História O conto de amor de Kakashi - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki, Hinata Hyuuga, Kakashi Hatake, Mirai Sarutobi, Naruto Uzumaki, Personagens Originais
Tags Boruto, Família, Hinata, Jou, Kakashi, Kakashi/oc, Kara, Kawaki, Konoha, Naruhina, Naruto, Ninja, Personagem Original, Sarada, Sasusaku, Shikatema
Visualizações 17
Palavras 1.785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu demorei.
Eu sei.
Mas como presente, eu trouxe mais um capítulo desta fic que é a terceira do multiverso que estou crianda e espero que gostem. ^^
A inspiração para as bichinhas quase não vinha e confesso que a cada ideia idiota eu fazia um esboço para ver no que daria e espero que gostem.

Capítulo 2 - A conversa no trem.


Fanfic / Fanfiction O conto de amor de Kakashi - Capítulo 2 - A conversa no trem.

Aquela manhã começou como um retorno á realidade para Kakashi. Isto por que a missão na qual havia se enfiado com Jou, de encontrar um informante que levaria um pergaminho sobre um problema atual, que poderia prejudicar Konoha, teve alguns contratempos.

Claro que ele havia planejado todos os passos com a jovem, caso isto ocorresse, mas ainda assim, era estressante. Talvez ele estivesse certo em pensar que não deveria mais se envolver com todos estes problemas após a sua aposentadoria.

Quer dizer, todos os antigos Hokages foram cuidar de suas vidas e até mesmo o seu antigo sensei, o Yondaime, hoje vivia uma vida tranquila ao lado da esposa. Foi pensando nele que olhou diretamente para a jovem loira, sentada a sua frente no acento do trem que tomava rumo á aldeia.

Por ser o Rokudaime, Kakashi tinha o direito de ter um vagão somente para si em seu retorno e por precaução, decidiu pegá-lo:

- Você parece tão longe.

Ele tirou a atenção da jovem, que observava a paisagem, enquanto se distraía um pouco ao afiar suas Katanas e limpá-las de sangue. Quando havia dito anteriormente que eles tiveram contratempos, isto significava que sangue foi derramado. Mas tanto Kakashi quanto a loira, já estavam habituados á estas questões na vida de um ninja. Não era brincadeira. Não era fácil.

Ela tirou o fone e sorriu:

- Só estou pensando que a minha mãe vai me matar se ver esse sangue todo nas minhas coisas. – Ele riu por trás da máscara, com os braços cruzados, tentando aliviar o clima pesado ao pegar carona naquele comentário leve – Ela vai dizer: “Olha o perigo que você está se metendo de ir para esses lugares com o Kakashi!” E vai dizer para você: “ Para onde você está arrastando a minha garotinha?”

- Kushina não parece ser tão protetora quanto você faz parecer.

- Ela é pior. – Jou fez uma pausa – Sabe, podíamos ter pegado o meu portal para voltar. Seria tão mais rápido e seguro.

- Eu sei, Jou. Mas... – Os olhos negros se mantiveram fixos e com seriedade para ela – Eu não quero arriscar.

Novamente, o clima ficou estranho. Eles ainda não haviam falado abertamente sobre nada desde o dia anterior. Nem sobre o que Jou havia lhe confessado, nem sobre terem transado. A loira entortou a boca e se calou, voltando a atenção para a sua arma. Esta era uma coisa que os haviam deixado confortáveis, mas agora parecia um abismo:

- Já nos arriscamos tanto. O que seria isto?

- Sabe o que quero dizer. – Kakashi voltou a sua postura mais relaxada, passando uma das mãos no cabelo prateado e mantendo o semblante caído – Não acho que agravar a sua situação vai ser a melhor opção agora.

- Ah... É desse risco que está falando. – Ela sorriu, irônica, com seus olhos um de cada cor sobre ele. Como um caçador analisando a sua presa. Aquele olhar que ele conhecia tão bem, mas que não era nada familiar comparado ao resto de sua família:

- O que achou que seria?

- Eu não sei. Talvez o fato de você ter me feito gozar de uma maneira que eu não vou esquecer tão cedo, na noite anterior . – Ela respondeu a pergunta que ele esperava, sem alterar a voz. Tranquila. Mas Kakashi sorriu, novamente cruzando os braços – Você está me testando, não é?

- Eu só queria ouvir você dizer.

- Eu quero que você diga.

- Não á muito o que dizer, Jou. Nós fizemos amor.

- O seu jeito de falar é bem mais bonitinho que o meu. Mas é isto...

Ela pareceu satisfeita e guardou suas espadas na capa e s deixou ao seu lado no assento. Kakashi então, apoiou um pouco o corpo para a frente, tentando encontrar as palavras certas para dizer. Mas Jou o interrompeu:

- Eu sei o que vai dizer... Que é melhor esqueçamos tudo isto, assim que chegarmos em casa. Meus pais tem muito carinho por você e meu irmão vai te matar. Foi bom, mas o que se pode fazer?

- Não me conhece tão bem quanto imagina. – O grisalho deu um suspiro pesado – Só quero que saiba que nunca teríamos feito isto se não existisse algo implícito entre nós.

- Eu sei... Para inicio de conversa eu nunca teria feito tanto esforço para ser sua “assistente”, se você não fosse tão gostoso.

- Teria sido muito mais fácil se você fosse um pouco mais velha.

- Reclama com os meus pais, que não transaram antes.

A loira era sempre tão direta em suas frases, tanto quanto Kakashi era assertivo. Ele ainda se lembra de a moça havia enviado uma gravação junto de sua ficha, como aquelas que se envia para programas de encontros ás escuros, mas listando todas as suas habilidades e motivos para que ela lhe aceitasse como a ninja perfeita para assumir aquele lugar. Foi divertido e engraçado.  Mas era pesado demais pensar que ele a conhecia desde tão jovem e esta situação o consumia.

Mas era verdade.

Ela era realmente perfeita. Não somente para os trabalhos, mas eram um para o outro:

- Imagina, se eu fosse da idade do meu irmão. Nós dois poderíamos ter entrado naqueles joguinhos de namoro e amizade, tapas e beijos até percebermos que era a melhor ideia do mundo ficar juntos.

- Melhor que toda a coleção dos “Amassos”.

Jou deu um sorrisinho besta e se levantou devagarinho, abraçando Kakashi de pé, enquanto ele envolvia os braços envoltos da cintura da loira. Aquele momento tão simples, mas importante, não podia representar nada demais. Mas indicava, mesmo sem dizerem mais nada, que talvez estivessem dispostos á tentar alguma coisa:

- Eu não tenho muito tempo, Kakashi...

E aquelas palavras faziam o coração do Hatake parar por um momento breve e podiam sentir os braços a apertando um pouco mais para perto de si. Eles deveriam estar tratando da missão e de todos os protocolos que teriam de lidar depois, mas, fazia-se bem menos necessário agora.

Passado mais algum tempo, o trem chegou a Konoha. A cidade hoje em dia era uma metrópole em todo o seu resplendor e recuperação após as guerras. Avançada, com muitos empregos e variedades de coisas.

Por estarem em um vagão separado, Kakashi e Jou desceram mais afastados e seguiram rapidamente, entre as casas até chegarem ao prédio Hokage. A intenção era entregarem rapidamente e Kakashi ouvisse os próximos passos á serem tomados. No corredor, longo as pessoas passavam pelos dois, fazendo leves mensuras em respeito ao Rokudaime e cumprimentavam Jou. Foi quando encontraram Shikamaru e Sasuke saindo do escritório, com o Nara carregando mais uma pilha de papéis:

- Já voltaram? Vou dizer ao Nanadaime que já chegaram.

- Parece que estão com problemas aí. – O Hatake deu um sinal, com um levantar de mão e olhos fechados, alegre. Era a sua maneira habitual de dar um cumprimento informal:

- Aquele idiota... Está se matando de trabalhar. -  Sasuke comentou, com os braços cruzados:

- É que chegaram muitas revisões para ele esta semana e você sabe Rokudaime, como tudo tem que passar pelo Hokage.

- Na verdade, nem gosto de me lembrar.

Kakashi comentou sincero. Eles entraram logo em seguida, na sala, se despedindo dos outros dois. Era quase sempre normal vê-los ali. Eram os melhores amigos e braços pessoais do Nanadaime. Quem ajudava a manter tudo de pé em uma sociedade capitalista em ascensão. Em meio á uma pilha de documentos e parecendo um pouco estressado, atrás de sua mesa, se encontrava um Naruto que tinha olheiras evidentes de cansaço.

O loiro, com seus cabelos curtos e porte de respeito, parecia somente um rapaz cansado naquela altura do campeonato. Ele levantou a cabeça, para ver quem estava entrando, pois Sasuke e Shikamaru haviam acabado de sair e sorriu. Kakashi jogou o pergaminho para o mesmo:

- Parece que correu tudo bem com vocês. Eu estava preocupado.

- E você parece que está na capa, mano. – Jou comentou, sorrindo, fazendo Naruto coçar a cabeça sem-graça – Parece que não dorme faz dois mil anos.

- Ahaha, eu só precisava disso mesmo para melhor o meu dia, Jou. Sarcasmo.

- Estou sempre ás ordens.

- Deu trabalho para o Kakashi-sensei de novo? – Naruto comentou, abrindo o pergaminho e começando a ler:

- Sabe que sim.

- Tivemos um pequeno contratempo á respeito do informante, Naruto. – O Rokudaime comentou, com os braços cruzados – Parece que ele esperava não entregar nenhuma informação e tivemos de tomar á força.

- Ele os atacou? – O loiro indagou, apreensivo e Kakashi afirmou, com um leve balançar de cabeça:

- Ele tinha as informações com ele, mano. Mas não estava sozinho como o designado, mano e tivemos uma luta. Talvez. Ele tivesse sido forçado a fazer isto.

- E como ele está?

- Morto.

Aquela era a noticia complicada:

- Eu tinha a intenção de trazê-lo para Konoha, para interrogatório. Oferecer proteção, se necessário. Mas ele se matou antes disso com um jutsu, parecido com que os Anbus usam para liquidar com um corpo sem deixar rastros.

- Quando encontramos o resto dos vestígios dele, já era tarde demais, maninho.

- Entendo. – Naruto respondeu, apreensivo e baixou o olhar – Vamos enviar tudo para os laboratórios. Inclusive as análises que disse no comunicador que pegaram de toda esta cena, Kakashi-sensei.

- Certo.

- Tem outro assunto que gostaria de tratar com você, sensei. – Foi então que o loiro direcionou o seu olhar para a irmã – Mas a sós.

- Acho que esta é a minha deixa para sair. Nos vemos depois.

Ela saiu da sala no mesmo instante. Muitas pessoas poderiam ficar curiosas sobre o que poderia ser este assunto secreto. Mas não Jou. Ela sabia que se fosse necessário, saberia por Kakashi depois. Ele sempre lhe passava as informações. Andando pelos corredores, a jovem estava muito preocupada.

Mas aquela missão havia acabado por hora. Talvez devesse aproveitar um pouco a folga e ir para a casa tomar um banho, para relaxar. Mas se lembrou de que quando saiu, o seu apartamento ainda estava em reformas, devido á infiltração e desanimou de ir para o seu cantinho solitário.

Também não era muito seguro ir para o cantinho solitário de Kakashi. Por mais que trabalhassem juntos, o que as pessoas diriam se a vissem dormindo na casa dele? Era muito cedo e precisavam ter cautela, inicialmente.

Então, optou pelo que poderia ser a sua chave mestra. Fazer uma visita aos pais e depois dormir em seu antigo quarto. Era a ideia perfeita. Assim, só precisaria ver o apartamento no dia seguinte e saber quanto tempo levaria para as reformas acabarem.

Convicta de seu plano, Jou seguiu rumo á casa dos pais...


Notas Finais


Acredito que vocês perceberam uma mudança deste universo para os outros, certo?
Quem quiser entender melhor e jutnar os quebra-cabeças, fiquem a vontade para lerem minhas outras duas fics: A irmã mais velha e Sob o olhar do Sharingan.
No mais, comentem e favoritem! ;)
Beijinhos.


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