História O Conde (História original) - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Novela, Romance, Vampirismo, Vampiro
Visualizações 25
Palavras 646
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse capítulo é bem pequeno, mas dá início a trama que desenrolará ao longo da história.
Boa leitura!

Capítulo 4 - Mordidas e pesadelos


Eu estava envolvida por uma névoa vermelha de odor inebriante.

Diante de mim só existia uma figura de cabelos, barba e bigode negros e com olhos de um azul tão vivo que parecia que eu contemplava o céu e não os olhos do Conde Flavius.

Não me recordava de como ele tinha chegado até meu quarto, mas ele estava lá e sorria para mim. Segurou meu pé com delicadeza e o ergueu do colchão até seus lábios e deu vários beijos nele.

Olhei para os lados e percebi que estava mesmo no meu quarto e era noite.

_Porque você está aqui e como entrou? _Resmunguei entorpecida.

_Pensei que minha companhia lhe agradaria.

_Agrada, mas aqui no quarto...

_Aqui é onde nós podemos ficar mais à vontade!

_Sim, mas se Rita souber...

_Não se preocupe com ela.

Olhei em volta procurando a origem da névoa. Seja lá o que fosse aquilo parecia não fazer efeito sobre o Conde, mas apenas sobre mim. Eu me sentia atordoada e leve. Flavius havia tirado o sorriso dos lábios e voltou a beijar meu pé. Senti dor quando o Conde resolveu mordê-lo e tentei tirá-lo das mãos dele, e ele segurou com força sustentando a mordida por um tempo produzindo ardor no local.

_O que pensa que está fazendo? _Gemi sem força para chutá-lo com o pé livre.

_Provando você. _Disse ele vindo para mais perto e quase se unindo a mim.

_Não faça isso novamente. _Pedi perdendo os sentidos.

 

Sentei sobre a cama e olhei em volta. Eu estava sozinha em meu quarto, o relógio da sala marcava as horas. Tateei na escuridão em busca de meu celular, mas não o encontrei. Eu ofegava sob efeito do sonho que acabava de ter, não queria que os sonhos com o Conde se tornassem uma rotina na minha vida de solteira por opção e tinha esperança de me livrar deles o quanto antes.

Levantei e fui até a janela ver como estava o dia lá fora. Abri a cortina e vi o Conde passando na rua fazendo caminhada.

_Essa cidade está me fazendo mal!

Meu pé doeu e manquei até o interruptor para ligar a luz e ver o que me incomodava tanto. Eu tinha sido mordida e havia duas perfurações, como as Rita, exatamente no local que o Conde havia me mordido no sonho.

_Ele entrou aqui e me mordeu! _Disse a mim mesma espantada.

Desci a escada vestindo apenas meu pijama e corri para a rua. Corri o mais rápido que meu pé me permitiu e alcancei o Conde. De pijama e chinelo eu parei o homem mais poderoso da cidade para confrontá-lo e ele me encarou friamente.

_Que pensa que está fazendo? _Rosnei.

_Caminhada. _Disse ele cruzando os braços sobre o peito. _Por quê? Aconteceu alguma coisa? O que eu fiz desta vez?

 Foi então que me toquei. Eu estava comportando como uma maluca.

_Eu... _Gemi envergonhada.

_Melhor você voltar para casa. Você não parece bem.

_Eu pensei que você fosse outra pessoa. Acordei atordoada e confusa e me equivoquei. _Senti meu rosto queimar de vergonha. _Desculpa!

_Tudo bem! Agora volte para sua cama.

Obedeci imediatamente e fui examinar meu ferimento.

Era óbvio que não era picada de cobra ou de outro animal. Era uma mordida de gente, porém com estranhas perfurações. Foi então que algo assustador veio em minha mente. E se Rita fosse a autora da mordida, assim como ela poderia ter se mordido por algum motivo desconhecido por mim, ela poderia ter feito aquilo enquanto eu dormia. Era melhor procurar o médico dela. Rita não estava bem e quem sabe eu devesse procurar também o delegado e contar sobre as mordidas.

Para minha segurança, naquela noite, eu tranquei a porta e escorei uma cadeira contra ela, Rita faria barulho se tentasse voltar a me morder. Deitei, mas não dormi e vi quando o fraco sol nasceu.


Notas Finais


Beijos Vampirescos de Baris! <3


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