História O Cão e a Raposa - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Bottom!jungkook, Bottomnochu, Drama, Gang!au, Jeongguk!bottom, Jimin!top, Top!jimin
Visualizações 195
Palavras 1.427
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Puta que o pariu, um mês!
Gente, mil perdões pela tremenda filha da putice que eu fiz/estou fazendo de não atualizar minhas fanfics, mas é que tá no final no ano e os professores decidiram entalar geral com trabalho,provas, dever e o cacete. E ainda tem meu treino, que me deixa super ocupada. Eu peço que tenham paciência comigo e com minhas filhas, porque agora fica apertado mas lá pra metade de dezembro, onde tudo já vai ter acabado, prometo atualizar as fics e blábláblá.
Desculpa pela demora de novo, e caso esteja ruim ou com erros sinto muito.
Boa leitura!
Ah verdade, quase me esquecendo aqui, muito obrigada pelos favoritos e comentários, eu fiquei realmente muito feliz ao ver que vocês gostaram <3

Capítulo 2 - Ao estilo Rapunzel


 Quando Jimin acordou sentiu como se seus pulmões tivessem duplicado de tamanho.    Depois de respirar fundo várias vezes, observou o quarto em que se encontrava, relembrando-se aos poucos o que acontecera. Suas memórias estavam falhas, só se lembrava de alguns gritos e ruídos estranhos e em seguida o escuro. Sabia que foi Jungkook quem o levara até ali, e por mais que não quisesse admitir, estava grato pelo moreno lhe dar uma espécie de segunda chance.

 Por mais que fosse muito branco, o quarto era até bem bonito – havia uma janela à sua direita, uma mesinha de madeira perto da porta e uma jarra com rosas brancas sobre a mesa, e por último, uma poltrona feita de couro, que parecia bem cara na verdade.

– O que eu faço agora? – murmurou baixo enquanto tirava os soros de seu braço.

  Ele estava com tantos problemas! Precisava saber do paradeiro de seu pai, fugir antes que Jeongguk soubesse que estava acordado e mais importante, tirar aquela camisola hospitalar ridícula que deixava parte de sua bunda de fora.

 O problema era como ele faria aquilo, porque ele não seria nada discreto caso saísse correndo pelo hospital com aquela roupinha ridícula. E provavelmente nem isso conseguiria fazer, já que se sentia um tanto zonzo e uma ânsia enorme; aquilo era horrível. No final das contas, tinha quase certeza que havia sido dopado com medicamentos contra vertigem ou algo assim. Mas ele também não tinha muitas opções no momento, deveria agir com cautela. Deveria esperar o tempo certo para Jungkook fazer seja lá o que consigo e depois achar uma brecha para fugir. Mas quanto tempo deveria esperar para o momento certo? Tudo bem que o Jeon havia ajudado–o e tudo mais, mas de qualquer forma ainda eram inimigos, e não conseguia se ver junto com aquele menino por mais tempo; era um garoto irritante e que conseguia tudo o que queria. Mas fora isso o moleque era legal, Jimin não tinha nada contra – fora o fato de que eram inimigos mortais, e o caralho a quatro.

Praticamente se arrastou até a janela, onde viu que era um tanto alto para pular. Claro que se estivesse em boas condições conseguiria facilmente, mas ele estava tão fraco que se esborracharia por inteiro no chão. Mas foi quando olhou de novo para a maca atrás de si que teve uma ideia.

Ele fugiria dali ao estilo da Rapunzel.

@

Jungkook mexia seus pés inquietamente. Estava em uma mistura de felicidade, ansiedade e medo. Mas é claro que estava ele acabara de resgatar a porra do filho do arqui-inimigo de seu pai, e o maior problema nem era esse, apenas agora se dava conta do que havia falado para Jimin na noite passada. Mas ele não se arrependia, não mesmo. O Park era bonito pra um cacete e quem sabe eles não...

– Senhor Jungkook? – se virou para a direção em que ouviu a foz rouca o chamando. Uma expressão tediosa se formou automaticamente ao ver Myungjun parado no corredor pacato do hospital. – Seu pai me mandou aqui para que-

– Você cuidasse de mim. – cortou o Min. – Eu sei Myungjun, você é meu guarda-costas e o caralho inteiro.

– Por favor, senhor Jungkook, não fale palavrões. – o moreno pediu educado recebendo um “tsc” como resposta.

– Eu falo palavrões quando eu bem quiser. Não se esqueça em que posição você está Min.

– Perdão, senhor. – desculpou-se baixo, tendo a imensa vontade de pegar sua arma e acertar umas balas naquele moleque filho da puta.

– Falando nisso, procure uma enfermeira para mim, sim? Estou querendo ver Ji-Jungshin, estou preocupado com ele.

– Sim senhor. – abriu um sorriso amarelo enquanto começou a caminhar pelo corredor, procurando por uma enfermeira. – Preocupado? Essa é boa.

Jeongguk revirou os olhos enquanto assistia a figura morena sumir pelos corredores hospitalares. Agora ele tinha que rezar para Jimin acordar rápido para que ambos pudessem fugir dali sem aquele traste do Myungjun seguindo-os. Ele precisava deixar seus pensamentos em ordem e precisava de ar fresco, mas nenhuma das duas opções seriam concretizadas se ele continuasse naquela afobação.

– Pro caralho todo mundo. – rosnou enquanto andava entre os corredores sem direção. Aquilo era uma merda bem grande, ele nem sequer sabia o que estava fazendo. Havia várias pessoas no local, a maioria delas com ferimentos enfaixados ou parentes que ansiavam para ver seja lá quem que estivesse no hospital. Conseguia até reconhecer alguns rostos dos integrantes da gangue de seu pai...

É, a briga da noite anterior foi realmente tensa.

Em um dos vários corredores por quais andou, finalmente encontrou um que tinha uma porta que levava direto para uma espécie de jardim. Não haviam flores, mas ainda sim era muito bonito e bem cuidado. Puxou o ar com as narinas e olhou para o céu; não conseguia mais ver as estrelas como antigamente,  as fumaças densas das fábricas nublavam o céu que antes era brilhante e azulado. Mas Jungkook ainda tinha esperanças que conseguia ver uma estrela de vez em quando, era a única em meio ao céu empoeirado. O Jeon  acreditava que, de alguma forma, aquela estrela tinha alguma relação com sua falecida mãe.

– Oi mãe, e Deus, é claro. – abriu um pequeno sorriso, ainda descrente que continuava a fazer aquilo. – Jesus, você também é bem vindo nessa conversa então... sinta-se a vontade, ta bom? – ele se sentou no gramado, em frente a uma janela dos hospitais. – Bem, faz muito tempo que eu não converso com a senhora e... eu senti saudades. Esses últimos meses vêm sendo difíceis para mim, então só agora consegui um tempinho para desabafar. Eu sei que você deve ser muito ocupada aí, cuidando das crianças como costumava fazer, mas eu que você pode cuidar da sua criança por uns minutos... como eu acho que você sabe, eu salvei o Jimin, mas não acho que foi certo. Quer dizer, pra mim foi, mas e para o papai? Ele trabalha tanto para me manter feliz e saudável, mas mesmo assim eu ainda fiz isso. Jimin parece ser um cara legal, mas eu não sei se posso confiar nele, você sabe, ele é meu inimigo. Eu acho... mas e você, mamãe? – olhou para o céu, com uma falsa esperança que veria sua estrela brilhar. – Se você está mesmo aí e acha que eu devo ajudar Jimin, me dê algum sinal. Por favor!

Foi então que Jungkook ouviu um barulho. E antes que pudesse saber de onde vinha, sentiu um peso cair sobre si.

– Ai, merda. – ouviu uma voz familiar murmurejar. – Ai caralho! Puta que me pariu Jungkook! Cê ta bem?! – o ruivo chacoalhou o Jeon, que deu um tapa no braço do Park para que ele parasse.

– Porra, eu salvo a vida do cara e ele me agradece como? Quase me matando. – disse sarcasticamente. – Muito obrigado viu, Park Jimin.

– Por nada, gracinha. E não me chama de Jimin, agora sou Jungsuk Jungkook, Jungsuk.

– Agora você é Jungshin Jimin, Jungshin. – imitou o outro afinando a voz. Foi difícil não fazer nenhuma piadinha assim que viu a camisola que o Park usava. – Nossa você-

– Nem pense...

– Você não sente frio na bunda não? Com o vento que dever bater nela... – soltou um risinho divertido vendo o rosto irritado de Jimin. Seu olha pousou nos lábios de Jimin, onde o corte já estava pouco cicatrizado. Antes que o ruivo percebesse, Jungkook levou suas mãos até as bochechas gostosas e apertando-as, aquilo era bom. – Como você conseguiu esse corte no beiço?

– Como se fosse da sua conta. – revirou os olhos colocando as mãos nos braços de Jeongguk, em um pedido silencioso para que ele se afastasse.

– Porra Jimin, você com esse seu jeito brusco. – passou a língua rapidamente pelos próprios lábios para umedecê–los. – Tô com uma puta vontade de te beijar.

– Se você fizer isso eu te mato. – o Park abriu um sorriso maldoso afastando as mãos de Jeongguk, que soltou um muxoxo alto pela resposta do mais velho. – Por aqui tem alguma loja de roupas? Eu não quero ir pra seja lá onde com isso daqui.

– Nem se quisesse, meu bem. Nem fodendo que eu ia te deixar andar comigo com a bunda de fora.

– Cala a boca! – respondeu o outro irritado começando a andar para o fundo do jardim.

– Que merda cê ta fazendo, Jimin?

– Me ajuda  a pular o muro porra. Se eu andar pelo hospital vão querer me colocar na cama e me encherem com aquela comida ruim deles.

– Tudo por você. – revirou os olhos indo ajudar Jimin com aquele “plano” - de merda.

 

 

É, Jungkook estava começando a cogitar a ideia de assassinar Jimin.


Notas Finais


Sabe aquela parte lá, da Rapunzel? Talvez muitos não tenham entendido como Jimin fugiu lá, ele pegou o lençol do colchão da maca e amarrou na janela e pulou ( em cima do Jungkook, mas pulou). Acho que é só dsuhduhsduhd

Beijos na bunda.


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