História O caçador de expressões - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ficção

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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - O caçador de expressões


Fanfic / Fanfiction O caçador de expressões - Capítulo 1 - O caçador de expressões

De habilidades incomuns vivia um homem ao qual se chamava o caçador de expressões. Rostos não eram só rostos para ele, faziam parte do seu fetiche de copiar expressões. Sim um estranho hobbie, se a pessoa ria ele a esperava passar para imitar quase identicamente o riso da pessoa, se alguém passava serio ele rapidamente se proponha a imitar cada traço de tamanha seriedade, ele dava o maximo para copiar os mínimos trejeitos. Ele não deixava passar nenhuma expressão, no seu celular ouvia “Nick Cave – into my arms” no volume Maximo, o som do fone ecoava pelos seus ouvidos, fazendo com que cada nota ressoasse lá dentro como o som de um sino em uma catedral ressoa assustando as pombas com seu quase infinito eco, e assim ele ia caminhando seguro de si, como se todas aquelas faces fossem apenas mais um acorde da musica de Nick. Mas não se pode dizer q ele era indisafiavel, pois certo dia ele encontrou um homem que não carregava expressão nenhuma, não era tristeza, não era devaneio e nem desanimo, era um homem sem expressão. O caçador aflito fazia de tudo para imitá-lo, mas não conseguia e depois de muitos meses tentando em falhas e falhas ele criou coragem e perguntou para o homem:

- Que expressão é essa que carrega nos rosto e já não muda faz tempo?

- Essa é a expressão de um homem que perdeu todo o amor que tinha.

- Mas, o contrario do amo não é o ódio? Não tens expressão de ódio, não tens expressão nenhuma.

- O contrario do ódio é a calma, o amor não têm antônimos, ou você ama, ou nem existe mais.

Depois de ouvir isso o caçador imediatamente conseguiu imitar a expressão do homem, mas não propositalmente, o seu rosto tão bem treinado congelou naquela expressão  gélida que também se encontrava em seu rosto. Pobre caçador de expressões, por tanto gostar delas terminou sem nenhuma, muitos ainda sussurram que ele só imitava aquelas pessoas porque queria entende-las, o porque riam, o porque choravam, poderia ter ido longe se não tivesse tentado entender um homem que não sabia mais o que era amar.



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