História O Conto das irmãs Beth e Kotoi - Filhas de Akira - Capítulo 53


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Personagens Allen Walker, Anna Kobayakawa, Atsushi Nakajima, Axel Nishigōri, Ayato Kirishima, Ayato Sakamaki, Ayumu Kadowaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Celty Sturluson, Christa, Christophe Giacometti, Ciel Phantomhive, Cordelia, Cross Marian, Edogawa Ranpo, Emil Nekola, Georgi Popovich, Grell Sutcliff, Hajime Izumino, Heath Hasekura, Hinami Fueguchi, Hiroko Katsuki, Hisashi Morooka, Howard Link, Hozumi Kohinata, Isabella Yang, Izaya Orihara, Jean-Jacques Leroy, Ji Guang-Hong, Junichirou Tanizaki, Kaname Kuran, Kanato Sakamaki, Keiichi Katakura, Ken Kaneki, Kenjiro Minami, Kou Mukami, Koutarou Amon, Kunikida Doppo, Kyousuke Kuga, Laito Sakamaki, Lee Seung Gil, Leo de la Iglesia, Mari Katsuki, Mari Tsutsui, Michele Crispino, Mila Babicheva, Minako, Nana Sakurai, Naomi Tanizaki, Natsuki Hashiba, Nea Walker (14º), Nikolai Plisetsky, Nishiki Nishio, Noctis Lucis Caelum, Osamu Dazai, Otabek Altin, Personagens Originais, Phichit Chulanont, Reiji Sakamaki, Reiji Suwa, Renji Yomo, Riku Yagami, Rin Matsuoka, Rize Kamishiro, Road Kamelot, Ronald Knox, Ruki Mukami, Ryou Izumino, Ryuunosuke Akutagawa, Saya Kisaragi, Sebastian Michaelis, Seiji Komori, Shin Tsukinami, Shizuma Mayuzumi, Shizuo Heiwajima, Shuu Tsukiyama, Subaru Sakamaki, Takeru Fujiwara, Takeshi Nishigōri, Tasuku Senoo, Tomoe Yagami, Tomoya Matsunaga, Tooru Mutsuki, Toshiya Katsuki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Touka Kirishima, Tsuyoshi Naoe, Tyki Mikk, Undertaker, Uta, Victor Nikiforov, William T. Spears, Yakov Feltsman, Yoshimura, Yu Kanda, Yuko Nishigōri, Yuma Mukami, Yuri Katsuki, Yuri Plisetsky, Yuuki Kurosu, Zero Kiryuu
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Josei, Lírica, Luta, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 53 - Kotoi - Não gosto que me toquem!


Não consegui pregar os olhos quando me lembrei daquela lembrança ruim me deixando com algo ruim, pareço com o Kanato desse jeito acabo dando um bocejo deixando o bar do NORA, com uma mochila nas costas olho com o meu celular mensagem da Sarannah me dando boa sorte.

-. Kotoi! Bom dia! Tudo bem? – pergunta Yogi se aproximando para me dar um abraço acabo dando passos para trás.

-. Poderia não me tocar, ainda não estou ok em receber carinho – digo para ele, mantendo distância é melhor para mim já que tenho medo de machuca-lo.

-. Tudo bem – diz me abraçando bem forte, eu preciso me afastar posso acabar me lembrando de algo ruim, eu o empurro com força.

-. Preciso ir, não quero que faça de novo isso – digo entrando no carro, mantendo distância com a minha mochila abraçando, lembrei de algo ruim quando não consegui mais dormir bem ou ia acabar pensando naquela menina morrendo na minha frente e eu não consegui fazer nada, machucou muito ver aquilo.

-. Está muito quieta, além de não está dormindo... parece sonolenta.

-. Eu to legal, preciso de... – acabo fechando os olhos devagar, não sei só que to com muito sono nem quero sonhar o que eu quero ver, levanto meu olho esquerdo devagar que quarto é esse? -. Aonde estou?

-. Já acordou, bom dia – diz Yogi abrindo a porta além do sorriso amigável, eu me levanto para o chão, com um bocejo coço meu olho direito até ver uma janela redonda e o mar.

-. Eu dormi a viagem toda?

-. Sim, parecia muito cansada e então eu não deixei que ninguém te acorda-se.

-. Entendi... – digo pegando minha mochila e encontro uma caixa de sangue como fosse de suco, acabo bebendo tudo de uma vez, depois tomando vitamina D.

-. Você está bem?

-. Eu preciso de remédios ou posso acabar machucando-o – respondo para ele, guardando meus remédios na mochila.

-. Então, posso fazer isso! – diz me abraçando por trás, eu to confusa agora essa coisa de abraço ou ser tocada por alguém que não o conheço.

-. Yogi, me solta – digo olhando para ele que está parado além de me abraçar, sem fazer nada comigo, parece uma criança que quer carinho como faço para me livrar desse tipo de cara, ouço meu estomago fazer barulho alto suspiro de alivio.

-. Está com fome?

-. Sim, pode agora me soltar?

-. Vamos comer, tem muita comida no navio! – diz pegando minha mão e levando para fora do quarto não lembro qual é o quarto, sentando na cadeira fomos comer além de colocar pimenta na comida realmente é gostoso esse tipo de comida, mas não é igual do tio Mikoto.

-. Está bom.

-. Quer sobremesa?

-. Não, valeu... já to legal – digo terminando o prato e me encostando na cadeira, esquece de perguntar o quarto.

-. Fico feliz que está aqui, eu não tenho jeito com viagem romântica, mas quero ter boas lembranças com você!

-. Tá legal – digo dando de ombros e olhando para ele, sem entender muita essa coisa de romance será que devo lhe recompensar não sei se devo? Melhor não fazer isso.

-. Vamos nadar?

-. Não.

-. Mas eu queria nadar com você, tem piscina podemos...

-. Não.

-. Por que?

-. Não gosto de sol.

-. Vamos nadar de noite, então sem dizer “não”.

-. Tá bom – digo bebendo o suco de pimenta sem açúcar, o Yogi sorri alegremente -. Yogi, que missão é essa que devemos fazer, já que tamo indo?

-. Devemos conversar lá no quarto, sabe o número? – pergunta com um sorriso, eu fiquei quieta e olhando para o Yogi.

-. Qual o número?

-. Vamos conversar já que a missão é sobre os Mushi.

Chegando ao quarto em pé esperando para saber sobre a situação, vejo umas fotos olhando uma mulher com chifres, depois um menino com os olhos abertos sem nada, entre outros casos.

-. O que acha?

-. São Mushi com certeza, olhando para cada situação sei o nome de todos que conheço, precisamos resolver do menino é o mais importante, os outros casos podem esperar.

-. O menino, ele está em perigo?

-. Sim, a melhor forma é ir para casa desse menino... te explicar quando chegarmos é que precisamos ir rápido – digo olhando a foto do menino.

-. Estamos chegando a cidade é pequena, mas bem longe vou avisar que iremos para Aso então.

-. São 15 casos de Mushi, sabe os Mushi só atacam pessoas fracas e curiosas quando encontram algo que chamam a atenção deles – digo para Yogi vendo as vítimas pelas fotos.

-. Entendi... Kotoi, sabe depois da missão que precisamos fazer é... junte-se a Circus, suas habilidades são uteis para nossa organização e queria muito me aproximar de você.

-. Não – digo olhando para ele mantendo uma expressão calma e olhando outra foto de uma criança com cabelo verde é uma menina e outras muito parecida -. Porcaria depois dessa temos que ir para essa outra cidade.

-. Por que, não? Você me odeia? – pergunta com uma expressão triste e olhando para mim, eu olho para ele.

-. A resposta é não, o motivo não é você... o meu motivo de não fazer parte da sua organização é outra.

-. Então qual é o motivo que não pode.

-. Hikari é o meu motivo, eu não posso deixar o meu irmão, se eu o deixar... ele morrerá, por nossa culpa, quase perdemos Hikari e... a Beth se sacrificou para traze-lo de volta, eu não quero perder Hikari de novo.

-. Seu irmão, eu não sabia me desculpe por ser egoísta... eu...

-. Se eu pudesse, eu queria ir para Circus... mas só posso oferecer o que eu sei como aprendiz de Mushi – digo voltando a ver as fotos, eu não quero falar disso já que a Beth não se lembra do que aconteceu quando perdemos uma vez Hikari e da outra, só eu consigo lembrar os irmãos nem conseguem saber o porquê, Hikari é doente.

-. Deve ter uma cura para Hikari?

-. Nada se sabe, só não posso abandonar o Hikari, talvez não sei – digo olhando outra foto cada um tem caso muito urgente de Mushi ou de acontecimentos nessa ilha.

-. Akari disse que os Mushi são como insetos que as pessoas não conseguem ver e que estão conectados com a natureza.

-. Sobre isso... é diferente, eu não sou mestra dos Mushi por causa de ser uma E, mas... tem um significado sobre o que realmente é um Mushi? Eu não me lembro só que a minha mãe me contou – eu mostro a minha mão esquerda -. Seu polegar é a vida vegetal, entre os humos está a ponta do dedo médio, o mais distante do coração, percorrendo os dedos para o pulso, as artérias e as veias começam a se conectar entre fungos/bactérias, então se move o coração isso é mushi, eles são a vida em forma mais pura, foi o que minha mãe explicou quando comecei a me tornar aprendiz.

-. Incrível, quantos Mushi já viu?!

-. Não sei, já perdi a conta quantos foram, nunca contei apenas consegui me livrar de alguns aonde vamos.

-. Sua mãe tem mais alguém que lida com Mushi? – pergunta Yogi animado.

-. Minha avó é uma Mushi viva, minha mãe a transformou em um Mushi vivo do que uma vampira.

-. Que incrível, como fez?

-. Eu não sei, não me lembro.

-. Ah, isso não é legal deveria me contar! – diz como fosse uma criança.

-. Quando crescer, eu te conto ok?

-. Isso não tem graça, eu tenho 21 anos e você tem 15 deveria respeitar os mais velhos – diz brincando até me abraçar de lado, eu não gosto de abraços já que essa cabeça de vento não entende esse gesto fico pensando como será que o Nai e o Gareki aguentam esse idiota?

-. É que quando fala em respeitar o mais velho seria alguém que merece o meu respeito, você não merece nem ser respeitado – digo com uma cara feia e um desconforto dele sempre abraçar.

-. Não gosta de mim? – pergunta com um rosto triste, eu olho bem para ele.

-. Eu não gosto de você, acertou em cheio agora pode me soltar?

-. Então vou fazer que goste de mim!

-. Eu hein – digo me afastando dele e guardando as fotos na pasta.

-. Vamos brincar na piscina quando anoitecer! Já que não pode nadar no sol.

-. Não é isso, eu preciso tomar a vitamina D para que eu não me queime no sol, só que quando fico um tempo sem tomar, fico muito sonolenta e começo a pegar cor tipo bronzeada e isso meio que minha pele começa a coçar e me irritar, quando o efeito da vitamina vem acabo sendo protegida pelo sol, é só isso.

-. Sua pele então é sensível, por causa de ser vampira?

-. Eu vou dormir com licença.

-. Não, você disse que ia nadar comigo de noite, vamos para relaxar – diz segurando minha mão.

-. Tem crianças, vá com eles preciso dormir.

-. Mas eu quero me diverti com você, vamos – diz ele sorrindo para mim, não tenho escolha além de ver ele nadar na piscina e eu sentada na borda com os pés na agua, eu coloquei uma jaqueta de moletom verde escura com um maio retro em forma de short para mergulho.

-. Eu não gosto de piscina, já posso ir?

-. Deveria aproveitar e se divertir.

-. Minha diversão é diferente da sua, mas eu to de boa... só tom com sono – digo com um bocejo alto e coçando o olho esquerdo.

-. Sabe nadar?

-. O que? É claro que eu sei... mas isso não importa, você tá se divertindo bastante.

-. Hm... o que gosta de divertir? – pergunta bem na minha frente e olhando para mim nos olhos esperando que eu responda.

-. Diversão? Não tenho esse senso de me divertir, foi mal... eu sempre trabalho já que para mim é diversão.

-. O que você gosta?

-. Filme de terror – respondo diretamente, até ele me puxar para dentro da piscina quase me afogo, consigo ficar na ponta do pé um pouco -. Eu não fiquei surpresa é normal, nadar.

-. Eu sei, por causa disso que eu queria fazer isso – diz me puxando minhas pernas e abraçando sua cintura, ele me abraça com sua cabeça do lado e ouço sua respiração além dos seus batimentos cardíacos.

-. Yogi, me solta... eu não gosto de te abraçar.

-. Eu sei é que fico nervoso quando te abraço e... eu não sei como reagir quando estou perto de você, eu pisei na bola quando tentei te matar, mas eu fingi... eu me odeio por isso!

-. Não precisa se desculpar, eu poderia ter te matado só que não valia a pena, pode me soltar.

-. Você é quente, como o sol... pensei que fosse fria, já que é metade vampira – diz me abraçando, eu consigo retirar minhas pernas da sua cintura, acabo mergulhando e me afastando-o além de subir na borda da piscina, além de afastar a franja do meu cabelo.

-. Então, já terminou de brincar?

-. Por que, escapou? – pergunta com o rosto vermelho, eu mantive o rosto calmo e sonolento.

-. Fiquei com sono, vou pro quarto – digo me levantando da borda e virando de costas.

-. Espere, Kotoi! – acabo parando quando saindo da piscina usando uma sunga -. Eu te deixei, zangada?

-. Não, fiquei com medo de te machucar – digo abrindo minha boca e mostrando minhas presas -. Eu não gosto de contato como esse ou acabo fazendo algo que eu possa me arrepender.

-. Foi por isso, sabe que não precisa se preocupar em beber o meu sangue, você só tirou um pouco e não foi de nada.

-. Não brinque com algo que posso te matar no final, eu não gosto dessa brincadeira – digo friamente e mostrando desprezo em meu olhar.

-. Desculpe, eu não deveria ter dito isso...

-. Eu vou dormir, me acorda quando chegarmos – digo em direção ao quarto até parar de andar -. Yogi qual o número do quarto mesmo?

-. Eu te levo! – diz alegremente, ainda não sei como é esse troço de caminhos ou lugares tenho uma péssima memória para isso além do Yogi no meu pé.



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