História O Conto da Estrela - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Min Yoongi (Suga), Personagens Originais
Tags Gakook, Otp, Sugakook, Yoonkook
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Palavras 2.963
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Fluffy, LGBT, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vejam essa fofurinha mais fofurinha de todas as fofurinhas!

Capítulo 1 - Amor; a Luz que ilumina nossa vida; Único


Fanfic / Fanfiction O Conto da Estrela - Capítulo 1 - Amor; a Luz que ilumina nossa vida; Único

Eram duas horas da manhã e Yoongi se encontrava  concentradíssimo em seu livro de romance policial, faltavam poucos capítulos para o loiro descobrir a identidade do falso padre que vinha cometendo vários assassinatos. O Min, apesar dos seis anos passados, ainda não conseguia dormir bem durante a noite, pois milênios de sua existência passou como uma estrela iluminando o céu noturno, e mesmo sendo humano há alguns anos, ainda se sentia mais desperto a noite do que durante o dia.


Appa Yoongi.  chama Jisoo com uma voz um pouco embargada pelo choro. –  Tive um pesadelo e não consigo dormir.

Ao ver sua garotinha em frente a porta do seu quarto com um bico nos lábios, o rosto avermelhado, devido ao choro, e uma das suas mãos esfregando os seus olhinhos. Yoongi levantou-se, largando imediatamente o livro que lia, e foi ver o que tanto atormentava a pequena para deixá-la  em tal estado.

Yoongi e Jungkook estavam juntos há seis anos, e há dois adotaram a pequena Jisoo para completar a família. Yoongi, quando ainda era um estrela, vivia cercado pela companhia das suas irmãs estrelas e os outros astros que habitavam o céu, e mesmo Jungkook passando uma boa parte do dia  com o loiro, já que trabalhava apenas a noite como músico, o ex-estrela sentia falta de companhia, e a pequena Jisoo foi como uma luz, iluminando os dias do Min e o enchendo de alegria e mais amor. Amor que o garoto nunca imaginou sentir em sua vida.

–  O que houve, meu amor? –  o loiro pega a garota nos braços e  leva consigo para deitarem na cama.

–  Sonhei que estava no orfanato e não tinha mais meu papai Yoongi e nem o papai Kookie. –  Jisoo fungou baixinho e escondeu seu rosto nos ombros de Yoongi, o abraçando apertado. A garota de cinco anos amava demais seus dois pais e só de pensar em perdê-los, a levava ao choro.

Não chore, meu amor. Você não voltará para lá, agora você é nossa filha, minha pequena estrelinha. o mais velho deixou vários selares nos fios negros e sedosos da pequena, para tentar acalmá-la. Você é a luz que ilumina a minha vida e a do papai Kookie.

P-promete? Jisoo tira a sua cabeça dos ombros de Yoongi e encara o mesmo, com os olhinhos brilhando, em parte pela ansiedade da resposta do mais velho, e em parte pelas lágrimas remanescentes.

–  Claro, meu amor. Prometo de dedinho. –  Yoongi levanta o seu dedo e espera a garotinha enlaçar o dedo ao seu. Pronto, agora está prometido, e não se pode quebrar uma promessa dessas.

 Sim, papai. A Jisoo vai ser pra sempre a menininha dos papais. –  a pequena solta uma risada aliviada. –  Papai Yoon, onde está o papai Kookie?

–  Ele ainda está no trabalho, estrelinha. –  coloca a garota deitada a sua frente e se deita a agarrando por trás. –  Está tarde estrelinha, vamos dormir?

–  Não ‘tô com sono, papai fala fazendo um pequeno bico.

–  Vamos fazer assim, eu conto uma história para você e se você não conseguir dormir, papai coloca um desenho para nós dois assistirmos, okay?

–  Tá bom, papai. Mas não vou dormir –  avisa com convicção.

Yoongi começa a rir, é sempre assim quando a pequena Jisoo perdia o sono, era apenas contar uma história que a garota caía no sono.

–  Qual história você quer, estrelinha?  –  faz pequenas cócegas na barriga da menor.

–  O conto da estrela, papai! –  a garota vira para olhar pro rosto do seu pai.

–  De novo? –  Jisoo assente um “sim”. –  Então, está bem.

Sua pequena adorava a sua história de amor com Jungkook, mesmo não sabendo deste fato. Yoongi, apesar de ter re-contado essa história  diversas vezes, claro que substitui o seu nome e o do Jungkook por outros, amava relembrar tudo que aconteceu. Jisoo era muito nova para saber a verdade, então por enquanto o mais velho deixaria a pequena acreditar que a história era apenas um conto de amor, entre uma estrela e um humano.

–  Papai? –  Jisoo bate no braço de Yoongi para chamar a atenção do mesmo, que estava perdido em pensamentos.

–  Sim, estrelinha? –  loiro fala despertando do seu transe.

–  O conto, você não vai começar?

–  Vou começar, desculpa. Agora deita aqui nos braços do papai.

A garota se deita em cima do peito do mais velho, que começa a fazer um cafuné nos cabelos da criança, para causar  sonolência na mesma. Após a garota achar a posição perfeita o Min começa a narrar o “conto”.


No céu, há milênios de anos, vivia uma estrela chamada Shooky. A estrela adorava ver o mundo dos humanos, para Shooky era como ter uma TV a cabo, com diversas programações. Tinha as comédias, os dramas, os terrores, ação e até os romances.  

Este último era uma incógnita para o astro. Anos e anos observando a terra, Shooky viu de tudo, do belo ao feio, os humanos poderiam ser tão cruéis,  mas ao mesmo tempo ter atitudes tão altruístas em nome do amor. E tal sentimento o intrigava, principalmente quando suas irmãs estrelas trocavam a eternidade por uma vida humana, em nome do tal amor.

Então, por curiosidade, Shooky sempre acabava descendo dos céus e visitando a terra, claro que assumia uma forma humana. A estrela  tinha que descobrir mais sobre o amor, queria o compreender. E assim foi, por anos descia, convivia com outros humanos, chegou até se apaixonar uma ou duas vezes, mas nunca sentiu o AMOR.

Shooky sabia que não era amor, pois por mais afeto que sentisse por suas paixões e até pela terra, em nenhum momento cogitou deixar o céu definitivamente. As outras estrelas, que deixaram tudo que conheciam em nome do amor, diziam para o astro: ele saberia quando encontrasse o seu verdadeiro amor, pois além das borboletas no estômago, que se sentia ao estar apaixonado, Shooky não iria querer voltar para o céu, só a companhia da pessoa amada o completaria, tudo que conhecia se tornaria sem brilho se não tivesse aquela pessoa ao seu lado.  E isto a estrela nunca sentiu.

Shooky já estava achando que o amor era algo inventado, ou que era incapaz de amar, pois os anos passavam e nada de sentir o tal do amor. E olhe que o astro tentou, teve vários namorados, mas nenhum o prendia por tempo suficiente e o mesmo acabava voltando para o seu amado céu.

No entanto, em uma de suas estadias pela terra, sem ao menos esperar ou procurar pelo amor, era apenas um passeio, como ir ao cinema ou a um karaokê, queria se distrair.  Shooky iria se esbarrar com sua outra metade.

E assim foi, o astro tinha acabado de sair do cinema, e estava indo há um dos seus restaurantes preferidos quando visitava Busan, e estranhou ao chegar próximo a praça, que se localizava o estabelecimento, e a encontrar cheia de pessoas, um aglomerado de gente rodeando algo ou alguém enquanto aplaudiam no ritmo de uma melodia, que por esta um pouco distante não conseguia escutar.  Todavia, Shooky sempre foi um pouco curioso, então decidiu se aproximar para ver o que prendia a atenção de tantas pessoas.

Ao chegar um pouco mais perto, escutou  uma melodia triste e uma voz extremamente melódica, que Shooky pensou que fosse um anjo, cantar a canção Paper Heart, de Tory Kelly. A canção falava sobre término e corações partidos, e pela voz do garoto, ele estava um pouco abatido pelo o que a letra dizia. Mais uma vez, o “amor” fazendo pessoas sofrerem, a estrela até pensou em deixar  sua curiosidade para lá e seguir o seu rumo, mas aquela voz era tão doce e parecia que o atraia para seu dono, se sentia uma cobra ao escutar o som da flauta, hipnotizado! E sem perceber, seus pés davam passos em direção ao cantor de rua.

Quando Shooky conseguiu passar pela pequena multidão, para chegar a frente, sua forma humana era baixinha e não conseguia enxergar praticamente nada com o tanto de pessoas à sua frente. Sentiu como se um meteoro o atingisse com força total  ao olhar aquele humano, se sua voz era linda, sua aparência era mil vezes mais, e quando o garoto terminou a música sobre coração partido e começou uma música animada e junto a ela um sorriso surgia, um sorriso que lembrava um coelho. Shooky sentiu seus batimentos cardíacos acelerarem, suas mãos suavam frio, sua barriga não tinha apenas algumas borboletas, parecia vários cavalos correndo a mil por hora, um sorriso, involuntário e gigantesco, estampava o seu rosto ao ver o moreno que cantava tão lindamente.

‘Será que isso é amor?’ Pensou a estrela.

Era tão diferente de tudo que já sentira, pois claro que já tinha sentido atração e desejo por humanos, mas nunca naquela intensidade e tão instantaneamente.

E, enquanto se perdia em pensamentos, não percebeu que Cooky, o garoto cantor, o encarava encantado e um pouco curioso. Shooky era uma estrela, e mesmo estando em forma humana, quando se sentia feliz demais se iluminava. Brilhava, discretamente, os humanos tinham que olhar atentamente para perceber. E este foi o caso de Cooky, que primeiramente se encantou pela beleza de Shooky,  um baixinho, tão branco que parecia reluzir as luzes que batiam em sua tez clara, tinha os cabelos loiros e a face de um anjo, o humano se perguntava se já tinha visto um ser mais belo?

E ficaram se encarando, até Cooky terminar o seu show, pegar os trocados que a multidão deixava na caixa do seu violão, e partir pra outra praça, onde iria refazer o seu show. Enquanto todos se  dispersavam, Shooky continuava olhando o garoto, e mesmo que o astro sempre fosse alguém decidido e de atitude, desta vez uma timidez o assolou. Queria puxar assunto, mas tinha medo de falar algo bobo para o moreno.

No entanto, o garoto estava tentando guardar tudo rapidamente, queria puxar assunto com  o anjo, forma carinhosa que resolveu chamar o desconhecido encantador. E quando terminou e percebeu o garoto ali, ainda parado o olhando com indecisão, sentiu que a sorte estava ao seu favor.

E foi assim que começou, saíram pra jantar, no restaurante favorito de Shooky. Conversavam como velhos amigos, sobre diversos assuntos: filmes, música, política, ciências… e, no fim trocaram contato.

Shooky voltará para a sua casa, no céu, e o resto da noite recapitulava todo o jantar com o mais velho, na idade humana, e sempre que lembrava da risada gostosa que Cooky tinha, seu coração transbordava uma sensação que nunca havia sentido. Era alegria junto com uma euforia e vontade de ter aquele garoto pra si pela eternidade. Naquela noite, Shooky era a estrela mais brilhante de todo céu e iluminava Cooky que se deitava no jardim de sua casa e observava o céu, e claro, pensava em Shooky e se não seria precipitado ligar para o garoto e marcar mais um encontro para o dia seguinte.

Dois dias se passaram desde o encontro, e Shooky não tirava  Cooky da cabeça, então tomou uma decisão, passaria um mês direto no mundo dos humanos na casa de uma amiga, uma ex-estrela que largara o céu em nome do amor. Pois, apesar das estrelas poderem visitar a terra, tinham que voltar para o céu ao fim do dia. E o tempo máximo que poderiam ficar na terra e ainda continuar sendo uma estrela era por 30 dias, após passado esses dias, a estrela tinha que decidir: voltaria para o céu ou ficaria na terra, só que como um humano.

Logo no primeiro dia de Shooky  na terra, o astro ligou para Cooky. Não aguentava mais sentir saudade, queria escutar aquela voz doce novamente, ver o sorriso de coelhinho, os olhos tão negros que pareciam duas ônix. Ele apenas queria ficar com Cooky,  cada segundo daqueles 30 dias. E assim foi, ficaram colados, saiam para jantar, fazer piquenique, cinema, parque, shows de bandas e do próprio Cooky, a estrela nunca se sentiu mais feliz, nem se lembrava do céu ou das suas irmãs estrelas, tudo que importava e que rondava os pensamentos do astro era o humano cantor.

No décimo encontro, após uma noite em um parque de diversões, onde tinham se divertido como duas crianças, indo em todos os brinquedos radicais e comido varias besteiras que tinha no local, Shooky e Cooky decidem ir na roda gigante, antes de partirem para casa, e quando a cabine em que estavam chegou no topo, parando por uns segundos, Cooky olha para o céu noturno, como se pedisse ajuda as estrelas e a lua, coragem para se declarar para o garoto que mal chegara em sua vida e iluminara tudo, com o sorriso gengival mais lindo que já viu.

E foi ali, em uma cabine de roda gigante, iluminado pelas estrelas e o luar, que Shooky e Cooky se beijaram pela primeira vez. Os dois corações batiam descompassados,  pela a emoção de terem a pessoa amada em seus braços, os lábios se tocando em ósculo calmo e carinhoso. Neste momento Shooky não podia negar, encontra o amor e era a melhor coisa que sentiu, nenhuma eternidade se compararia a ter Cooky em seus braços.

E assim o resto do mês foi passando, e cada vez os dois estavam mais apaixonados, se antes não gostavam de estar separados, agora viviam praticamente 24hrs juntos. E quando chegou no último dia que Shooky poderia ficar na terra, ainda como uma estrela, o astro toma a decisão, contaria toda a verdade para Cooky, sobre ser  uma estrela e que se tornaria humano para viver com ele, se ele aceitasse viver o resto dos seus dias consigo.

Aproveitou que sua amiga tinha saído de viagem e preparou  um jantar romântico para os dois. Às 19hrs em ponto, Cooky bate na porta, o garoto estava ansioso para saber o que seu futuro namorado falaria, sim, aproveitaria o jantar para pedir o Shooky em namoro.

Os dois jantaram, falaram sobre o seu dia e quando acabaram foram para sala, tomar um vinho e ter a tal ‘conversa’.

– Bom, Cooky – o astro começa a falar. – Eu preciso falar com você algo importante com você.

– Fale, anjo – Cooky tinha pegado o costume de chamar o astro assim,  desde o primeiro encontro, era como um anjo para o garoto. – Eu estou curioso, e também tenho algo pra te perguntar.

– Sabe, Cooky. Eu realmente, apesar do pouco tempo, acho que te amo –  fala nervoso.

– Não precisa ficar nervoso, anjo. Eu também te amo, apesar do pouco tempo e de tudo ter ocorrido de forma rápida.. eu não tenho nenhuma dúvidas do meu sentimentos e é por isso que quero te perguntar. Quer namorar comigo? – Cooky solta de uma vez, achava que a declaração era tudo que Shooky  tinha ‘pra dizer.

– Após eu terminar de te falar tudo  que eu tenho pra te contar, você me faz essa pergunta novamente. – Cooky apenas assente, mas por dentro passa a ficar preocupado com o que o seu amado  queria falar consigo. – Vou lhe falar de uma vez. – solta um suspiro pesado. – Eu sou uma estrela, Cooky. Não sou um humano.

Cooky começa a rir, tinha certeza que seu namorado estava de brincadeira consigo.

– Eu não estou brincando.

– Então como eu posso te tocar, e você ficar comigo todo o dia e toda noite? – questiona. – Se você é mesmo um estrela, não era pra está no céu brilhando?

Claro que o garoto não iria acreditar  no astro de primeira. Era uma loucura seu quase namorado ser uma  estrela. Então com calma, Shooky explica toda a sua situação de como tinha curiosidade sobre o amor, das suas diversas vinda na terra, e do fato de ter que fazer uma escolha.

– Então é isso, ao encontrar você, eu finalmente descobrir como é amar. E estou disposto a abandonar tudo para ficar com você, viver o nosso amor. Então Cooky, você aceita passar o resto da vida comigo?

– Então é por isso… – solta um sorriso.  – Que às vezes eu poderia jurar que via você brilhar.

– Sim, afinal eu sou uma estrela e nossa função é brilhar e iluminar vocês com a nossa luz. E mesmo na minha forma humana, quando estava realmente feliz eu me iluminava um pouco. Mas você ainda não me respondeu… Aceita ficar comigo?

– Claro, anjo. Eu te amo! Tenho sorte de você ter descido do céu, porque ninguém seria mais perfeito pra mim do que você, Shooky. – dar um beijo no astro. – Agora você tem certeza que quer deixar tudo por mim.

– Você é meu tudo, eu não estou deixando nada. Eu estou te ganhando.

E naquela mesma noite, um humano e uma estrela selaram o seu destino, um pertenceria ao outro, na única vida que poderiam compartilhar.”


Quando Yoongi termina de contar a história, Jisoo já estava dormindo e Jungkook estava escorado na porta, observando o seu, agora, marido, contar com tanto entusiasmo e brilho nos olhos como se conheceram.

 Cheguei, anjo. chama a atenção do loiro.

Há quanto tempo você ‘tá aí parado, nos olhando?  Não escutei o barulho da porta.

Faz um tempinho, você estava tão concentrado, que não quis atrapalhar. O moreno caminha até o loiro e sela os lábios do mais velho  e depois deixa um beijo na cabeça da sua pequena Jisoo. Ela acordou no meio da noite?

Sim, teve um pesadelo. Aí me fez contar uma história e claro que escolheu a nossa, sabe como nossa garotinha a ama.

Sei, eu também a amo e amo mais ainda você, anjo.

Yoongi solta um sorrisinho bobo, apesar dos anos passados ainda se sentia aquela estrela que acabara de sentir como era sentir o amor pela primeira vez. Sempre que Jungkook dizia que o amava, o beijava e fazia amor consigo, sentia como se fosse a primeira vez e achava que até o fim da sua vida humana teria a mesma sensação.

Eu te amo, meu humano.

 Eu te amo mais, minha estrela.







Notas Finais


Obrigado por lerem. Me digam o que acharam?
Quero agradecer a sammie❤ a @lullabyx pela betagem.
E agradecer a @Tia_kim_Liah pela capa e banner
obrigado meninas vocês são demais.


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