História O Cálice do Desejo e a Divindade do Amor - III - Capítulo 26


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Julian Solo, Kanon de Gêmeos, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Mu de Áries, Poseidon, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena), Shaka de Virgem, Sorento de Sirene
Tags Kanon X Atena, Kanon X Saori, Milo, Milo X Atena, Miro X Saori, Mu X Atena, Romance, Saga De Gêmeos X Saori, Saga X Atena, Saga X Saori, Saori X Kanon, Saori X Milo, Saori X Miro, Saori X Mu
Visualizações 83
Palavras 1.716
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 26 - A Roupa


Fanfic / Fanfiction O Cálice do Desejo e a Divindade do Amor - III - Capítulo 26 - A Roupa

Mansão Kido

Casa Oeste

Deitada nos braços fortes dele, de olhos fechados e sentindo seu cheiro maravilhoso, falei com o rosto encostado no seu peitoral. Estávamos sonolentos depois de tanta atividade deliciosa.

(Atena) – Amor...

(Saga) – Hum...

(Atena) – Tenho duas opções para você... ou vamos dormir no meu quarto ou dormimos aqui e quando amanhecer tenho que chamar o Mu para que venha me buscar e me teletransportar para o meu quarto.

(Saga) – Quero que fique aqui e ao amanhecer vamos juntos para a mansão.

Sorri.

(Atena) – Querido, estou sem roupa nenhuma aqui, quer que eu vá de robe para a mansão?

(Saga) – E qual é o problema disso?

(Atena) – O problema é explicar porque estou voltando para a mansão só de robe e acompanhada pelo cavaleiro mais gostosão daqui! Essa cena, por si só, explica muita coisa, não é?

Saga sorriu.

(Saga) – Ainda estou tentado entender o problema, a cena está perfeita.

Sorri e beijei o seu peitoral.

(Atena) – Sabe que não posso fazer isso...

Ele respirou fundo.

(Saga) – Amor, não vamos discutir... vamos para o seu quarto, então!

Ele se levantou da cama e vestiu a sua calça jeans preta e a camiseta branca, e calçou os sapatos. Me levantei, coloquei o robe e o amarrei.

Ele olhou para mim.

(Saga) – Está descalça?

Sorri.

(Atena) – Sim, é que eu tinha pressa em te ver e como pensei que você estava no seu quarto... achei que não precisaria...

Ele sorriu e se aproximou de mim colando os nossos corpos, deslizou a mão no meu rosto.

(Saga) – Quando você quer falar comigo, você faz coisas impressionantes para alcançar o seu objetivo, não é?

Beijei a sua mão que estava no meu rosto e sorri.

(Atena) – Não seja convencido! Mas sim, eu faço qualquer coisa por você, amor! 

Respirei fundo e olhei nos seus olhos.

(Atena) - Eu odeio quando estamos brigados, Saga... me enlouquece... prefiro resolver logo o problema...

Ele respirou fundo.

(Saga) – Me desculpe, tão pouco eu gosto de estarmos brigados... me sinto perdido sem você...

Coloquei meus braços no seu pescoço.

(Atena) – Vamos dar uma trégua! Prefiro mil vezes estarmos nos amando ao invés de brigarmos!

Ele sorriu.

(Saga) – Concordo plenamente! Vamos logo para aquela mansão, ou vou mudar de ideia de sair desse quarto!

Descemos as escadas e ao chegar na porta eu arregalei os olhos, a porta principal estava destruída!

(Atena)- Pelos deuses...

Ele sorriu.

(Saga) – Você esqueceu de me dar a chave!

Ele me pegou no colo e saímos em direção a mansão.

 

Mansão Kido

Ao chegarmos na sala ele me colocou no chão.

(Atena) – Obrigada.

(Saga) – Foi um prazer.

Sorri.

(Atena) – Como eu não comi nada o dia todo e ainda queimei muita caloria... se importa de passarmos na cozinha para que eu faça um lanche rápido, antes irmos para o meu quarto?

(Saga) – É claro que não me importo... não comeu por que estávamos brigados?

(Atena) – Sim... mas meu apetite voltou com tudo! Então não se preocupe!

Chegamos na cozinha e me servi de coisas variadas que eu via pela frente. Me dando por satisfeita, fomos para o meu quarto, ele fez questão de me carregar em seus braços. Entramos no meu quarto e ele me desceu do seu colo maravilhoso.

Sorri.

(Atena) – Obrigada de novo!

Fui ao banheiro, escovei os dentes e me arrumei. Quando retornei para o quarto. Ele estava sentado encostado na cabeceira da minha cama com o lençol branco cobrindo até a barriga e pelas roupas na cadeira, estava nu, Percebi que ele estava pensativo. Tirei o meu robe e subi na minha cama e fiquei de frente para ele, sentei em suas pernas.

(Atena) – O que foi, amor?

Ele me olhou com seus olhos azuis e desenhou o meu rosto com o seu dedo indicador.

(Saga) – Nada... só que eu tenho que cuidar melhor de você... eu não prestei atenção em você, e não percebi que não havia se alimentado... estava chateado demais para notar...

Dei um selinho nos seus lábios.

(Atena) – Não se culpe, por favor... eu estou ótima! Tudo valeu a pena, estamos juntos! Isso é o que importa!

Ele puxou um sorriso.

(Saga) – Hora de dormirmos! O mínimo que eu posso fazer é deixa-la descansar e ter uma noite relaxante.

Sorri.

(Atena) – Se vou dormir nos seus braços, terei uma noite maravilhosa!

Saindo do seu colo, nos deitamos e ele me abraçou me aconchegando nos seus braços fortes e me entreguei totalmente para o sono.

 

Quarto do Casal

(Máscara da Morte) – Pelos deuses, Dite! Você tem que parar de acordar com as galinhas!!! Eu ordeno que volte para essa cama, agora!

Afrodite sorriu e falou da suíte.

(Afrodite) – Querido, as galinhas levantam as seis horas, já são sete e meia! Lamento, mas temos que nos arrumar, logo será servido o café da manhã, portanto erga-se desta cama!

Máscara da Morte olhava o marido se arrumar, estava vestido impecavelmente de roupa social e penteava os lindos cabelos azuis celestes.

(Máscara da Morte) – Amor, você está perfeito! Porque ainda está se arrumando???

Afrodite parou de escovar os cabelos e olhou para o espelho.

(Afrodite) – Obrigado, querido! Mas ainda não estou pronto e você não vai se arrumar?

Máscara da Morte sorriu.

(Máscara da Morte) – Amor, em cinco minutos eu me arrumo! Sabe disso!

Afrodite olhou para o marido e levantou uma sobrancelha.

(Afrodite) – Pior que é verdade! Tem sorte de ficar lindo sem esforço! Uma injustiça! Demoro horrores para me arrumar! E você com um décimo de tempo fica pronto!

Ouviram batidas na porta.

(Máscara da Morte)- Quem pode ser as sete e meia da madrugada?

Afrodite sorriu.

(Afrodite) – Pode atender, querido? Deve ser a Atena.

Máscara da Morte se levantou nu e ia em direção a porta.

(Afrodite) – Não se atreva a atender essa porta nu!!!!

(Máscara da Morte) – Amor, para de ser ciumento!!! Eu casei com ela também!!!

(Afrodite) – Engraçadinho! É questão de respeito e não de ciúmes!!! Vista-se!!

Máscara da Morte voltou e pegou o robe preto e o fechou, amarrando a fita de seda preta a cintura. Ele abriu a porta e ficou em estado de choque.

(Máscara da Morte) – Você??? O que quer aqui???

(Julian) – Bom dia, senhor Máscara da Morte! Gostaria de falar com o Dite.

(Máscara da Morte) – É claro que gostaria... o que quer com o MEU marido???

Julian puxou um sorriso.

(Julian) – Algo extremamente simples, quero apenas requisitá-lo, se não se importar!

(Máscara da Morte) – É claro que eu me importo! Mas você quer o quê, mesmo?

Afrodite falou da suíte.

(Afrodite) – Com quem está conversando? Não é a Atena?

Máscara da Morte cruzou os braços.

(Máscara da Morte) – Não, não é! É o senhor chão!

(Afrodite) – Pelos deuses!!!

Julian puxou um sorriso.

(Julian) – Creio que quis dizer sr. Solo!

(Máscara da Morte) – Dá na mesma!

Afrodite chegou e afastou o marido da porta, criando espaço para passar.

(Afrodite) – Bom dia, Julian! Algum problema?

(Máscara da Morte) – Sim, ele quer registrar você!

(Afrodite) – Desculpe, mas não entendi!

Julian sorriu e olhou para o Afrodite.

(Julian) – Eu dizia ao seu marido que gostaria de requisitá-lo, se não se importar, é claro!

(Afrodite) – E em que eu posso ajudá-lo?

(Julian) – Gostaria da sua presteza para me ajudar com as roupas adequadas para a entrevista que ocorrerá em breve. Solicitei a presença do meu alfaiate Pierre, mas devido ao curto prazo, ele não teve tempo hábil para estar aqui hoje. Poderia me assessorar, Dite?

(Afrodite) – Sim, será um prazer assessorá-lo!

Máscara da Morte, puxou o Dite para dentro do quarto e olhou nos seus olhos e falou baixinho.

(Máscara da Morte) – Afinal de contas, o que raios ele quer de você?

(Afrodite) – Ele quer que eu o ajude com o que vestirá para a entrevista.

(Máscara da Morte) – E desde de quando você virou babá????

(Afrodite) – Não seja bobo!!! Não vou ter que vesti-lo, e sim ajudá-lo com as escolhas das roupas!

Afrodite voltou para a porta e passou as mãos nos cabelos.

(Afrodite) – Me desculpe pela demora!

Julian olhou para o Máscara da Morte que estava de cara fechada e puxou um sorriso. Voltou a olhar para o Afrodite.

(Julian) – Fico extremamente grato pela sua colaboração, Dite! Mas tenho outro pedido a fazer!

(Máscara da Morte) – Meu quarto agora virou o poço dos desejos?

Afrodite olhou feio para o marido, respirou fundo e voltou a sua atenção para o Julian.

(Afrodite) – Perdoe-me, prossiga!

Julian puxou outro sorriso.

(Julian) – Preciso de um terno para quinta-feira, e pelo mesmo motivo que relatei, creio que ficará difícil coadunar o tempo da chegada do Pierre e o prazo para a confecção de um novo terno. Como eu relatei anteriormente, seu bom gosto é indiscutível, diante disso, gostaria que desenhasse um terno para mim. Seria uma honra usar uma de suas criações, Dite!

(Afrodite) – Ficaria lisonjeado em poder criar-lhe algo! Vou pegar o material necessário para tirar as suas medidas e posteriormente eu o assessoro, tudo bem?

(Julian)- Para mim, está perfeito!

Máscara da Morte puxou o Dite novamente para dentro do quarto.

(Máscara da Morte) – Eu não entendi quase nada, mas entendi muito bem a parte em que você vai tirar as medidas dele!!!

(Afrodite) – Sim, preciso das medidas dele para desenhar um terno, qual o problema???

(Máscara da Morte) – Já passamos por isso, esqueceu??? E sei muito bem o que tem quer ser feito para se tirar as medidas de alguém!!! E eu o proíbo de tirar as medidas dele!!!! Faça como fizemos anteriormente!!! Chame a Atena!

(Afrodite) – Pelos deuses!!! Quer mesmo que a Atena tire as medidas do convidado dela???

(Máscara da Morte) – O convidado é dela, ela não vai se importar!!!

Máscara da Morte olhou sério para o marido.

(Máscara da Morte) – Se você me desobedecer eu falo exatamente tudo o que penso desse cara na cara dele!!! E você sabe que eu não me importo nem um pouco em falar!!!

Afrodite respirou fundo.

(Afrodite) – Nesse caso, VOCÊ peça para a Atena!!! E aproveite para explicar o motivo que EU não posso tirar as medidas dele!!!

(Máscara da Morte) – Sem problemas! Só estou cuidando do que é meu!!!

Afrodite se virou e foi ao encontro do Julian.

(Afrodite) – Preciso de uns minutos, me aguarda no seu quarto?

(Julian) – Sim, aproveito os minutos para banhar-me, obrigado Dite! Se me derem licença!

Julian saiu e voltou para o seu quarto.

 


Notas Finais


Continua...


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