História Taigunma - Capítulo 4


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Categorias Naruto
Personagens Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Kakashi Hatake, Kiba Inuzuka, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Tsunade Senju
Tags Ação, Boruto, Jutsu, Leeten, Luta, Mistério, Naruhina, Naruto, Ninja, Romance, Saixino, Sangue, Shikatema, Violencia
Visualizações 117
Palavras 2.750
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


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Capítulo 4 - Isso vai ser complicado: o tutor de Taigunma.


Fanfic / Fanfiction Taigunma - Capítulo 4 - Isso vai ser complicado: o tutor de Taigunma.

Shikamaru havia sido convocado pelo Hokage, era uma emergência. Dada a atual situação de sua vida preferiria estar em todo e qualquer lugar, menos ali, mas não havia o que fazer. Enquanto subia as escadas da Mansão do Hokage pensou na loucura que acabara de fazer, pedira a mão de Temari em casamento! Isso não faz sentido, pensou, aborrecido. Como fui me meter numa situação complicada dessas? Contudo, a voz de Shikaku, seu pai, veio em sua mente: “Um dia você compreenderá as mulheres”.

Shikamaru sabia que estava longe de conseguir tal feito, aquilo era trabalhoso demais, mas depois de tudo, ele sentia que entendia Temari melhor. Não que ele pudesse explicar qual a razão dos joguinhos, ou porque ela dizia isso ou fazia aquilo, mas de uma coisa ele tinha certeza: ela era importante pra ele, e melhor que isso, ele era importante pra ela! E isso estava além de qualquer compreensão.

— Até que enfim você chegou. — Kakashi estava sentado atrás da mesa, mexendo numa de várias pilhas de papel. — Sabe, quando eu disse que era uma emergência, não queria te fazer se apressar. Queria que você viesse imediatamente!

— Ai ai, isso vai ser complicado. — Shikamaru soltou seu bordão, mais por força do hábito que por necessidade. Talvez o hábito fosse uma necessidade, ou qualquer coisa assim. — É sobre os boatos que ouvi na rua? Sobre o cara do Clã Senju que apareceu e está no hospital. Quanto disso é verdade?

— Tudo. — O Hokage respondeu e Shikamaru o fitou, incrédulo. — Não que isso seja ruim, quer dizer, a parte de ainda existir alguém desse Clã é muito boa.

— Concordo. Mas?

— Kiba o encontrou no meio da floresta, deitado no chão. Presumiu que a equipe de Kiba era inimiga e quase matou todos.

— Nossa, isso é estranho. Quer dizer, o Clã dele fundou nossa Aldeia.

— E como... acontece é que esse cara é um viajante do tempo. — Kakashi suspirou. — Se é que podemos chamá-lo assim...

— Viajante do tempo? — Shikamaru engoliu em seco. — Isso não é algum tipo de brincadeira?

— Eu vi ele, pessoalmente. Não me pareceu brincadeira, até porque... — Kakashi se interrompeu, parecia estar se preparando para dizer algo inacreditável. — Ele tem o Rinnesharingan.

Shikamaru não podia acreditar.

— Como é?

Kakashi levantou-se e foi até a janela, de onde observava toda a Aldeia da Folha. Ele havia insistido que Tsunade permanecesse como Hokage, que não haveria problemas, mas o fato era que a Aldeia da Folha havia nomeado um sexto Hokage após a Senhora Tsunade entrar em coma durante o ataque de Pein. E de fato não haveria ninguém mais indicado para o cargo de Hokage além de Kakashi... Shikamaru podia apostar que aquele problema era, de todos, o que ele menos gostaria de resolver.

— E agora ele está sob os cuidados da Quinta Hokage. — Kakashi informou-o. — E nós precisamos decidir exatamente qual será o destino dele.

— Ah, isso vai ser...

— Complicado. — Kakashi o interrompeu. — Eu sei. Eu ainda não sei a extensão dos poderes dele, mas estou presumindo que ele esteja no nível da Senhora Tsunade. Ele tem um incrível ninjutsu médico, também.

— E alguém tão poderoso assim poderia considerar um insulto ser colocado no mesmo patamar que crianças... — Shikamaru completou. — Entendi.

— E não é só isso. — O Hokage, que estava de costas virou-se e fitou Shikamaru. — Mesmo entre os Jounin ele estaria numa posição altamente elevada. E ainda assim, precisamos aliá-lo às nossas fileiras. Embora o mundo ninja seja unido atualmente, correr o risco de deixar as duas Kekkei Genkai mais famosas da nossa Aldeia cair nas mãos de nossos aliados. Ou vai que aquele cara resolve fundar sua própria Aldeia ninja? Orochimaru conseguiu, ele conseguiria.

— Não tem jeito. — Shikamaru suspirou. — Ele vai ter que começar como Genin e fazer o exame Chunin.

— Você acha mesmo que existiria justiça no exame com ele participando?

Shikamaru ainda não o conhecia, mas devido à descrição de Kakashi foi capaz de ter uma imagem mental da Quinta Hokage entre um monte de crianças. Shikamaru a via claramente, dando socos e chutes, abrindo verdadeiras crateras no chão, quebrando e derrubando árvores...

— Pra nossa sorte. — Shikamaru o mirou nos olhos. — Nunca houve justiça nos exame Chunin.

— Sendo assim... eu o nomeio seu tutor. Você será o responsável por ensiná-lo todas as informações que achar necessárias, além de acompanhá-lo e reportar todas as suas atividades a mim, até termos certeza absoluta de sua lealdade.

— Você talvez esteja exagerando sobre isso tudo. — Shikamaru coçou a nuca. — Veja bem, que o encontrou não foi o Kiba? Quem devia cuidar dele...

— Não há ninguém melhor que você pro serviço. — Kakashi o interrompeu. — Você sabe que disso, isso vai ser moleza. Não é uma missão complicada.

— Com todo respeito, Grande Hokage. — Shikamaru fez uma reverência. — Eu não posso aceitar essa missão porque vou me casar em breve.

— Vai se casar? — O Hokage ergueu as sobrancelhas. — Interessante, mas não.

— Não o quê?

— Você não está dispensado dessa tarefa. — Kakashi sentou-se. — Eu faria isso pessoalmente se eu não tivesse tanto para fazer, e tão pouco tempo... Shikamaru, obrigado pela sua atenção, agora pode se retirar.

— Entendido.

Shikamaru curvou a cabeça, virou-se e dirigiu-se à porta. Num instante estava nas ruas da Aldeia da Folha, que a cada dia que passava era mais movimentada e confusa. Não tem jeito, pensou infeliz, tenho que ir conhecer essa cara. Só esperava que não fosse daquele tipo que se acha só porque é poderoso ou talentoso, e também que não fosse um cara briguento ou hiperativo, Shikamaru só queria poder fazer isso de forma relaxante.

Temari provavelmente não iria gostar da novidade, Shikamaru concluiu. Quer dizer, eles acabaram de entrar num momento da vida em que a situação exigia atenção exclusiva um para com o outro, e agora ele acabara de se tornar babá de um tipo de monstro. Shikamaru não era de odiar pessoas, mas havia pego uma espécie de irritação com essa situação, e inconscientemente punha a culpa de tudo no indivíduo que ainda não conhecia, ainda mais porque os inevitáveis problemas que teria com Temari seriam por causa dele.

Chegando perto do hospital viu uma pequena multidão aglomerando-se na porta, ao que parece, todos queriam ver “o cara do Clã Senju”. Shikamaru lembrou-se da sua infância, quando todos se aglomeravam ao redor de Sasuke Uchiha como se ele fosse uma espécie de celebridade. Ser desses clãs famosos é complicado, Shikamaru pensou, feliz talvez, por seu clã ser um mero coadjuvante da Aldeia da Folha... a expressão “agir pelas sombras” sempre caiu melhor aos Nara mesmo.

— Com licença. — Shikamaru pediu. — Com licença, preciso passar.

— Senhor Shikamaru. — Uma atendente do hospital que matinha a porta fechada o cumprimentou quando ele finalmente conseguiu vencer a multidão. — O senhor deve estar aqui para ver o Senhor Taigunma.

— Eu e toda essa gente aqui atrás. — Shikamaru virou-se para olhar as pessoas, ali do topo da escadinha conseguia estimar que havia algo em torno de 50 pessoas ali. — Por que vocês não as mandam embora, ou deixam entrar algumas para ver esse cara logo?

— Já mandamos embora senhor. — A atendente não estava feliz com a situação. — Mas quanto mais pedimos para ir embora, mais a curiosidade aumenta e mais pessoas aparecem. E se deixarmos entrar...

— Vai ser pior. Faz sentido.

— Exatamente. — A atendente tentou sorrir. — A Quinta Grande Hokage está no quarto com ele. Apenas registre-se na recepção, por favor.

— Ok. Boa sorte aqui.

— Obrigada, senhor.

Disse a atendente, virando-se para impedir que um homem entrasse no hospital enquanto Shikamaru abria a porta.

— Olá, bom dia. — Shikamaru aproximou-se do balcão da recepção. — Dia agitado hoje, não é?

— Bom dia senhor Shikamaru. — A balconista sorriu, com ar de frustração. — Realmente, não é todo dia que passamos por algo parecido com isso. Quem veio ver?

— Vim ver a celebridade do momento. — Shikamaru se deu conta de que não havia perguntado o nome do homem, mas por sorte, a atendente que ele encontrou na porta o disse. — Taigunma, certo? Dizem que a Quinta Hokage está com ele...

— Ela está sim! — A recepcionista pegou um livro e pediu para que Shikamaru assinasse o nome numa linha. — Ele está no quarto 3-C.

— Obrigado pela atenção. — Shikamaru disse, distanciando-se.

Bom, está na hora de conhecer o homem que vai mudar o rumo da história. Não que Shikamaru acreditasse que podia existir essa possibilidade, mas que ele tinha certeza que aquele tal de Taigunma ter vindo direto da Era dos Estados Combatentes pra Era da Aliança Shinobi significa alguma coisa, algo importante, ele tinha. Kakashi havia contado tudo o que sabia, e no geral era perturbador. O cara não sabia que tinha Rinnesharingan e acabou lançando um genjutsu em si próprio... mas como ele não sabia que tinha aqueles olhos? Não faria sentido... a não ser que... ele tivesse recebido eles sem saber. Isso significaria que ele recebeu antes ou durante sua suposta viagem no tempo.

— Aí estão vocês. — Shikamaru disse, entrando no quarto. Taigunma, um jovem de cabelos pretos e olhos castanho-escuros estava sentado na cama com uma enorme tigela de lámen nas mãos. Ao seu lado esquerdo, sentada numa poltrona, estava a Senhora Tsunade. Shikamaru a fitou. — Qual o estado dele, minha Senhora?

— Cara, eu não como há um século. — Taigunma respondeu, comendo o lámen. — Tirando isso, estou ótimo.

Ah, ótimo, mais um Naruto... estamos mesmo perdidos. Deixa eu adivinhar, Shikamaru pensou, você pode ser ferido, mas não pode ser morto. Não importa o quanto esteja cansado, tudo que precisa é uma boa refeição e uma noite de sono e estará novinho em folha. Senhora Tsunade deve ter sentido seus pensamentos, pois fitou-o, e sorriu. Ela estava verdadeiramente feliz, Shikamaru percebeu. Ele deve lhe lembrar alguém muito importante, concluiu, por fim.

— Qual a idade dele, hein? — Shikamaru perguntou, olhando-o atentamente.

— Dejesseti. — Ele respondeu, de boca cheia.

— Se está aqui, presumo que Kakashi te passou todos os detalhes. — Tsunade perguntou. — Neste caso, quero te informar que já o contei todos os detalhes sobre a Aldeia da Folha. Ele me disse que quer um tempo para pensar se quer ficar aqui ou não.

— Entendido. — Shikamaru assentiu, depois olhou de Tsunade para o jovem, e do jovem pra ela. Eles até que se pareciam, um pouco. — Mais alguma coisa?

— Bom, ele precisa de roupas, então vou deixar dinheiro com vocês para poderem comprar o que precisarem. — Tsunade disse, deixando Shikamaru chocado. Aquele mulher simplesmente não sabia o que era economizar dinheiro, muito menos havia desenvolvido nem sequer a predisposição para dá-lo a alguém. — Hey, relaxa tá? Ele também precisa de um lugar pra ficar.

— Quanto a isso, não há problemas que seja lá em casa. — Shikamaru respondeu. — Quando ele vai receber alta?

— Agora mesmo, só estávamos esperando o seu tutor ser decidido. — Tsunade o fitou com aquele olhar de “claro que sabíamos desde o início que seria você”. Tsunade levantou-se, pegou seu casaco verde e foi em direção à porta. — Trate de ensiná-lo tudo o que for necessário para que ele aceite ficar na nossa Aldeia!

— Sim, senhora! — Shikamaru respondeu e observou enquanto Tsunade saía. Por fim, o único sinal de que ela havia estado naquele quarto foi o som dos saltos de seus sapatos ecoando pelo corredor. Virou-se para Taigunma que havia terminado de atacar a enorme tigela e agora fitava-o em silêncio. — Eu sou Shikamaru Nara, é um prazer te conhecer. Fui nomeado seu tutor enquanto se adapta à nossa Aldeia e decide se quer ou não permanecer nela.

— Preferiria que meu tutor fosse Kiba. — O jovem disse, mas depois, talvez percebendo que podia ter sido rude completou. — Não que você não seja bom também.

— Acredite em mim, eu também queria que seu tutor fosse o Kiba. — Shikamaru suspirou. — Mas não há muito o que fazer, eu fui nomeado pra isso. Aparentemente eu sou o melhor, dada à sua situação.

— Mas qual é a minha situação?

— Nós não sabemos quão poderoso você é, e pior que isso, não sabemos se é aliado ou inimigo. — Shikamaru preferiu ir direto ao ponto.

— E ainda assim, estou eu aqui dentro da sua Aldeia Oculta. — O jovem ponderou. — Quer dizer, vocês temem que eu possa atacar vocês... faz sentido. Quer dizer, ainda ontem meu mundo era completamente diferente, e nunca entraríamos na sede de outro Clã e muito menos outro Clã deixaria que nós dormíssemos em sua casa.

— Ainda bem que você entende isso. — Shikamaru sentou-se na poltrona em que Tsunade estava. — Veja, uma Aldeia tem princípios básicos que todos devem honrar. Um deles, é claro, é o patriotismo. Nós devemos defender nossa Aldeia de agressores estrangeiros até o último homem. Além disso, nós na Aldeia da Folha nunca desistimos, nunca voltamos atrás no nosso caminho ninja, nossa Vontade é indomável e inquebrável, é o que nós chamamos de...

— Vontade de fogo! — Taigunma falou junto dele, sorrindo. Shikamaru havia esquecido, por um instante, que a Vontade de Fogo era a crença do clã Senju.

— E claro, além da Vontade de Fogo nós temos outros princípios. — Shikamaru continuou. — Confiança. Respeito. Companheirismo. Subordinação. Tudo isso é necessário para que nossa Aldeia seja próspera e segura para vivermos. Os Clãs, atualmente, são considerados órgãos do grande corpo chamado Aldeia Oculta da Folha. E é por isso que você poderá dormir seguro na minha casa, ou na casa de um Hyuga ou até na casa de um Uchiha sem preocupar-se com a sua vida.

— E, por outro lado. — Taigunma refletiu. — Os Clãs me receberão satisfeitos em sua moradia sem preocupar-se que eu vá traí-los e atacá-los?

— Precisamente! — Shikamaru retrucou.

— Isso é incrível! — Os olhos de Taigunma demonstravam genuína admiração. — Meu sobrinho realmente criou uma coisa fantástica, essa Aldeia da Folha.

— Ah, mais uma coisa. — Shikamaru o advertiu. — Não é seguro que você diga que é tio do Primeiro Hokage. — Taigunma fez cara de surpresa. — Veja bem, se você sair por aí dizendo que é tio do Primeiro Grande Hokage todo mundo vai pensar que você é louco, ou um monstro, e de qualquer forma isso não vai sair bem.

— Tá, mas quem eu vou dizer que sou, então? — Taigunma coçou o topo da cabeça. — Quer dizer, se eu entendi isso direito, a última pessoa do clã é a Tsunade. Ela não tem filhos...

— Isso vai ser complicado. — Shikamaru soltou, de propósito dessa vez. — Vamos dizer que você é bisneto do Primeiro Hokage. Quer dizer, se a Senhora Tsunade é neta dele... Podemos dizer que seu avô perdeu a memória em uma missão e desapareceu, sendo dado como morto.

— Mas vocês não têm documentos de todos os ninjas da aldeia? — Taigunma perguntou. — Descobrirão que é uma farsa.

— Não se nós criarmos um falso documento que encubra sua farsa. — Shikamaru sorriu, ficando de pé. — Então vamos lá, bisneto do Primeiro Hokage, temos muito o que conversar sobre nossa Aldeia antes de você ter de tomar sua decisão.

— Ah, é mesmo? — O outro tornou, pulando da cama. — E onde vamos?

— Bom, primeiro vamos te levar num lugar que venda roupas legais. Você precisa exibir o símbolo do seu clã com orgulho e estilo! — Shikamaru não disse isso tão animadamente como gostaria, mas foi até razoavelmente aceitável. — Depois, vamos passear pela aldeia, para que você conheça a geografia local. E depois eu preciso te apresentar a mulher mais linda do mundo.

Taigunma ficou perplexo.

— Mais que a Tsunade?

— Cem vezes mais linda! — Shikamaru pensou no sorriso de Temari. — Não! Mil vezes mais!

E começou a andar, com as mãos nos bolsos da calça, como lhe era característico. Já estava quase na recepção do hospital quando se deu conta de que não estava sendo acompanhado por Taigunma. Já estava prestes a voltar ao seu quarto quando o jovem apareceu vestindo uma armadura marrom-avermelhada. Isso vai ser complicadamente legal, Shikamaru pensou, sorrindo.

— Por que está sorrindo? — Taigunma perguntou.

— Por nada!

— Está pensando na mulher bonita de antes?

— Não!

— Ah, fala sério! Com certeza está!

— Não, já disse que não é nada.

— É, mas o sorriso de bobo ainda está na sua cara!

— É porque você me faz rir!

— Ah, conta outra! Só porquê eu estou nessa armadura?

— Não ia dizer ridícula?

— Ridículo é você, seu boçal!

— Boçal? Olha só quem fala!

E foram discutindo, como velhos amigos que acabaram de se conhecer. A pequena multidão na porta do Hospital – que havia crescido um pouco desde que ele havia entrado – abriu passagem para os dois jovens briguentos, sem sequer notar que aquele que eles queriam ver acabara de passar bem no meio deles. Shikamaru pôde ouvir eles exigindo entrar no hospital, olhou para trás e notou que a atendente piscou pra ele, ele acenou a cabeça em agradecimento. 


Notas Finais


Taigunma deve ou não ficar na Aldeia da Folha? Aceito opiniões...

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