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História O Bunker - Capítulo 1


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Notas do Autor


Publiquei apenas o início, dentre três foi aprovada então esta história em específico eu vou levar até o final.

Antes de tudo vou avisando que há muita violência, drogas, estupro, espancamento e vários outros assuntos pesados, então se vocês se sentem incomodados, aconselham que saiam agora.

Capítulo 1 - Garotinha


As ruas, iluminadas por postes de luz e lojas 24 horas, estava estranhamente vazia naquele dia, somente Namjoon estava ali naquele momento, ele nem sabia que horas eram, apenas queria chegar em casa seguro.

O Kim estava voltado de uma festa, comum entre jovens da idade dele, no caso, 16 anos. Nunca fora tão fã de festas, porém tinha ido para aquela a muitos pedidos de seus pais. E, como bom filho, resolveu ir.

No caminho, ele alistava mentalmente coisas que gostaria de fazer o dia seguinte.

1.       Aprender uma nova coreografia de Girls Generation

2.       Comer carne bulgogi no almoço

3.       Assistir suas séries favo-

Seus pensamentos foram interrompidos por um baque alto. Se virou assustado, vendo um homem alto e encapuzado que tinha esbarrado em uma lata de lixo. Ele riu, soltado um:

-Noite difícil, uh.

Namjoon apenas soltou um risinho, cobrindo seu rosto com o cachecol e voltando a andar. Porém aquele homem ainda o seguia. Apressou o passo, notando que, a medida que andava mais rápido, aquele homem continuava lhe acompanhando.

Mal notou quando começou a correr, já até podia ver sua rua, estava perto de casa, logo a sensação de perigo passaria, pensava.

Porém não foi assim.

Rapidamente foi puxado para um beco, tendo seus gritos abafados pelo seu próprio cachecol, que foi usado pelo homem como mordaça. Ele se debatia, tentando de alguma forma escapar do aperto perigoso em que estava. Arqueou as costas quando sentiu algo perfurando seu pescoço, logo depois, perdendo todas as suas forças.

Seu choro aumentou quando sentiu suas roupas sendo arrancadas de seu corpo, ele tentou, tentou escapar de todas as formas, mas agora seu corpo não lhe obedecia mais, nem mesmo sua mente, agora ele via apenas borrões.

Tentou se soltar mais uma vez quando ouviu o barulho de zíper, falhando novamente. Logo, quando foi brutalmente penetrado, sua mente, buscando poupar-lhe daquele sofrimento, simplesmente apagou.

....

O ar frio e o cheiro enjoativo de morango foi notado assim que Namjoon acordou, notou como o quarto era infantil e semelhante ao estereótipo de “menininha”. As paredes estavam em tons rosas pasteis, não havia janelas, porém o espaço era tomado por luzes pisca-pisca nas cores roxas e rosas, posters de desenhos infantis e alguns quadros com fotos suas, quando crianças e outras tiradas de suas redes sociais.

O chão era coberto por um carpete branco, com vários brinquedos espalhados de forma “organizada”. A cama, era coberta por edredons brancos e rosas, com várias almofadas em tons pasteis e um urso de pelúcia grande, que estava posicionado por baixo de si, entre suas pernas.

A roupa que usava consistia em uma blusa verde pastel com um panda e seu short com o mesmo tom, porém um pouquinho mais escuro, cheio de pandinhas espalhados e em seus pés, um par de meias brancas.

O desespero tomou conta quando notou o que tinha acontecido, as lembranças da noite anterior vieram em flashes, acompanhadas de um choro doloroso.

Seu quadril doía e sua entrada queimava, além de que seu corpo ainda estava sobre efeitos da droga, inserida em si na noite anterior.

Assustou-se quando a porta foi aberta. O homem entrou sorrindo, segurando uma bandeja. Havia frutas cordadas, um copinho infantil com suco e algumas bolachas.

-Oh, bebê, por que está chorando?

Deixou a bandeja no criado mudo, lhe puxando para seu colo. Namjoon imediatamente lhe empurrou, mas o que conseguiu foi cair novamente na cama.

-Ah... está com medo do papai, querida?

Não respondeu, se encolhendo.

-Tudo bem.

O homem se levantou, saindo do quarto e voltando com duas seringas. Namjoon rapidamente se jogou da cama, se arrastando pelo quarto, tentando escapar do homem, que sem problema algum andou até si, puxando-o para seu colo.

Uma das seringas foi inserida em seu pescoço, novamente a sensação de fraqueza foi sentida. Já nem conseguir se defender, o Kim foi levado até a cama, tendo seu short baixado, a outra seringa foi aplicada em sua bunda.

-Vamos ver como ficou sua bocetinha, querida?

O homem tirou suas roupas intimas, abrindo suas bandas, tendo a visão de sua entrada maltratada e alargada. Havia sangue seco e esperma ali. Namjoon chorava pela humilhação, puxou a perna daquele urso para perto, mordendo-a, tentando abafar seu choro. Seu subconsciente dizia que ninguém iria ouvi-lo naquele lugar.

Sentiu um paninho húmido em sua entrada, o homem lhe limpava com calma, delicadeza e maestria, porém, o que começou como uma simples limpeza, passou a ser um toque malicioso por parte do maior.

Enfiou dois dedos, mordendo o lábio quando começou os movimentos. Sua mão esquerda foi até o membro do menor, o acariciando. Namjoon não esboçava nenhuma reação, se na primeira vez não tinha conseguido, agora era bem provável que não consiga também.

-Você pode gozar pro Papai, uh? Pode ser uma boa garota pro Papai e gozar bem gostoso?

O homem estimulava sua próstata e glande simultaneamente, mas era claro que Namjoon não estava sentindo prazer com aquilo, estava claro que não iria atender aos pedidos do homem que lhe molestava.

-Você não pode, não é? Você apenas não sabe como sentir prazer, não é? Você é tão burra, garotinha...

O homem se afastou, limpando as mãos e indo até o armário. Pegou uma pequena nécessaire azul e voltou para Namjoon, o pegando no colo. O jovem deixou-se ser levado pelo grande corredor branco.

O Kim analisava todo aquele corredor, branco, frio e sem vida. Porém, a medida em que andavam, portas apareciam, todas com cores diferentes, coloridas e vivas, cheias de adesivos infantis.

O homem entrou em uma porta azul, com adesivos de peixinhos e bolhas. Era o banheiro.

-Eu vou lhe banhar, garotinha, depois vou te alimentar, você vai ficar livre pra brincar, tá?

Tirou as roupas do menor, o colocando na banheira e ligando logo depois. A medida que a banheira enxia, Namjoon começou a notar sua situação.

Tivera sido estuprado, sequestrado e molestado, o homem parecia ser um stalker que o seguia dês de muito novo, e ele mesmo nunca tinha o notado. Não o reconhecia, não lembrava de nada que pudesse revelar a identidade daquele homem.

O banho continuou silencioso e de forme lenta, o Kim não esboçava nenhuma emoção ou reação, a constante sensação de medo e de que poderia vomitar a qualquer minuto o apavorava de um modo que não conseguia explicar.

Quando o banho acabou, novamente foi pego no colo, coberto com uma toalha fofa e carregado para o quarto. O homem lhe colocou sobre uma bancada alta, como se fosse um trocador, viu o homem lhe vestir com uma calcinha fofa e infantil branca, em seu torço, um sutiã sem bojo, do mesmo tecido que a calcinha, com uma carinha fofa estampada.

Um moletom largo foi posto, e em suas pernas, meias 7/8 quentinhas.

-Vamos comer, meu bem.

Voltou com Namjoon para a cama, ajudando-o a comer, mesmo que o menor não quisesse. O medo fazia que o menor apenas obedecesse, ele definitivamente não queria passar por perrengues maiores.

-Isso, você é uma boa menina. Uma boa menina pro papai...

....

Depois de comer, Namjoon apenas ficou lá na cama, até dormir. Porém ao acordar, notou que estava em um local diferente.

A sala em questão tinha o chão acolchoado por um tapete de peças de montar feitas com um tipo de borracha, havia travesseiros espalhados e milhares de brinquedos. Realmente, como um quarto de recreação.

Mas aquilo não chamou sua atenção, e sim a garota de porte médio brincando no canto da sala. Ela usava um vestido branco e meias rosa bebê, ela tinha cabelos negros e compridos, pele clara e sem nenhuma marca ou mancha.

-E-Ei...

Chamou baixinho, se arrastando como podia até ela.

-Oh, a neném acordou!

Ela sorriu, deixando seus dentes e gengivas a mostra.

-V-Você sabe onde estamos?

-Ah... estamos em casa.

Falou como se fosse óbvio.

-Não! Eu... eu fui sequestrado! A-Aquele homem m-me trouxe pra cá!

-Oh, o Papai? Ele... ele faz isso as vezes... mas é assim que ele demonstra amor, ele não quer machucar a gente...

Sua voz engrossou por alguns segundos, a garota se encolheu contra parede, abraçando suas pernas.

-O papai é bom, e por isso precisamos ser boas garotas... É melhor obedecer do que ser punidas....


Notas Finais


Não gosto de coisinhas fofas, tentei, não deu certo, e agora eu me concentro com coisas mais pesadas :")


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