História O caso das namoradas não assumidas - Capítulo 1


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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Tzuyu
Tags Amo As Mihyun, Dahmi, Mihyun, Nayeon, Sherlockyeon
Visualizações 50
Palavras 2.308
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Fluffy, LGBT, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eu to toda comediante ultimamente, perceberam? kkkkkkeu tento pelo menos, mas enfim, como nada mais que o esperado temos aqui mais uma mihyun, baseada em mim de nayeon eh istokkkk

Capítulo 1 - Elas namoram! Eu tenho provas;


A detetive andava de um lado para o outro no quarto enquanto tinha o cachimbo entre os lábios e o rosto franzido em pura confusão, sua “assistente”, Yoo Jeongyeon, lia um livro absorta a tudo e todos, e ela com certeza estaria mais concentrada, se Nayeon não parece de andar de um lado para o outro feito barata tonta e a estivesse dando nos nervos.

–  Nayeon por tudo o que é mais sagrado, pare de ficar andando de um lado para o outro!  – Chamou a atenção da garota tentando voltar a sua leitura, mas simplesmente não era para ser, já que Nayeon apenas aumentou o barulho dos passos fazendo Jeongyeon fechar o livro com força em irritação.  – Você está insuportável desde que começou com essa paranóia.

–  Céus Watson silêncio eu estou pensando aqui.  – Balbuciou aparentemente irritada. – E não chame meu caso de “paranóia”, sua insolente!  – Esbravejou.

–  Inso- o quê? Nayeon desde que você começou com isso não para de usar palavras difíceis, de andar feito uma engomadinha e, deus, esta merda de cachimbo, esta porcaria de cachimbo de brinquedo me dá nos nervos.  – Levantou-se da cama bagunçando os próprios cabelos. Discutir com Nayeon era a mesma coisa que discutir com um poste.

–  Watson, a sua falta de fé no meu trabalho e intuição me dão calafrios.  – A de cabelos curtos olhou para si, rindo incrédula.

–  Já falei que é paranóia. E me chama de Watson de novo pra você ver!  – Falou a Yoo apontando o dedo no peito da mais baixa. – Tu nem detetive é.

–  Você…  – Colocou a mão no peito de forma dramática e Jeongyeon revirou os olhos com o olhar “ofendido” da mais velha.  – Certo Watson você foi rebaixado, saia do meu escritório! – ordenou batendo o pé feito uma criança birrenta.

–  O quê? Não sei se sabe ô genia, mas o dormitório também é meu!  – Rebateu Jeongyeon ficando cada vez mais irritada. – Eu não saio daqui Sherlock.  – Cruzou os braços e ficou parada apenas encarando a outra.

–  Tudo bem, se não vai sair, saio eu.  – Falou decidida e Jeongyeon ergueu as mãos aos céus.

–  Graças a deus, deus existe.  – a Yoo voltou ao seu lugar na cama abrindo livro novamente, até notar que Nayeon ainda estava lá.  – Ah qual é? Quer um convite de retirada?

Nayeon negou com a cabeça com uma expressão decepcionada.  – Você me decepciona Watson.

Foi a última coisa que Nayeon disse antes de ser obrigada a ir até a cozinha junto com Jihyo em busca de uma bolsa de gelo para o seu nariz após ser atingida por um livro voador.

Por outro lado, ao chegar na cozinha, deparou-se com suas duas suspeitas e uma de suas amigas sentada no meio de ambas com uma pilha de exercícios de cálculo, o que lhe despertou os sentidos a deixando atenta.

–  Certo unnies, então se eu multiplicar este por este, eu terei o resultado final e acabou?  – A mais baixa das três perguntou para as suspeitas que acenaram com a cabeça. – Obrigada unnies, vou me esforçar.  – Se levantou pegando os materiais indo até seu quarto deixando as duas sozinhas, com Nayeon. E antes de perceberem a mais velha ali trocaram sorrisos cúmplices.

–  Ah oi unnie.  – A suspeita Kim fora a primeira a notar sua presença o que imediatamente chamou a atenção da suspeita Myoui.

–  Céus o que houve com seu nariz?  – Mina perguntou ao notar a tonalidade roxa que o lugar se encontrava.   – O que Jeongyeon unnie jogou dessa vez? – Perguntou já ciente de quem era a autora.

–  As Crônicas de Nárnia. Conheci Aslan bem de perto, gente boa ele.  – Se referiu ao livro, mas deu de ombros, ela tinha outros interesses.  – O que estavam fazendo agora pouco? – Perguntou como quem não quer nada.

–  Estávamos ajudando a Chae com a lição.  – Dahyun respondeu absorta enquanto olhava algo em seu celular.  – Ela estava tendo dificuldades em química e matemática.

–  Imagino que sejam boas em química, já que vocês duas tem tanta.  – Dahyun parou de mexer em seu celular imediatamente e Mina olhou para a Im tentando entender onde ela queria chegar.

–  Perdão?  – Mina questionou ainda com as sobrancelhas franzidas.

–  Vocês duas, estão sempre juntas, foi o que eu quis dizer.  – A resposta da Im não convenceu muito a japonesa que cerrou os olhos para si.

–  Mas é claro que estamos sempre juntas, nós somos- AH! MINARI!  – Dahyun gritou massageando a canela enquanto Mina sorria nervosamente para a mais velha ali presente.

–  Diga Mina, você e Dahyun tem apelidos carinhosos?  – Nayeon perguntou sussurrando enquanto Dahyun ainda estava distraída demais massageando a área onde havia sido agredida.

–  Eu realmente não sei do que você está falando unnie, mas a resposta para sua pergunta é não.  – Mina virou o rosto para não encarar os olhos da mais velha enquanto dava um gole no suco ainda de maneira nervosa.

–  Certo, então me diga. O que as abelhas produzem?  – Novamente Mina olhou para si totalmente confusa.

–  Mel?  

–  Sim?  – Mina se engasgou ao que Dahyun respondeu achando que estava sendo chamada.

–  Não minta na minha cara assim novamente Myoui.  – Olhou confiante para a japonesa levando o cachimbo rosa até os lábios novamente, e soprou algumas bolhas de sabão enquanto se deliciava com as expressões de desespero da outra.

–  Aha! Eu sabia que era você quem tinha pego meu cachimbo de bolhas!  – Chaeyoung saiu do quarto apontando para a mais velha. – Chaerlock acaba de resolver mais um crime.  – Falou o trocadilho e imediatamente Mina e Dahyun olharam para a mais nova com os lábios entreabertos incrédulas.

–  Ninguém merece ficar perto dessas duas não.  – Dahyun se levantou puxando Mina pela mão. –  Vamos mel, eu quero dormir.

Antes de sair do cômodo a Myoui lançou um olhar matador para a Im que por sua vez ainda sorria soprando as bolhas.

–  Certo unnie, agora meu cachimbo.  – Chaeyoung estendeu a mão esperando.

–  Eu te devolvo assim que resolver meu caso, por favorzinho Chae.  – Juntou as mãos implorando e Chaeyoung revirou os olhos.

–  Ainda com aquela paranóia unnie?  – Nayeon bufou em irritação.

–  Mas você não viu como a Myoui ficou deveras nervosa quando eu descobri que ela e Dahyun tinham apelidos carinhosos.  – Falou com seu típico ar confiante.

–  O quê? Mel?  – A mais velha concordou.  – Elas se chamam assim desde… –  Chaeyoung pareceu hesitar por alguns segundos e Nayeon percebeu.  – desde o dia que fomos conhecer uma colméia.

–  E quando vocês foram?  – Perguntou colocando o cachimbo de volta na boca.

–  No seu aniversário unnie, não se lembra? Quando você cismou que pegar mel sem as devidas proteções não era idiotice. Você foi parar no hospital, depois de ser atacada por uma colméia inteira.  – Nayeon engoliu em seco ao se lembrar o quão estúpida havia sido no dia. – Quer saber, pode ficar para você, eu arrumo outro. – Assim como qualquer pessoa daquela casa, Chaeyoung decidiu que nem adiantava mais falar com Nayeon.

Colocando o cachimbo de volta na boca Nayeon sorriu novamente com o progresso da “investigação”, percebeu que Dahyun diria que ela e Mina eram algo, e a julgar pelo modo como a japonesa reagiu realmente havia algo ali.

Andou de volta até o quarto encontrando Jeongyeon ainda lendo, desta vez o livro estava com alguns respingos vermelhos, mas isso não parecia perturbar nenhum pouco a Yoo que parecia até mais calma. E ao olhar para o livro Nayeon sentiu o nariz latejar.

–  Ah não, mas já tá aqui de novo, Nayeon!  – Esbravejou já fechando o livro e se jogando na cama afundando o rosto no travesseiro.  – O que eu preciso fazer nessa casa pra não ser perturbada por nenhum dos oito capetinhas?  – Se lamentou balançando as pernas em forma de frustração e Nayeon revirou os olhos.

Nayeon voltou até sua mesa e se sentando na escrivaninha para analisar suas últimas provas adicionou os apelidos e encontrou mais fotos um tanto comprometedoras e que entregavam claramente o que ela queria. Colocou o cachimbo na boca soprando as bolhas enquanto pensava com a mão no queixo.

O caso era levado a sério, e a detetive Im Nayeon se atentava a cada minúsculo detalhe que lhe era concedido  – desde as interações mais minuciosas até as trocas de olhares a metros de distância – , e ela estava mais que segura quanto as suas suspeitas.

–  Eu estava certa meu caro Watson, as minhas suspeitas são na verdade fatos.  – Falou com um cachimbo de brinquedo entre os lábios.

–  Nayeon, se você me chamar de Watson de novo eu juro que te coloco para fora de casa e te enfio esse cachimbo goela abaixo dessa vez.

Nayeon não tinha tempo para as rabugentices de Jeongyeon agora ela tinha todas as provas que precisava, “deus abençoe o once que conseguiu aquela foto das mihyun de mãos dadas enquanto dividiam fones de ouvido”.

–  Jihyo, acho que esqueci meus óculos no seu quarto, tudo bem se eu ir buscar?  – Faltava apenas uma peça e ela estava bem no dormitório de Jihyo, ou melhor estavam no quarto de Jihyo.

–  Ah Mina e Dahyun estão dormindo, tente não fazer muito barulho.  – A líder disse dando de ombros indo até a cozinha.

–  Claro, eu não vou fazer barulho algum.  – Sussurrou com um sorriso travesso para que apenas ela escutasse.

A Im andou cautelosamente e colou o ouvido na porta apenas para ouvir risadinhas vindas do quarto. Abriu a porta com devagar para que não pudesse ser ouvida, ela apenas queria poder ouvir para pegá-las no flagra dessa vez. Esperou alguns segundos até começar a escutar as conversinhas.

–  Foi por pouco dessa vez.  – Mina falou e ambas as garotas riram, e Nayeon ficou confusa por algum tempo.

–  Ela realmente parece decidida a descobrir sobre nós.  – Foi a vez de Dahyun falar e Nayeon se segurou para não dar pulinhos de animação por sempre suspeitar.  – Imagina se ela descobre que eu namoro a garota mais linda do mundo. – Dahyun falou e Nayeon revirou os olhos achando que iria vomitar.

–  Aigoo você é uma boba, eu namoro uma boba linda.  – Por uns segundos Nayeon quis desistir daquilo antes que morre de diabetes, mas quando estava prestes a dar meia volta escutou algo que não a fez nem se mexer.  – Eu quero muito te beijar agora.

–  Então o que está esperando?  – Nayeon abriu a boca quase deixando o cachimbo cair com o espanto.

Ela contou três segundos até que pode ter certeza de que as bonitas estavam quase se engolindo e abriu a porta ligando a luz de repente tirando uma foto polaroid das garotas que estavam deitadas na mesma cama com os lábios colados.

–  CONSEGUI!  – Nayeon gritou e as duas garotas, tando com o susto da luz sendo ligada quanto com o grito de Nayeon, deram um pulo. Dahyun sendo pior já que foi direto ao chão.  – EU SABIA, SEMPRE SOUBE! – Nayeon berrava sem parar enquanto Mina olhava para si com as sobrancelhas levantadas em puro deboche, enquanto Dahyun massageava desta vez a nádega esquerda que estava dolorida por conta da queda.

–  Já terminou o showzinho fangirl?  – Mina perguntou com os braços cruzados.

–  Ainda não apressadinha, essa foi só a primeira parte, agora falta a segunda parte onde todas ficam sabendo.  – Falou e quando Mina foi dizer algo Dahyun a cortou.

–  Essa foi a primeira parte? Pensei que a primeira parte fosse espionar a gente até no banheiro! Você não tem ideia de como eu tô traumatizada sua maluca.  – Dahyun esbravejou e Mina olhou para a Im incrédula.

–  Como assim você estava espiando a minha mulher no banho?  – Mina perguntou e Nayeon levantou o indicador para explicar, mas ao olhar para a foto em sua mão e ver que já havia sido revelada, e descoberto que nenhuma desculpa que desse a salvaria de Mina ela saiu correndo.  – Im Nayeon volta aqui agora sua naja espionadora de namoradas alheias.

–  GENTE!  – Nayeon parou frente para o sofá onde se encontravam todas as garotas assistindo algum clichê romântico que Jihyo havia escolhido já que só ela e Tzuyu estavam mesmo assistindo aquela coisa.

–  Ah não, Nayeon sai da frente!  – Jihyo falou jogando pipoca na garota que apenas jogou de volta na Park.  – Fala logo embuste!

–  AS MIHYUN ELAS…  – Nayeon começou e viu Mina e Dahyun paradas encostadas no batente da porta com os sorrisos mais sacanas do mundo, e novamente ela fico sonfusa.  – Elas… elas namoram, eu tenho provas, olha! – Mostrou a foto que havia tirado para Jihyo que olhou para si com tédio enquanto a foto ia passando por cada membro.  – Viu eu falei pra vocês que elas namoravam.

–  ‘Tá, agora conta uma coisa que a gente não saiba.  – Momo disse também olhando para si entediada.

–  Opa opa opa opa, como assim?  – Nayeon perguntou afobada. –  Todo mundo aqui já sabia? – Ela olhou para as duas na porta que ainda tinham aquele mesmo sorriso.

–  Gente eu achei e eu que eu era a mais lenta do grupo.  – Sana falou roubando pipoca do balde de Tzuyu que praticamente lhe assassinou com os olhos.

–  Pois é Sherlock, acho que seu cargo de melhor detetive na verdade é da Jihyo.  – Jeongyeon falou enquanto ria da cara de tacho da Im.

–  Você está me dizendo que, quando eu disse que ia buscar meus óculos… –  Nayeon começou e Jihyo revirou os olhos.

–  Você é tão burra e óbvia que seus óculos estavam na sua cara sua tapada.  – Nayeon colocou a mão no rosto apenas para sentir o óculos na cara. – Além disso nada mais que justo eu ser a primeira a saber, dividimos o quarto. Perdi as contas de quantas vezes acordei com a Mina indo pra cama da Dahyun no meio da noite.

–  Então por que ficavam me chamando de paranoica?  – Perguntou inflando as bochechas.

–  Porque você poderia muito bem ter perguntado para elas.  – Tzuyu respondeu sem parar de olhar para a tv. Nayeon achou sábio ficar calada, não iria deixar de tirar satisfações com o casal que simplesmente deixou ela com a paranóia de Sherlock.

–  Mas e vocês duas, por que não me disseram que estavam mesmo namorando.  – Perguntou para o casal.

–  Porque você não nos perguntou oras!



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