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História O começo de um mistério. - Sally Face - Capítulo 12


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Capítulo 12 - O caso da mortadela - Capítulo 12 (parte 4)


Fanfic / Fanfiction O começo de um mistério. - Sally Face - Capítulo 12 - O caso da mortadela - Capítulo 12 (parte 4)

 

Sally POV´S

 

Combinei com Todd e Larry de nos encontrarmos no apartamento de Todd quando tudo estivesse pronto, Larry foi fazer algumas coisas me deixando sozinho com [Nome].  — O que quer fazer?  — Perguntei a garota que parecia pensativa.

 — Ah, eu não sei. Acho que podemos apenas andar pelo prédio e conversar com o pessoal.  — A garota disse enquanto começava a andar.

 — Oh, vamos ver se tem alguma correspondência para nós!  — [Nome] disse enquanto se aproximava de uma pequena mesa que ficava embaixo dos armários de cada morador. Procurei um pouco e encontrei uma carta com meu nome.

 — O que tem nessa carta?  — [Nome] perguntou enquanto olhava para o papel em minhas mãos.

 Abri a carta e ela estava vazia.  — Está vazia..  — Por que me dariam uma carta vazia? Fiquei me perguntando até [Nome] me tirar de meus pensamentos.

 — Sal! Você tem que parar de ficar no mundo da lua desse jeito. É apenas uma carta não se preocupe!  — A garota terminou a frase sorrindo, como se quisesse me “acalmar”. Já que eu estava mais desconfiado do que nervoso.

 — Tem razão.  — Continuamos a andar pelo prédio e conversamos com algumas pessoas. Um dia eu e Larry fizemos uma placa para que o Sr. Addisson pudesse começar a vender seus chás. Era bem barato, apenas alguns centavos.

[Nome] e eu fomos até o terceiro andar e acabamos encontrando Chug em frente a porta de seu apartamento.  — O que houve Chug?  — [Nome] perguntou ao ver que o garoto parecia meio perturbado.

 — É que eu fico ouvindo barulhos estranhos.  — Eu e [Nome] ficamos com uma interrogação na cabeça. Chug geralmente não acreditava naquelas coisas de fantasmas e tudo mais.

 — Que tipo de barulho?  — [Nome] perguntou curiosa para o garoto.

 — Você sabe! Arranhões, gemidos, coisas assim sabe.  — O garoto disse enquanto cruzava seus braços, como se tentasse se proteger.

 — Não deve ser nada demais, apenas alguns ratos na parede.  — Disse sem dar muita importância, Chug as vezes conseguia ser meio paranoico.

 — Se quiser, pode se juntar a gente Chug!  — [Nome] disse gentilmente ao garoto, ele não gostava muito de sair com a gente. Já que nós sempre vivíamos atrás de fantasmas e coisas do tipo. Ele não gostava daquilo.

 — Não obrigada, da última vez que sai com vocês fiquei sem dormir por uma semana!  — [Nome] riu da reação do garoto, era verdade que ele morria de medo dos fantasmas que encontrávamos pelo prédio com o GearBoy.

 — Tudo bem então, caso não queira ficar sozinho lembre que você é sempre bem-vindo para andar com a gente.  — [Nome] sorriu para o garoto, ele agradeceu e então nós nos afastamos.

Fomos até o apartamento 304, bati na porta mais ninguém respondeu. Abri a porta e percebi que não parecia ter ninguém em casa. “Eu podia jurar que alguém morava aqui..” pensei comigo mesmo enquanto andava pelo apartamento mal iluminado.

Andamos até a cozinha e percebi que quase não havia moveis. Peguei o GearBoy e comecei a andar pelo apartamento. Quando cheguei a cozinha o GearBoy apitou fortemente, mas não apareceu nenhum fantasma.

De repente percebi que havia outra carta com meu nome no chão da cozinha. Peguei a mesma e abri, e novamente a carta estava vazia.  — Por que você está recebendo essas cartas sem nada dentro?  — [Nome] perguntou enquanto olhava em volta.

 — Boa pergunta.  — Respondi desconfiado. Saímos do apartamento e fomos até o 5 andar. O andar “abandonado” cujo aparentemente ninguém morava. Ele estava destruído, e [Nome] odiava ir lá.

Algo que me deixava intrigado é que [Nome] se sentia ruim perto de certas pessoas, como se ela soubesse que elas haviam feito algo de errado apenas por tê-las por perto. Como um GearBoy humano.

Entramos no último apartamento do corredor da esquerda, novamente peguei o aparelho e comecei a andar pela casa. Logo o aparelho apitou novamente, e uma carta apareceu. Dessa vez na parede.

Peguei a carta e ela também estava vazia. Aquilo estava me incomodando. “Estou esquecendo de algo” perguntei para mim mesmo.  — Sal, tem algo muito errado acontecendo aqui.  — [Nome] disse séria tanto na feição quanto no tom de voz.

Nas paredes haviam vários jornais com relatos de desaparecimento de pessoas. E vendo o desconforto da garota decidi sair do apartamento, provavelmente não haveria mais nada ali que fosse útil para nós.

Nós entramos em mais alguns apartamentos mais não achamos nada muito interessante ou de útil. Decidimos ir até o apartamento de Todd, já havia se passado um tempo então era provável que já estava tudo pronto.

Chegamos e vimos Todd e Larry no quarto, fomos até eles e Todd parecia concentrado.  — Consegui! A câmera do corredor está em loop infinito até vocês voltarem, tenham cuidado!  — Todd disse, ele era um gênio.

Nós precisávamos daquilo para conseguir entrar na casa da Sra.Packerton sem que ninguém vesse, aproveitamos que ela não estaria em casa e provavelmente voltaria tarde. [Nome] Larry e eu fomos até o apartamento, assim entrando no mesmo.

O cheiro do apartamento era horrível, era quase insuportável.  — Esse cheiro é horrível! Não sei se aguento ficar aqui por muito tempo.  — [Nome] disse enquanto olhava ao redor. Eu também não sei se consigo aguentar por muito tempo.

Andando mais adentro do apartamento pude ver um relógio. Seus ponteiros estavam presos no 3:14, quanto eu tentava mover os ponteiros eles voltavam ao mesmo horário.

Larry e [Nome] estavam procurando coisas na cozinha. Um quarto havia uma tranca com senha, já o outro estava trancado. Voltei a cozinha e vi [Nome] e Larry.

 — Acharam algo?  — Perguntei aos dois que se viraram para mim.

 — Aqui só mortadela e algumas outras carnes.  — [Nome] disse sem muito interesse, não havia nada de estranho por ali.

 — Na geladeira só tem sobras, comida de velho. Mas o freezer está trancado com um cadeado.  — Larry disse.

 — Acha que consegue abrir?  — [Nome] perguntou, Larry disse que sim apenas precisava de um tempo. Decidi explorar o resto da casa junto a [Nome].

Fomos até o banheiro e ele parecia um nojo. Dava um desgosto de ver aquilo.  — Sal, acho que tem algo bem mais sombrio por aqui..  — A garota disse enquanto olhava para as paredes.

 — Como assim?  — Ela virou sua atenção a mim, seu rosto estava sério.

 — Eu sinto algo ruim aqui, sinto que tem algo acontecendo. Temos que continuar a investigar!  — A garota disse, ela realmente parecia incomodada com aquilo.

Voltamos a cozinha e Larry já havia conseguido tirar o cadeado.  — Vamos ver o que tem aqui.  — Larry abriu o freezer e vimos algo surpreendente. Dentro do freezer havia uma cabeça de bode junto a símbolos estranhos.

 — Sabia!  — Larry disse confiante. Não acho que seja só isso.

 — Temos que entrar nos quartos, não pode ser tão simples assim.  — Decidimos tentar entrar nos quartos, o difícil era pelo fato de que eles estavam trancados.

Fui até a cozinha e peguei o aparelho novamente, logo o fantasma do bode apareceu, ele apenas repetia “bé” “bé”.

Mas percebi que havia uma ordem. 1,2,1,2. Ele repetia “bé” bé” nessa ordem. O que poderia sér o número do relógio, já que era possível mudar o horário dele. E talvez assim eu consiga algo.

Coloquei o horário no relógio e por sorte ele abriu.  — Boa Sal!  — [Nome] disse enquanto entravamos no quarto. Me surpreendi ao ver que um homem estava preso deitado na cama com um aparelho em sua boca.

 — Olá?  — Perguntei enquanto me aproximava lentamente.

 — Essa era a sensação que eu sentia, mas.. agora eu sinto um sentimento bom. Não como antes, como um sentimento de paz.  — [Nome] disse enquanto se aproximava do senhor.

Peguei o GearBoy e fui até o Sr.Packerton. De repente um fantasma apareceu.  — Criança, por favor me ajude — o fantasma pedia socorro. [Nome] estava ao meu lado e parecia surpresa.

 — Como? Você está morto.  — [Nome] perguntou visivelmente incomodada.

 — Eu estou preso, preso em meio a dor e sofrimento que parece uma eternidade.  — Eu podia sentir a dor na voz daquele fantasma.

 — Foi a Sra.Packerton que fez isso?  — [Nome] perguntou com lagrimas nos olhos, como se sentisse a dor daquele pobre homem.

 — Nós já fomos apaixonados um dia, ou era o que eu pensava. Sim, ela fez isso. Por favor me livre desta agonia.  — O pobre fanstama praticamente implorava para nós.

 — E o que tem na mortadela?  — Perguntei curioso.

 — Temo não saber sobre isso, eu vivo preso aqui, infelizmente não sei nada sobre jovem.  — O homem realmente parecia não saber de nada.

 — Como posso te ajudar?  — [Nome] perguntou com uma feição triste.

 — Você precisa desligar essa maldita maquina.  — O senhor disse confiante.

 — Mas.. isso não seria.. não seria?  — [Nome] parecia com medo. Conseguia a entender, não é comum ver isso.

 — Irá acabar com meu sofrimento, irá me libertar dessa tortura.  — O homem falava com dor.

 — V-você tem certeza?  — A garota parecia que iria chorar a qualquer momento. Eu não sei o que [Nome] tem, mas todas as vezes que vimos os fantasmas a garota parecia sentir a dor deles, sentir o sofrimento deles. Por isso eu geralmente não a levava junto a mim e Larry.

Eu odiava a vê-la triste daquela forma.  — Por favor criança, você tem que se apressar antes que ela volte.  — O fantasma disse nervoso.

[Nome] tirou o fio da maquina da tomada e logo o fantasma desapareceu.  A garota ficou encarando o pobre homem enquanto a maquina apitava relembrando de sua morte. Abracei a garota tentando reconforta-la.

 — Você fez a coisa certa.  — Sussurrei enquanto acariciava os cabelos da garota sentindo que ela estava relaxando lentamente. De repente ouvimos barulhos de porta abrindo, nos escondemos atrás de um móvel que ficava no quarto.

Abracei a garota que parecia nervosa, podendo sentir seu coração acelerado. Talvez seria a ultima vez que nos veríamos então eu precisava daquilo. Afinal, se fosse mesmo a Sra.Packerton estaríamos ferrados.

De repente o móvel se mexeu e vimos que na verdade quem estava ali era Ashley.  — Oh céus, Ashley! Você nos assustou!  — [Nome] disse se levantando e indo até a garota.

 — Desculpe atrapalhar o momento.  — Ashley disse se desculpando.

 — Agora é melhor irmos, ainda temos aquele outro quarto para olhar.  — Disse sério, afinal não sabíamos quanto tempo tínhamos.

 — Afinal, Ashley, você não tinha que cuidar do seu irmão?  — [Nome] perguntou enquanto andávamos.

 — Sim, mais meu pai chegou mais cedo então vim direto pra cá.  — A garota respondeu.

Nós então fomos até o segundo quarto e nos surpreendemos com o que vimos.

 

Continua...


Notas Finais


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