História O Caso 89 - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Justin Bieber, Selena Gomez, Zayn Malik
Personagens Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Assassinato, Criminal, Fbi, Jelena, Mistério, Policial
Visualizações 71
Palavras 2.089
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


*Olá, pessoal, fiquei tão feliz quando vi os favoritos aumentarem rapidamente.

*Perdoem os erros de português no capítulo, não tive muito tempo para revisa-lo.

*Obrigada pelo retorno positivo. Enjoy!

Capítulo 3 - Vai ser um prazer colaborar com você.


Fanfic / Fanfiction O Caso 89 - Capítulo 3 - Vai ser um prazer colaborar com você.


Washington; 09:38am - EUA                                                                 

                                        POV NARRADOR


Para Selena Gomez, disfarçar o péssimo humor devido a insônia que a perseguiu na noite anterior estava quase impossível. 

Dominada pela ansiedade em começar a trabalhar com uma pessoa nova em um caso tão requisitado pelos seus colegas de trabalho, a agente havia passado a noite em claro naquele quarto de hotel em Washington. 

Costumava ficar extremamente brava quando um de seus superiores a colocava para trabalhar junto com alguém, mas agora, apreciava a oportunidade de poder desvendar um crime feito há mais de treze anos com a ajuda de um recente, e por mais que a sua recomendação fosse detonar Justin Bieber, Selena apenas ansiava por trabalhar com ele, se conseguissem resolver tudo, seria um passo considerável em sua carreira. 

O café em suas mãos já não parecia tão apetitoso quando percebeu que estava tendo novamente oscilações de humor a curto prazo, seu maior receio era ter que dar razão ao seu psicólogo e tomar as pílulas receitadas por ele, a contra gosto, a morena terminou a bebida e continuou a espera de George. 

Ele havia combinado de apresentá-la a Justin, mesmo que parecesse estranho para ela o fato deles não o despedirem diretamente e precisarem de alguém para detona-lo, Selena não indagou mais nada para nenhum daqueles homens. Apenas assentiu quanto a ordem dada, e embora não fosse cumpri-la, deveria agir como se estivesse de acordo. 

Cumprimentou George com um sorriso quando o mesmo adentrou o saguão do prédio, e em meio a pedidos repetidos da parte dele para que ela não falasse sobre isso com mais ninguém, eles se dirigiram até o escritório do agente Bieber. 

Selena apenas esperava uma coisa ao se encontrar com o agente Justin após todos os rumores que ouviu: o inesperado.

E ela não se decepcionou quanto a isso. 

Seu escritório ficava no último andar do edificio-sede do FBI. Era literalmente um andar apenas para ele, o que fez com que ela se perguntasse mentalmente a real importância dele ali dentro, e talvez agora ela também pudesse compreender o porquê de tanto medo dos outros em manda-lo embora. 

Uma placa bem grande com os dizeres "Agente Bieber. Por favor, não perturbe." estava pendurada na porta de cor vermelho-sangue. Os olhos da agente encontravam-se mais estreitos do que nunca, que tipo de privilégios aquele cara tinha ali dentro para que essas petulância fossem aceitas? 

George bateu na porta, mas não esperou uma resposta vinda dele para entrar, então a abriu sem dizer mais nada. 

Sua sala era diferente de todas as outras que ela havia visto, e olha que conhecia sua repartição quase que por inteira. A primeira coisa que percebeu foram as prateleiras de livros que decoravam quase todas as paredes, iam do piso até o teto. Conseguiu ler alguns títulos por alto, alguns conhecidos por ela até então, outros que ela mal conseguia decifrar porque pareciam estar em outro língua, e sendo poliglota, Selena dominava bem muitos idiomas. 

Uma breve admiração por ele surgiu em seu pensamento, seria aquilo apenas coleção ou ele realmente havia lido tudo? 

Sobre a grande mesa de madeira no centro da sala, ou melhor, da enorme sala, estavam pilhas enormes de jornais, revistas, relatórios e pastas. 

Na parede vazia ao seu lado havia um quadro grande com fotos e bilhetes, um deles fácil demais de ler. "Ligar para mamãe dia 12-01". Considerando que eles já estavam em outubro, Selena pôde perceber que ele não era do tipo que organizava suas coisas e jogava fora o que não prestava mais, talvez isso dificultasse a convivência dos dois já que a agente Gomez era extremamente organizada e metódica. 

Justin estava sentado em um sofá de couro preto observando o telão a sua frente, queria apenas fazer seu trabalho sozinho sem ser importunado pelo pessoal do FBI que havia batido em sua porta incontáveis vezes naquela semana. Ele virou os olhos encarando George, que sinceramente, odiava. Ao seu lado, uma mulher bonita e elegante olhava com curiosidade para a decoração da sala. Sua postura correta e a aparência impecável acabaram por instigar a curiosidade de Justin para saber quem ela era. 

— Não estão a venda. — O rapaz diz chamando a atenção de Selena. Ele encara os dois por mais alguns segundos e volta os olhos para a tela como se estivesse sozinho. 

Selena franze o cenho intrigada com a falta de educação do homem, talvez sua boa aparência seja a única coisa relevante nele já que os os modos não existiam. 

— Não quero comprar nada. — Ela responde com rispidez. 

Ele volta a encara-la. Seu rosto jovial surpreende Selena e agora ela consegue entender o motivo das mulheres falarem tanto sobre ele. 

Ele parecia bem novo para um agente, mas não era algo que Selena pudesse opinar, pois também era nova e com uma aparência que diminuía ainda mais sua idade. 

— Ok. — Ele responde e ajeita o rayban de grau e armação preta em seu rosto. Seu olhar vivo e assombroso intimida Selena.

George pigarreia e começa seu discurso pronto:

— Justin, meu querido. Desculpa interromper o seu trabalho, mas quero te apresentar a sua nova assistente, agente Gomez. Ela irá acompanhar você no caso em Chicago e na revisão do Caso 89, creio que... 

— Assistente? — O loiro ri. — É bom saber que estou sendo valorizado. 

Selena não gosta da forma que ele usa a palavra. 

— Não sou sua empregada ou algo do tipo. — Ela impõe seu tom de voz de modo que até mesmo George se assusta. — Vou trabalhar no caso junto com você, mas não fazendo menos do que você, Bieber. 

Na sua cabeça, a convivência com ele talvez fosse ser mais difícil do que pensara. 

Mas Justin pensava o contrário, estava adorando a presença e o jeito daquela mulher. 

— Eu entendo, mas... me conta, — Bieber estala os dedos. — Quem você ofendeu para vir trabalhar comigo? 

— Apenas achei que vocês fossem complementar o trabalho um do outro. — George interrompe ao perceber que Selena daria uma reposta muito da mal educada para o agente. 

— Que ótimo. — Ele diz ainda sem tirar os olhos da tela. — Pois tive a impressão de que ela veio para me espionar.

Selena sente como se tivesse levado um soco na boca do estômago, mas não podia deixar transparecer seu nervosismo, não era como se Bieber estivesse errado. 

— Estou ansiosa para trabalhar com você. — Ela diz para amenizar a situação, embora tivesse a impressão de que iria lidar com uma bomba relógio por tempo indeterminado. 

Justin se levanta calmamente e começa a mexer em alguns papéis sobre a mesa, o loiro havia a péssima mania de deixar tudo espalhado e não conseguia achar itens importantes depois. 

— Você é formada em que? 

— Sou formada em psicologia e tenho um curso completo para análise de cadáveres, embora não tenha feito medicina ainda. 

— Gosto da sua determinação. — Ele dispara e Selena da um sorriso em agradecimento. — Acho que nos daremos bem, vejo que é inteligente e qualificada para me responder uma coisinha... 

O agente pega um papel no meio da pilha, sentia-se aliviado por ter achado um documento tão importante. Com o controle remoto, ele apaga as luzes da sala, deixando Selena curiosa em relação as tecnologias que ele deveria guardar ali. 

                                 POV SELENA


Ele passa fotos na tv, era uma apresentação de slides. Refletida na parede estava o corpo de uma jovem morta deitada de bruços no meio de uma floresta.

— Ivy Derulo. — Ele começou. — 21 anos, nenhuma explicação para a morte. Encontrada em uma floresta, em meados de outubro, nenhuma explicação aparente para a morte. Não há marcas de estrangulamento, porém... — Ele da zoom na clavícula da menina. — Cinco marcas horizontais feitas com objeto cortante. O que acha que isso pode ser? 

— Talvez a marca das unhas de algum animal? — Sinto meus pulmões se contraírem naquele ambiente fechado. 

— Um animal que apenas da algumas arranhadas e vai embora sem deixar mais vestígios? — Ele rebate. 

— Não há marcas de pegadas pelo chão, nem tufos de pelo que possam comprovar ser um animal? — Pergunto, estava começando a gostar do ponto de vista dele. 

— Não, algum outro palpite? — Ele sorri. Dava para ver nitidamente em seu rosto que ele gostava de fazer aquilo, tanto trabalhar com isso quanto indagar as pessoas a seguirem a mesma linha de raciocínio do que ele. E Justin fazia isso bem. 

Justin continuou passando os slides e haviam imagens de outra jovem com as mesmas marcas que a garota morta em Chicago dias atrás.

— Marca de quem a matou? — Arrisco sabendo que era o que ele desejava ouvir. 

— Esse é o meu ponto. — Justin bate palmas. — Mas o FBI pensa que é apenas uma conspiração, não é George? 

Por um momento eu havia esquecido que ele estava ali. Com todo seu jeito carrancudo, George me incomodava de certa forma, desejava que ele fosse embora para poder mostrar minha real empolgação com aquilo tudo. Mas por enquanto, eu deveria me conter. 

— Você sabe nossa opinião sobre isso. — O velho responde. 

— Sei sim, vocês estão errados. — Justin diz com naturalidade, e não há nenhuma repressão pela parte de George. Apenas uma cara de poucos amigos. 

Eu nunca me atreveria a falar desse jeito com alguém que tivesse um cargo maior do que o meu. 

Mas a impertinência de Justin de certa forma... me encantava. Eu gostaria de ser tão humorada e descolada a esse ponto. 

— E sabe o que tem de mais coincidente nos casos, agente Gomez? 

O jeito que ele brinca ao falar meu nome me faz querer rir, mas não poderia dar esse mole. 

— O que? 

— Ambas possuem a mesma idade, cor de cabelo, marcas e... foram mortas em florestas. Como você classifica um assassinato padronizado? 

Eu queria responder, mas tinha medo da reação de George. Por mais que quisesse quebrar as regras, não poderia ficar sem meu emprego, as coisas tinham que ser feitas da forma mais discreta possível. 

Fico em silêncio até que ele responda por mim. 

— Bom, quando você tem dois assassinatos ou mais apresentando as mesmas características — Ele continua e encara George. — Você tem um serial killer. Mas o FBI acha que eu sou maluco. 

— Justin, você tem que entender que nossa prioridade é outra e que... droga. — Ele balbucia algum palavrão quando o toque do seu celular invade a sala. 

Eu e Justin ficamos em silêncio. O encaro brevemente me perguntando o que está passando na cabeça dele nesse exato momento, me parece correto contar a verdade de estar lá para ele, embora minha intuição me mande esperar um pouco. 

— Eu preciso ir. — George enfia o telefone no bolso do paletó demonstrando irritação com a ligação de poucos segundos. — Eu espero que vocês façam um bom trabalho. — Ele se despede de Justin e me encara antes de ir. 

Agora, estava sozinha com ele sem saber o que falar. 

— Você acredita em mim, não acredita? — Justin acende as luzes. — Não é como se eu fosse idiota, Gomez. Eu sei que eles querem que eu pare. 

— Pode me chamar de Selena. — Me aproximo mais e aperto sua mão, mesmo com todo aquele ar brincalhão, Justin parecia ser um cara triste. — Eu gosto da sua teoria. Eu vou te ajudar nisso. 

— Então nós precisamos pegar um vôo amanhã. — Ele diz. A felicidade estampada em seu rosto me fez ficar confortável. Devia ser duro ter pessoas desacreditando do seu trabalho o tempo inteiro. 

— Para onde? Digo, amanhã tenho aulas para dar, pensei que fosse voltar para Chicago e... 

— Selena. — Ele para na minha frente e respiro fundo. — Se você quer mesmo me ajudar, preciso que vá comigo até o primeiro local do assassinato. 

— Por que essa pressa? — Pergunto passando os olhos pelos papéis em cima da mesa. 

— Porque eles querem que eu pare, Selena. — Ele fala mais baixo, entendo a seriedade em sua voz, mas isso me preocupa. 

— Por que? 

— Isso eu posso te explicar durante o acompanhamento do caso. — Ele diz com o tom de voz ainda baixo, começo a sentir medo de estar sendo espionada ou algo semelhante. — Eu preciso confiar em você primeiro. 

— Claro, Justin. — Digo por fim. — Vai ser um prazer colaborar com você. 




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...