História O Conto de Laitoste e Erunde - Capítulo 13


Escrita por:

Visualizações 9
Palavras 1.437
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


FINALMENTE!! É eu sei hahaha. mas enfim, chegou, e como voces vão ver, as merda não diminuiram!
DIVIRTAM-SE!!!!!!

Capítulo 13 - XIII - Laitoste e Erunde


Fanfic / Fanfiction O Conto de Laitoste e Erunde - Capítulo 13 - XIII - Laitoste e Erunde

    Laitoste da casa de Bëor, foi uma das poucas pessoas que conseguiu escapar da batalha das chamas repentinas. Ela era a filha de Barahir, O Senhor da Casa de Bëor. Após escapar da batalha, Laitoste voltou para sua casa, mas sua mãe e sua irmã havia sido assassinadas por orcs. Laitoste chorou e enterrou o que conseguiu encontrar dos restos da sua família, numa lápide solitária na floresta. Então, ela seguiu os rastros do grupo que cometeu essa atrocidade em busca de vingança. E depois de longos dias, Laitoste acabou encontrando sua presa. Tratava-se de um grupo grande demais de orcs para atacar sozinho, mas Laitoste não se intimidou. E observando e esperando pacientemente, ela conseguiu capturar um orc que se afastou demais dos outros. E levando a besta para um local mais afastado ainda dos outros, Laitoste interrogou-o sobre o líder deles, pois ela deduziu que se derrotasse o líder, o resto debandaria e ela poderia pega-los e grupos menores. Depois de conseguir todas as informações de que precisava, Laitoste sacou sua espada e apontou na direção do orc e esbravejou;

      - Morra agora criatura nojenta, pelas mãos de Laitoste, filha de Barahir!

    Mas o orc respondeu com uma risada horripilante que fez a mão dela vacilar. E com ódio, Laitoste perguntou o que era tão engraçado e o orc respondeu;

      - Mulher imunda! Seu querido papai fora morto por nosso capitão! Seu nojento pai foi emboscado por nós próximo ao Thangorodrim, ele estava procurando a filhinha dela. Agora vá, enfrente o capitão para que você possa se encontrar com seu papai.

    E, em um ataque furioso, Laitoste cortou a garganta do orc que morreu engasgado em seu próprio sangue. E sabendo que o orcs não andavam sob a luz do sol, Laitoste aguardou pelo raiar do dia e se dirigiu até o acampamento daqueles seres malignos. E, lá, ela se esgueirou sorrateiramente até a tenda do líder, e vislumbrou o orc que dormia sob uma pilha de mato. Laitoste sacou sua adaga na escuridão da tenda, e caminhou lentamente até a besta, quando o orc se revirou repentinamente e gritou;

      - HUMANA NOJENTA!!!

    A besta apalpou o chão a sua volta encontrado sua adaga, Laitoste largou sua adaga e desembainhou sua espada. O choque do metal provocou um som longo e agudo. O orc tomou a vantagem da luta e acertou Laitoste no estomago que caiu para trás. O som de outros orcs se aproximando começou a encher os pensamentos de Laitoste. Ela se arrastou para fora da tenda, e lá fora, a luta continuou, quando, finalmente, Laitoste percebeu o cordão em volta do pescoço do capitão. A criatura usava a mão de Barahir como pingente. Ao vislumbrar aquela profanação, Laitoste ficou furiosa. Com um movimento rápido, a guerreira atirou terra nos olhos do adversário que recuou grunhindo. Laitoste então avançou para frente, atravessando o orc com sua espada, e tomou o cordão da criatura. Mas agora os outros orcs já haviam a alcançado, e com a mão de seu pai em sua posse, Laitoste começou a correr em meio a floresta. A jovem guerreira conhecia aquelas florestas melhor que ninguém, assim, fora fácil despistar os perseguidores.

    E agora que sua vingança havia sido concluída, Laitoste foi até as margens de um lago cristalino, onde ela sempre ia com seu pai, e lá, ela enterrou a única parte de Barahir que possuía. Ao preparar o tumulo, Laitoste reparou no anel que estava na mão decepada de seu pai, ela enterrou o pai, mas ficou com o anel para si. Laitoste então, se dirigiu até o reino de Doriath, chegando a uma das milhares cidades nas copas das árvores. E lá, ela descobriu que o anel fora feita em Valinor, e fora dado a Finrod de Nargothrond. Intrigado de como o anel teria acabado com seu pai, Laitoste procurou por vários dias o reino de Nargothrond até que finalmente o encontrou.

    Finrod a recebeu de braços abertos, e lamentou a morte de Barahir. Porém, a jovem da casa de Bëor, apesar de muito grata pelas palavras do principe, não havia procurado Nargothrond com propósitos de ganhos pessoais. Ela somente desejava saber sobre o destino do pai. Assim, ela deixou o reino élfico e, por anos, vagou sem rumo pelas terras de Beleriand. Laitoste vagava sozinha pelo leste quando adentrou a floresta de Doriath e caminhando por entre as árvores, Laitoste ouviu uma voz límpida e suave entoando belas canções. Era como um canto de um rouxinol aos seus ouvidos. Laitoste se deleitou com aquela voz, e seguia-a, chegando até uma elfa que cantava e dançava sozinha na floresta. E esta era, Erundë, a filha do rei Thingol e da rainha Melian. Erundë era a mais bela de todas as elfas que já caminharam pela Terra-Média, talvez porque ela fosse filha de um dos três primeiros elfos a despertarem com uma Maia. E Laitoste ao contempla-la, se apaixonou imediata e perdidamente por ela. Mas Erundë, ao ver um ser mortal pela primeira vez, se assustou e fugiu dela. E por dias, Laitoste procurou por sua amada nos bosques, até que sem perceber, ela penetrou no cinturão de Melian que escondia a cidade de Menegroth a capital do reino de Doriath. Tão grandioso era o seu amor por Erundë que a própria Melian não tinha poderes para impedir a sua entrada, e ela encontrou sua amada novamente, cantando e dançando nas campinas de Menegroth. Mas dessa vez, Erundë não fugiu, e as duas conversaram durante toda aquela bela tarde de primavera. E elas perceberam a intensidade do amor que sentiam, Erundë se encantava com a voz, os olhos verdes, a textura da pela o jeito atencioso e carinhoso de Laitoste. E a humana também se maravilhava com a beleza deslumbrante da elfa, seus longos cabelos negros como a noite, seus olhos castanhos que possuíam um brilho similar as estrelas de Elbereth, a voz doce e suave e o jeito curioso que Erundë aparentava ter ao conversar pela primeira vez com alguém diferente dela. Ao fim do dia, elas marcaram de se encontrarem novamente naquele mesmo lugar, e elas se encontraram, e de novo, e de novo, e de novo... E o amor das duas era algo que iluminava ainda mais a floresta de Doriath. Laitoste nomeou Erundë de Tínuviel, que em Sindarin significa, "Filha do Crepúsculo estrelado", e pelos bosques e cavernas de Doriath as duas se amaram em segredo. Laitoste havia encontrado significado para sua vida novamente, e Erundë havia encontrado o dela pela primeira vez.

    Até que, determinadas a viverem juntas, as duas decidiram que não havia mais motivos para manter segredo, e foram até os salões de Menegroth para revelarem suas intenções ao rei Thingol. Contudo, quando fora indagado sobre tais assuntos, Thingol rejeitou a proposta e se recusou a entregar a sua única filha nas mãos de uma mortal. O rei alegava que sua filha era a joia mais preciosa que possuía e para que ele a cedesse a qualquer pessoa esta deveria lhe trazer algo de igual valor e beleza. Laitoste então afirmou que não havia nada nesse mundo tão belo quando Erundë, e a coisa mais próxima de seu valor que consigo imaginar é uma silmaril. O rei riu com a ousadia da jovem mortal, e lhe prometeu a mão de sua para sempre se Laitoste lhe trouxesse uma silmaril, e contra todas as chances, Laitoste jurou que assim o faria.

    Laitoste partiu de Doriath em sua busca pela silmaril, ela foi novamente ao reino de Nargothrond se encontrar com o principe Finrod e invocar o elfo a cumprir a promessa que havia feito a casa Bëor e lhe ceder soldados para ajuda-la em sua empreitada. Finrod não aceitou mandar soldados com Laitoste, e disse que os dois iriam sozinhos, pois havia sido o principe, e não seus soldados, que fizera o juramento a casa Bëor, e Finrod não queria mais que nenhum elfo de Nargothrond perdesse a vida naquele lugar sombrio. E assim, os dois rumaram ao norte, guiados por Finrod que alegava conhecer uma rota secreta. Tratava-se de um pequeno vale estreito, onde, bem no meio, havia uma alta torre de vigia. E lá eles se encontrariam com os elfos de Fingon, novo rei supremo dos noldor. Entretanto, depois da batalha das chamas repentinas, os orcs se apoderaram daquela passagem e agora a torre era comandada pelo próprio Sauron. E ao tentarem voltar sem serem percebidos, Laitoste e Finrod foram farejados por Carcharoth, O Senhor dos Lobisomens, que atacou Finrod o desacordando. Laitoste olhou para trás, mas nada viu, pois também foi atacada por orcs que se aproximavam por trás.         


Notas Finais


Vai da merda, vai da merda, vai da merda, VAAAAAIIIIIIII!!!!!!
Até o próximo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...