso. Eu estou cada vez mais duro, parece impossível me conter nesse estado. Mesmo molhada eu ponho e a no colo e a jogo n minha cama, amarro suas mãos, no alto da cabeça.

-Por favor, não pare.- Ela me fala ofegante, eu passou a mão por sua perna e subo adentrando entre suas pernas, ela gemia baixo, se contorcendo, e revirando os olhinhos, com o suor escorrendo pelo corpo, não pensei 2 vezes antes de adentra-la, eu fui de uma vez só, mas ela gritou de dor, pera ela é virgem? Vi o sangue escorrer, por suas pernas, eu não estava raciocinando direito, o tesão anestesiava qualquer sensação.

- Se quiser para tudo bem, mas se quiser continuar, já aviso que vai doer.- mesmo que eu já estivesse dentro eu não queria força-la.

- Não, está tudo bem, não me importo com a dor, dede que seja para você. – Ah eu não acredito que ela falou isso, a pulsação é intensa, eu só ficava cada vez maior dentro dela, é tão apertado, parece que estou sendo sugado cada vez mais, os gemidos que antes eram baixos, agora estão incontroláveis, eu a marco por todo seu corpo, ela estremecia a cada estocada, eu a amarrava cada vez mais, suas pernas, mãos e pressionava minha mão contra seu pescoço, os movimentos que no inicio eram lentos se tornam cada vez mais rápidos , ela se torna cada vez mais pulsante, eu estou chegando ao meu limite.

-É eu, eu, estou, quase lá – ela fala ofegante quase sem voz, chegamos no ápice, eu estava exausto. Fomos a outro quarto, um mais limpo pois não dava pra ficar numa cama toda ensanguentada, molhada e com preservativos cheios de esperma . Estávamos exaustos, eu finalmente a fiz minha, espero que esteja bem claro que ela é meu brinquedinho mais precioso.



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