História Sim, chefe. - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, Personagens Originais, V
Tags Jikook, Jimin, Jimin Bottom, Jk!top, Jm!bottom, Jungkook, Jungkook Top, Kookmin, Sexo
Visualizações 274
Palavras 976
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Um demônio que eu chamo de chefe!


Você acordou alguma dia com aquela vontade de só ficar trancado em casa o dia inteiro e esperar a morte vir? Se você não, parabéns! Porque, infelizmente, isso é uma coisa comum pra mim. Desde que eu consegui uma suada vaga de assistente técnico na área de marketing na grande Jeon's Entertainment, eu perdi minha paz por inteiro.

Não é o emprego que é ruim, foi pra isso que eu passei várias e várias preciosas horas do meu lindo tempo estudando, o problema mesmo tem nome, sobrenome e o cargo de gerência de marketing, consequentemente, meu chefe: Jeon Jungkook.

Pronto, falei! Jeon Jungkook, supervisor do meu setor e, conhecidentemente, sobrinho do dono da empresa, me odeia.

‘Tá! Mas ele é o chefe, Jimin! Ele tem que ser rígido pra manter a ordem!’ Vocês podem dizer, mas acreditem em mim, eu não estou brincando quando falo que ele me odeia!

Só pra você ter noção do quanto a implicância que ele tem comigo é séria, ele tem mais de uns vinte funcionários sob a responsabilidade dele, e eu sou o único - O ÚNICO - que tem que ficar até mais tarde com ele revisando papeladas e mais papeladas fora das minhas atribuições e mais, eu sou o único que leva bronca, sempre e por coisas que, fala sério, só existem na cabeça daquele babaca! 

Ahhh que raiva! 

Desculpa gente, me exaltei!

É melhor eu me arrumar logo antes que eu chegue um segundo atrasado e aquele demônio em forma de gente acabe me demitindo!

(…)

Eu cheguei quase meia hora antes do meu horário, como sempre, e eu ía à pé mesmo. Meu apartamento ficava só há uma quadra do trabalho, e eu não tinha um carro, de qualquer forma, ir à pé era minha única opção.

Bastou que eu passasse as portas de vidro para encontrar o lindo e maravilhoso chefe, já a postos, conversando com recepcionista.

Fala sério! Minha segunda já começa assim?! Dando de cara com aquele mal amado!

–Finalmente você chegou! farrou muito no final de semana? Você devia ser mais prudente rapaz!– Ele falou enquanto me seguia rumo ao elevador e eu fiz um tremendo esforço pra não revirar os olhos e nem lhe dar a resposta que ele merece.

–Bom dia pro senhor também!– eu respondi seco, fingindo um sorriso.

–Tsc! Que seja...– Ele deu de ombros entrando no elevador. Um silêncio irritante se instalou enquanto a gente subia. Um silêncio que eu não estava nem um pouco afim de quebrar.

–Então...– ele começou e eu revirei os olhos. Quando ele começa a falar assim comigo só significa uma coisa: bronca. –Você terminou de revisar as paledas do sábado?

–Sim, chefe!– eu respondi com um ar vitorioso. Ele pensa o quê? Que eu vou dar motivos assim pra ele reclamar de mim? 

–Hum!– Ele respondeu com indiferença enquanto o elevador parava. –Não fez mais do que o seu trabalho. –Ele completou com desdém saindo do elevador e eu fiz uma careta pra suas costas.

Poxa! Um elogio não vai fazer a língua dele cair vai? Afinal eu gastei metade do meu domingo com aquilo e não! Aquilo não era trabalho meu. Não mesmo!

–Ah! Jimin-ssi!– ele se voltou pra mim e eu tive de fazer um esforço sobrehumano pra me recompor antes que ele me visse fazendo careta pra ele. –Eu quero que você passe na minha sala, eu tenho mais trabalho pra você.

–Sim, chefe!– eu soltei um suspiro cansado e me dirigi cabisbaixo pra minha mesa.

Mas por que ele me odeia tanto?

(…)

–Eu não aguento mais, hyung! Eu vou enviar minha carta de demissão!– Eu bati a testa na mesa várias vezes repetidas.

–Não seja tão dramático, Jiminie! Ele só é assim com você, porque sabe que você tem talento e quer que você dê seu máximo!– Hoseok-hyung, meu colega de trabalho e melhor amigo, falou no seu otimismo de sempre enquanto terminava de comer o seu almoço.

–Ah tá!– revirei os olhos com desdém, cutucando o resto de comida do meu prato com desânimo. –Ele não precisa me escravizar pra isso, você viu a pilha de documentos que eu tenho que revisar? E isso nem é trabalho meu! Eu vou levar a noite inteira fazendo isso!– choraminguei.

–Parem de falar mal de mim e vão trabalhar!– Eu quase tive um infarto ao ouvir a voz daquele demônio atrás de mim. Ainda bem que eu não estava falando nada tão horrível assim. –O horário do almoço já acabou e você, Jimin-ssi, vem comigo!– ele ditou e nós fomos obrigados a deixar o refeitório.


(…)

–Onde nós estamos indo?– eu quis saciar minha curiosidade quando caminhamos ambos até o estacionamento.

–Entre!– ele ignorou minha pergunta, destravando seu carro.

–Incríveeeeel!– desculpa, mas o nível daquela máquina era bem maior do que qualquer carro que eu já tinha entrado.

–Legal, né?!– Jeon riu de canto, satisfeito em exibir seu brinquedo e por um instante ele pareceu tão sedutor com aquela expressão.

–Muito sexy... Digo, bonito... Quer dizer, o carro! O carro é lindo!– eu balancei a cabeça para afastar aquele pensamento idiota e tenho quase certeza que minha bochechas se pintaram de vermelho o que fez o chefe soltar uma gargalhada.

–Você estava me cantando agora há pouco?!– ele perguntou sarcástico e com um bom humor que eu não estava entendendo.

–NÃO! quer dizer, eu jamais teria uma ousadia dessas...– eu me recompus e ele continuou a rir enquanto pegavamos a estrada.

–Onde fica sua casa?– Ele quebrou o silêncio.

–Hã?! por quê?– eu perguntei um pouco surpreso pela pergunta.

 –Eu quem faço as perguntas aqui!– Ele falou com bom humor e eu revirei os olhos. Mas que miserável arrogante! –Bem... Nós temos que passar lá pra você pegar seu passaporte e arrumar sua mala rapidinho!– Ele continuou e eu arregalei os olhos incrédulo.

–Como assim passaporte? pra onde nós vamos?– Eu perguntei exasperado.

–Nós vamos tirar umas férias, Minie!



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