História O Casal de Médiuns - Capítulo 2


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Categorias Undertale
Personagens Sans
Tags Afterdeath, Error X Ink, Errorink, Filme De Terror, Mistério, Paperfresh, Paranormal, Reaper X Geno, Terror, Yaoi
Visualizações 29
Palavras 1.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa é a casa mal-assombrada da história.

Capítulo 2 - A Casa Mal-Assombrada


Fanfic / Fanfiction O Casal de Médiuns - Capítulo 2 - A Casa Mal-Assombrada

Autora P.O.V.

O pintor, seu filho e os dois médiuns subiram a escadaria que dava no quarto dos pais de PJ. Ink destrancou a porta do quarto e abriu lentamente a porta. Quando abriram, encontraram Error amarrado na cama enquanto rosnava feito um cachorro raivoso (N/A: Só faltava ele começar a latir feito um cachorro). Ele se debatia brutalmente tentando se soltar.

Geno: Meu Jesus amado! Espera... vocês.... amarraram o Error?

Ink: Na verdade fui eu que amarrei ele na cama. Eu fui lá ver se ele tinha se acalmado, mas a única coisa que eu encontrei foi ele meio que... mordiscando os próprios dedos. Quando fui ver se ele tinha parado com os surtos, ele tentou me atacar, mas eu consegui forçá-lo a ficar na cama e consegui amarrá-lo (com um pouco de dificuldade).

Reaper: Peraí. Ele tava... mordiscando os próprios dedos?

Ink: Eu não consegui ver direito, mas eu tinha certeza de que ele tava mordendo os dedos quase arrancando as unhas. Me sigam.

O artista os conduziu até o quarto e mostrou que no carpete tinham manchas de sangue, provavelmente do próprio Error. Quando estavam analisando a situação, misteriosamente o esqueleto de ossos negros acabou por arrebentar as cordas que o mantinham preso. Ele parecia uma fera prestes a atacar uma presa.

Ele estava prestes a atacar a todos, porém eles fugiram rapidamente para fora do quarto e trancaram a porta.

Reaper: Para a segurança de todos, mantenham distância desse recinto.

Ink: Tem toda a razão. Não sei por quê, mas acho que ele agora é o que chamam de "paranoico".

Enquanto conversavam, Geno pareceu sentir uma presença estranha no local.

Reaper: Querido? Você tá bem?

Geno: Não tenho certeza. Parece que tô sentindo alguma coisa vinda lá de fora e o que quer que seja, parece ser bem forte essa sensação.

Ink: Estranho... mas vamos dar uma olhada. PJ, você fica aqui dentro. E toma cuidado com o teu pai. Se ele arrombar a porta ou qualquer coisa do tipo, nos avise imediatamente.

PJ: Afirmativo!

Os três foram até o lado de fora da casa para ver qual presença sobrenatural Geno dizia estar sentindo. Enquanto isso, PJ estava dentro de casa e ficando alerta com o seu pai.

O pintor e os dois médiuns saíram da casa. O demonologista pediu para o de cachecol os levar até esse lugar onde ele estava sentindo a tal presença. Ao sentir que essa tal sensação estava cada vez mais forte, Geno sentiu uma dor de cabeça fortíssima e quase desmaiou, mas foi segurado por Reaper.

Reaper: Você tá legal?

Geno: Tô... Tô bem. Vamos em frente.

Os três foram em frente e ambos pararam em uma casa abandonada e destroçada. O de cachecol se sentiu ainda mais estranho, mas pode segurar as dores de cabeça.

Reaper: Qual é a dessa casa?

Ink: Na verdade eu não sei. Quando eu e minha família nos mudamos para cá, essa casa já estava abandonada antes. Não sabemos ao certo o que aconteceu para ela estar abandonada desse jeito, mas rolaram rumores de que uma família vivia aí, mas ela foi vítima de ataques terroristas ou algo assim por algum motivo. Mas eu não acredito muito nisso.

Reaper: Acho que a gente devia entrar.

Geno afirmou com a cabeça, porém Reaper o impediu, pois temia que ele desmaiasse novamente ou causasse algum dano crítico ao bebê, então foi decidido que só ele iria entrar e Ink iria ficar com o Geno.

E foi isso que ele fez: ele adentrou a casa sem medo enquanto Geno estaria o esperando fora de casa. Ao abrir a porta, o lugar tava totalmente decrépito. Tava tudo destruído, a madeira de lá tava podre, o papel de parede estava rasgado, o lugar em si fedia a mofo. Enquanto investigava o local, um som de piano começou a tocar, chamando a atenção de Reaper.

Ele subiu as escadas para ver o que podia estar tocando o piano. Ao abrir a porta de um dos quartos, encontrou um piano abandonado e, por incrível que pareça, não estava mais tocando a música. Quando ele foi se aproximar do piano, a porta subitamente se fechou sozinha, assustando o médium. De repente, ele escutou uma risada que parecia ser de criança. Ao se virar para a cama, viu um boneco de ventríloquo sentado formalmente na cama.

Reaper: Heh. Engraçado. A casa ficou abandonada e parece que deixaram esse boneco largado.

Ao falar essas palavras, o boneco começou a falar misteriosamente.

???: Quem você tá me chamando de boneco seu filho da mãe?

Reaper se assustou ao ver o boneco falando sozinho sem ninguém. Geralmente bonecos de ventríloquo falam sendo a voz do ventríloquo. Mas o boneco falando sozinho sem ninguém aí não é normal.

Reaper: Mas que raios! Você... você fala?!

???: Para um médium, você parece ser bem ingênuo. Prazer, meu nome é Bill, o seu é Reaper, não é?

Reaper: C-Como você sabe meu nome?

Bill: Isso não é da sua conta. Agora, deixe-me te apresentar à um outro amigo meu. Ele está bem atrás de você.

O médium se virou para trás e encontrou um cara ao lado da fachada de duas paredes. Ele estava apontando uma motosserra para ele, com um olhar psicopata.

Reaper, com medo, arrombou a porta do quarto, correu apressadamente até as escadas descendo-as até perceber uma coisa estranha: as escadas pareciam não ter fim. Pareciam terem milhares de degraus. Então, a coisa mais útil que ele pode pensar em fazer era se jogar do corrimão (N/A: Aí tu só tá pedindo pra morrer -_-").

Ao se lançar, ele caiu no chão em segurança e foi correndo em disparada até a porta da frente. Ele saiu rapidamente do local assustado e afobado. Geno e Ink até se assustaram com o jeito que Reaper apareceu.

Geno: Reaper?! O que aconteceu?

Reaper: Temos que sair daqui. Tem algo de errado com essa casa. Lá dentro eu explico.

Ink e Geno foram correndo até a casa do pintor. Enquanto isso, Reaper ficou parado encarando a casa abandonada com um olhar suspeito. Então ele seguiu seu caminho até a casa do pintor.



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