História O Ciúmes Nunca foi tão Doce - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Originais, Sou Luna
Personagens Amanda, Ámbar Benson, Ana, Cato, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nico, Nina, Pedro, Personagens Originais, Ramiro, Rey, Ricardo, Sharon, Simón, Tamara, Tino, Yam
Tags Lindsdonatella
Visualizações 39
Palavras 1.376
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OIIIIII PESSOAL.
Desculpa eu não ter postado ontem, acabou tendo uns probleminhas e eu não consegui, mas como recompensa resolvi fazer um capítulo maior que o normal.
Aliás, eu achei que os fatos ficaram meio enrolados, sei lá, eu não sou muito segura sobre a minha escrita.
De qualquer forma, espero que gostem.
Ahhh, desculpa alguns erros ortográficos, onde eu escrevo não consigo acentuar muito e depois corrijo, mas sempre deixo algumas palavras passarem.
TCHAUUUU, AMO VCS.

Capítulo 8 - Ser seu namorado, Luna


Fanfic / Fanfiction O Ciúmes Nunca foi tão Doce - Capítulo 8 - Ser seu namorado, Luna

Cap 6: Ser seu namorado, Luna

  P.V.O Luna Valente

Eu me senti perdida quando afastei minha cabeça da dele, sem saber como agir depois de quase beijar o cara mais babaca do mundo sorri, naquela hora não foi nem por fingimento ou por Simon ou por Âmbar,eu simplesmente pensei que aquilo era o certo a se fazer. Abri os olhos lentamente com medo do quê eu poderia encontrar do outro lado, afinal, ele era  Matteo, e ele não era nem um pouquinho confiável, vai que a diva resolve surtar e estraga tudo?

Mas diferente do ataque de pelancas que eu esperava ele estava apenas me encarando, na verdade, aquela situação estava muito estranha, mas cara, Matteo na minha língua era sinônimo de loucura, e tambem de ótimo ator. Contei uns cinco segundos para ele me colocar no chão bruscamente e sussurrar no meu ouvido.

- Gorda.

Ele me chamou do quê?? Matteo é um merdinha mesmo em, gorda, gorda, com quem ele acha que está falando? Aquele palito, hum, o meu pulso é mais grosso que a coxa dele. Eu escutei um gritinho baixo quando belisquei o braço dele escondido, rá, se ferrou Matteo. Antes que a gente começasse a discutir mais uma vez, sabe, com ele me chamando de infantil e esquentadinha e eu chamando ele de idiota, cupim, metido e esses adjetivos podres ele segurou a minha mão, claro que para todos os outros parecia um carinho bem fofo e romântico, mas ele era Matteo, e ele estava com  raiva, logo, em vez de segurar ele estava apertando, e muito forte, e apertando muito forte sorrindo ironicamente.

- Vamos amor, precisamos conversar- ele me disse, e antes que eu pudesse negar ou sei lá, fugir, começou a me arrastar, só deu tempo de eu me virar um pouco e acenar para Âmbar e Simon rapidamente, eles ainda pareciam chocados, Âmbar apenas levantou a mão acenando em resposta, mas parecia estar fazendo aquilo apenas por costume sabe, eu aceno e você acena de volta, há Simon só estava lá, com os braços cruzados encarando a gente.

Não consegui ver muita coisa ou muitas reações, a gente já tinha passado pelas portas enormes e pesadas de madeira quando ele largou minha mão e limpou a dele na calça.

- Eu já estou começando a me arrepender de ter aceitado fazer essa loucura.

- Não olhe para mim dessa forma Matteo,como você mesmo disse você aceitou essa loucura, eu apenas propus.

- Eu sei.

- E o que foi aquilo lá dentro? Todo mundo deve estar comentando que a gente se agarrou no meio do corredor, na frente de uma multidão, ahhhhhhh.-  eu falei preocupada, não que eu tivesse uma grande reputação, mas eu estava me pegando com um babaca pra quem quisesse ver, e se isso não fosse manchar o meu currículo que já deve estar até marrom cor de merda não sei o quê mais poderia fazer.

- Eu não sei você sabe Luninha, mas namorados se beijam, pelo menos noventa e nove porcento deles.

- Bom, não poderíamos fazer parte do um porcento restante?

- Você quer conquistar o Simon Luna?

- Sim.

- Então não podemos fazer parte desse um porcento- ele disse com indiferença enquanto remexia na mochila. -Você quer tomar um suco comigo?

- Comassim? Matteo, deixa eu te lembrar de uma coisinha- eu falei olhando para o chão -NÓS NAMORAMOS DE MENTIRA SEU INFELIZ.

- Eu sei, você acha que algum dia eu, Matteo Bálsamo, sairia com Luna Valente por vontade própria? Nós só precisamos acertar algumas coisas sobre esse seu plano maluco.

- A-ahhhhh, então tudo bem.- eu estava sem graça, cara, eu sou muito tapada mesmoooo.

Nós ficamos naquele silêncio suuuper confortável todo o restante do caminho para aquela tal lanchonete que o Matteo queria ir, e eu só estava lá, orando para que eu não falasse mais nenhuma merda, o que para ser sincera, era muito difícil. Quando chegamos fiquei encantada, espera, encantada não, encantada é tão brega, tão tiaqueamaapertarbochechas, enfim, quando chegamos eu fiquei surpresa, ela era toda coloridinha, com tons pastéis, cheia de flores, super romântica, olhei para o lado desconfiando do Matteo.

- Isso tudo é apenas para discutir detalhes sobre o meu plano?- perguntei apertando os olhos e com os braços cruzados, onde já se viu, esse palhaço deve estar querendo tirar casquinha da situação, afinal, olha pra mim.

- Essa lanchonete é da minha tia, deixa de brincadeira Luna- ele me respondeu entrando pela porta de vidro com madeira pintada de amarelo bebê. Novamente sendo ridicularizada com sucesso, parabéns Luna.

Nós acabamos pegando a mesa longe da janela, o quê me deixou triste, já que eu amo sentar do lado das janelas para ver carro passando e essas coisas, mas eu entendi que nós não poderíamos correr o risco das pessoas nos verem juntos sem que nós tenhamos resolvido alguns fatores do nosso acordo.

- Vamos logo Matteo, tenho coisa melhor pra fazer do quê ficar olhando para a sua cara a tarde inteira.

- Igualmente Luna. Mas, antes tenho que resolver uma coisa.

- O quê?

- Tia, um suco de abacaxi com hortelã, e você, o que você quer?- ele perguntou se virando e olhando para mim.

- E-eu não tenho dinheiro, achei que o suco fosse piada.

- Tudo bem, eu posso pagar.

- O QUÊ? Você não têm que pagar nada para mim, nós não somos nada.

- Nós somos namorados Luna.- ele levantou a sobrancelha como sempre fazia, e isso me irritava muito, já que eu nunca consegui fazer aquilo. Eu suspirei me sentindo derrotada, eu não poderia negar o nosso namoro falso na frente de qualquer pessoa quando eu bem entendesse.

- Tudo bem, quero o mesmo que o seu.

A tia dele que, depois eu descobri, se chamava Miranda não demorou nem um minuto mandando alguém trazer para a gente os tais sucos, acho que ser da mesma família é paralelo à atendimento VIP.

- Bom- Matteo tomou um gole do suco dele- Eu tenho algumas condições para continuar com essa história.

- Você poderia ter dito elas antes de ter se declarado para minha pessoa na frente de Deus e do mundo.- Agora foi a minha vez de ridicularizar ele, arrasei, apenas isso.

- Continuando, nós não faremos ciúmes apenas no Simon mas...

- Na Âmbar também, eu sei disso Matteo, na verdade, quem não sabe.

- Você é tão inexperiente nisso de querer ser ignorante menina delivery.

- Larga do meu pé, seu... seu Mauricinho, hum.

- Mauricinho, que infantil Luna, não que isso seja uma surpresa.

- Continua logo Matteo, já estou perdendo minha paciência.

- Tudo bem, tudo bem. Primeiro, a gente nunca vai se beijar de verdade.

- Essa também é uma condição para mim, só a ideia de te beijar me da vontade de vomitar.

- Compartilho das mesmas sensações. Segundo, nada de invadir o espaço pessoal do outro, e nada dessa palhaçada de conhecer a família um do outro. Terceiro, assim que a gente alcançar nossos alvos, no caso Simon e Âmbar, nós vamos nos separar. Quarto e mais importante, nada de confundir a realidade com a atuação, nada de se apaixonar um pelo o outro- eu fiquei incomodada por algum motivo desconhecido, só sei que do nada essa ideia não pareceu tão boa- Muito fácil, não?

- Aham, nada que eu não concorde, já podemos ir embora?

- Espera Luna, você numa chegou a cogitar a ideia desse seu plano ter o efeito reverso?

- Como assim Matteo?

- E se você estiver apenas abrindo caminho para o relacionamento deles acontecer?

- Ainda não entendi.

- Talvez, e só talvez, Âmbar não aceitasse o pedido por sua causa, sabe, pensar que você ficaria triste, com ciúmes ou etc, mas me namorando você quer dizer que não se importa com isso, logo, Âmbar pode aceitar esse pedido sem pensar duas vezes.

- Não, eu nunca pensei dessa forma, mas você está certo.

- E ainda assim você vai continuar com esse teatro?

- Essa é a minha última carta, e eu prefiro tentar ela do quê ficar parada assistindo o amor da minha vida ficar com minha amiga. Mas e você, o quê você acha? Se você sabe disso por que topou?

- Na verdade eu não sei- ele se levantou- talvez eu só ache que seja divertido, sabe?

- Não, eu não sei o que pode ser divertido nisso.- eu levantei também, nem devo dizer que estava confusa.

- Ser seu namorado, Luna.- ele levantou e saiu batendo a porta.


Notas Finais


💘💘💘💘


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