História Death: O Perigo Mora ao Lado - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Investigação, Mistério, O Campeonato, Romance Policial, Sexo, Violencia
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Aviso 1: CONTÉM INSINUAÇÃO SEXUAL
Aviso 2: Para não confundir as cenas do Elliot com a de outros personagens (cenas que ela não está presente) elas serão narradas na terceira pessoa, quanto a dele permanecerá na primeira pessoa (pov's)

Capítulo 5 - Êxtase


Fanfic / Fanfiction Death: O Perigo Mora ao Lado - Capítulo 5 - Êxtase

Enquanto se despia em frente ao espelho do banheiro da casa de massagens, Chloe Casteline analisou as marcas roxas em seus braços que eram resultados de sua briga com o marido na noite anterior.Infelizmente Chloe não tivera tempo para esconde - las e agora teria que aturar olhares estranhos.

Nua da cintura para cima ela retornou ao seu quarto e deitou - se de bruços na cama de massagem.

- Bom dia senhora Casteline. - a voz doce da jovem massagista Kelly ecoou pela sala. 

Chloe respondeu a garota com um pequeno sorriso, e ela eufórica como  sempre afastou-se para preparar os óleos. Virou seu rosto a sua direita e viu que  deitada numa cama como ela estava Sophiê Clark, sua velha amiga.

A mulher encarava as marcas no braços de Chloe, preocupada. 

- Não me olhe assim. - ela quebrou o silêncio. - Eu fiz pior, acho que nunca mais poderemos ter filhos depois de ontem.

- Sabe Chloe.. - começou Sophiê. - As vezes acho que você não me salvou de ser um objeto de Christopher, apenas tomou esse fardo para você mesma.

Ela levantou as sobrancelhas assustada com o que acabara de ouvir, primeiro por Sophiê se atraver a falar daquela forma, - o que não fazia muito o tipo dela -  depois pela comparação do casamento de Chloe com o relacionamento que ela teve com Christopher no passado,  pois a mesma sempre evitava tocar no assunto, e por último e talvez ponto mais importante: pela primeira vez Sophiê não estava defendendo Christopher.

- Não é bem assim. - Chloe defendeu - se. - Ele não é mais como antes.

- Tem razão. - a mulher fez uma pausa. - Vocês dois mudaram Chloe e não foi pra melhor.

- Confesso que não compreendo isso vindo de você agora.

- Não me entenda mal. - Shophiê sorriu de lado. - Fico preocupada com vocês dois,  sei que você nas mãos de Christopher não é exatamente uma presa, mas vocês deveriam procurar ajuda profissional antes que uma tragédia aconteça.

Chloe ficou em silêncio, talvez a amiga tivesse razão, ela e o marido deveriam procurar um psicólogo antes que acabassem se matando, ela decidiu que pensaria sobre isso depois.

- Ok, mas isso não muda o motivo da nossa briga de ontem.

- E qual foi? - a outra quis saber.

- Acho que ele tem uma amante. 

Chloe franziu o cenho ao ouvir a alta risada que a amiga soltou.

- Qual a graça exatamente? - perguntou arqueando a sobrancelhas.

- Christopher te ama demasiadamente Chloe, ele jamais faria isso.

De certa forma ao ouvir aquilo Chloe se tranquilizou, não que ela fosse descartar a possibilidade de traição, mas porque aquela era a Sophiê que conhecia: a que defendia Christopher ao mesmo tempo que aumentava a autoestima de Chloe.

- Senti cheiro de perfume femino nas roupas dele. - protestou.

- Esses perfumes baratos que as pessoas usam hoje em dia gruda em qualquer coisa até um raio de 5 km de distância, vai por mim.

Chloe não dissera nada, apenas sorriu apreciando as palavras confortantes da amiga e as mãos de Kelly que agora viera para lhe proporcionar calma e relaxamento.

 

Pov's Elliot Casteline.

Em poucos dias eu nunca fiquei tão destruído psicologicamente divido a um caso como estava agora, desde o último contato com Evangelique que foi a uma semana atrás eu e o detetive Simons estivemos investigando cada vez mais e simplesmente chegando a lugar nenhum.

"Onde você está garota?" pensei, pois todo esse mistério e tormenta estava me afetado até fisicamente.

- A quanto tempo você não faz a barba cara? - murmurei para mim mesmo enquanto levava minha destra até o aparelho barbeador.

A última vez que conversei com Evangelique, eu mencionei  o passado dela e de seus pais, e tudo que a mulher respondeu foi:  "OOXX" Beijos e abraços?  Eu fiquei um tanto frustrado naquele momento.

Quanto terminei de me barbear tomei banho e retornei ao quarto, apanhei o meu celular afim de verificar o quão eu estava atrasado. E que porra eu estou fazendo acordado às 2:40 da madrugada?  Poderia jurar aos deuses que já passava das seis da manhã, e me sentindo um completo idiota me joguei novamente na cama. 

A água já  havia me despertado, e eu decidir abrir a caixa de email pelo meu notbook verificando - os. Eu me encontrava fazendo isso com muita frequência o que também me fazia pensar muito em Evangelique e eu sei que já estava passando do limite, porém eu tinha mais do que esperança de um novo contato dela, mesmo após diversas tentativas fracassadas de descobrir seu endereço de IP, perfis em redes sociais ou qualquer coisa que me pudesse dar uma pista dela.

Vez ou outra como agora me encontrava tentado mandar uma novo email a ela,  Simons vivia me repreendendo sempre que eu pegava o celular ou computador durante o trabalho,  ele temia por mim pois não tínhamos idéia do quanto Evangelique poderia ou não ser perigosa, porém estava sendo difícil conter a vontade de mais contato com ela.

Agora, largado na minha cama, apenas de toalha e enrolando num endredon, encarei o teto e seu desenho em espiral, quem poderia me impedir de tentar? Afinal Simons não estava ali. Não tinha mais ninguém ali. Então não pensei muito, apenas abrir a caixa de entrada e comecei a teclar:

De: [email protected] 

Para: [email protected] 

Assunto:  "The Game"

Mensagem:  "Querida Evangelique, nossa pequena brincadeira de caçada está em pause, parada e tediosa, precisamos dar "player" novamente."

Enviado com sucesso, e eu não poderia voltar atrás.

Fiquei exatos cinco minutos encarando a tela do computador na esperança que ela fosse me responder, mas afinal não sabia de onde vinha tanta esperança, já era 3:00 da manhã, provavelmente minha bela dama estaria a dormir, ou fodendo com alguém por aí.

Particularmente a segunda opção não me agradava muito. Fechei o notbook o deixando de lado, e quando estava me preparando para voltar a dormir o toque irritante do meu celular denunciava que alguém estava a ligar - me.

" Número desconhecido" 

A palavra estava destacada enquanto o celular insistia em tocar, franzi o cenho pois não costumava receber ligações de números desconhecidos, ainda mais de madrugada. Ousei atender deslizando preguiçosamente meu dedo para direita, puxando a barra verde. 

Ligação on:

- Olô? - minha voz saiu preguiçosa.

Silêncio do outro lado da linha, tirei o celular do ouvido para verificar se a chamada ainda estava em curso, e de fato estava.

- Alguém aí?  - tornei a repetir e ouvi uma respiração ofegante do outro lado. - Quem está aí?  Trote as 03:00 está fora de moda parceiro.

Confesso que já estava prestes a desligar quando alguém finalmente respondeu.

- Gosto do timbre da sua voz.

Senti todo meu corpo se arrepiar com o doce som daquela voz. Não podia ser verdade! Não podia ser quem estava pensando. Embora não tivesse ouvido sua voz antes, aquele som sexy e dócil ao mesmo tempo combinava perfeitamente com ela, combinava com a minha dama.

- Evangelique?  

Minha voz provavelmente denunciou meu intusiasmo e como reposta veio um riso baixo e abafado.

- Como conseguiu meu número? - repreendi a mim mesmo, mas que porra de pergunta foi essa? Eu precisava me mostrar desafiador e interessante!

- Você disse que estava com saudades. -  voltou a falar no mesmo baixo tom de voz com uma leve dose de manha dessa vez.

- Você não estava? 

Perguntei enquanto me inclinava para desligar o abajur no criado mudo ao lado da cama, deixando o quarto num completo breu. Era isso que eu queria: calmaria e paz para lidar com minha presa.

- Oh, certamente não foi isso que eu quis dizer. 

A voz dela aos poucos começava a soar irônica e desafiadora.

- Eu vou te encontrar. - afirmei.

- Vai precisar de sorte. - ela respondeu com pressa.

Houve um longo silêncio entre nós, até que ela voltou a falar, desta vez provocativa:

- Estou usando seu próximo prêmio, sabia?  

Inconscientemente eu mordi meu lábio infeior ao ouvi - lá, lembrando - me da pequena calcinha rendada cor-de-rosa guardada na minha gaveta.

- Posso saber como é? - " droga agora ela vai achar que eu sou um tarado" pensei.

- Isso estragaria a surpresa. - sua voz soou mais baixa que antes.

Estiquei a mão novamente para o criado mudo, dessa vez lhe abrindo a gaveta mesmo no escuro e apalpando seu interior até encontrar a calcinha.

- Há um outro prêmio..- iniciei enquanto afagava lentamente com o polegar a extensão da peça. - Mas antes eu preciso concluir o próximo passo, certo?  O que terei que fazer?

- Resistir. - ela disse seguindo de um baixo gemido involuntário.

Mas suficiente para começar a provocar sensações por todo o meu corpo.

- A quem? - perguntei, e a essa altura eu já podia sentir o gosto salgado de sangue de tão forte que mordia meu lábio inferior.

Ela não respondeu, eu apenas podia ouvia sua respiração voltar a ser ofegante como no início da ligação, ela ria baixinho em meio a gemidos que já não eram mais involuntários. Ela queria que eu resistisse a ela, e pra mim era quase uma missão impossível, a forma como intensificava seus gemidos me fazia pensar no que estava usando, onde estava sua mão, e o que ela estava tocando.

 Levantei as pressas atravessando o escuro quarto sem me preocupar com qualquer móvel á minha frente enquanto eu ouvia seus insistentes gemidos ficarem cada vez mais alto,  talvez eu estivesse louco mas podia jurar que ela chamou meu nome entre eles. Mas quem resistiria a tanta provocação assim? Eu já não podia controlar meus próprios instintos pois quando cheguei ao banheiro e acendi a luz, podia sentir - me pressionar contra o tecido da toalha.

Ela gemeu mais rápido e eu soquei a mármore da pia, não daria esse gostinho a ela,  de me sujeitar ao autoprazer só porque ela queria,  não deixaria ela sentir que estava comandando aquela situação. Embora estivesse.

Eu não saberia dizer quantos minutos fiquei com o corpo colado a fria parede do banheiro, mantive meus olhos cerrados com força, nada me faria perder aquela disputa,  independente do quão tentador fosse o desafio. Eu estava quente com a excitação e o choque térmico que o azulejo frio causava não estava ajudando como espera, também a forma como me encontrava, logo quem visse imaginária que eu estava a tentar abrir um buraco na parede.

Quando ela soltou seu último e mais alto gemido eu entendi que havia  chegado ao próprio êxtase de satisfação.

- Parabéns.. - ela ofegava. - Você resistiu.

- Sim, mas o que ganhei com isso.. - Minha voz soou rouca, virei-me encarando meu reflexo no espelho. - O maior caso de bolas roxas de Los Angels?

Ela riu satisfeita com o que ouvira.

- Aguarde o seu prêmio.

E a última coisa que ouvi foi sua respiração antes de dois seguintes toques que indicava que a ligação estava encerrada.

Ligação Off.

 

Um orgasmo pode ser quase impossível de se atingir quase se leva em considerações mínimos detalhes,  ou então quando a mulher que está sentando em você não é à que realmente deseja.

Guilly era feroz e frenética e  embora tivesse certas habilidades ela simplesmente não é Evangelique, não tem seu corpo delicado,  os lábios bem desenhados como os dela, não tem nem sequer o mesmo gemido provocante, assim tornava as coisas mais difíceis.

Eu apertei a cintura dela com força afim de intensificar seus movimentos cima de mim, eu não queria "morrer" no meio do ato, afinal ela é minha colega de trabalho e eu tenho uma reputação a zelar. Semicerrei os olhos, deixando minha visão embaçada eu aos poucos conseguia visualizar Evangelique no lugar de Guilly, os primeiros raios solares que entravam pela janela a iluminavam me ajudando a idealizar os cabelos castanhos da ou outra, minha mão destra percorreu o corpo do Guilly até a altura de seus lábios, deixei meu polegar massagear lentamente o lábio infeior antes de penetrar o dedo dentro da boca da garota, a explorando.

O orgasmo veio, não intenso e marcante mas suficiente para suprir minhas necessidades físicas, pois quanto ao meu psicológico, ainda estava fodido.  Guilly se deitou ofegante ao meu lado e me roubou um selinho, então eu era obrigado a abrir os olhos e encarar a realidade.

- Você me surpreendeu hoje. - ela disse sorrindo.

Imaginei que ela não estava costumada a  receber visitas de madrugada, principalmente que a agarram e jogam na cama. Pois bem, eu não sei porque escolhi Guilly, mas a algumas horas atrás Evangelique deixou meu corpo num estado de emergência, e a minha colega coreana foi a primeira pessoa em que pensei para me aliviar.

Agora provavelmente ela iria achar que somos um tipo de casal daqui pra frente, pois Guilly era sempre esperançosa e eufórica, talvez uma romântica nata.

- Que bom que gostou.. - eu forcei um breve sorriso e leve minha mão ao seu rosto, acariciando brevemente.

Talvez ela esperasse por um beijo ou palavras de carinho mas eu apenas consegui dizer uma coisa: 

- Posso tomar banho? 

Ela não ficou exatamente decepcionada mas eu sabia que Guilly cultivava sentimentos por mim,  que para minha infelicidade não eram recíprocos, pois eu adoraria namora - lá se tudo fosse diferente. Basicamente esse "tudo" que há entre nós tem nome e sobrenome: Evangelique Marshall.

 

Quando eu cheguei ao DP, Simons veio até mim intusisamado.

- Conseguimos!! - ele exclamou enquanto me puxava para a frente do computador.

- Conseguimos o que? - eu quis saber ainda um tanto atordoado.

- Uma pista,  parece que houve uma movimentação na casa de Evangelique essa madrugada, alguém esteve lá e nós precisamos investigar.

Bem, eu queria ficar tão feliz como Simons estava, mas se Evangelique esteve em sua casa significava que havia deixado meu prêmio ou algo que me levasse até ele, e embora eu tivesse "ganhado" essa "rodada", ela ainda se mantinha à um passo a frente.

Está na hora de eu começar a ditar as regras e passos nesse jogo.


Notas Finais




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