História O Chubby Bunny que deu errado. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, V
Tags Bts, Challenge, Doce, Jeon Jungkook, Kim Taehyung, Mais Fluffy Por Favor, Marshmallow, Mfpf, Project!maisfluffyporfavor, Taekook, Vkook
Visualizações 320
Palavras 2.577
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Cara, então... Eu tô bem (para não dizer MUITO) desacostumada a escrever fluffy.
Espero, de coração, que vocês gostem, porque olha... asdklhajdsladjk
Essa one-shot faz parte do Projeto "Mais Fluffy, Por Favor!" da @missbubbletea e o tema escolhido para desenvolver foi "marshmallow".

♡ AVISOS ♡
— Contém clichê ao extremo e tentativas falhas de comédia. :')
— "Chubby Bunny", para quem não sabe (será explicado na história mas, mesmo assim...), é um challenge que ficou bastante popular entre os youtubers e consiste em colocar o máximo de marshmallows na própria boca e conseguir dizer com clareza "chubby bunny" (ou qualquer outra frase que os jogadores escolherem). Quem não conseguir, é eliminado. E é bem divertido, inclusive.
— No universo da fic, Taehyung seria apenas mais um ano mais velho que Jeongguk (o que possibilita estarem na mesma sala na faculdade). Não estipulei idades, mas pode-se imaginar que Taehyung tenha 20 anos enquanto Jeongguk, 19.

Boa leitura! ♡

Capítulo 1 - Como brinca disso mesmo? ; capítulo único


O que era para ser mais um sábado normal e entediante de agosto — que, na concepção de Jeongguk, estaria maravilhoso, colocando suas séries em dia e fazendo vários nadas sozinho em seu apartamento — fora por água abaixo com a ligação entusiasmada de Kim Taehyung. 

Seu até então melhor amigo — nunca saberia quando esse posto seria perdido, visto que o maior era uma verdadeira caixinha de surpresas — avisara há poucos minutos que estava a caminho do seu apartamento, o pegando completamente de surpresa.

— Vamos, vai ser divertido! — Exclamou o mais velho, animadíssimo, com três sacolas cheias de marshmallows. Adentrou no apartamento do amigo, mesmo sem receber a devida permissão, e apoiou as bolsas plásticas com uma falta de cuidado digna de um Oscar no pequeno sofá cor verde-musgo do amigo; algumas embalagens com o doce caindo pelo impacto.

Kim Taehyung era assim, afinal.  

Hyung! Eu vou proibir você de assistir à vídeos de desafios bestas como esse no youtube — repreendeu Jeongguk, deixando escapar o som melodioso de sua risada pelo jeito desastrado do outro rapaz que tentava, inutilmente, conter os inúmeros pacotes que trouxera, equilibrando-os como podia.

— Deixa de ser chato, Gukkie. Isso vai ser muito legal — disse Taehyung, afirmando mais para si mesmo do que para o moreno ao seu lado, ao que esfregava as palmas uma na outra. Quem via de fora, poderia jurar que o garoto estava tramando um plano maquiavélico e não sugerindo um joguinho inofensivo como Chubby Bunny

Talvez estivesse. 

Seus olhos escuros cintilavam.

— Eu realmente não tenho escolha? The100 está foda demais, sério. Você deveria assistir comigo — tentou convencer o mais novo; a expressão derrotada já formada em seus belos traços. Sabia que seria inútil. 

— Não tem não, meu docinho de coco. Agora ponha isso que eu comprei especialmente para você! — Ordenou Taehyung, exibindo um par de orelhas de coelho pretas junto ao seu melhor sorriso. Um manipulador nato. 

— Ah, hyung! Isso já é exagero... — Jeon murmurou, tendo plena consciência de que não conseguiria rejeitar de qualquer forma. Pegou o acessório, passando os dedos finos nos pelos sintéticos. 

— Se nós vamos brincar, temos que fazer direito — rebateu o castanho, seu sorriso crescendo ainda mais ao observar Jeongguk arrumando o arco esquisito e fitando o próprio reflexo na televisão já desligada. — Olha como ficou fofinho! Combinou com essa sua cara de coelhinho — acrescentou. O moreno fez um bico com o elogio, claramente insatisfeito, arrancando uma risada do maior. 

— Contanto que você não resolva fotografar esse momento constrangedor para usar contra mim num futuro próximo... — Isso, definitivamente, era a cara de Taehyung. 

— Não seja bobo. Eu também tenho um. Olha! — O garoto retirou outro par de orelhas, dessa vez, brancas, de dentro de uma das sacolas que trouxera. Arrumou-as na própria cabeça e fez uma pose com os dedos em formato "V". Jeongguk sorriu, encantado, sem descartar o pensamento de que seu hyung conseguia o que queria por abusar do seu lado mais meigo. 

Mas que grande filho da puta. 

— Como brinca disso mesmo? — Indagou Jeongguk, espantando alguns pensamentos impróprios que começavam a aparecer por conta da fantasia estúpida do amigo. 

— É fácil: cada rodada, colocamos um marshmallow na boca e falamos "chubby bunny". O que conseguir ficar com mais marshmallows sem vomitar, ganha — explicou naturalmente, acrescentando uma levantada mínima de ombros à fala.  

O rosto do menor contorceu-se em uma careta, mas aceitou o desafio. Seu lado competitivo falava mais alto em momentos como aquele. 

Em poucos minutos, os dois rapazes arrumaram todo o conteúdo colorido em três potes — bem grandes, por sinal — e sentaram lado a lado no estofado. Antes de começarem, porém, Taehyung fez questão de buscar por uma tigela extra na cozinha do amigo, alegando que ele "não queria passar o resto da tarde limpando vômito daquele tapete que era tão feio quanto o gato da sua vizinha". 

O que ofendeu bastante Jeongguk que, por mais que concordasse com o castanho, o tapete fora um presente da sua mãe para sua nova casa, então não teria coragem de dizer algo assim — pelo menos, não para ela. 

— Tudo bem. Vamos começar! — E, assim, deram início ao desafio. 

Ambos colocaram um único marshmallow na boca e disseram juntos "chubby bunny". 

— Isso vai ser fácil. Qual o prêmio? — Provocou o moreno, com um sorriso travesso brincando nos lábios. 

— Não fique se achando. Você sabe que minha boca é maior que a sua — expôs Taehyung, sorrindo de canto ao notar que o mais novo havia se sentido envergonhado com tal fato. — Como eu sou tão interessado em apostas quanto você, — começou, já sentindo o gosto adocicado preencher por completo seu paladar, dissolvendo-se — vamos escolher o que cada um fará após termos um vencedor. 

Jeon voltou sua atenção ao menino, com a sobrancelha arqueada, já imaginando no que poderia pedir ao mais velho — porque, sim, Jeongguk venceria aquilo à qualquer custo. 

Adicionaram mais uma unidade do doce, repetindo a frase com facilidade. 

— Sabe que quem perde é aquele que não conseguir pronunciar "chubby bunny" com clareza, não é? 

— Sei sim, hyung. Sua boca pode ser maior, mas o meu inglês é mais compreensível. 

— Abusado. 

O menor sorriu vitorioso ao, finalmente, achar algo para rebater as investidas provocativas do seu amado e perverso hyung

Seguiram o mesmo ritmo, até chegar no sétimo marshmallow

— Ubui oni-

Yo! — Os olhos do maior arregalaram-se, expressando a tamanha felicidade que sentia naquele momento. Em um único movimento, cuspiu todos os doces que o impediam de dizer qualquer frase com a devida coerência, provocando uma cara de nojo em Jeongguk; este ainda com tudo aquilo dentro das suas bochechas. — Você perdeu — concluiu Taehyung, sorrindo de forma radiante. 

O moreno revirou os olhos, batido. Copiando as atitudes do castanho, transferiu os marshmallows para um dos potes — o único vazio — e bufou. 

— Tudo bem. O que você vai querer? — O canto dos lábios pêssego do garoto estavam coloridos em tons rosa e azul por conta dos corantes mesclados à saliva e a cena divertiu o mais velho, que sorriu sem perceber.  

O Kim fez um pouco de suspense, demorando propositalmente, enquanto sorria da maneira mais aberta possível. Naquela altura, Jeongguk já pensava no trabalho da faculdade de Letras que cursavam e que, supostamente, deveria ser entregue na semana seguinte e possuía absoluta certeza de que o castanho nem começara, sobre um livro que muito menos lera a primeira linha. Cogitava, ainda, bancar o faxineiro na verdadeira zona que era o quarto de seu hyung — quando sentia-se desorganizado e desleixado, Taehyung sempre melhorava sua autoestima de forma indireta: era só lembrar do quanto conseguia ser difícil até mesmo encontrar o corpo esguio naquela desordem quando o visitava. E, talvez — apenas talvez —, esse fosse o motivo para nunca fazê-lo. 

Esse motivo obviamente nunca fora posto em palavras. 

— Um beijo — pediu o maior, retirando Jeon do seu mundinho particular. 

O rapaz achou não ter ouvido com clareza. 

— Um o quê? 

— Um beijo, oras. Não sabe o que é? Eu posso te mostrar — implicou Taehyung, o sorriso ainda estampado em seu rosto absurdamente simétrico e aumentando de forma gradativa ao que via o rosto do dongsaeng adquirindo uma tonalidade rubra. 

Nunca agradeceu tanto pela palidez alheia permitir reações tão imediatas.

— É claro que eu sei, seu ridículo. Eu só achei não ter ouvido direito. Não é todo dia que me pedem beijos — respondeu de maneira automática, focando a atenção em uma das embalagens chamativas caída no chão. Qualquer coisa, naquela hora, seria melhor que encarar aquelas orbes tentadoras. 

— Que mentira. Só faltam fazer fila pra você na faculdade — retrucou o maior, dessa vez, com certa frustração na voz. Se era por ciúmes ou inveja, Jeongguk não saberia responder. Ficara com a segunda opção; achara a primeira absurda demais. 

— Tá, que seja! Posso saber por que raios você quer um beijo meu? — Exasperou-se. O moreno queria acabar com aquilo de uma vez. Não sabia o que sentia no momento, mas desde pequeno sabia que pontadas no coração só poderiam ser sinal de infarte e, definitivamente, não queria morrer tão jovem. 

— Por que eu não iria querer, Jeongguk? Achei que éramos mais que irmãos — fez uma pausa novamente, segurando-se para que a gargalhada não saísse antes da hora. — Achei que éramos brothers

Taehyung explodiu em risos, recebendo um ataque fofinho em seu braço esquerdo por conta da almofada que o menor jogara. 

— Isso não tem graça, porra. — O bico em seus lábios aparecera mais uma vez, completamente indignado com a falta de noção do melhor amigo. 

— Olha, se você não quer mesmo cumprir com o combinado, eu posso pedir pra você arrumar meu quarto quando minha mãe aparecer lá em casa e encher meu saco de novo e...

Para um bom manipulador, uma escolha certa de palavras basta. 

— Não! Pelo amor de Deus, eu vou te beijar. Sua boca deve ter menos bactérias que o seu quarto. 

— Que absurdo, meu chuchuzinho. — O castanho fingiu uma expressão de choque para, em menos de meio segundo depois, suavizá-la. — Mas você está certo. Agora vem cá, minha boca ainda não aprendeu a beijar sozinha. 

— Na boca?! — Jeongguk estava, claramente, sonhando. 

Ao menos era o que aquela situação toda parecia. 

— Onde você achou que era? — Atiçou Kim, arqueando ambas as sobrancelhas de maneira desafiadora. — Não teria graça se fosse no rosto. 

— Inacreditável. Aposto que você só inventou essa palhaçada toda para me beijar — comentou o mais novo, aproximando-se minimamente do outro rapaz. 

— Foi isso mesmo — admitiu Taehyung, sem qualquer pudor. 

Jeongguk encarou o amigo; seu olhar transbordava o quanto incrédulo estava.

— Enfia no cu essa merda, Taehyung. Você é muito otário. 

— Deveria ser mais simpático com quem está prestes a beijar. 

— Eu só estou fazendo isso porque não quero arrumar o seu quarto e também porque sou um homem de palavra. Se eu tivesse ganho a aposta, gostaria que você cumprisse o trato — respondeu-lhe de forma sincera, ocultando algumas informações pouco relevantes, em seu ponto de vista, naquele momento. 

O fato de realmente querer beijá-lo, por exemplo. Mas não o diria.

Em voz alta. 

— Tudo bem, meu amor. Eu aceito seu desprezo. Podemos pular para a parte que realmente interessa? — Pediu o mais velho, impaciente. Não negaria, em nenhum momento, o quanto desejava aqueles lábios finos e convidativos em contato aos seus. 

Jeongguk respirou fundo, ansioso. Não sabia o que esperar daquele contato mais íntimo. Apesar de já ser experiente — sua mãe sempre lhe dava beijos em sua bochecha, por exemplo. É época de crise, gente, qualquer coisa conta pro currículo —, beijar Taehyung seria outro patamar e o menor tinha plena consciência desse fato. 

Com uma certa lentidão, girou o corpo, dando de cara com a expectativa estampada na face alheia. Se suas pernas e seu coração estivessem em sincronia com seu medo, conseguiria gritar, correr e fugir daquele ambiente bem rápido; o mais rápido que conseguia. Os dois traíras, no entanto, o vedaram de conseguir reagir como gostaria. 

Foi desperto, mais uma vez, pelas mãos maiores brincando com seus próprios dígitos; um carinho mínimo chamando sua atenção para o amigo. 

— Desculpe por isso. Eu não deveria obrigar você a coisas assim — disse Taehyung, um pouco cabisbaixo, Jeongguk pôde perceber. 

O acastanhado sorriu na intenção de transmitir certo conforto ao dongsaeng enquanto limpava o suor das palmas na blusa branca; uma forma de extravasar um pouco do sentimento estranho que o consumia.   

Vergonha. 

Algo bem desconhecido para si, até então. 

Levantou-se, por fim. O outro garoto, por sua vez, processava os acontecimentos recentes em sua cabeça; o cenho franzido demonstrando o quão confuso tudo aquilo parecia para absorver. Toda a mudança repentina de atitude do melhor amigo o assustara — e também o decepcionara, por mais que não entendesse exatamente o porquê — mais do que a proposta suspeita que lhe fizera há pouco.   

Quando o Kim estava preparado para arrumar a bagunça que fizera na sala de estar alheia e, finalmente, ir embora, Jeongguk quebrou o silêncio. 

— Mas eu queria — sussurrou, como que colocando todos os seus pensamentos e sentimentos em voz alta pela primeira vez. Deu-se conta do que fizera poucos segundos mais tarde e desejou com todas as forças que o murmúrio tivesse sido baixo o suficiente para apenas seus próprios ouvidos captarem. 

Por azar — ou sorte, também não tinha certeza —, Taehyung virou-se; o sorriso bonito, mais uma vez, à mostra. 

— O que disse? 

— Nada. 

— Eu ouvi. Só queria que você repetisse mesmo — voltou a implicar, deixando um breve riso anasalado escapar. 

O moreno revirou os olhos, mais uma vez, entediado com a confiança que o outro exalava. Em seu interior, desejava tamanha coragem e falta de noção — admitia que, em situações como aquela, faria bom uso dessa falta de filtro do mais velho —, mas, ainda assim, odiava a vergonha que sentia e que cismava em possuí-lo pelas falas nada recatadas do melhor amigo. 

Aish... — Mais um murmúrio, dessa vez, tentando ignorar o quanto suas bochechas pareciam pegar fogo naquele momento. Na realidade, seu corpo por inteiro parecia estar sendo carbonizado. Cada partícula sua gritava por liberdade daquele incêndio interno e, por mais contraditório que fosse, temia que tal liberdade só poderia ser concedida com a ajuda de Taehyung. 

O Kim, percebendo a dificuldade do mais novo em tomar uma atitude, voltou a sentar-se ao seu lado, gerando certo arrepio no Jeon apenas por antecipação do que estava por vir.

Diferente do que o menor esperava, sentiu apenas a mão do castanho em sua coxa, depositando, ali, um afago muito inocente em comparação às facetas que seu hyung insistia em apresentar por aí. Questionou-se momentaneamente se deveria temer aquela ação um tanto inusitada. 

— Eu não vou morder você — garantiu Taehyung, como se pudesse ler os pensamentos do melhor amigo. E, de fato, podia, se levasse em consideração a cara assustada do rapaz. — A menos que você queira — completou. 

— Estava bom demais para ser verdade. — O moreno, ao notar a feição provocativa do garoto voltar em milésimos de segundos, bufou. 

— Calma, Gukkie. Eu só estava tentando tirar essa tensão de você — segredou, surpreendendo até a si mesmo com tamanha paciência que desenvolvera. Deslizou os longos dedos pelas colorações avermelhadas que eram as bochechas do dongsaeng, constatando e arrependendo-se do quanto demorara para, enfim, dar os primeiros passos daquela aproximação emocional um tanto desajeitada. — Posso? 

Apesar de não ter deixado explícito o pedido, Jeongguk concordou ao que desejava enfiar toda a cabeça no amontoado de terra mais próximo e nunca sair. De fato, não estava nada preparado. 

Observou o amigo unir os lábios aos seus em câmera lenta. Almejava decorar no melhor espaço das suas lembranças a forma como as pálpebras cerravam aos poucos; os cílios longos e escuros equiparavam-se à extensos véus ao cobrirem totalmente sua visão; a forma como inclinava-se de um jeito receoso — por Deus, o que estava acontecendo com Kim Taehyung, afinal? — e apreensivo, dando-lhe a entender que, se não estivesse confortável com nada daquilo, poderia parar quando quisesse; a forma como a respiração do rapaz e a sua própria embaralhavam-se de forma ímpar e, por fim, uniam-se, naturalmente, como se já lhes fossem destinadas a sincronia. A forma como sua boca bem desenhada e os lábios genuinamente mais rúbeos que os seus, de repente, pareciam muito mais atrativos do que o de costume. 

Ou então a forma como, num piscar de olhos — literalmente — arranjara um novo vício para si: o gosto do melhor amigo. 

Jeon Jeongguk nunca gostou tanto de marshmallows

Jeon Jeongguk nunca gostou tanto de perder uma aposta. 

E, por fim, Jeon Jeongguk nunca pensou que começar tão errado poderia dar tão certo.


Notas Finais


~eu juro que prometo melhorar essa minha forma torta de escrever fluffy~


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