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História O Chenle é Filho do Thor - Capítulo 1


Escrita por: e kongyiu


Notas do Autor


Olá, gente!
Hoje a tia Hu resolveu respostar uma fanfic que eu tinha guardada há um tempo na gaveta. Sim, essa belezinha é minha <3
Se der zebra, corram para as colinas.

Avisos:

– Essa short-fic é uma REPOSTAGEM e haverá alterações consideráveis nela, nada que vá mudar muito o curso da estória, então se você é um leitor antigo, bem-viado de volta. Acho que são nove ou dez capítulos, não me lembro bem, mas estou pensando em fazer um extra;
– Essa fanfic NÃO tem a intenção de ofender nem difamar nenhuma celebridade. Tudo é FICTÍCIO, ou seja: é INVENTADO, NÃO RETRATA A VIDA REAL;
– Algumas idades foram alteradas para melhor desenvolvimento da estória;
– Por mais que haja Yaoi, não haverá cena de sexo, e o motivo já é óbvio (isso aqui é chensung), mas deixei a classificação +14 pela grande quantia de xingamentos vindos direto do poço de radiação chamado Twitter que particularmente adoro me banhar aos sábados;
– Todo mundo é gay (mentira, os Vingadores são héteros e o Jaemin é um gay-bi 😭);
– ABOMINO discriminação e preconceito, porém, na nossa sociedade, ainda existem coisas que falamos/fazemos que são consideradas preconceituosas e infelizmente estão enraizadas, por isso, peço perdão se em algum momento você se sentir ofendido (porque o Twitter kk vocês já sabem) e quero que ME AVISEM;
– Caso você, leitor lindo e cheiroso (ao contrário do Baekhyun que não toma banho), vir qualquer erro de digitação ou de concordância nas frases, por favor, avisa a mamãe aqui. Estou aqui para aprender, qualquer observação ou crítica (CONSTRUTIVA) não vai me magoar, lido bem com isso;
– Isso aqui é uma tentativa de comédia, e digo >tentativa< porque não sei se está engraçado e tals, então levem no humor e na brincadeira tudo o que eu disser. Novamente, eu amo todos os personagens daqui e o intuito é apenas diversão, de forma alguma quero ofender;
– Peço para que vocês comentem o que estão achando, porque nada é mais gostoso para um autor do que o feedback;
– Por favor, alguém tira a internet de Park Jisung;
– Acima de Neocity só o helicóptero da polícia.

É isso, obrigada se você favoritou <3
Vejo você nas notas finais ✨

Capítulo 1 - "Tem razão, você é ridículo" - Huang Renjun, 2020.


Fanfic / Fanfiction O Chenle é Filho do Thor - Capítulo 1 - "Tem razão, você é ridículo" - Huang Renjun, 2020.

Park Jisung não poderia estar mais desesperado.

Quer dizer, ele não tinha lavado a louça antes de sair, então... É, poderia sim. Oh, Deus... Sua mãe o mataria. Se bem que sua casa foi destruída, então não importava mais, porém... Espere, me perdi.

Ok, reformulando:

Park Jisung nunca esteve tão desesperado.

E, bem, considerando os acontecimentos da sua vida ao longo da última semana, com certeza poderia piorar. Jisung era um baita azarado.

Abaixou e pegou o capacete com um dos chifres quebrado, sentindo as pernas tremerem. Por que, Odin? Foi sem querer, poxa! A culpa não era sua se as pessoas deixavam capacetes espalhados por aí!

Notou que o ruivo o observou dos pés à cabeça, fez uma careta e um assobio do tipo "xiii".

Tio Loki vai te matar!

Jisung estava quase derretendo de desespero.

— N-Não tem como consertar? Por favor, fala que tem! – choramingou – Você mora em Asgard, deve ter alguma magia, sei lá!

Seu coração gelou e quase quebrou pela milésima vez. Aquela coisa era do Loki.

Porém, antes de chegarmos na parte em que Jisung quebra a coroa de chifres do Loki, precisamos saber como é que o dito cujo foi parar em Asgard, não é mesmo? Para isso, voltaremos no dia em que Park Jisung conheceu Zhong Chenle.


Uma semana antes...

— Tá legal, turma! Hora do silêncio, né? Todo mundo calando a boquinha!

A professora adentrou a sala de aula na sua postura preguiçosa e sem paciência de sempre. Seu tom de voz era calmo, e era exatamente por isso que todos ficavam meio assustados.

— Ela não tomou o chá hoje, certo?

Jisung perguntou para Renjun.

Ok, pausa para a apresentação:

Park Jisung, 17 anos, último ano do ensino médio. Filho de um casal tradicional e morador de uma casa mediana perto da escola em Nova York. Não faz ideia de qual faculdade fazer e prefere jogar videogame o dia todo do que sair de casa. Hiper fã dos Vingadores, tem o quarto inteiro temático e até um autógrafo do Capitão América e do Homem de Ferro, ambos conseguidos por Renjun, dados de presente de aniversário. Algum dia conseguiria o dos outros Vingadores.

Huang Renjun, 18 anos, último ano de ensino médio. Odeia falar sobre a vida pessoal, então ninguém sabe nada sobre ele a não ser que é filho de um pai podre de rico. Vai ingressar em psicologia. Detesta quando Jisung tagarela sobre os Vingadores, parece uma cacatua descontrolada. Falando no diabo, quase esqueci de mencionar que esses dois aqui são melhores amigos. Agora, voltando a programação normal:

Quando o silêncio se instalou, a professora finalmente começou a falar.

— Muito bem, galera! Hoje vamos receber um novo aluno. Tratem ele na paz! Não quero piadinhas nem aquele troço de boas vindas.

Jisung se arrepiou ao lembrar de seu ritual de boas vindas. Lhe dava calafrios pensar no balde de meleca e de como aquilo não desgrudava dos pêlos do nariz.

Credo.

— É melhor eu não pegar nenhum de vocês fazendo graça com esse garoto, porque se eu pegar... – cerrou os dentes – Estarão todos aqui ano que vem. Todos. Entenderam bem?

Silêncio.

ENTENDERAM BEM?!

— SIM!

— É isso aí! Assim que eu gosto! – sorriu e abriu a porta da sala para que o tal do garoto entrasse.

Kang Seulgi não era uma má professora, apenas conhecia e sabia muito bem controlar um bando de adolescentes mal educacados. Nada contra, até tinha amigos que eram.

— Venha, querido, se apresente!

Quando a frase foi dita, os alunos direcionaram suas atenções a frente, e no momento em que Jisung pôs os olhos no menino, sentiu seu mundo parar. Vocês podem imaginar aquela musiquinha lá, como é mesmo?

"Xaralá, lará, laruná... Xaralá lá lá lá lá!"

Como se fosse uma cena de filme, o corpo do garoto brilhou e a cena se passou em câmera lenta. Os cabelos eram de um laranja forte e balançavam levemente, os traços do rosto eram marcantes, sua pele clara e o físico perfeito. Seu olhar era penetrante, quase como se quisesse invadir sua mente e se fixar ali.

Poxa vida... Ele era perfeito. Jisung estava quase flutuando de tanto amor. Já estava imaginando os dois juntos, numa mansão toda branca de frente para o mar, com dois filhos e um Golden Retriever correndo pela praia, estilo comercial de margarina, sabem?

Que Jisung curtia pepinos não era segredo pra ninguém, mas não queria agir como uma gay pão com ovo, se é que me entendem. Porém, foi inevitável. O menino era simplesmente... Perfeito.

— Jisung... Jisung!

Renjun passava a mão na frente do rosto do amigo. Estaria ele delirando? Estalou os dedos e o mais novo pareceu acordar para o mundo real. Queria filmar sua baba escorrendo.

— Hã?! O quê... O-O quê...?

— Tá olhando pra parede faz dez minutos. – fez uma careta e cruzou os braços – Você 'tá legal?

— Tô... – suspirou – Relaxa, parceiro...

Renjun estreitou os olhos.

— Tu tava olhando pro cabeça de cenoura, né?

— Quê? – franziu as sobrancelhas – Cabeça de cenoura? Já arranjaram apelido pra ele?

— Ah, há! – foi pego no pulo da onça – Então tava olhando pra ele mesmo!

— Ah, cala a boca!

Renjun só riu da sua desgraça.

Jisung nem percebeu, mas o "cabeça de cenoura" já havia se apresentado e sentado em um local nem tão longe de si. Fileira da janela, última carteira. Jisung sentava na última carteira da fileira do meio, e Renjun bem na sua frente. Que ótima visão.

"Obrigado pela benção, Odin."

Se tem uma coisa que Jisung sabe admitir, essa coisa é atração. Park Jisung não gosta de enrolar para perceber o que sente, e quando seu olhar se encontrou com o cabeça de cenoura dentro daquela sala de aula, sentiu o coração parar.

Todos conversavam baixinho enquanto Seulgi escrevia na lousa, ninguém notou o assunto entre Renjun e Jisung.

— Como é o nome dele?

— Você não ouviu ele falando?

— Não vou nem te responder.

— Tá de brincadeira, né?!

Renjun rolou os olhos e bufou em tédio. "Ninguém merece".

— É Zhong Chenle.

Virou-se para frente e continuou a fazer suas tarefas. Jisung deu só mais uma espiadinha de canto de olho no tal Chenle, e rapidamente se arrependeu, porque o próprio o encarava meio desconfiado. Ou talvez do tipo "perdeu alguma coisa na minha cara?".

Olhou para seu caderno e passou a aula inteira sem tirar os olhos dali. A vergonha era tanta que nem responder às perguntas da professora ele respondeu. Renjun quis mesmo foi rir. Park Jisung era um idiota.

— Você deveria falar com ele. Trocar um papo daorinha... Sacou?

— Deixa de ser tonto, é ridículo.

— Tem razão, você é ridículo, e é por isso que eu- Ai!

Jisung lhe deu um soco no braço. "Nem fodendo", pensou. "Quer dizer, nem ferrando! EU QUIS DIZER 'NEM FERRANDO'!"


(ー_ー゛)


Estavam numa mesa do refeitório, no intervalo, observando Chenle de longe. Ele parecia alheio. Jisung jurou de pé junto que nunca quis tanto cheirar alguém na vida. Queria virar pro garoto e dizer um "Olá, seu cadelinho está aqui, au-au!", mas seria muito esquisito.

— Eu tô encarando ele igual um idiota, né?

— É, tá sim.

— Droga...

Renjun deu um gole na sua caixinha de suco e a jogou na cabeça do amigo.

— Jisung, se você não for falar com ele agora, eu vou.

— Pode ir, ué!

Renjun estreitou os olhos perante a fala.

— Bundão!

Poxa, queria ajudá-lo e ele retribuía com ingratidão? Que falta de classe. Bateu fracamente as mãos na mesa e levantou.

— Ei! Onde você vai?

— Eu disse que se você não fosse, eu iria, né? Então... – deu de ombros – Tô indo agora.

E começou a andar. Renjun odiava esperar, ainda mais por uma coisa ridícula daquelas. Seu amigo estava de olho em Chenle e queria dar um empurrãozinho, que mal tinha?

Jisung se sentiu o próprio Whinderson Nunes no stand-up, quando ele diz que Neymar teve um compromisso no meio do jantar "e saiu", deixando um Corolla pra ele pagar. Pois bem, Renjun deixou uma limousine.

Quando menos percebeu, já estava ao seu lado, implorando em meio a sussurros para que voltassem.

— Nem vem, você sabe que eu sempre vou até o fim, então só segue o pai!

Jisung tremeu na base. Renjun tinha cocô na cabeça, não era possível.

— Renjun, você- O-Oi...

Pararam ao lado da mesa do aluno novo. Ele tirou sua atenção da comida e encarou os dois. Silêncio. Jisung queria morrer.

— E aí! Sou o Renjun! – sorriu, na maior naturalidade possível – E esse idiota aqui é o Jisung. Muito prazer!

Estendeu a mão, que foi pega e balançada suavemente. Renjun deu uma cotovelada no amigo para que ele repetisse o ato, e repetiu, só que meio desajeitado. Jisung estava ficando vermelho. Por dentro, uma sirene tocava muito alto, mais alto que o miau da sua gata quando ela quer comida no meio na madrugada.

"PÂNICO! PÂNICO! EVACUAR! A VÁLVULA QUEBROU!"

"Por favor, não treme... Não treme..."

— Prazer, sou o Chenle.

Jisung tremeu. Seu capitão interno bateu na própria testa e murmurou um "perdi um soldado, abortar missão".

— S-Será que a gente podia sentar aqui?

Renjun se surpreendeu com a coragem do amigo.

"Hum, então o baiacu resolveu perder a vergonha?"

— Claro...

E sentaram, ambos de frente para ele. Como um silêncio curto se instalou, o desconforto veio junto.

"Fala qualquer coisa, Jisung... Anda, pensa! Qual é..."

"Mano, qualquer coisa. QUALQUER UMA. Qual a dificuldade?!"

— Você estudava onde?

Caramba, ótima maneira de começar um assunto. Mandou bem.

Poderia ser loucura, mas Renjun percebeu uma inquietação no garoto de cabelos alaranjados.

— É... Difícil explicar... – olhou para a mesa, parecendo tímido.

"Como assim 'difícil'?", suspirou. Ah, não era da sua conta, então que deixasse pra depois. Talvez ele não gostasse de falar sobre, tipo Renjun sobre a própria família. Bem, se queria ser amigo dele, precisava conversar. Perdeu sua pose vergonhosa e endireitou a postura.

— E quantos anos tem?

— Dezessete, e você?

— Também...

Os refrescos logo cedo.

Conforme o tempo passava, comiam e conversavam. Renjun sentiu-se meio excluído, mas estava feliz em ver seu amigo tendo – no mínimo – assunto. Chenle não parecia ser uma má pessoa, pelo contrário; ele era bem simpático. Falaram sobre tudo, riram de tudo e, de repente, Jisung e Chenle pareciam ser amigos há muito tempo.

Mesmo depois do intervalo acabar e Renjun ir embora mais cedo por conta de um compromisso, continuaram a falar sobre coisas banais. De um jeito ou de outro, falaram sobre os Vingadores, e a opinião de Chenle sobre eles passou longe do que Jisung desejava ouvir.

Tipo, muito mesmo.

— Acho que são só um bando de malucos. – estourou a bolha de chiclete – Odeio eles.

Uh. Silêncio absoluto. Vocês ouviram isso? Foi o som de um coração quebrando.

Jisung o encarava com um tique no olho direito. Santa Trinidade.

— Que foi?

Poxa, Chenle, essa doeu.

— Pra semana que vem, quero que façam uma maquete do bairro onde moram e me expliquem em espanhol o trajeto que fazem das suas casas até a escola. Precisamos trabalhar as direções!

Houve suspiros e reclamações conjuntas. E pra quem morava muito longe? Tipo, muito longe mesmo?

— É em dupla, e já que reclamaram, eu vou escolher!

Mais reclamações. Em dupla? Qual o sentido de fazer um trabalho sobre a própria casa em dupla?!

— E se falarem mais um "A", vou diminuir a data de entrega!

Silêncio. Bem, não poderia ser tão ruim, né? A professora gostava de Jisung, sabia que ele e Renjun eram melhores amigos, por isso deixariam eles na mesma-

— Park Jisung e Zhong Chenle.

Ah, porra. Quer dizer, poxa! Ele quis dizer POXA!

"CAPITÃO AMÉRICA, ME DESCULPA!"

— Hã... Professora... – Chenle levantou a mão e limpou a garganta. Parecia meio apavorado – Será que eu poderia fazer sozinho?

— Desculpe, querido, mas não. Trabalho em equipe é essencial, e como você é novato, não acha que deveria socializar?

Ele suspirou e assentiu. "Socializar", pensou. "Grande porcaria." Teriam que fazer na e sobre casa de Jisung.

Renjun estava de dupla com Jaemin, um cara aleatório aí. O cara aleatório que ele odiava. Fogo no parquinho. Jisung o avisaria depois.

Quando a aula acabou, o celular de Chenle tocou, e por algum motivo, ele fez uma careta de ódio. Se afastou MUITO para atender, e quando retornou, estava inquieto.

— Onde e que dia faremos?

Estavam em direção à saída, e a pergunta veio de Jisung. Chenle parecia ainda mais nervoso que antes.

— Eu não sei, eu... – olhou para frente e seu semblante inquieto só piorou – Ah, droga...

Jisung franziu o cenho quando percebeu uma agitação fora do comum nos portões. Muita gente aglomerada.

É ele mesmo? Que maneiro!

Ouviram de alguém aleatório. Ele quem?

— Desculpa, preciso ir.

Chenle se enfiou na multidão e sumiu, sem mais nem menos.

— E-Espera aí!

E Jisung foi atrás. Quando saiu lá na frente, entendeu o motivo daquelas pessoas estarem tão histéricas e surpresas.

— E AÍ, FILHÃO!

Arregalou os olhos.

Thor.

Santa Viúva. Jisung poderia desmaiar, estava em choque. Paralisou de um jeito que nem sua mãe o faria se mexer.

O Thor estava na frente da sua escola.

— O que você tá fazendo aqui?

Chenle perguntou.

— Vim buscar meu filho na escola, ué!

Demorou alguns segundos para que caísse a ficha.

Espera aí, aquele cara é filho do Thor?

A frase fez um eco repetitivo na mente de Jisung.

Meu Odin do céu.

"MAS O QUE-"

— Eu não preciso que me busque, sei voltar sozinho...

— Mas eu quis vir. É seu primeiro dia, qual é!

— Pai... Será que dá pra falar mais baixo? Tá todo mundo olhando... E vir menos... Exagerado...

Era o Thor. Com capa e tudo. Buscando seu filho, Chenle, na escola.

Jesus.

— Pai, a gente pode ir agora? Vamos, rápido, obrigado, de nada.

Saiu puxando o loiro.

— Espera aí! Eu nem conheci seus amigos!

— Deixa pra depois, né?

Ele estava extremamente nervoso. Deu uma última olhada em Jisung, e aquele olhar significou um "foi mal". Ele odiava os Vingadores sendo filho de um deles.

Era só o que faltava.

E foi só depois de Chenle pedir para os céus – em meio às reclamações do pai cabeludo – "Heimdal, leva a gente logo" e um feixe lindo e forte de luz colorida os teleportar que a ficha e o próprio Jisung finalmente caíram de verdade. É sério, ele se ajoelhou até.

O Chenle é filho do Thor.

"Desculpa, capitão."

PUTA QUE ME PARIU!


Notas Finais


Sim, vai ter bastante coisa em itálico e negrito pra destacar indignação e pensamentos. Espero que não fique ruim pra ler.

É isso. Não sei quando sai o próximo, mas eu prometo que sai, até porque a fanfic já está terminada rs...
Queria que vocês me ajudassem a divulgar, será que seria possível?

Enfim, obrigada por ler <3


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