História O Charme da Raposa - Capítulo 22


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Categorias League Of Legends (LOL)
Personagens Ahri, Braum, Draven, Fiora, Lucian, Shen, Vayne
Tags Ahri, League Of Legends, Lol, Lucian, Romance
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Palavras 1.702
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 22 - Influência


Fanfic / Fanfiction O Charme da Raposa - Capítulo 22 - Influência

Ela recobrou a consciência sentindo muita dor, seu corpo estava todo batido e machucado, tentou se levantar aos poucos, mas o seu corpo falho e a derrubou de joelhos no chão, em seguida algo começou a subir pela sua garganta, não conseguiu segurar e vomitou uma bola de sangue no chão.

Enquanto limpava a sua boca, olhou para os lados e ficou surpresa, os seus aliados estavam todos estirados no chão, derrotados. Assustada rastejou para uma das vitimas, a pessoa estava deitada com o rosto no chão, mas pela roupa que vestia a raposa já desconfiava quem era.

"Ashe... Ashe..."

A raposa chamou enquanto esticava os braços para alcançar a arqueira.

"Acorda! Ashe!"

Quando a raposa virou para cima o corpo da arqueira, ficou extremamente chocada, no peito da arqueira havia uma imensa abertura, sangue jorrava para todos os lados.

"A-A-- Ashe..."

Novamente a raposa sentiu uma vontade de vomitar, mas dessa vez não era sangue. Segurou sua barriga e boca para não vomitar sobre o cadáver. Quando sentiu que não estava mais em perigo, respirou fundo para se acalmar.

"O que aconteceu..."

Ela se questionou enquanto observava ao seu redor, queria procurar algum sinal de vida, mas tudo o que via eram apenas cadáveres espalhados por todos os lados, alguns soldados, entretanto entre eles haviam rostos familiares, Tryndamere, Braum e Olaf, todos estirados em sangue.

"E-E-- Estão mo-mortos..."

A raposa estava extremamente chocada, estava chegando ao ponto enlouquecer.

"I-Isso não é a L-Liga... eles estão realmente... mo-mortos..."

Continuou procurando por familiares, mas a certa distancia e neve cobria a sua visão. Respirou um pouco e tentou usar energia, mas estava esgotada demais para manter a esfera estável. Enquanto tentava se concentra, um som familiar chamou a sua atenção, no mesmo instante uma imensa neblina tomou conta do local.

"Essas sãos as armas do Lucian..."

Ela imediatamente se levantou e olhou ao seu redor, os disparos continuavam. Apressada para ver se estava tudo bem com o purificador, a raposa usou o resto de magia para se fortalecer e ir na direção dos disparos. Ela corria o mais rápido que conseguia, mas nunca parecia a chegar a lugar algum, notando isso ela parou de correr e permaneceu no lugar em que estava e ao mesmo tempo os disparos cessaram.

"Lucian!"

Gritou para ver se recebia algum tipo de resposta.

"Ahri, cuidado!"

O purificador avisou, entretanto a raposa não conseguiu notar de onde vinha.

"Lucian! Aonde você está! Eu preciso de ajuda!"

A raposa exclamou.

"Ahri! Fique onde está! Não se mova!"

O purificador pediu.

"Lucian!" a raposa exclamou, "Por favor... onde vo--"

Antes que pudesse terminar a frase, a raposa sentiu uma tontura, tão forte que não conseguiu ficar de pé, foi forçada a se ajoelhar e esperar.

"L-Luci--"

Tentou chamar novamente, mas estava sem energia, até mesmo para falar. Esgotada permaneceu no local, esperando para ver se o purificador apareceria.

"Todo mundo está mo-mo-- morto... Ashe, Tryndamere, Olaf..."

A raposa começou a pensar na horrorosa cena que havia presenciado mais cedo.

"Taliyah... pedrinha... será que está tudo bem com ela..."

O coração da raposa começou a apertar, estava preocupada com a situação da sua amiga. Infelizmente logo em seguida, um som chamou a sua atenção, passos se aproximavam.

"Tem alguém vindo!" A raposa observou.

O som vinha da sua frente e se aproximava rapidamente, de repente o som desapareceu.

"O que?!"

Em seguida surgiu atrás dela, imediatamente olhou para trás, mas não conseguia ver nada por causa da neblina.

"L-Lucian... é você?"

Mas uma vez o som mudou de posição, entretanto dessa vez, ele parecia vir de todos os lados.

"O-O que é isso?!"

A raposa imediatamente tampou as orelhas em e fechou os olhos.

"Socorro... Lucian!"

Momentos depois notou que os som desapareceram. Com cuidado abriu os olhos e tirou a mão das orelhas, segundos depois, notou algo estranho, uma presença estava em suas costas, a esse ponto ela já estava desesperada e não pensou duas vezes antes de agir, pegou o restinho de energia que lhe restava e colocou sobre sua mão, se virou e atacou na direção da presença.

Sua mão havia acertado algo dentro da neblina, assustada puxou imediatamente o seu braço, se deu conta que o seu braço estava coberto de sangue. Momentos depois a neblina se dispersou, mostrando quem tinha recebido o ataque.

"L-Lu--Lucian!" a raposa exclamou.

O purificador a observou com um sorriso no rosto, mas em seguida começou a sangrar pela boca, momentos depois o homem desceu de joelhos e caiu sobre a raposa.

"L-Lucian..." a raposa chamou.

"Lucian!" a raposa exclamou enquanto o abraçava.

"Lucian!" A raposa gritou desesperada.

Infelizmente o homem não respondeu a nenhum dos chamados, seu corpo estava imóvel desde o momento que havia caído sobre a raposa.

"AHHHHHHHH!!!!!!" raposa gritou ainda mais desesperada, apertando o corpo do purificador contra o dela.

"AHHHHHHHH!!!!!!" seus gritos eram repletos de desespero e medo.

"LUCIAN! ME DESCULPE!" a raposa começou a lamentar desesperada, seus olhos começaram a encher de lágrimas e seu coração de terror e medo.

"N-NÂOOOOOO! LUCIAN!"

A raposa continuou abraçando o homem com o resto de força que tinha, a partir desse momento, nada mais lhe importa, nada mais valia a pena, tudo o que ela desejava nesse instante era morrer. Seu corpo, sua mente, seu coração e sua alma já estavam tão destroçados que viver já era impossível.

Com o tempo o seu corpo sucumbiu ao peso do purificador e ambos foram ao chão, homem de um lado, a raposa do outro.

"Lucian..."

A raposa se virou para observar o purificador, ele tinha um sorriso de satisfação no rosto, sorriso que fazia com que ela se sentisse ainda mais culpada pelo que havia feito. Levou a sua mão com bastante dificuldades no rosto do purificador e começou a fazer carinho.

"Lucian..."

Aos poucos a sua visão começou a escurecer.

"Lucian..."

As sensações de dor e frio, desapareceram.

"Lucian... Eu te amo..."

E sua voz desapareceu.

Uma escuridão tomou conta de tudo, a única coisa que lhe restava era o restinho energia e consciência que lhe restava.

"Então isso é... a morte..."

"Isso é um adeus..."

A raposa começou a se deixar levar, entretanto, algo aconteceu.

"Ahri!"

Uma voz extremamente familiar lhe chamou.

"Ahri! Acorda!"

Era o homem que ela havia morrido a pouco instantes em seus braços.

"Acorda?..." a raposa questionou.

Nesse momento seu coração começou a bater novamente.

"Acordar..." a raposa tentou, mas não conseguiu.

"Acordar!"

Com um pouco mais de esforço, ela finalmente conseguiu abrir os olhos.

"Ahri? Está tudo bem?"

A primeira pessoa que ela viu foi o purificador, imediatamente ela se levantou e o abraçou.

"Ahri? Está tudo bem? Teve um pesadelo?"

O purificador tentou falar com ela, mas a raposa não respondia. Ela estava chorando desesperadamente enquanto o abraçava com toda a força que tinha.

"Raposa..."

O purificador preocupado com a situação dela, a abraçou em retorno, sentia a raposa tremer em seus braços.

"Calma, calma..."

Ele começou a tentar acalma-la passando a mão em seus cabelos. Em seguida, uma pequena batida na porta da sua cabine chamou a sua atenção.

"Pode entrar..."

Com calma, Ashe abriu a porta, atrás dela estavam Taliyah e Braum, todos visivelmente preocupados. Apesar de o purificador ter permitido a entrada, o grupo percebeu que a causa do problema já havia passado.

"Quando as coisas se acalmarem, por favor, fale conosco." a arqueira comentou em voz baixa.

Lucian fez um gesto de aprovação com a cabeça, em seguida a arqueira fechou a porta para deixar os dois sozinho. O tempo passou, levou bastante tempo até que a raposa se acalma-se. Quando ela finalmente parou de chorar e tremer, estava tão esgotada que acabou desmaiando de sono. Com cuidado o purificador a deitou na cama e a cobriu para que não passasse frio, permaneceu por alguns instantes ao lado da cama, caso ela acordasse, quando sentiu que ela não iria acordar, se levantou, se vestiu e saiu da cabine.

Do lado de fora, encontrou Ashe e Taliyah vagando pelo corredor, como se estivessem o tempo todo esperando noticias.

"Está tudo bem com ela?" a tecelã se aproximou já perguntando.

"Sim, sim, ela se acalmou, agora está descansando..." o purificador respondeu.

A tecelã soltou um suspiro de alivio logo em seguida.

"Lucian, o que aconteceu?" a arqueira questionou.

"Foi apenas um pesadelo..." o purificador respondeu.

A arqueira reagiu desconfiada por alguns instantes.

"Certeza que foi apenas um pesadelo? Os gritos dela eram muito fortes, cheguei a pensar que alguém estava morrendo..." a arqueira comentou.

"Verdade..." o purificador observou.

O purificador já havia presenciado alguns dos altos e baixos da raposa, mas essa era a primeira vez que tinha visto ela gritar daquela maneira, um grito de dor e pânico, ao mesmo tempo que se contorcia de medo na cama. Chegou a ponto de ter que segurar os braços e pena dela para não se machuca.

"Mas pelo menos agora ela parece que as coisas acalmaram..." o purificador comentou.

"O que pretende fazer agora?" a arqueira questionou.

"Esperar..." o purificador respondeu.

"Precisa de alguma ajuda?" a tecelã se voluntariou.

"Agradeço, mas não é necessário." o purificador respondeu.

A expressão de desapontamento era visível no rosto da tecelã.

"Mas se quiser entrar para ver como ela está..." o purificador comentou enquanto dava entrada para o quarto.

"S-Sim!" a tecelã rapidamente seguiu em frente e abriu a porta, "Obrigada..." agradeceu e fechou a porta.

"Está tudo bem deixar ela entrar?" a arqueira questionou.

"Sim, melhor do que deixar a garota esperando." o purificador respondeu.

O silencio tomou conta dos dois, a arqueira passava o rosto na mão enquanto bocejava, o purificador apenas a observava.

"Melhor ir descansar, devemos chegar no porto de Freljord pela manhã..." o purificador aconselhou.

"Não se preocupe, agora que acordei, vai ser difícil voltar a pegar no sono..." a arqueira respondeu.

"E o seu bocejo?" o purificador questionou.

"Preguiça..." a arqueira comentou.

"Gostaria de conversar?" o purificador convidou.

A arqueira olhou meio desconfiada, "Você não devia ficar com ela?"

"Taliyah está fazendo companhia..." o purificador comentou, "Além do mais, preciso refrescar a cabeça, conversar com alguém me ajudaria..."

"Tudo bem..." a arqueira aceitou o convite.

Em seguida os dois seguiram para uma parte do barco onde poderiam conversar sem interrupções.



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