História O Caçador e a Princesa Demônio - Capítulo 5


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Categorias High School DxD, Supernatural
Personagens Abaddon, Akeno Himejima, Amara, Anna Milton, Asia Argento, Castiel, Chuck Shurley, Crowley, Dean Winchester, Ellen Harvelle, Gabriel, Grayfia Lucifuge, Irina Shidou, Issei Hyoudou, Jo Harvelle, Koneko Toujou, Kuroka, Lilith, Lúcifer, Meg Masters, Miguel, Personagens Originais, Rafael, Rias Gremory, Rossweisse, Rowena MacLeod, Ruby, Samandriel, Sirzechs Lucifer, Sona Sitri, Vali Lucifer, Xenovia Quarta, Yuuto Kiba
Tags Anjos, Demonios, Espíritos, High School Dxd, Mitologia, Monstros, Sobrenatural, Supernatural
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Palavras 2.248
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Seinen, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Caramba, mais de duas mil palavras. Tá começando a ficar interessante.

Capítulo 5 - Alfa e Beta


                               Terça-feira, 5 de Março de 2013

 

                Acordo em mais uma manhã comum. Levanto, faço minha higiene bucal, tomo café da manhã, e ligo para Dean, para ver como ele está.

 

Dean: Fala aí, Chris. Estamos nos Estados Unidos, caçando rastros do Demônio.

 

Chris: É... o Bobby me contou.

 

                A verdade é que não quero envolver meus amigos. Se for pra morrer caçando, que seja sozinho.

 

Chris: Me avisa se pegar o FDP.

 

Dean: Tu vais ser o primeiro a saber, cabrão.

 

                Dean desligou.

 

Chris: Se ele souber que eu tomei sangue de demônio, ele vai me matar, mesmo que tenha sido contra minha vontade.

 

                Eu saí de casa, e fui para o colégio. Chegando lá, me encontro com a presidente do Conselho Estudantil. Seu nome é Sona Sitri.

 

Sona: Você é o Chris, certo?

 

Chris: O que a Presidente poderia querer comigo?

 

Sona: Assunto particular. Me siga.

 

                Eu fiz como ela me pediu, e ao chegar na sala do Conselho, sinto uma pancada na minha cabeça. Eu acabo desmaiando. Quando acordo, estou amarrado numa cadeira. Vejo o Conselho inteiro me observando.

 

Chris: O que... aconteceu? Por que me amarraram?

 

Sona: Você devia saber... caçador.

 

                Ah, é claro.

 

Chris: Demônios. Eu devia saber.

 

Sona: Rias pode confiar em você, mas eu não sou tão ingênua. Se eu deixar você fazendo o que bem entender, você vai achar que somos frágeis, e vai tentar se livrar de nós. Por isso, vamos nos livrar de você primeiro.

 

                Dito isso, ela pegou um estilete. Sona queria mesmo me matar.

 

Chris: Posso dizer minhas últimas palavras.

 

Sona: Claro.

 

Chris: Exorcizamus te, omnis immundus spiritus, omnis satanica potestas, omnis incursio infernalis adversarii, omnis legio, omnis congregatio et secta diabolica. — Tradução: Nós te exorcizamos, cada espírito impuro, cada poder satânico, cada incursão do adversário infernal, cada legião, cada congregação e seita diabólica.

 

                Ao começar o exorcismo, eles sentiram uma dor de cabeça forte, e começaram a pegar fogo.

 

Chris: Devo continuar?

 

                Um dos membros do Conselho, um loirinho chamado Saji, implorou:

Saji: Por favor, pare. Isso machuca.

 

Chris: É só não me matarem que eu não exorcizo vocês. Além do quê, eu estou ajudando a Rias a caçar os Demônios Antigos.

 

                Nessa hora, Sona ficou surpresa.

 

Sona: Você sabe dos Antigos?

 

Chris: Graças à Rias, sim!

 

                Sona pareceu ficar mais calma.

 

Sona: Então você vai nos ajudar?

 

Chris: Se você é amiga da Rias...

 

Sona: Melhor amiga.

 

Chris: Então sim.

 

Sona: Nesse caso, soltem ele.

 

                E assim o fizeram.

 

Chris: Desculpa ter que apelar pro exorcismo. Eu fiquei assustado.

 

Sona: Desculpa ter amarrado você.

 

                Eu dei um sorriso forçado. Mas aí, eu senti outra dor de cabeça. Eu vi um carro sendo atirado na janela do Conselho Estudantil, pegando a Sona de jeito, e possivelmente a matando.

 

Chris: Cuidado!!

 

                Disse eu, pulando e tirando Sona do caminho. O carro veio com tudo. Por sorte, os outros também desviaram.

 

Sona: O-Obrigada! Você me salvou.

 

Chris: Quem é que está aí? — gritei pela janela, ou pelo que restou dela.

 

                Havia um cara de armadura vermelha, me encarando do pátio. Eu o reconheci na hora.

 

Chris: (Dreadnought. Um dos lacaios do meu pai.) — pensei assustado.

 

Dreadnought: Chris! Aceite seu destino, e venha até seu pai.

 

Chris: Jamais!!

 

Dreadnought: Então te arrastarei até ele.

 

                Ele veio com sua espada, mas eu desviei, e dei uma voadora em seu rosto, caindo com ele no pátio.

 

Sona: Chris!!

 

Chris: Se preocupe em consertar o estrago. Eu o levo para longe.

 

                Dito isso, eu o atraí para uma floresta bem longe da escola. Ao chegar lá, eu saquei minha faca de combate.

 

Dreadnought: Uma faca não vai te salvar da minha espada.

 

Chris: Por quê? É um espadão?

 

Dreadnought: Mais do que isso. É um espa... Hey, você cortou minha onda! Como adi...

 

                Não o deixei terminar, e dei uma pancada de corpo nele, o derrubando no chão. Comecei a socar seu rosto, mesmo que ele tivesse com o mesmo protegido por um elmo.

 

Dreadnought: Minha armadura é impenetrável, cuzão! Nem tenta!

 

                O mesmo me deu uma manchete na cara, me jogando pro alto. Ele nem esperou eu cair, e me pegou pela perna, me jogando de costas em uma árvore. Eu cuspi um pouco de sangue, e antes de eu levantar, ele me pegou pelo pescoço e me prensou na árvore.

 

Dreadnought: Renda-se. Você não pode comigo.

 

Chris: R-Regna terrae...

 

                O mesmo me deu uma joelhada na barriga, parando meu exorcismo.

 

Chris: GAAAH!!

 

                Por sorte, Saji veio até mim, e usou um tipo de chicote, que se enrolou no pescoço de Dreadnought, drenando sua energia até desmaiá-lo.

 

Saji: E aí? Gostou do poder do Vritra?

 

Chris: Amei. Valeu pela força.

 

Saji: Não há de quê.

 

                               EM OUTRO LUGAR

 

                Na fortaleza do pai de Chris, o poderoso Drake Garland, o mesmo observara a batalha.

 

Drake: Parece que Chris ainda não descobriu seu verdadeiro potencial. Parece que eu vou ter que agir e demonstrar o poder que ele pode vir a possuir.

 

                               VOLTANDO A CHRIS...

 

                Eu estava na enfermaria, quando a porta se abre, revelando Rias.

 

Rias: Ainda bem que você está a salvo.

 

                Disse ela, me abraçando.

 

Chris: (Wow, quando foi que ficamos tão íntimos?)

 

                Junto dela estava Issei. Eu estranhei isso, mas aí lembrei que ele virou um dos demônios dela.

 

Chris: Parece que viraremos companheiros de batalha.

 

Issei: Pois é.

 

Chris: Espero me dar bem com você.

 

Issei: Idem.

 

                Rias me perguntou o que houve, e eu contei a ela sobre Dreadnought.

 

Rias: Entendo. Você não disse que seu pai era mau.

 

Chris: Bem, ele era um caçador, mas... a vingança o corrompeu.

 

Rias: Que pena.

 

                Disse Rias, com pena na voz.

 

                               DUAS HORAS DEPOIS...

 

                Eu havia recebido um pedido de caçada. Era de uma mulher que havia perdido seu marido para um bando de vampiros. Eu precisava ser cuidadoso nessa. Não podia me dar ao luxo de ser transformado em um deles.

 

Chris: (Se eu for transformado em vampiro, todos os caçadores virão atrás de mim tentando me matar. Talvez não. Talvez... só talvez... se eu for transformado em vampiro... eu peça à Rias para me transformar em um de seus demônios. Afinal, se eu virar vampiro, já estarei na merda mesmo.)

 

                Estava com um facão na mão, me infiltrando na casa onde os demônios estariam escondidos. Cheguei por trás de um deles e o decapitei. Diferente do que as histórias dizem, demônios não morrem com estacas de madeira no peito, e muito menos com alho e luz do sol. Eles só morrem decapitados. E em vez de seus caninos crescerem, eles têm uma fileira extra, apenas com dentes afiados, que eles usam quando vão morder suas vítimas.

 

Chris: (Agora, é só esconder o cadáver.)

 

                Depois de esconder o cadáver, eu fui até o salão principal. Para a minha surpresa, quem estava lá era apenas um homem negro. Porém, ele tinha a unha do dedo médio da mão direita maior que os outros. Eu já tinha lido sobre isso.

 

Chris: Então você é o Vampiro Alfa.

 

Vampiro Alfa: E você é o filho do Drake.

 

Chris: Ora ora, vejo que até o senhor teve o desprazer de me associar a ele.

 

                Então, dois vampiros caíram do teto, e me seguraram pelos braços, me imobilizando.

 

Vampiro Alfa: Nem me fale. O desgraçado levou um quinto do meu bando. Agora, imagina só o quão puto ele ficaria se eu machucasse o garotinho dele.

 

                Os vampiros começaram a rir.

 

Chris: Eu não quero estragar o seu momento de vingança, mas... eu odeio o velho, e ele sabe disso, então não adiantaria muito fazer algo comigo.

 

Vampiro Alfa: Quer arriscar?

 

                Eu gelei quando ele perguntou isso. Eu estou imobilizado em território inimigo, merda. Não dá pra tirar uma com a cara do chefão deles.

 

Vampiro Alfa: Bom, já que você odeia o Drake, vamos fazer assim: você vira um de nós, e começa a tirar informações do seu ‘papi’.

 

Chris: Aff, não fala ‘papi’. É tão vergonha alheia.

 

Vampiro Alfa: É, eu sei. Foi mal. *caham* Onde eu estava? Ah, sim: você vai ter o privilégio de ser mordido pelo Alfa em pessoa, e se tornar um Vampiro Beta, com quase todas as minhas habilidades.

 

Chris: E quais eu não vou ter?

 

Vampiro Alfa: A de controlar a mente dos vampiros que você comanda, a de chamar os vampiros telepaticamente e a de injetar imagens na mente dos vampiros que você comanda.

 

Chris: Merda, logo as melhores.

 

Vampiro Alfa: Mas olha, você terá a minha icônica unha do meio afiadíssima, que corta até aço.

 

                É, tem razão.

 

Chris: Tá bem, Alfa. Se for pra tirar o sorriso cínico da cara do meu pai, eu aceito. Mete logo essa dentadura no meu pescoço. E seja rápido; eu não quero ficar com torcicolo.

 

Vampiro Alfa: Como quiser.

 

                Assim, o Alfa me mordeu, me tornando um Beta. Agora, eu teria que me afastar dos caçadores. Por outro lado, eu poderia me aproximar de entidades sobrenaturais.

 

                               UMA HORA DEPOIS...

 

Rias: Você o quê?!

 

                É, a ruivinha não reagiu nada bem ao que aconteceu comigo.

 

Rias: Por que fez isso?

 

Chris: Não era minha intenção no início, mas... olha pelo lado bom, eu tenho quase todos os poderes do Vampiro Alfa. E estamos atrás do mesmo cara: o meu pai. E eles não recusariam a ajuda de seres tão poderosos como de...

 

Rias: Eu já entendi. *huff* Tá bom. Eu transformo você em um dos meus demônios. É até melhor, já que você vai ser caçado pelos seus antigos amigos.

 

Chris: Pois é.

 

                Então ela pegou quatro peões de xadrez, só que vermelhos.

 

Rias: Você será reencarnado como peão. Mas não se preocupe. Assim como no xadrez, ao chegar no território inimigo, você poderá se promover à Torre, Cavalo, Bispo ou Rainha.

 

                Rias me explicou como funciona o esquema de ter seu grupo de demônios. É que nem xadrez: o líder é o rei, e ele tem quinze servos, sendo eles: oito peões, dois cavalos, dois bispos, duas torres e uma rainha. Só que no esquema de servos, o peão é mais útil que no jogo de xadrez.

 

Rias: Mas esses peões que vou usar em você são Peças de Mutação. Significa que você é bem forte, e peões normais não seriam o suficiente para você.

 

Chris: Legal.

 

Issei: Parece que ambos temos quatro peças de mutação, amigo.

 

Chris: Opa, então somos ambos especiais.

 

                Demos um high five em comemoração. Então, Rias colocou as peças no meu corpo, fez o ritual de reencarnação, e me transformou em um dos seus. Eu só espero que eu me adapte a isso.

 

Rias: Agora, vamos treinar.

 

Issei e eu: Agora?

 

                               DUAS SEMANAS DEPOIS...

 

                Rias me ensinou tudo sobre combate corpo-a-corpo, magia e o escambau.

 

Chris: Aaaagh, eu tô exausto!

 

Kiba: Bem-vindo ao clube.

 

                Disse o loiro, sentando-se no chão para descansar.

 

Chris: Mas aí, o tal de Ddraig que vive no braço do Issei é irado. Aqueles Dragon Shots são bem poderosos. E o Issei parece estar tomando um rumo na vida, e deixando um pouco da sua perversão de lado.

 

Kiba: Isso é o amor, Chris. Pra conquistar a Rias, ele vai fazer de tudo.

 

Chris: Ai ai, o amor é lindo.

 

                Nós dois começamos a rir. Então Koneko nos traz duas garrafas d’água.

 

Koneko: Aqui está.

 

Chris: Valeu, parceira.

 

                Eu não percebi de cara, mas a albina pareceu corar antes de sair correndo.

 

Kiba: Olha só, a pequena Koneko está caidinha em ti, parceiro.

 

Chris: Sério? O que ela viu em mim?

 

Kiba: Talvez o fato de você ser normal, e não ser um tarado. E ser legal com ela.

 

                Faz sentido.

 

Chris: Você também é tudo isso. Por que ela...

 

Kiba: Ela acha que eu sou gay.

 

                Eu fiquei em silêncio por um momento, antes de cair na gargalhada.

 

Kiba: Ei, qual é! A minha fruta não é outra, ok?

 

Chris: Aha, tá bom, tá bom! Desculpa. É que não se fala uma coisa dessas com a normalidade que você disse.

 

Kiba: Eu devia ter ficado quieto. Agora você vai ficar me lembrando disso.

 

Chris: Relaxa, eu não vou ficar te lembrando.

 

Kiba: Ufa, ainda bem.

 

Chris: Afeminado. UI!

 

                Kiba me deu um chute ascendente, me jogando em direção ao céu.

 

Chris: Valeu a penaaaaaa!!!

 

                Claro, quando Koneko viu Kiba chutando sua paixonite secreta, ela deu uma voadora nas partes baixas dele.

 

Kiba: AAAI!! Foi ele... que começou.

 

Koneko: Eu não tô nem aí. — disse ela, comendo um chocolate.

 

                EM OUTRO LUGAR...

 

                Kiba me jogou lá no cafundó do Judas. Sério, eu vou fazer aquela bicha pagar por cada morro que eu rolei abaixo.

 

???: Com licença. Você seria Chris Campbell?

 

                Alguém me chamou. Eu me virei, e vi uma morena, de camisa rosa e saia vermelha, com uma sapatilha preta. Ela era linda.

 

Chris: Como sabe quem eu sou?

 

???: Eu ouvi falar de suas caçadas. Eu sou sua maior fã. Por isso... você aceitaria sair comigo por um dia?

 

                Meu mundo parou. Uma garota bonita me chamando pra sair por eu ser um caçador. Parece bom demais pra ser verdade. Por isso, como toda pessoa sensata, eu...

 

Chris: Aceito.

 

                E É O QUÊ?

 

???: Maravilha!! — disse ela, se jogando em mim com um abraço. — A propósito, meu nome é Yuuma Amano.

 

Chris: É um prazer, Yuuma. Então, onde nós vamos?

 

Yuuma: Onde você quiser.

 

                Opa, aí eu gostei. Mas eu não posso deixar de ter um pressentimento péssimo. Algo de errado não vai dar certo comigo. E a pior parte é que eu não sei quando.


Notas Finais


Quem se lembra quem é a Yuuma? Já sabem o porquê do mau pressentimento do Chris? Quando será que teremos mais tempo de tela do tal do Drake? Tudo isso e muito mais... e-eventualmente.


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