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História O Cão e a Raposa - Capítulo 2


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Notas do Autor


Boa noite, caros leitores.

Segue mais um capítulo para vocês...

Nesta quarentena, espero que gostem viu.

Capítulo 2 - Capítulo II


Fanfic / Fanfiction O Cão e a Raposa - Capítulo 2 - Capítulo II

Capítulo II: Os quatro reinos.


No extremo Norte no castelo de Aiko Kahon.


Quatro reinos e uma profecia, que custou vidas. Era isso que Sara Asano via ao vê o bebê que estava em suas mãos. Sabia que o certo era entregar o último descendente do clã do Norte, mas jurou para sua amiga, antes de seu último suspiro que a protegeria.

-Protegerei você com minha vida, minha menina. Sorriu para o graciosamente para o anjinho ali.

   

Em algum lugar do Reino do Leste...


Enquanto isso, no reino do Leste, um sorriso brotava em sua face, Hakudōshi havia conseguido algo que sempre desejou, exterminar o clã Kitsune, sim o jovem odiava em saber que a relação do clã do Norte com o do Oeste eram bem mais que apenas acordos comerciais, planejavam unir forças, através de uma união matrimonial. Sorriu ao vê que sua doce e eterna paixão que o rejeitará estava morta e que sua filha também.

-Agora veremos se o clã do Oeste não se unirá conosco. Bebericou seu vinho apreciando a vitória sobre seus inimigos.



No castelo ao Sul, no clã Ōkami...


Ao Sul daquele local, Ayame e Kouga brincavam, o rei Faher olhava seu filho e no que havia dito ao rei dos reinos.

-Não conte com meu exército, é um absurdo atacar um aliado devido a uma profecia que nem se realizou. 

- Por isso, mesmo meu amigo temos que destruí-los antes que aconteça.

Faher olhava incrédulo para Inu, este estava transtornado e via isso visivelmente, balançou a cabeça e nada disse, apenas olhou para o senhor de tudo e para o rei do Sul sem reação. Lamentou ao ouvir que os aliados do Norte haviam sido exterminados, nenhum havia sobrado, homens, mulheres, crianças e idosos. Todos destruídos devido a ganância pelo trono. Apenas ficou ali, pensativo, se sentindo incapaz e culpado, por não ter reagido uma forma diferente.


Nas terras dos lordes do Oeste...


Nas terras prósperas do Oeste, Inu no Taisho estava em seu trono recebendo as informações da batalha contra seu antigo aliado, não acreditava que seu reinado estava em apuros com a existência da profecia dita por Yuna a oráculo, pensou que era apenas mais um equívoco desta, mas ao saber a verdadeira origem da rainha do clã do Norte, permitiu que seus homens junto com Hakudōshi atacassem aquele povo tão pacífico.

Ficou ali imaginando tudo e buscando em sua mente se havia cometido alguma injustiça.

Pensativo em seu trono, não havia percebido que não estava mais só, alguém estava ali, na sala do trono o observando.

-Vejo que vossa alteza está pensativa?

- Senhorita Asano, não percebi sua entrada. Afirmou o homem.

- Claro, majestade. A semideusa o fitava, queria saber ao certo o que havia ocorrido para que tamanha brutalidade ocorresse. - Vejo que uma guerra fora travada com o clã do Norte, posso saber o motivo?

- Eles mentiram para nós sobre a existência de sua rainha e seus poderes. Diz firme e em bom som.

- Mas, não é motivo para exterminar um povo todo. 

- Essa era a punição, nenhum Kitsune habitará nesta terra, nunca mais. Afirmou.

- Está bem, mas que fique claro sangue de todos os inocentes ficará na mão do senhor e de todos os demais reinos, vossa majestade. O encarou. - Espero que não tenha cometido nenhuma injustiça, pois caso tenha feito, os deuses o farão pagar pelos seus atos. Antes de desaparecer, após dizer as palavras que estavam em sua garganta, escuta o rei sussurrar.

- Senhora das armas e das guerras, o que faria se soubesse sobre o quinto espírito?

- Nada. Por quê me pergunta isso? Não está me dizendo que acredita em lendas agora?

- Não é uma lenda, e sim a verdade, Yuna a oráculo nós profetizou. Limpou a garganta. - Que um ser nasceria entre um dos clãs, ele dominaria os quatro elementos fundamentais da natureza, além do gelo, tornando-o o quinto elemento, um ser híbrido poderoso, ficamos com medo e receio.

- Majestade, apenas uma pergunta.

- Sim, diga.

- O oráculo às vezes tem suas previsões equivocadas, em suas mãos estão o sangue de muitos inocentes, inclusive da própria rainha e do rei.

- O rei Minus mentiu em relação a sua rainha. Berrou. - Deveria ter dito que Sammut não era um um youkai qualquer e sim uma deusa que deixou seu mundo para viver entre nós.

- Sei que vossa majestade está furioso com todo esse acontecimento, mas vidas foram tiradas, inocentes morreram pela ganância dos Taisho. Alterou a voz. 

- Senhora das armas e da perspicácia, me diga o que faria se uma aberração desta vivesse em nosso mundo? Os deuses iriam nos punir de tal afronta, e Sammut sabia disso e ainda assim, teve essa criança que graças ao Zeus está morta, assim como os demais. Seu olhar frio, dizia tudo a Sara.

A semideusa nada diz, apenas faz um gesto com sua cabeça e logo desaparece, deixando-o o rei ali com seus delírios.


No palácio Nórdico, Sara entra e logo vê Kikyou e sua prima Kagome em seus braços.

-Senhora, o que houve? Sua áurea está tão negativa. Diz Kikyou.

- O que faria com um rei que tem o ego maior que tudo? Que simplesmente, por uma lenda que não existe, exterminou um povo inteiro. A fitou.

- Senhora, peço licença para dizer,mas como sacerdotisa, acho que o rei merece uma punição, mas cabe aos deuses decidir isso. Retrucou.

- Sinceramente, meu pai achou magnífica a carnificina, o deus da guerra ama sangue, principalmente em combates sangrentos e desleais como esse fora. Argumentou.

- Senhora Asano, a senhora tem uma visão muito negativo de seu pai, Ares pode ser cruel, mas é leal a uma guerra justa e garanto que o mesmo não apreciou algo tão cruel, pois o outro lado não teve nem a chance de se defender de tal barbárie.

- Aí, Kikyou acho que é você que não o conhece. Sorriu minimamente. - Bom, estarei em meus aposentos e só me chame caso houver emergência.

A jovem sacerdotisa fica intrigada com a solicitação de sua senhora, mas não a questiona, com sua prima em seus braços segue para seus aposentos, onde deixa a criança. Sorri ao vê que a filha de sua irmã está saudável e salva das mãos dos humanos, mas em seu coração algo lhe intriga, pois Sara jamais foi tão misteriosa até a chegada de Sammut, pensou no fatídico acontecimento que ocorrerá com os youkais raposas, mas se fosse desejo dos deuses tinha que ser feito, mas logo uma visão a toma, uma menina de cabelos castanhos escuros com algumas mechas brancas, seu olhar encantador devido as orbes grafites azuladas apareciam em sua visão, logo a bela mulher se transformava numa linda raposa branca e seus belos olhos eram negros como a noite, e com ela a calamidade, a devastação vinha, o mundo não era mais aquele que conheceu, era apenas cinzas.

Seus olhos começaram a marejar ao vê a destruição que o ser divino trazia consigo.

Logo num rápido momento, a visão desaparece e seu mundo volta a ser como era, respirou profundamente ao lembrar que aquilo não era possível, já que a dona daqueles incríveis poderes estava morta com seu povo.

Kikyou passa a mão em seu rosto e fita sua sobrinha, que dorme tranquilamente, ao sair do quarto, segue em direção do templo para ter mais respostas, pois sua visão ainda era uma incógnita para si.


Continua?


Notas Finais


Bom, eu sei que não saiu tão legal.
Mas prometo recompensa-los nos próximos capítulos.

Bjos e comentem o que estão achando. 😘❤️🖤🦊🐶


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