História O caso do colar. - Capítulo 1


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bulma, Goku, Turles, Vegeta, Yamcha
Tags Dragon Ball
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Palavras 979
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Lírica, Luta, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá! Eis que voltei, mas com um trabalho curto. A história é verídica, aconteceu de fato com monarcas há muito tempo. Apenas adaptei para essa realidade. No mais, espero que gostem.

Capítulo 1 - Prólogo.


Um colar de meio brilhão de libras. Um rei perdulário. Um cardeal apaixonado. Um casal nobre, porém envolto em dividias. Desse emaranhado de fatos, surgiu uma vigarice capaz de deixar os soberanos em total desespero, assim como estes fizeram-se responsáveis por mandar uma autoridade clerical para a prisão e a conduzir ao açoitamento uma mulher que carregava o sangue do grande Rei Vegeta. O reino não veria-se tão agitado se não anos mais tarde, com a revolução e a queda da, já em estado crítico de putrefação, monarquia absoluta. Comecemos a discorrer a trama cômica e um tanto trágica da moça que pensou ter encontrado sua “galinha dos ovos de outros” na cega paixão de um fidalgo pelo consorte do rei Son Goku. 

A primeira personalidade desse quase bem sucedido plano era uma moça bela, astuta e perspicaz. Com seus grandes olhos azuis e pele alva, Bulma, oriunda das ruas pobres da província de Belita, tinha plena convicção de seu nobre sangue, fazendo uso do mesmo para conseguir esmolas dos mais abastados. No entanto, como uma descendente da família real poderia estar a passar fome em meio a plebe? A resposta não é muito extensa, pois trata-se de uma linhagem ilegítima, ou seja, “bastarda” da parcela cortesã onde se viam os príncipes. A trajetória da rapariga não foi de fato intrigante ou interessante, visto que fora adotada por uma senhora, que ao saber de seu infortúnio, comoveu-se com a mesma, fazendo com que a azulada estudasse em boas escolas e ao atingir determinada idade transferir-se para um convento. Dali, pulou os santos muros sem uma moeda no bolso em busca da liberdade. Jovem e radiante, não demorou para que conseguisse um aliado para suas peripécias. Yamcha, rapazola também não abastardo, envolveu-se com a mulher e passou a aplicar pequenos golpes em comerciantes ou notáveis da baixa nobreza. O casal de moribundos via-se sem opção de subsistência quando descobriram uma forma de contrair absurdas quantias de dinheiro, sem grandes esforços. Nesse ponto, entra pelos corredores tortuosos desse enredo o notável cardeal Turles. 

Membro de instituições renomadas, o cardeal ostentava riqueza e prestígio quando esbarrou com o casal de vigaristas. Inteligente, no entanto perdulário e bastante ligado aos prazeres mundanos, Turles detinha uma carreira invejável. Para compreender a ligação do homem com o escândalo do colar, deve-se retroceder um pouco nos fatos e isso nos leva a olhar para a corte do Rei Vegeta, estando este ainda em vida. O cardeal, considerado novo e imaturo para o cargo, realizava missas abertas a corte ou particulares a família real, semanalmente. Conquanto, vale ressaltar o imenso carisma que este sentia pelo príncipe Vegeta que, por sua vez, detestava-o com todas as suas forças. Desprezar publicamente o membro do clero era de costume do herdeiro do trono, e a situação só agravou-se quando Son Goku, príncipe de um reino vizinho, desposou o orgulhoso rapaz. Sabendo da paixão oculta do cardeal, o Son logo tratou de afastá-lo da corte, e assim que o casal ascendeu ao trono, ordenaram que Turles administrasse as igrejas da província, que ficavam a 4 horas de distância do palácio. Distância segura para poupar Vegeta de sua presença, e Goku de possíveis traições. Passados esses empasses, este fizera de tudo para aproximar-se do consorte e desculpar-se com o mesmo, seja qualquer que fosse a mazela que o tivesse causado. Contudo, não obteve êxito ou sequer uma palavra daquele que tanto almejava, deixando o assunto de lado até o momento em que conhecera uma certa moça chamada Bulma, que dizia ser capaz de resolver-lhe todos os problemas, pois afirmava ser amiga íntima do casal real, sem ao menos tê-los visto pessoalmente. Cego e embriagado de paixão, deixou-se levar pela mulher que via, aos seus olhos, como sua salvadora. 

A última peça desse enredo a merecer destaque não se faz menos notável, sendo este ninguém menos que o próprio príncipe, ou na época, Rei Vegeta. Devemos aqui descrevê-lo para que tudo possa encaixar-se e fazer sentido, pois nem de longe o rapaz principesco merece ser exonerado de toda e qualquer culpa. Desde muito moço, ainda na infância, Vegeta mostrou-se ser firme e determinado, encantando todos a sua volta com a beleza e boa oratória que portava. Contudo, todas essas virtudes apagavam-se diante de sua constante necessidade de divertir-se. “É insaciável”, dizia o pai do jovem herdeiro, “quando o assunto é gastar enormes quantias em frivolidades.” Não era de se esperar menos, nascido e educado na educação absolutista, onde aprendeu que todos nasciam e morriam para servi-lo, o rapaz não via necessidade de esforçar-se ou se quer de sair do palácio, para conhecer seus súditos. A situação mudaria em alguns anos, ao atingir a adolescência e descobrir o magnífico mundo das mascaradas. Nesses bailes, Vegeta podia ser quem quisesse ser ou conversar com quem quer seja, sem ser repreendido pela tão rigorosa etiqueta. Nem mesmo o casamento com Son Goku, herdeiro do trono em um reino próximo o qual abdicou para casar-se com o mesmo, mudou sua insaciabilidade por gastos e festas. Em seu aniversário de 18 anos, o ainda príncipe gastou mais de um milhão em jogos de azar, sendo impedido de perder mais por seu esposo que, tirando-o a força da mesa de apostas, conseguiu evitar um déficit maior no patrimônio do casal. Toda essa irresponsabilidade mostrava-se perigosa, incitando cada vez mais o ódio popular contra a monarquia. Em contraste ao mundo perfeito do palácio, a população passava fome e não vivia com mais de 10 libras semanais. O desequilíbrio entre os povos era claro, mas não o suficiente para acordar Vegeta de seus devaneios.  

O caminho dessas personalidades chacaria-se de forma decisiva, opondo-se à autoridade real e acertando-lhe tamanho golpe que esta não se reergueria, não sem uma sequela grave: a desconfiança da nação para com aqueles que se dizem, por direito divino, fazer uso da tão pesada e desperdiçada coroa.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, ficou um pouco curto mas pretendo fazer os capítulos assim, pois facilita e viabiliza minha vida, diante de minha falta de tempo. Abraço e até a próxima!


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