História O começo de tudo: Flores - Capítulo 3


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Categorias Magnus Chase e os Deuses de Asgard, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Jason Grace, Leo Valdez, Nico di Angelo, Will Solace
Tags Abo, Fierrochase, Percabeth, Solangelo, Valgrace
Visualizações 85
Palavras 3.070
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Por favor, se estiverem gostando, favoritem. E eu agradeço a quem já o fez ^^

Capítulo 3 - Capítulo Três


Percy queria entrar no quarto e jogar papo fora com Nico. Léo não compartilhava da mesma ideia. E quando o Jackson viu o moreno abrir um sorriso felino, o qual considerou suspeito, sentiu um calafrio. Tentou abrir a boca para perguntar, mas não teve tempo. Por que? Bem, o Valdez o pegou pelo braço e puxou o pobre coitado para bem longe do quarto, enquanto Percy resmungava algo como “Não!! Sai de mim seu elfo latino psicótico!!”. Claro que o Jackson poderia se libertar facilmente, afinal ele era um alfa enquanto o moreno era um ômega, mas tinha medo de não controlar a força direito e machuca-lo sem querer. Mas é claro que Léo simplesmente não lhe deu importância e continuou a puxa-lo para um lugar que o alfa percebeu ser meio vazio... okay, aquilo estava cada vez mais suspeito, ou era assim que o rapaz de olhos verdes pensava.

O ômega largou seu braço e se virou na direção dele. Ao ver um sorrisinho semelhante ao que vira Píper compartilhar com Annabeth algumas vezes, enquanto falavam escondidas e davam risadinhas, sentiu que aquilo tudo não iria acabar muito bem. E como sabia? Bem, só tinha um assunto que fazia garotas sorrirem cumplices e darem risadinhas estranhas: relacionamentos românticos e sexuais. Claro que Percy sabia disso, afinal vez ou outra ele era o assunto da conversa, e quando ouvia seu nome, não podia evitar de escutar, mesmo que não fosse algo correto. E não era como se as garotas alguma vez o tivessem percebido mesmo.

— Léo... — O Jakcson concluiu que seria melhor caso ele tivesse a primeira palavra, então assim o fez. — Que merda você está tramando?

— Não se preocupe, Percynho, eu cuido das consequências depois. Apenas não quero Angel saiba disso... não ainda — disse revirando os olhos castanhos com a óbvia preocupação do outro. Logo abriu um sorriso felino. — Mas, conte-me mais sobre isso...

Uhm? — murmurou sem compreender. Contar sobre o que exatamente?

Detalhes, Percy. Eu quero detalhes.

— Ainda não entendi aonde você quer chegar — admitiu o Jackson. Léo bufou e cruzou os braços. Parecia bastante indignado com a lerdeza do amigo. Percy agradeceu mentalmente que ele não estivesse realmente impaciente. Como sabia? O moreno, quando impaciente de verdade, era assustador. Naquele momento, tudo o que o alfa conseguiria pensar a respeito dele era que a expressão emburrada o deixava mais fofo do que já era.

— Will Solace, cara, eu quero saber como é esse tal de Will.

— Ah! — exclamou que nem fazia quando finalmente entendia alguma matéria complicada, isso, é claro, depois de Annabeth o explicar milhares de vezes. — Ah, sim, claro! Will Solace... bem, vamos começar dizendo que o nome dele é William.

— Mas você o chama de Will — apontou Valdez, curioso com a questão recém-descoberta. — Se conhecem?
 

— Ele é o melhor amigo do meu primo. Já foi na minha casa várias vezes junto a ele, também já fui na dele algumas vezes...além de quando o encontrava por acaso quando ia fazer algo na casa do meu primo. Na realidade, já sabia que ele gostava de um beta, mas não tinha ideia de que era Nico. Acho que já entendi porque toda vez que comentava sobre vir no quarto de vocês, ele dava alguma desculpa para ir embora — falou. O ômega ficou surpreso com o fato do amigo ter tantas informações, afinal o Jackson na maioria das vezes era desinformado, mas não demonstrou.  — Mas voltando ao que você queria saber... ele era da sala ao lado a minha, a “D”. Mas o pai dele, Apolo Solace, disse algo sobre aquele lugar ter poucos “pretendes” o mudou para alguma outra sala. Parece sem noção, mas é bem a cara do coroa mesmo.... ainda não sei qual é ela, aliás, acho que nem o próprio Will sabe. O pai dele é doido, vai saber o que se passa na cabeça daquele coroa bonitão....

— Sabia que já tinha ouvido esse nome antes, Solace!  — exclamou o Valdez, interrompendo o amigo. — Apolo não é aquele médico/ator/modelo/cantor famoso?

— É sim. Mas bem, voltando... a aparência dele tem traços comuns, aquela coisa de “loiro dos olhos azuis”, mas é bem bonito. E... — Quando Percy ia falar mais, o celular vibrou em seu bolso. O Valdez observou o alfa de olhos verdes verificar a tela e suspirar. — E Annie está me ligando... bem, desculpe, mas vou ter que ir.

- X -

Nico jurava que tinha ouvido vozes na porta do seu quarto, mas quando o abriu se deparou com um corredor deserto. Poderia estar alucinando? Sim, deveria estar alucinando... deveria ser apenas estresse pós-provas. Isso mesmo, pensou, apenas estresse, estou ficando doido por conta das provas. Resmungou algo sobre “se Léo estivesse aqui, eu não ficaria tão sem-nada para fazer a ponto de começar a criar coisas”. Logo se repreendeu, dependia demais do moreno. Estava até surpreso sobre o Valdez não ter reclamado ainda, deveria sufocar o coitado sem nem ter intenção! Se lembrou de uma personagem que conhecera enquanto o ômega assistia uma anime...Mikasa Ackerman era o nome dela. O beta ficou seriamente preocupado com a própria saúde mental ao notar que, na realidade, se parecia até que bastante com aquela doida. Era só trocar o Eren das falas por “Léo”.

— Ai meus deuses! Eu sou uma Mikasa da vida? — exclamou se sentando na cama, assustado. Nunca gostou daquela personagem, achava ela preocupada, ciumenta e possessiva demais. Descobrir que se assemelhava a ela era um choque. — No que eu me tornei??

Parou quando escutou a porta ser destrancada com o barulho de uma chave rodando, fitou a porta com seus orbes negros. E a única pessoa além dele que tinha a chave era...

— Hey, Angel! — cumprimentou animadamente o moreno. Mas algo naquele olhar estranho e no sorriso satisfeito fazia o Di Angelo ficar com sérias dúvidas sobre as possibilidades de pensamentos que se passavam na cabeça do amigo. O ômega se jogou na cama. — Woah, cara... estudar com Percy é monstruoso! Ele só entende biologia marinha, aquele Cabeça de Alga...

O de cabelos negros se levantou da própria cama para se aproximar da do amigo. Ao chegar do lado, parou e fitou o rosto curioso do garoto que estava deitando. Era claro que não estava entendendo nada do comportamento do Di Angelo.

— Eu sou a Mikasa? — Nico perguntou repentinamente. Observou o Valdez se sentar rapidamente na cama e olhar como se fosse doido. Era obvio o que pensava pela sua expressão: “mas que merda você acabou de dizer??”. — Eu perguntei: Eu sou a Mikasa?

O ômega franziu o cenho, confuso.

Ãhn...? Para mim você era Nico Di Angelo.

EXATAMENTE! — exclamou, apertando Léo pelos ombros. Este que fez uma cara surpresa e mais confusa ainda. Nico riu sozinho. — Claro que eu não sou a Mikasa...obrigada, cara! — E o soltou.

Léo observou o amigo andar satisfeito até a própria cama. Ainda meio indeciso sobre o que dizer com aquela situação sem-nexo e peculiar, desviou seu olhar para o lado, bagunçou os próprios cachos e falou nervosamente, ainda confuso: — Ãhn...de nada?

- X -

Já era segunda-feira e Nico queria fingir uma doença aleatória para não ir a aula. Obviamente seu amável colega de quarto não deixou e o obrigou a ir para as sessões de torturas educacionais, mesmo que a força. Quando o beta se lembrou que a primeira aula do dia seria artes — logo a matéria que mais odiava, por não entender merda nenhuma —, sua vontade de dar a volta e sair correndo, com o objetivo de fugir de Léo e da aula, aumentou. Mas não fez, não porque era um garoto certo e responsável que não mataria aulas porque compreendia a sua importância, mas porque o Valdez praticava atletismo, então era obviamente muito mais rápido que ele.  Ah, se corria mais rápido. Já tinha presenciado isso muitas vezes, tipo quando tinha aquele dia da semana onde a cantina preparava um sanduíche simplesmente maravilhoso, porém muito limitado, e ele colocava toda a sua habilidade e as vantagens de sua falta de altura em luta pelo bendito sanduíche. Aquela lembrança foi o suficiente para o Di Angelo desistir imediatamente da ideia.

Como as mesas eram do tipo que cabia três pessoas, os dois — obviamente —, se sentaram juntos, deixando um espaço vazio. Infelizmente, aquele horário não coincidia com o de Percy, então era o jeito. Não sentavam apenas os dois porque tinha poucas opções — até porque Léo tinha uma quantidade generosa de conhecidos —, fizeram isso simplesmente porque Nico iria ficar frio e emburrado o resto da aula se outra pessoa que não fosse um dos seus dois amigos se sentasse perto dele. E Léo não estava a fim de discutir com o melhor-amigo por causa de um conhecido qualquer. Até porque Nico sabia ser bem persistente com as suas birras, as quais muitas vezes poderiam ser consideradas idiotas.

Ambos notaram dois loiros que numa tinha visto na vida antes entrarem, um ômega e o outro alfa. Aí se lembraram dos boatos sobre duas pessoas mudarem de sala. Léo logo associou que um daqueles era o tal do Will, até porque ambos eram loiros de olhos azuis, e os dois eram novatos na turma também, sentiu que aquilo era o destino...Apolo tinha escolhido logo a sala de Nico para tacar o filho. Mas parou de mostrar qualquer interesse assim que, repentinamente, o mais alto e claramente um alfa fixou seus olhos nele. Aí o moreno fingiu que a tela do notebook se pesquisa era realmente muito interessante, mesmo que estivesse desligada.

A professora entrou, os dois garotos se sentaram juntos sendo seguidos por um monte de olhares — O Valdez não iria culpar as pessoas, eles eram realmente muito bonitos —, menos de Nico porque ele era o “diferentão”, e logo a mulher começou a passar o conteúdo.

A aula estava indo bem, pelo menos era essa a impressão do ômega. Mas o Di Angelo pensava o contrário. Fazia um bom tempo desde que a aula começara, e já tinha notado várias vezes o alfa loiro olhando para eles algumas vezes, mais especificamente, para Léo. Sua vontade era se virar e gritar “perdeu algo na cara do meu amigo??”, mas se conteve como o bom garoto comportado que deveria ser, pelo bem do seu um ponto de conceito. E o que mais lhe irritava era que o moreno não dava qualquer sinal de ter notado aquilo. Mas tinha certeza de que notara, só não se importava mesmo. Coisa que era normal, afinal estava acostumado a ser encarado por betas e alfas. O que só intensificou a raiva do de cabelos negros.

— Ele está te encarando — sussurrou o beta. Seus olhos estavam fixos no slide onde tinha uma foto sendo mostrada, apenas para não parecer que estava conversando no meio da explicação, por mais que realmente estivesse. O Di Angelo sequer se lembrava a que conteúdo ela se referia, de tão ruim e desinteressado que era com artes.

— Notei, aliás, a sala inteira deve ter notado — sussurrou de volta em um sarcástico. — Ignora, Angel. Apenas ignora...

— Mas é você a quem ele está encarando — falou como se aquilo fosse explicação o suficiente. E foi. O Valdez logo entendeu que Nico estava sendo Nico ao se preocupar demais com ele. Logo se lembrou da descrição de Percy.

Talvez não seja a mim, mas sim a você — falou sucintamente. O de cabelos negros o olhou, indignado e confuso. — Longa história, depois explico.

O beta apenas aceitou, sabia que discutir com o ômega era tão sem sentido e inútil quanto tentar explicar fatoração a uma bezerra bebê. Então apenas se focou — ou deu seu máximo para isso, já que o alfa loiro continuava a secar seu melhor-amigo — na aula. Claro que não entendeu nada, mas fazia questão de passar o maior ar de “nossa, eu estou entendendo perfeitamente”, na esperança de que a professora não notasse.  E deu certo, coisa que ele fez questão de comemorar — mentalmente, é claro.

- X -

O beta de cabelos negros amaldiçoava o amigo ômega baixinho. Aparentemente Léo, de repente, quando a aula acabou, decidiu que queria colocar em prova suas habilidades de corrida e saiu disparado na frente. E como se já não bastasse, ainda deu um sorrisinho travesso e nada confiável para Nico antes de sumir porta afora. Parecia que sabia de algo a mais...algo interessante. O garoto fez um lembrete mental: perguntar sobre isso quando conseguisse falar com seu amável colega de quarto novamente, isso, é claro, se ele não resolvesse praticar atletismo novamente que nem havia acabado de fazer.  

Outra coisa que não o agradou: o alfa loiro saiu logo após o Valdez. Ainda não confiava nenhum pouco na primeira impressão que havia tido dele. Talvez o beta estivesse bastante distraído com seus surtos de preocupação para com o quase-irmão, porque não notou quando, ao tentar sair da sala, se esbarrou em outra pessoa. Infelizmente, a outra pessoa era um ômega com qualidades de ômega, ou seja, um tanto quanto mais frágil que ele — que era um beta —, resultando em um loiro meio caído no chão, que logo tratou de começar a pegar as folhas que deixara cair do fichário azul que levava. Nico teve a leve impressão de que fizera aquilo para não olhar para ele, mas ignorou.

Poderia simplesmente continuar andando, mas ele tinha certa culpa naquilo também, então se abaixou e começou a ajuda-lo. Tentou parecer o mais inexpressivo possível quando os orbes azuis do loiro recaíram sobre ele, com uma expressão surpresa. Fingiu que estava ocupado demais catando os papéis e que não tinha notado o olhar dele sobre si, então o ômega logo voltou a realidade e pegou o resto. Não demorou tanto, até porque foram rápidos já que estavam na frente da porta da sala. Nico logo estendeu os papéis em mãos para o loiro, que os pegou. O beta fez o máximo de esforço possível para que não demonstrasse que achara o rosto do novo colega de sala...interessante. E, aparentemente, havia dado certo.

— Obrigado — disse sorrindo gentilmente, Nico tentou ignorar o fato de que realmente gostou da voz dele. E foi impressão do beta ou ele parecia meio...nervoso? O Di Angelo refletiu se era realmente tão assustador com a aparência toda revestida de preto dele. Mas logo concluiu que essa não era a razão do aparente nervosismo, o que o deixou levemente curioso.

Ele é um ômega, lembrou a si mesmo em sua mente, nunca vai te querer. Para eles, vocês betas são só segunda opção, não seja usado como já foi.

— A culpa foi minha mesmo — disse seco, logo se virando para ir embora. Já tinha o trabalho terminado ali e tinha que achar um certo moreno o mais rápido possível. Ainda não confiava naquele alfa. Cerrou os dentes só de imaginar o que um alfa qualquer poderia fazer ao seu tão adorado irmão.

— Jason não fez por mal — Aquela voz maravilhosa soou novamente, fazendo com que o de cabelos pretos parasse e o olhasse claramente confuso. O loiro corou um pouco, mas sustentou o olhar. O Di Angelo não notou, pois, a pele bronzeada dificultava a visão do avermelhado em suas bochechas, a única coisa que percebeu foi que as sardas ficaram meio que mais aparentes, mas ignorou por pensar que era coisa da própria cabeça. — Aquele alfa loiro que chegou junto comigo na sala. O nome dele é Jason Grace.

Ah, sim — murmurou sarcástico. — O que estava secando Léo, eu sei quem é. Obrigado por me informar o nome da minha próxima vítima, não gosto de assassinar sem ter toda consciência antes, sabe?? — completou, totalmente ríspido, os olhos negros semicerrados. Talvez o natural fosse pensar no beta como alguém desagradável, mas o loiro pensava o contrário, apesar de ter sido muito bom em fingir que nunca tinha visto ele antes.

— Não é bem assim...

— Atah. É como então? — interrompeu-o. Sua visível falta de cuidado com o tom da voz não pareceu afetar o ômega a sua frente, que apenas sorriu calmamente, como se estivesse explicando para uma criança o porque eles não podiam comprar uma Barbie de 400 reais.

— Tyler — disse simplesmente. Ao ver o olhar surpreso do beta, sorriu novamente. E Nico não o considerou tão santo quanto parecia. — Conhece, né? Jason e eu também conhecemos. Então...Jason não tem uma boa relação com Tyler e acidentalmente o ouviu falando com os amigos algo sobre Léo. Deve ter o reconhecido pela descrição, ficou até surpreso... não pensou que acabaria na mesma sala. Ele desaprova as ações de Tyler, então irá ajudar o seu amigo, namorado, irmão ou seja lá o que ele é seu, mesmo que não o conheça.

— Tyler?? Ah, mas eu vou quebrar a... — começou o Di Angelo, ignorando todo o resto que não fosse a desgracice de Tyler, pronto para correr até o amigo e, caso aquele alfa estúpido e perseguidor estivesse lá, que já aproveitasse o impulso e chegaria numa voadora. Infelizmente, foi impedindo, afinal seu pulso foi segurado. Fitou o garoto, os orbes negros exalando impaciência. — O que é dessa vez?

— Jason vai resolver isso.

— Não tem porque seu amigo resolver isso.

— Ele é um alfa, você é um beta. Encare os fatos: mesmo com a sua coragem e determinação, Tyler ganharia. Ou você pensa que é um protagonista de desenho animado? — Era estranho como a voz soava calma, a feição estivesse sorridente e as palavras eram tão duras. Mas era sincero, ao menos o suficiente por não se importar em ser sempre gentil e amável, por não se importar com o que as pessoas que os encaravam naquele momento pensava da sua grosseira, e isso fez com que ganhasse uns pontinhos com Nico. O Di Angelo apreciava muito aquilo: sinceridade.

Tsc — Nico estalou a língua, descontente quando percebeu que o garoto estava certo. Encarou-o de forma intensa. — Então o que o senhor Eu-Tenho-Um-Amigo-Alfa sugere?

— Nós vamos, mas você não interfere.

— E por que eu deveria obedecer ao alguém que eu nem ao menos sei o nome? Aliás, nem vejo o porquê de você estar se intrometendo e... — retrucava Nico, revirando os olhos. Notou uma mão estendida em sua direção e olhou confuso para o ômega. — O que foi?

— William Solace, mas pode me chamar apenas de Will, prazer — O loiro se apresentou com um sorriso debochado. O beta franziu o cenho ficando bastante ameaçador para muitos que o olhavam, mas Will não pareceu se sentir em perigo, aliás, seu sorriso se intensificou. — Agora sabe o meu nome, vai ser um beta racional? 



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