História O chefe e sua secretária - Clace(Malec e Sizzy) - Capítulo 63


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Hodge Starkweather, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Personagens Originais, Raphael Santiago, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Clace, Malec, O Chefe, Shadowhunters, Sizzy, Sua Secretária
Visualizações 539
Palavras 2.799
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


#ATENZAAAAAUUUMMM
#ATENZAAAAAAUUMMM
EU POSSUO UM AVISO IMPORTANTE E MTO LESCAL
MAS SÓ VOU AVISAS NAS NOTAS FINAIS 😏😁😂

Desculpem a demora, anjineos, eu estou passando por problemas pessoais e com eles acho tudo que faço uma bosta
Exemplo esse cap, não ficou muito bom (sejamos sincerus, neh?) Mas espero q gostem

BOA LEITURAAAAAAN

Capítulo 63 - Capítulo 63



                  {P.V.O. Jace}

-- Jace! Clary! - Maryse nos abraçou, parecia surpresa. - Que surpresa ótima!

-- Eu também estou. - Clary olhou para mim de canto, com um sorrisinho. - Jace não nos avisou que viriamos aqui.

Sorrio para ela.

-- Surpresa!

-- Max acabou de sair com Robert. - Disse Maryse, dando espaço para entrarmos. - Quanto tempo ficaram aqui?

-- Até amanhã, tenho outro lugar na mente para ir.

-- Não vai me contar? - Clary fez bico.

-- Vocês terão que ficar curiosos. - Toquei com carinho na ponta de seu nariz.

-- Vocês?! - Maryse abriu um largo sorriso para nós. - É o que eu entendi?!

Clary corou.

-- É. - Peguei a mão dela e beijei sua testa. - Clary espera um filho, ou filha. Meu.

-- Nosso! - Ela disse rindo.

-- Ah, meu Deus! - Maryse nos abraçou de novo. - Eu vou ser avó, de novo!

-- Vai sim. - Sorrio.

-- Vem, entrem. A janta está pronta.

-- Ah, eu não sei se quero comer... - Clary desviou o olhar.

-- Oh, por que, querida? - Maryse perguntou.

-- Ela vai comer sim. - Sorri para minha mãe enquanto ela entrava na casa. Clary suspirou. - O que foi, hum? Que não quer comer.

-- Vou acabar comendo demais. - Ela disse baixinho.

-- E dai? - Perguntei me abaixando, encarando-a nos olhos.

-- E... que... eu já vou ficar um balão pela gravidez, e muita comida... - Ela parecia sem graça.

-- Amor. - Levantei seu queixo com o polegar. - Você é linda de qualquer jeito.

-- Mas você disse que eu fico bonita... magra e... - Calei-a com um selinho.

-- Não. Eu te disse como era bonita do seu jeito. - Ela corou, um fantasma de sorriso passou por seu rosto. - Você é linda, maravilhosa e sensual do seu jeito. Seja ele qual for.

-- Sério?

-- Uhum. - Beijei sua testa. - E quem vai engordar, provavelmente vai ser eu. Eu estou morrendo de fome.

Ela riu, enquanto entrava na sala. Peguei as duas malas e entrei junto.

-- Clary, pode me ajudar a por a mesa? Enquanto Jace põe as malas no antigo quarto dele.

Minha esposa sorriu e assentiu.

-- Sim, senhora.

***

Robert e Max haviam chegado. Max pulou em mim e na Clary logo quando chegou, nos dando um caloroso oi. Robert nos cumprimentou e sentou para jantar, enquanto Max ia até a sala jogar seu video-game e comer lá mesmo. Maryse acabou contando para a gravidez da Clary, Robert ficou ainda mais feliz e nos parabenlizou.

-- Sabe o que vocês nunca fizeram? - Clary falou com a mão na boca, terminando de engolir.

-- O que? - Perguntou meu pai.

-- Contar algo da infância de Jace.

Eu engasguei.

-- O quê?! Não, não, não... Minha vida é um livro aberto!

Todos riram.

-- Então ela sabe do dia que você ficou preso dentro da despensa? - Disse Maryse.

-- O quê?! - Clary gargalhou. - Não! Me conta isso!

-- Não, conta não! - Contrapus, já com vergonha.

-- Ah, querido... - Maryse riu. - Desculpe-me, mas vou satisfazer o desejo da minha nora.

Clary sorriu convencida para mim.

Cheguei mais perto e sussurrei em seu ouvido.

-- Você ainda vai me pagar por isso, lindinha.

Ela corou, e pisou no meu pé por baixo da mesa.

Grunhi de dor pelo salto, mas sorri.

-- Ele, Izzy e Alec estavam brincando de se esconder. - Ronert começou. - E Jace inventou de se esconder na despensa.

Maryse começou a rir, colocando um guardanapo na frente.

-- E minha querida mãe me TRANCOU lá dentro! - Disse cruzando os braços.

Robert e Maryse gargalhavam. Clary fazia o mesmo, tendo um excesso de tosse.

-- Tadinho do meu marido. - Ela ainda ria, encostando a cabeça no meu ombro.

-- Sai. Falsa. - Ela se desencostou, rindo ainda mais.

-- Foi sem querer! - Maryse suspirou fundo. - Eu não tinha te visto.

-- Quase que o Alec chamou a polícia! - Robert lembrou.

-- Eu ri muito.

-- Ah, eu também! - Disse com ironia. - Ha-ha. Que hilário.

Eles riram ainda mais.

-- E o dia que ele tentou fugir da escola? - Robert disse.

Franzi o cenho, lembrando do meu azar.

-- E como eu ia saber que ela estava passando ali?! Na hora?!

-- Eu lembro! - Clary riu. - Você ficou dias sem sair de casa.

-- É. - Maryse sorriu para mim. - Eu fiquei até com dó do castigo que eu dei.

-- Tadinho... - Clary fez carinho na minha mão.

Cruzei os braços de novo.

-- Tudo falsidade! Me sinto em um ninho de cobras!

-- Que drama! - Exclamou Robert.

-- Não conhece seu filho? - Disse minha mãe.

Clary gargalhava. Pelo menos isso. Fiquei feliz por sua alegria. Mesmo que isso significasse saber coisas constrangedoras.

-- O dia do parque! Que tinha um pato...

-- Chegaaaa! - Levantei, gesticulando. - Eu acho que podemos comer a sobremesa e mudar de assunto?

Eles riram, e assentiram.

***

Depois de muita conversa ainda, Eu e Clary subimos para o quarto. Já estava de noite, e eu um pouco cansado. Com sono.

Clary estava se trocando. Observei todo o processo, morrendo de desejo.

-- Psiu. - Chamei sua atenção, ela me olhou de canto.

-- Hum?

-- Você tá gostosa. - Analisei-a com o olhar. Clary corou. - Meu Deus, que mulherão.

Ela sorriu, fitando o chão.

-- Para de me paparicar. - Ela colocou o cabelo atrás da orelha.

-- Eu não minto. - Disse tirando o edredom de cima de mim. - Mas se duvida, tenho algo para te provar.

O olhar de Clary correu do meu rosto, ao meu samba canção, esticado. Ela corou.

-- Meu Deus, Jace! - Ela riu.

Dei de ombros, passando a mão pela minha cama.

-- É errado falar que eu fiquei fantasiando você aqui, na minha cama? - Perguntei.

-- Ficava? - Ela parecia insegura.

-- Ficava. - Segurei seus pulsos, e a trouxe para perto. Beijei sua barriga, e depois encostei minha testa em seu umbigo. - Você nunca imaginou nada disso?

Ela hesitou, ficando quieta.

Olhei para cima, Clary parecia lembrar de algo, tão vermelha quanto um tomate.

Sorri malicioso, levantando a barra de sua camisola.

Beijei seu púbis por cima da calcinha. Clary estremeceu, mas não fez nada. Levei meus dedos a barra da calcinha, puxando-a para baixo, enquanto beijava as coxas de Clary. Ela suspirou, fazendo carinho no meu cabelo.

Após eu ter tirado sua calcinha, Clary sentou em meu colo. Sorri, mordendo seu pescoço. Ela grunhiu.

-- Me deseja mesmo?

Sabia que aquilo era importante para ela, para sua saúde e bem estar. E seu psicológico.

-- Eu te desejo muito. - Sussurrei em seu ouvido. - Eu quero. E preciso de você, para sempre.

Ela suspirou prazerosamente, enquanto eu acariciava seus mamilos por cima da camisola de manga longa. Por mais que seus machucados já estivessem bem cicatrizados.

-- Eu estou duro só de imaginar o que vai acontecer. - Grunhi. - Rebola em mim, pequena. Por favor.

Ela obedeceu, fazendo os movimentos lentamente. Meu membro pulsou, dolorido de tão duro. Gemi e enterrei o rosto no seu pescoço.

-- Isso. - Arfei. - Assim, amor.

Sentia suas coxas abertas no tecido fino da única coisa que eu usava. Ela me empurrou, me deitando, só fui capaz de observar, enquanto ela me provocava. Com o olhar, e com gestos. Levei minhas mãos a sua cintura, ela me impediu de tocá-la.

-- Não. - Disse simplesmente. Ainda rebolava sobre minha ereção.

Choraminguei.

-- Pequena... Vai mesmo fazer isso comigo?

Ela mordeu o lábio, sorrindo. E corou. Se eu não estivesse cheio de tesão, teria a elogiado.

-- Pode pelo menos me dar a visão do paraíso, tirando o resto da roupa?

Ela fez. Eu gemi. Via seus seios ainda mais fartos, pela gravidez. Ela me deixou toca-la. Deslizei minhas mãos pela sua barriga, que já estava crescidinha. Sorri, com o pensamento que eu seria pai daqui a 6 meses. Era surreal. Clary ficou olhando, esperando algo.

-- Quando eu acho que não tem como você ficar mais perfeita... - Deslizei um dedo para seu sexo. - Você dá um jeito de alcançar a perfeição sempre.

Ela ofegou, e rebolou sobre meu dedo.

-- Gostosa. - Mordi o lábio, vendo seus seios balançaram.

O único indício que ela ouviu, foi suas bochechas rosas.

-- Cavalga em mim. - Pedi, ouvindo seus gemidos. - Por favor?

Lentamente, senti meu samba canção ser tirado. O sexo de Clary abrigou meu membro duro com a apertada e molhada maciez de sempre. Fecheios olhos, extasiado. Aquilo era maravailhoso.

Ajudei ela a subir e descer, vendo seus seios balançando de forma deliciosa. Me abaixei e comecei a beija-los preguiçosamente, ela gemeu, fincando as unhas nas minhas costas.

-- Jace... - A ouvi, arfando.

Mordisquei levemente seus mamilos, suas unhas fincaram ainda mais fundo, me fazendo gemer.

Ouvi duas batidas na porta.

-- Jace?!

Ah, não!

-- É o Max! - Ele disse contente. - A porta tá trancada.

Eu e Clary nos entreolhamos.

-- Já... - Suspirei. - Vou... só um... só um segundo.

Clary umideceu os lábios e arfou, baixinho. Apertei seu quadril com delicadeza, deixando os movimentos ainda mais rápidos.

-- Jace?! - Max chamou de novo.

-- Puta merda. - Sussurrei. Clary riu, entre as baixas arfadas. - Já vai! - Gritei, rilhando os dentes ao sentir o clímax chegando.

Clary mordeu o lábio e jogou a cabeça para trás, chegando a seu orgasmo. Vendo sua expressão de prazer, afundei meu rosto no seu pescoço e gemi, também chegando ao clímax. Os dois se entreolharam, arfando.

-- Vou tomar um banho, não demoro. - Disse me levantando, pegando Clary no colo. Ela sorriu.

-- E a tia Clary? - Perguntou Max.

-- Vai me ajudar. - Disse trancando a porta da suíte, após deixar Clary no chão.

-- Jace! - Ela chamou minha atenção, rindo. - Seu estúpido!

-- Estava com saudades de quando me xingava, pequena.

Ela me deu um selinho.

Entramos no banho, nos lavando rapidamente. Com infelizmente nenhuma mão boba.

***

-- Sim, Max? - Eu perguntei ao garoto que havia entrado no meu quarto.

-- Vamos jogar video-game? - Ele perguntou.

Clary saiu do banheiro, enxugando o cabelo em uma toalha. Vestia a mesma camisola, estava linda. Sorri.

-- Não posso. - Disse a Max. - Tenho que cuidar da Clary.

Clary deu um sorriso tímido.

-- Ah... - Max fez bico e olhou para baixo.

-- Que tal jogarmos todos juntos? - Propôs minha esposa.

Max olhou para ela com os olhos brilhando.

-- Ebaaaa! - Ele correu até ela e a abraçou. Seu rosto ficou na altura da barriga de Clary. - O que é isso?

Ele olhou curioso para onde estava meu filho, ou filha.

Clary sorriu e passou a mão na barriga, depois de Max solta-la.

-- Foi um chute. - Ela me olhou com os olhos brilhando.

Fui até Clary e me abaixei, beijando sua barriga. Ela fez carinho no meu cabelo.

-- Chute? - Max me olhou curioso e depois para Clary.

Peguei sua mãozinha e coloquei sobre a barriga da minha esposa.

-- Aqui está seu sobrinho, ou sobrinha. - Max arregalou os olhos e sorriu abertamente.

-- Eu vou ser tio?! De novo?!

Eu e Clary rimos, assentindo.

-- Vai sim, Max. - Clary fez carinho em seu cabelo.

Seus olhos brilharam e ele abraçou novamente a barriga de Clary. Minha ruiva deu um sorriso surpresa.

-- Eu te amo, sobrinho ou sobrinha.

Clary me olhou, emocionada. Eu não podia negar que eu também estava.

-- Eu amo vocês também, Jace e tia Clary!

Clary se abaixou com a gente, e Max nos abraçou. Fizemos um bolinho de pessoas.

-- Também te amo, Max. - Ela foi a primeira a responder.

-- Eu te amo, baixinho. - Beijei sua cabeça.

Soltamos do abraço. Max pulava radiante.

-- Vamos jogar?! - Ele pediu.

Eu e minha esposa nos entreolhamos.

-- Vamos.

***

Eu praticamente dormia com a cabeça deitada no colo de Clary. Ela e Max estavam jogando um joguinho de lego, acho. Acho que era do Batman, ou algum herói do tipo. Eles estavam rindo de cada tentativa fracassada de passar por um líquido verde no chão. Parecia um tipo de ácido.

-- Quem é quem? - Perguntei de novo, bocejando.

-- Eu sou o Batman. - Disse Max.

-- E eu o Robin. - Clary riu. - Eu sempre achei ele fofinho.

-- Heróis não são "fofinhos". - Max disse concentrado. - São bravos e prendem os vilões.

-- Isso. - Minha esposa estava claramente se divertindo.

-- Quem você escolheria para ser, Jace? - Perguntou Clary.

-- O Asa-noturna. - Respondi em um resmungo.

-- Ele é lindo! - Exclamou a ruiva. - E luta muito bem.

-- Lindo igual aquele "Archie" lá?

-- Pelo anjo! - Eles terminaram a fase, enquanto Max colocava em outra, ela olhou para mim. - Ainda não esqueceu a queda que eu tive pelo personagem?!

-- Ele é um ator real! - Me defendi. - JK acho.

-- É KJ. - Ela corrigiu.

-- Tanto faz. E você não tinha uma "quedinha", você tinha um tombo.

Ela gargalhou.

-- Seu irmão não é ciumento, Max?

-- É sim. - Concordou o pequeno pestinha.

-- Dedo-duro. - Resmunguei.

Os dois riram.

-- Ele ainda tem um ciúmes excessivo por você? - Perguntou Maryse, se sentando em uma poltrona.

-- Mãe... - Implorei a ela, sentando no sofá.

Mary apenas riu.

-- Teve um dia que ele chegou possesso!

-- Quem usa "possesso" hoje em dia?! - Disse com deboche.

Maryse fez uma careta para mim.

-- Está me chamando de velha?!

-- Jace usou a expressão "surrupiar", esses dias. - Relatou minha ruivinha. - Então ele é bem mais antigo.

-- Ei! - Exclamei.

As duas riram.

-- Por isso que eu gosto mais da minha nora, do que do meu filho. - Disse Maryse.

-- Ah, muito obrigado! - Exclamei. - Valeu mesmo! Para que inimigo se existe vocês, não é?!

-- Ai, coitado. Que vítima! - Ironizou Clary.

-- E ainda tira sarro! Olha que AUDÁCIA!

As duas gargalharam.

-- Já chega. Eu vou embora.

-- Para de ser dramático, amor. - Clary deu o controle para mim. E beijou meu rosto. - Eu vou conversar um pouco com a Mary, e você joga um pouquinho com o Max.

-- O empata a foda? - Disse baixinho.

Ela me deu um tapa e riu.

-- Ele não empatou nada. - Clary disse corando.

-- Não mesmo. - Sorri maliciosamenete.

Clary se sentou mais perto da minha mãe.

-- Deixe-me te contar as crises de ciúmes quando você e Jace eram amigos. - Começou Mary.

-- Você realmente não gosta de mim.

Ela riu.

-- Você sabe que eu te amo, querido. - Ela disse mostrando a língua.

-- Eu também. - Ri e mostrei a língua de volta. - Eu vou ser o Asa-noturna, Max.

-- Eu quero ser o Batman. - Respondeu meu irmãozinho.

***

-- Eu não acredito que jogou o celular no chão por minha causa! - Clary gargalhou enquanto eu me deitava do seu lado.

-- Foi no tapete. - Corrigi, franzindo o cenhos. - E qual o problema?

-- Eu só falei que ia fazer um trabalho na casa do Daniel!

-- E, por acaso, eu sabia qual o tipo de trabalho?

Ela corou, mas sorriu.

-- Ah, sim... ele beijava muito bem sabe?!

Revirei os olhos, cruzando os braços e fitando o teto.

-- Nunca beijei ele.

Ela riu.

-- Os trabalhos de ciências com ele eram interessantes... - Ela disse maliciosa, e rindo.

-- Era sobre cópula?!

Clary gargalhou.

-- Uhum. Trabalhos práticos eram ainda melhores.

-- Deu, já. - Disse virando para o lado. - Boa noite, Clarissa.

-- Eu estava brincando! - Ela riu, me virando. - Bobo! - Ela acariciou o meu rosto e me deu um beijo rápido na boca.

-- Hum. - Resmunguei, correspondendo seu beijo. - Sabe o que seria interessante?

-- O que? - Clary perguntou, os olhos verdes brilhando no escuro.

-- Testar a prática sobre cópula. Agora. Relembrar um pouco das aulas de ciências.

Ela riu.

-- De novo?!

-- Por que, não? - Perguntei acariciando sua nuca.

Clary riu, ficando em cima de mim.

-- Só hoje.

-- Aham. - Disse com deboche, enquanto a beijava. - Só hoje, amanhã, depois...

Clary riu.

Nos beijamos avidamente, tiramos nossas roupas. E tivemos uma noite maravilhosa e sensacional, sem ninguém para interromper dessa vez.



Notas Finais


#*#AVISO*

DECIDI AKI COM A PRODUXAUM/EU MESMA, QUE OCESS VAI ATÉ O CAP 70!
POIS TIVE MAIS IDEIAS PARA ESSA BEREZINHA 😋😊💕

ENT É ISSOOO
DESCULPEM O CAP MARROMENUS

BJO BJO E ATÉ O PROX CAP DE OCESS


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